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Transporte Marítimo: e Florianópolis?

31 de outubro de 2012 13

Contribuição do internauta Carlos Madeira Correa sobre transporte marítimo em Porto Alegre:
“A retomada do serviço de transporte hidroviário entre Porto Alegre e Guaíba completou um ano nesta quarta-feira com resultados a comemorar. No período foram realizadas mais de 10,9 mil viagens, o que resultou no transporte de mais de 700 mil passageiros. Para comemorar o resultado, a CatSul, responsável pelo serviço, já pensa na expansão. “As expectativas eram grandes porque sabíamos que onde o serviço existe é bem recebido”, afirmou o diretor Hugo Fleck.

Ele acredita que entre janeiro e fevereiro de 2013 já estará funcionando a estação junto ao BarraShoppingSul, na zona Sul da Capital. A saída deste ponto até Guaíba encurtará em 10 minutos a viagem, além de colaborar com a melhoria da mobilidade urbana.

O local onde será instalado o pier está em obras. Em função do nível da água, será necessário um recuo maior da margem, de cerca de 30 metros. Mesmo assim, as expectativas são grandes para o início das operações. “O sucesso do catamarã é a sua aceitação pela população. É isso que estamos constatando pelos resultados em Guaíba”, disse Fleck.

Em relação à linha Porto Alegre-Guaíba, ele estima que cerca de 15 mil carros por mês deixam de circular neste trajeto pela opção dos proprietários de utilizar o catamarã.”

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Comentários (13)

  • walmor diz: 31 de outubro de 2012

    Moacir lanço uma pergunta para ti, o que teremos primeiro em Florinópolis, o transporte marítmo ou a conclusão da interminável reforma da Ponte Hercíclio Luz. Tem coisas que são difíceis de acontecer, mesmo que a solução esteja visível, por isso a mobilidade urbana de Florianópolis está cada dia mais precária, sujeitando a sua população a filas intfermináveis de veículos. Que interesses escusos, não deixam o transporte marítmo ser implantado em Florianópolis, pois todas as tentativas de implantá-lo são abortadas.

  • MENDONÇA diz: 31 de outubro de 2012

    COMO NOSSA CAPITAL ESTÁ ATRASADA. O MAIS ECONÔMICO MEIO DE TRANSPORTE, COM TANTA ÁGUA RODEANDO A ILHA, NÃO É UTILIZADO. É UMA PENA E UM ATRASO DE VIDA. QUEM SABE O NOVO PREFEITO DESPERTA O INTERESSE PELO TRANSPORTE MARÍTIMO.

  • LUIZ CALDAS diz: 31 de outubro de 2012

    “Tenho certeza que o transporte marítimo de Floripa e região dita metropolitana vai sair com Cesar Prefeito e uma mão do governo estadual”.
    Já existe até o projeto. É só aguardar.

    LUIZ CALDAS – HAJA AMOR POR FLORIPA

  • Gualberto Cesar dos Santos – FLN/SC diz: 1 de novembro de 2012

    Querem infestar as Baias com resíduos de derivados de petróleo.
    Vejam o espaço – a área de manobra – para as embarcações.
    E perguntem ao Engenheiro Colombo Machado Salles, o que ele pensa disso.
    Quem está por detrás desses interesses empresariais?
    Plebiscito nisso.
    Temos que analisar bem – com senso crítico – os arrazoados conceituais e pareceres técnicos.
    Temos que antes disso, ter pareceres jurídicos, a Luz dos direitos e Deveres do Cidadão.
    O tema é complexo para decidirem de afogadilho.
    Pressionar pela mídia subserviente é fácil.

  • Gualberto Cesar dos Santos – FLN/SC diz: 1 de novembro de 2012

    E não comparem com NYC.
    A profundidade dos Lagos e do intrincado da bacia do Hudson, tem mais volume e movimento de águas em mil por um.
    E a geologia e a topografia o uso do solo nem se compara com aqui.
    Lá tem canais de entrada e de saída de águas naturais e quase nenhum “espraiamento”.
    E vejam o arquipélago das ilhas na foz do Hudson, bem mais “deltificado” do que aqui.

  • Fernando diz: 1 de novembro de 2012

    Mas… e os mariscos? E os golfinhos? E… (insira qualquer coisa aqui)? Eu duvido muito que saia. Ainda mais na cidade do “NADA PODE NUNCA”…

  • Saul Claudino Jr. diz: 1 de novembro de 2012

    Permitam-me contribuir para o debate com uma outra alternativa. O crescimento acumulado de 120% desde 2000, a frota de carros e motos nos quatro principais municípios da Grande Florianópolis atinge aproximadamente 450 mil, o que dá uma razão de um veículo para cada duas pessoas. Provavelmente um dos maiores índices entre as regiões metropolitanas brasileiras.

    Dentre outras consequências a absoluta saturação do sistema viário na região da Grande Florianópolis. Vamos em breve, literalmente paralisar.

    Na campanha política com vistas as eleições de prefeitos em 2012 o assunto tem sido tratado nas principais cidades brasileiras, com ênfase em Florianópolis, citada em pesquisa como uma das cidades com pior mobilidade urbana no mundo.

    A última noticia indica que o governo estadual descobriu o óbvio: o transporte coletivo, usando modais integrados de transporte marítimo e BRT. Solução para 2014, com otimismo.

    Evidentemente que soluções de maior impacto e efeito duradouro passam por planejamento estruturado de longo prazo – coisa que, no Brasil, temos historicamente dificuldades de realizar – reunindo todas as esferas do poder público.

    Logo, enquanto soluções mais profundas não acontecem, podemos – e devemos – pensar em alternativas mais simples, ágeis e baratas para atacar o problema da falta de mobilidade urbana, sendo que o transporte coletivo é a mais elementar dentre elas.

    Como argumento é possível comparar a “produtividade” de ônibus x veículos: o primeiro ocupa aproximadamente 15 m de comprimento e transporta 50 pessoas sentadas. Em automóveis, considerando que, por padrão, viajam em média menos de duas pessoas, seriam necessários mais de 25 automóveis, ocupando mais de 200 metros lineares, espaço em que caberiam 15 ônibus. Logo…

    Não sou especialista no assunto, todavia permito-me, sempre que possível, participar do debate público, utilizando dos canais disponíveis.

    A proposta: transporte coletivo “ponto a ponto”, intergrados com outros modais de transporte.

    A premissa máxima será a de retirar das ruas uma parcela de automóveis, ofertando opção mais conveniente (como mesmo conforto e custo);

    Este transporte seria servido/integrado por bolsões de estacionamento, onde o usuário deixaria seu veículo estacionado até o retorno; excedendo um número de horas estabelecido, haveria sobrecobrança;

    Naturalmente deverá avaliada técnica e economicamente e melhorada nos pontos não contemplados.

    Público:

    Turistas que se dirigem as praias ou usuários que residem em bairros, atravessam a cidade e necessitam, ao final de jornada, deslocar-se a outros pontos como universidade, etc.

    Passageiros somente viajarão sentados (considerando que o mesmo conforto será ofertado àqueles que optam por estacionar o seu veículo e ir de ônibus);

    Estrutura:

    Bolsões de estacionamento estrategicamente localizados, destinados exclusivamente (ou preferencialmente) aos usuários do sistema;

    Tipo de ônibus: semelhante aos amarelinhos, mais panorâmicos;

    Linhas: de média a longa distância, atravessando transversalmente a cidade, com parada nos estacionamentos do sistema;

    Corredor exclusivo para ônibus;

    Horários pré-estabelecidos ou quando a lotação de passageiros sentados for preenchida;

    Financiamento:

    Tarifa “única” ou conforme trechos, que remunere a soma dos custos do estacionamento (locação e manutenção do espaço) e translado ponto a ponto;

    Concessão: licitado a parte do modal comum de transporte urbano, nos moldes do amarelinho;

  • Gelter Muller diz: 1 de novembro de 2012

    Precisamos sim de transporte marítimo, claro, assim como de outras alternativas de transportes, todas integradas.
    Mas, precisamos antes que a cidade tenha um planejamento urbano/ambiental. Somente através deste é que as ações passarão de pontuais a integradas. Senão, a cidade estará sempre apagando fogo.
    Conclusão do Plano Diretor Participativo, fortalecimento do IPUF, gerentes/diretores técnicos no lugar certo… é a base para uma boa gestão municipal.

  • Miguel diz: 1 de novembro de 2012

    Qual empresário irá investir milhões de reais num negócio sabidamente deficitário?

  • Cláudio diz: 1 de novembro de 2012

    O transporte marítimo em Florianópolis irá atender apenas a população residente próximo aos terminais de embarque e desembarque se não houver uma integração com o TPM, (não confundir com tensão pré-menstrual) transporte público de massas. Haja projeto e discussão sobre o assunto, pois aqui o que prevalece são os interesses corporativos e não o da população.

  • alexandre – floripa diz: 1 de novembro de 2012

    Desculpe, mas apenas ignorantes e sem conhecimento de causa sao contra o transporte maritimo. Deem um pulo no Rio de Janeiro e vejam como funciona..estudem…leiam mais sobre o assunto…….abs

  • angela diz: 1 de novembro de 2012

    POIS EU DUVIDO QUE VAI TER ESSE TRANSPORTE!!!!!!!!!!
    E COMO FICA OS EMPRESÁRIOS DOS COLETIVO$$$$$$$$$$$??????????

  • Liaseal diz: 1 de novembro de 2012

    Transporte individual privado x coletivo privado (que já é na prática: privado e caro, embora ‘concessão’ pública).

    Enfiem na cabeça de camarão dos que não usam busão, mas decidem quem e como dever usar que passageiro nenhum, nem de graça, prefere deixar de ir ponto a ponto (o mais perto possível de sua casa ao estudo/trabalho) de carro ou moto para ficar fazendo baldeação! com baldeação/conexão ela SEMPRE vai atrasar ida e vinda! todo mundo que usa ônibus sabe disso, talvez os que usem os amarelinhos, caríssimos/diretos/que param em qquer lugar quase como táxi, possam gostar desde que o amarelinho tb os pegue no centro, p.e, e os leve até muito perto de casa (Ingleses). Se tiver de andar e subir morro para chegar a seu destino vai preferir usar carro mesmo, pois trancado na fila também vai ficar do mesmo jeito.
    Tem que ser muito caÔ para achar que a pessoa vai sair de casa num veículo (para os que têm) e deixar o carro ou a moto num bolsão, com riscos de furtos no/do carro, além de outros danos. Se for mais de uma pessoa então, aí mesmo que busão não compensa. Façam as contas, por exemplo, de qto se gasta de combustível num carro econômico para ir e voltar de qualquer bairro continental até o centro, ou Trindade, e quanto as mesmas pessoas, duas, três ou quatro, gastarão usando cartão (supostamente mais ‘barato’) de busão, isso considerando integração perfeita, sem esperas.

    Corredores para ônibus é a primeira coisa. Nem que seja nas horas de pico.

    Fim de troca-troca de latão, no máximo dois em toda a região sedizente metropolitana. Exemplo: Biguaçu-Ticen; Ticen-qualquer ponto na ilha, diretos sem trocas em terminais. Talvez tenha de acabar com o monopólio de uma só empresa para certas regiões e linhas, caso da UFSC, mas doninho da Transol vai chiar…Não gosta de concorrência.

    Modelo de concessão superado, tem de cobrar o fim imediato das concessões e dos vigaristas políticos que renovaram a safadeza.

    Há os inimigos da Educação, hora de fazer a lista dos inimigos de quem usa ônibus, esses pervertidos finórios que moram na região central da ilha e usam carros! Gente que mora perto no Hippo e usa carro para ir ao ‘centrinho’ de Floripa? São os que querem que gente que vem lá de Biguaçu, Tijucas, Antonio Carlos, Celso Ramos, Nova Trento, sejam despejados no terminal do Jardim Atlântico e obrigados a pegar outro busão para atravessar a ponte… O mesmo com quem vem do sul (SJ, Palhoça, Sto. Amaro, Paulo Lopes, etc.), querem desovar a pobrada no terminal de Capoeiras. Aquela coisa medonha que se fechar com tela de galinheiro dará ótima granja.

    Tarifas que sejam, sob quaisquer análises comparativas, mais em conta do que usar carro, para mesmo tempo e itinerários de ida e volta feito de carro/moto.

    Transporte marítimo é uma coisa boa, mas só pra turismo e para quem fica no entorno dos terminais. Sair de busão, pegar barco, sair do barco e pegar busão de novo ninguém normal vai gostar [ a menos que a barca permita levar junto a bike e similares motorizados]. Isso já se vê em quem pega diferentes modalidades como trens de subúrbio, metrô e busão, como no RJ, são os que passam a vida severina saindo de madrugada e chegando tarde só em função de transporte.
    Fpolis, mesmo considerando a ‘região metropolitana’, é infinitamente menor do que a encrenca de Sampa ou RJ [A população do estado de SC inteiro cabe dentro de Sampa e ainda sobra lugar]. Se num universo tão pequeno ainda continuarem a mudar o transporte coletivo com medidas tão perversas como a que fizeram em Fpolis e agora copiada pelos donos da Palhoça, a Jotur, não quero nem imaginar o que não farão mais tarde. Vão usar escavadeiras e recolher povão para jogar em caçambas de transbordo como as que transportam o lixo para Biguaçu? No melhor estilo Soylent Green

    Vejam a burrice feita em SJ, na av. Presidente Kennedy de mão única: favoreceu carros, transporte individual. Deveriam ter deixado uma via de retorno, sim, apenas para ônibus, carros vindos do sul pegariam a Beira-mar. Mas não, jogaram quem precisa pegar busão lá pro aterro. Tentem ir a pé de Campinas, o miolo onde não passa ônibus, até a Beira-mar para pegar busão! Tentem atravessar a Pres. Kennedy e achar um ‘beco’ para chegar até a BM! Quem fez a mudança, todos sabem os nomes, nenhum precisa dessa maratona, todos usam carros… Com ações assim que querem que as pessoas usem busão? É ruim, heim, Salgadinho!

    Por que os usuários não são consultados? O problema de sempre, uns almofadinhas que nunca pisaram em transporte coletivo, a não ser aviões para Brasília, se acham com direito e capacidade de decidirem o que é melhor para quem vai usar, desde que eles e família não usem.

    De qualquer forma, mesmo que se tenha um transporte marítimo de serviço e não só de ‘turismo’, vai ser divertido ver neguinho vomitando no mar e usando coletes salva-vidas nos dias de lestada e vento ‘suli’, com chuva e tudo. Ah, sim, se ficar proibida a navegação por mau tempo aí poderão usar o antigo sistema, né?, se ainda existir, mesmo que ele engarrafe de novo, continue com os mesmos vícios.

    Quem usa é que deve dizer como deve ser o TC. Simples assim, mas o simples não é o que querem os políticos [além de alguns jornalistas pobretões lá das bandas depois de Nova Trento, não tem?] que agora moram num ap. classe mérdia financiado, no centro]e empresários cada vez mais ricos e chorando que estão ‘operando no vermelho’. Vejam o ‘vermelho’ da Jotur… O lucro e tão pornográfico que até sobra para ‘investir’ milhões num terminal privado onde agora querem obrigar outras empresas a parar…Breve Paulo Tur e Imperatriz não entram mais em Floripa, vão desovar os pobres no brete da Jotur, que vai desovar a pobrada no brete do TiCapoeiras, pegar algum Estrela da vida que vai desovar a turma no Ticen, onde a mesma pobrada vai pegar algum Transol até o Titri, depois outro até o Raio que o Parta. Isso numa cidade que é um ovo e dá pra conhecer em dois dias, sem correr.

    Tsc,tsc. Aquela madame da Habitasul é que tem razão: dinheiro não é problema, é solução. Quem tem ou tiver um dia, que se mude para um lugar normal, não esse laboratório de perversidades que está se tornando Floripa.