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Moacir Pereira/Especial (17/02/2013)

17 de fevereiro de 2013 18

Foto: Guto Kuerten

A marca de Santa Catarina, que se espalhou pelo Brasil e se consolidou pelo resto do mundo de “Santa e Bela” vai permanecer inalterada. Suas belezas, seu povo generoso, sua diversidade geográfica, o rico arquipélago cultural que a compõe, os equipamentos de recreação e lazer que enriquecem o setor de serviços, tudo isto continuará.

O que pode mudar com esta nova onda de atentados é outra das marcas catarinenses, a de terra generosa de paz e tranquilidade. E com esta mudança, o charme que transformou Santa Catarina tantas vezes no melhor destino turístico do Brasil. Afinal, foi justamente em busca de uma ilha de harmonia que cariocas, paulistas, gaúchos, paranaenses e outros brasileiros para cá vieram nas últimas décadas.

O noticiário nacional e internacional mostrando ônibus ardendo em brasas ou unidades policiais alvejadas é certo que arrefece o ímpeto de visitar o Estado. O mesmo deve ocorrer com estrangeiros, informados de que o transporte coletivo obedece a toque de recolher. Pelo menos, nas próximas semanas esta imagem perdurará.

A indústria, o setor de informática e todo o excepcional complexo de infraestrutura para o turismo ganhou oxigênio de criativos executivos, destacados profissionais e investidores de peso no cenário mundial, sobretudo, porque Santa Catarina é um Estado de Qualidade. Momentaneamente, perderá estes atrativos depois da nova onda de violência. Cabe ao próprio Estado saber recuperar o status perdido.

A expectativa é de que todo este cenário de insegurança vivido nas duas últimas semanas se encerre com uma cirúrgica ação das autoridades estaduais e da Força Nacional de Segurança Pública, presente em Santa Catarina desde sexta-feira. Aí, sim, vira-se a página. E o olhar nacional, com o foco fixado sobre o Estado, que revele, até com mais espaços, o fim do pesadelo.

Qual a imagem que faz de si mesmo um povo que precisou buscar auxílio externo para sentir-se novamente seguro? Perguntei a dois intelectuais catarinenses como eles encaram os atentados e que consequências vislumbram após essa segunda onda de terrorismo. Eles têm visões distintas.

Pouco otimista, o presidente da Academia Catarinense de Letras, Péricles Prade, diz que os ataques afetam a imagem catarinense.

– O Estado nunca foi atingido pela violência. Tinha a imagem de um Estado pacífico e agora tem suas qualidades trincadas. A Força Nacional de Segurança devia ter chegado antes. Temos aí um problema de gestão pública que afeta a cidadania – disse.

Imortal da Casa de José Boiteux, o artista e escritor Rodrigo de Haro relaciona os atentados a questões sociais para concluir que não há surpresa nos fatos que chocaram o Estado e o país.

– Nada surpreende, pois as circunstâncias sociais são óbvias. A erotização da violência, a estilização da violência estão aí em todos os lares e lugares.

A presença da força federal em território catarinense já cria na população um clima de mais segurança. Contribui, também, para debilitar o esquema criminoso que atua no Estado. A tese ganha robustez quando se sabe que duas ações a serem executadas querem quebrar a espinha da criminalidade:

1) Transferência dos líderes das facções criminosas.
2) O aprofundamento da inteligência policial.

Consultei um terceiro intelectual sobre a presença da Força Nacional e seus efeitos sobre o povo catarinense. Ele se mostra esperançoso. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico, Augusto Zeferino entende que a violência traz uma carga restritiva, mas que, passado o pior, a imagem de um Estado seguro será restabelecida.

– Torço para que seja uma crise passageira. Esta vinda da Força Nacional de Segurança é muito positiva e vai dar tranquilidade a todos – afirmou, mesmo admitindo que não é fácil controlar a criminalidade, em função das facilid ades dos meios de comunicação eletrônicos.

Os efeitos sobre a sociedade diante de ordens emitidas de dentro das cadeias colocaram na pauta as mazelas do sistema prisional catarinense e, infelizmente, nos aproximaram do Rio dos anos 1980 e 1990. Qualquer pesquisa que se faça haverá de indicar que todo cidadão quer mais segurança e que torna-se inadiável a construção de novos presídios. Mas a mesma consulta revelará, também, que ninguém aceita que uma nova penitenciária seja erguida em seu município.

São incontáveis as tentativas governamentais de localizar penitenciárias nas mais diferentes regiões. Os investimentos só costumam acontecer onde os prefeitos são aliados do governador – fato registrado agora mesmo em Imaruí, a cidade de 11,4 mil habitantes escolhida para abrigar uma nova penitenciária. O antecessor era a favor do complexo, as obras iam começar, mas o novo prefeito, eleito em outubro com campanha contrária à instalação, embargou a obra e cassou as licenças.

No bojo desta discussão vem outra, mais profunda. Criminalistas e estudiosos enfatizam que a nova política recomenda pequenos presídios e penitenciárias com capacidade média para de 200 a 300 presos. A de Imaruí, se concluída, abrigará mais de 1,3 mil condenados. Inadministrável, foco de corrupção, vítima do gigantismo nas licitações, dizem os criminalistas.

A segunda questão é ainda mais delicada. Que programa executar para aplicar penas aos presos? Quais obrigações eles devem cumprir, que direitos devem ter? Ao que informam fontes oficiais, as ações que surgiram em novembro e janeiro são reações ao tratamento desumano recebido pelos detentos. Em São Pedro de Alcântara, há queixas sobre falta de médicos, de agentes, qualidade das refeições, supressão dos banhos de sol, etc. Excessos citados no relatório da Secretaria Nacional de Direitos Humanos.

No outro lado do sistema, denúncias de que nas gestões anteriores havia um conluio entre presos e agentes. No Presídio de Lages, o mesmo diretor ficou no cargo por 21 anos. Em outro, no Oeste, metade dos presos realizava trabalhos para o diretor. Em Joinville, cinco agentes foram flagrados em corrupção, responderam a processo e foram demitidos por justa causa. A lista, muito maior, é emblemática.

A imediata transferência dos líderes das facções criminosas para os presídios federais de segurança máxima é, hoje, uma unanimidade na sociedade catarinense. Mas a transferência desses líderes é um processo delicado, grave e complexo. Precisa ser muito bem fundamentado juridicamente para ter, em primeiro lugar, a autorização judicial. Existem juízes que costumam negar os pedidos de transferência.

Dado o aval pela Justiça, inicia-se uma verdadeira operação de guerra. Começa com a retirada do preso da Penitenciária, com risco de motins, ou de recursos judiciais dos advogados, ou ainda de reações de familiares.

E, ameaça maior não desprezada pelo sistema de segurança, até a possibilidade de novas ordens para recomeçar outro ciclo de ataques. Afinal, o governo estadual alega que foi justamente a mudança do traficante Rodrigo da Pedra para Criciúma que deflagrou a mais recente onda de atentados.

“A terra é boa…”

Catarina, a jovem e corajosa princesa de Alexandria que foi punida pelo Imperador Maximiliano ao tentar proteger os cristãos escravizados, foi martirizada após várias tentativas pela roda dentada. Virou santa. Seus restos mortais estão até hoje no Mosteiro de Monte Sinai, no Egito.

Sebastião Caboto, ao descobrir uma ilha no Sul do Brasil, chamou-a de Catarina – homenagem à esposa e à santa. O nome ficou para sempre. Vieram depois os açorianos e a primeira comunidade religiosa homenageou Nossa Senhora do Desterro. Os desterrados aqui encontraram o paraíso.

Terra de todos os acidentes geográficos, de todas as origens, de todas as raças e de todas as tribos, a Ilha simboliza o espírito do povo catarinense. Já passou por confrontos mais sangrentos que este atual, dos quais a Revolução Federalista e o massacre aplicado pelo coronel Moreira Cézar em 1894 é o episódio mais trágico e cruel. Na Novembrada de 1979, foram os catarinenses que vaiaram o presidente João Figueiredo e deram um basta à ditadura militar, que começava a agonizar.

Com a chegada da Força Nacional de Segurança e a ação decidida dos órgãos de repressão de Santa Catarina, o que a população deseja é que mais esta página seja finalmente superada.

Que os catarinenses possam repetir a sentença do fundador Dias Velho:

– A terra é mais que boa, quem disser o contrário, mente!

Comentários

comments

Comentários (18)

  • ROQUE diz: 17 de fevereiro de 2013

    Caro Moacir!
    Brilhante matéria!
    Só resta uma pergunta para ser feita ao Sr. GAVAZZONI.
    DE QUEM É A CULPA????

  • sergio diz: 17 de fevereiro de 2013

    Para recuperar o Status Perdido é só fazer o que vcs mais sabem, despejar fortunas para midia realizar propagandas muita das vezes mentirosa.

  • FABRICIO diz: 17 de fevereiro de 2013

    Muito bonito o texto Moacir Pereira, mas considerando que estes “intelectuais” nada entendem de segurança pública, faltou dizer muita coisa:

    - Não se combate crime organizado com policiais fardados e fazendo policiamento ostensivo. A Força Nacional de Segurança veio para suprir momentaneamente a falta de efetivo da Polícia Militar, que é o mesmo de vinte anos atrás;
    - Quem vai resolver a situação do crime organizado é a Polícia Civil, com sua atividade investigativa, mas não se iluda, o processo é lento, mas a resposta é definitiva. Não é a Força Nacional que está “quebrando a espinha dorsal do crime organizado”, nas palavras do fraco governador Colombo e sim a operação desancadeada pela Polícia Civil, fruto de investigações complexas e necessariamente demoradas;
    - O salário do policial civil de Santa Catarina é um dos menores do Brasil. Muitos não tem dedicação exclusiva, outros pedem demisão em virtude disso, outros passam em outros concursos e já perdemos bons policiais por causa disso;
    - Correta a afirmação em relação as penitenciárias gigantes, pois só servem para fomentar os desvios de dinheiro que quase sempre ocorrem em grandes licitações; Cadeias públicas pequenas locais para presos provisórios, digo os que ainda não foram condenados e penitenciárias um poucos maiores, no máximo para 300 presos para os condenados, mas separados conforme o crime cometido e grau de periculosidade;
    - Precisamos dobrar os efetivos das Polícias Militar e Civil através do Programa Troque uma Secretaria Regional por Batalhão da PM ou uma Delegacia Especializada em Investigação Criminal;
    - Fortalecimento da Polícia Civil;
    - Adotação do RDD para presos integrantes de facções criminosas;
    - Convênios com grandes empresas para trabalhos ressocializadores dos detentos;
    - TROCA DO GOVERNADOR DO ESTADO;
    - TROCA DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA, JUSTIÇA E CIDADANIA, DO DELEGADO GERAL E COMANDANTE DA PM;
    - FIM DOS APADRINHAMENTOS POLÍTICOS DE DIRETORES DA SEGURANÇA PÚBLICA;

    Quem sabe adotando essas sugestões voltaremos a ter um Estado seguro.

  • FRANCISCO SAMPAIO diz: 17 de fevereiro de 2013

    SR. MOACIR DESDE QUANDO COMEÇOU OS ATENTADOS TENHO FICADO ATENTO AOS SEUS COMENTÁRIOS. POIS PERCEBO QUE ESTES SÃO CLAROS E AMPLOS EM MEIO A TANTOS DESVANEIOS E FALTA DE CONHECIMENTO TÉCNICO A COMEÇAR PORQUEM DEVERIA, DE FATO CONHECÊ-LOS.
    UMA DAS COISAS QUE EXPLICAM OS ATENTADOS E SUA(S) ORIGEM(S), É QUE OS NOSSO POLÍTICOS E A PRÓPRIA CÚPULA DA POLÍCIA PARECE DESCONHECER QUE SEGURANÇA PÚBLICA NÃO É SOMENTE POLÍCIA SUFICIENTE NA RUA. MAS, SIM, EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, TRABALHO E SALÁRIOS DÍGNOS, SAÚDE E MORADIA.

    FRANCISCO SAMPAIO
    (GRADUANDO DO CURSO DE GESTÃO EM SEGURANÇA PRIVADA)

  • Osnir diz: 17 de fevereiro de 2013

    Prezado Moacir Pereira,

    Excelente post. É preciso superar essa fase. Mas precisamos ficar vigilante e cobrar de nossos governantes a administração séria, honesta, o compromisso com o povo catarinense e que cumpra o que prometeu.

    Parabéns pelo trabalho que vem realizando.

    Osnir

  • Sérginho Cordeiro- Vereador (Tijucas) diz: 17 de fevereiro de 2013

    Prezado Moacir:
    Seu texto é brilhante, elucidador e nos incita a refletir ainda mais sobre as consequências futuras do tema. Há que se trabalhar mais na chamada “Inteligência Policial”, sempre preventiva, notadamente no combate ao tráfico de drogas. Em nossa cidade, Tijucas, por exemplo, há um Presídio, construído no final dos anos 1990. Desde a construção do mesmo, a cidade mudou, com a vinda de bandidos, parentes de bandidos aqui presos, que aqui se estabeleceram com o único objetivo: delinqüir, traficar, associar-se em bandos! E para nossa surpresa, o contigente das Polícias Militar e Civil, só diminui, aumentado a sensação de insegurança. Assim, a tese de que construção de Presídio em município é prejudicial ao desenvolvimento da cidade passa a ser considerada verdadeira por moradores, que por suas vez exteriorizam essa tese confirmada na prática. Desta feita, fica uma simples dica aos que pensam a Segurança Pública no Estado: reforçar exaustivamente os policiamentos (civil e militar) nas cidades onde estão estabecidos presídios, promovendo uma ação inteligente de monitoramento do cenário “extra Presídio”. Se isso for feito, a população se sentirá segura e verá na construção da Unidade Prisional um aliado à sua segurança e de seus familiares. Do jeito que fazem, amontoando presos, criando escolas do crime, ninguém desejará um Presídio em sua cidade. Obrigado. Abraços .

  • Giffoni diz: 17 de fevereiro de 2013

    Lúcido e pertinente texto. Torcemos para que os novos tempos – de paz e tranquilidade – possam chegar logo. Mas, com certeza, a permanecer esse sistema excludente socio-político-financeiro-cultural, ainda teremos muitos “terremotos” pela frente. A desigualdade gera a violência. A impunidade se alastra de cima para baixo.

  • Eduardo diz: 17 de fevereiro de 2013

    Que tal pararmos de justificar os atentados com os mals tratos sofridos pelos detentos no sistema carcerário. Com certeza é um problema que deve ser resolvido, mas é absurdo, a todo momento, ficarem dando a entender que isto possa justicar qualquer ataque. Entendam:
    Nada justifica esses ataques!!!
    Nada justifica esses ataques!!!
    NADA JUSTIFICA ESSES ATAQUES, ACORDEM, NÃO AJUDEM OS BANDIDOS A JUSTIFICAR SUAS ATITUDES.

    E aí vai uma pergunta na esteira das reclamações ao sistema carcerário: senso tão desumano, um verdadeiro inferno, como podem os bandidos, assim que saem das cadeias, voltarem a agir criminosamente com tanta frequência? Oras, querem voltar ao suposto inferno? Talvez um dos muitos especialistas que sempre aparecem na TV possa responder… difícil é concordar com eles.

    Por último, gostaria de alertar para algo que sempre, sempre é esquecido por, suponho, a imprensa ter certa ojeriza em tocar no assunto ou chamar estas pessoas a sua responsabilidade: os usuários de drogas. É certo que o poder do PGC vem da venda de entorpecentes, e querer esconder a responsabilidade dos usuários é um verdadeiro absurdo. O filme Tropa de Elite I tocou nessa ferida e não se deu bem coma crítica “especializada sabe tudo descolada”, mas o Tropa de Elite II botou a culpa de tudo no Estado e aí fez as pazes com essa crítica.

    Era isso meu caro. Desculpe a falta de revisão do texto.

  • Tulio diz: 17 de fevereiro de 2013

    Prezado Moacir, uma questão que ainda não foi abordada, é no tocante à tipificação do crime de terrorismo. No Brasil, lamentavelmente, não existe o crime de terrorismo, porque ainda não foi tipificado na legislação infraconstitucional (embora a Constituição de 1988 autorize a sua tipificação, inclusive como crime hediondo). O próprio Supremo Tribunal Federal já enfrentou dificuldades ao analisar pedido de extradição de estrangeiro acusado, em seu país de origem, da prática de crime de terrorismo (um dos pressupostos da extradição é que o crime cometido no estrangeiro seja também tipificado como tal no Brasil). Tivéssemos a tipificação, todos esses atentados seriam enquadrados em uma legislação bem mais rigorosa, com penalidades bem mais severas. A comissão de juristas que elaborou o anteprojeto do novo Código Penal contemplou o crime de terrorismo, porém infelizmente, como todos sabem, o Congresso Nacional leva anos, décadas, para apreciar e votar os projetos de lei. É necessário que a sociedade cobre dos parlamentares urgência na tramitação do novo Código Penal, para que as autoridades tenham uma legislação mais moderna para combater a criminalidade.

  • Juan Rodrigues diz: 17 de fevereiro de 2013

    Pércicles p\rade dizendo que a Força Nacional deveria ter chego antes????? Pra que??? O que fizeram a não ser carregar presos e auxiliar no números de policiais em alguams operações pontuais>

    Deveriam criar vergonha e agradecer, publicamente o que as policiais tem feito, e em especial a PM que cuidou o verão, carnaval e ao mesmo tempo fez mais de 5000 escoltas de proteção as pessoas ( e não aos ônibus como muito ignorante tem falado).

    Não precisamos de fortalecimento da Polícia Civil… precisamos é de renovação na instituição e comprometimento dos que já estão…. Ser gerenciada, de forma secundária, por delegados com 40 anos demonstra a preocuapação com o futuro!?

    só se fala de salário, salário mas fica a pergunta: ganham mal por que trabalham mal ou trabalham mal por que ganham mal???

    Além disso, o que tem estragado tudo, a muito tempo, é o fato de querermos agradar a todos e esquecermos do nosso nativo, o catarinense e manezinho de fato, que construiu tudo isso e, agora, vemos sendo destruído…

    Um grande abraço e OBRIGADO A TODOS OS POLICIAIS QUE FIZERAM MUITO PARA NOS MANTER SEGUROS…

  • pedro diz: 17 de fevereiro de 2013

    o desgoverno estadual fala em aumento do efetivo policial, não é necessario é apenas melhorar o salario do pm/pc que trabalharão com mais afinco e contribuirão mauito mais com uma segurança de qualidade, mas para isso temos que tambem dar segurança a esses profissionais que nem sequer tem plano medico.

  • ILHA DA BADERNA diz: 17 de fevereiro de 2013

    DEPOIS QUE UMA TAL PREFEITA FALOU PARA O BRASIL QUE FLORIPA É A CAPITAL COM A MELHOR QUALIDADE DE VIDA, DECRETOU A MORTE SÚBITA DA NOSSA ILHA. A GANANCIA TOMOU CONTA, ESPECULAÇÕES IMOBILIARIAS, DESTRUINDO ASSIM A NOSSA “BELA” CAPITAL. VIERAM PESSOAS DE TODOS OS LADOS INVADINDO ÁREAS DE PRESERVAÇÃO, CONSTRUINDO EM QUALQUER LOCAL, POLUIRAM A NOSSA LAGOA… O NOSSO MAR. A INCOMPETENCIA E A INOPERANCIA DOS GOVERNANDES E POLITICOS, ACABARAM DE FECHAR O CAIXÃO. AGORA COM ESSES ATENTADOS, FOI FECHADA A LÁPIDE DA CATACUMBA. LASTIMÁVEL !!!!!!

  • nina diz: 17 de fevereiro de 2013

    A Paz é passado!
    A tranquilidade que existia nos roubada a muito tempo pela mídia, juntamente com nosso atual governo.

    A nomeação de baderneiros foi atribuída ao trabalhador do transporte coletivo. O mandatário do toque de recolher, diga-se nossa mídia e vários integrantes do governo foi feito pelo trabalhador do transporte.
    Aos nossos valorosos trabalhadores do transporte público deve-se mais respeito.
    Será que um dos parasitas deputados da Alesc junto com o prefeito junior teriam a coragem de trabalhar no lugar de motorista e cobrador durante a onda de ataques?
    Será que algum dos que trabalham no governo teria a coragem de trabalhar no transporte público durante os ataques?

    Aos policiais catarinenses, que com tão pouco valor têm pelos governantes, contribuíram com a proteção da população catarinense, muito obrigado.

    Aos verdadeiros BARDENEIROS pede-se regalia prisional pelo então diretor da OAB.

    Desse lamaçal que se tornou SC, creio que ainda muita gente boa vai vir à tona. É só esperar para ver…

    Enquanto a BADERNA continuar sendo feita pelo nosso Governador junto com os Secretarios e demais parasitas que diz que a Alesc é a casa do povo, nossa TERRA JAMAIS VOLTARÁ A SER BOA!

    Até mais!

  • paulo diz: 17 de fevereiro de 2013

    o que não se fala é que a origem disto tudo é : drogas, armas, e comunicação dos presos por serviço de celular. Aih se usarmos o
    mínimo de fosfato, poderemos lembrar que as drogas vem de fora
    do país, as armas são contrabandeadas de países periféricos, e o
    serviço de celular é competência da Agência Reguladora ( Nacional ).
    Tudo depende do governo federal. Eta governo federal ruim, e já faz
    dez anos que eles colocam a culpa em governos anteriores. Eu quero
    e reivindico a minha “Bolsa Segurança”, talvez se conseguisse uma eu
    também votasse neste bando de incompetentes….

  • Ines diz: 17 de fevereiro de 2013

    Sempre pensei que a mafia fosse italiana,cinesa,russa etc.Mas temos a mafia brasileira e tao potente ou mais que as outras e com ramificaçao em todo o mundo.Mas somente no Brasil não é considerada tal…E o que aconteceu em Santa Catarina,demonstra que nenhum estado brasileiro esta preparado.Espero que nunca mais aconteçam coisas tão terriveis e que nossas cidades sejam muito mais seguras daqui para frente em todos os sentidos.

  • Curió diz: 17 de fevereiro de 2013

    Desvendado o mistério de Colombo de cabo a rabo: uma blefe geral do início ao fim da carreira, a conferir, após cartinha de sua professora primária. O que era óbvio custava entrar na nossa cachola, agora cai como uma bomba que a abre de fora a fora! Haja cérebro sano e coração de amor à Santa Catarina!

  • jean diz: 18 de fevereiro de 2013

    Seu testo e muito pertinente, nós catarinenses temos que debater sobre isso já, falarmos e agir através do voto, para que os governantes saibam que aquele que não combater a segurança no nosso estado esta morte politicamente. Não lembro até meus 25 anos de ficar preocupado ao sair de casa, isso por si joga a qualidade de vida catarinense no lixo. Outro onos social e esta culminando diretamente nessa violência a as ocupações desordenada, até quando vamos permitir esse crescimento desordenado sem controle e critérios de qualidade e pior e tirando a qualidade de vida do catarinense. Precisa de uma resposta já, segurança pro cidadão de bem, nós catarinenses não podemos permitir que bandido de as ordens no nosso estado. Nunca compartilhamos e nós associamos a bandidos, vamos começar agora, isso não e a educação catarinense. Não transformem Santa Catarina no morro do alemão.

  • Ines diz: 18 de fevereiro de 2013

    Acredito que uma das coisas urgentes a controlar,em relação ao que fazem realmente é tudo e todos:
    PASTORA DENUNCIA LIDERANÇA DA IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR
    http://www.pulpitocristao.com/2012/04/pastora-denuncia-lideranca-da-igreja-do-evangelho-quadrangular

    Nigéria: 9 agentes de saúde são mortos em campanha contra…
    http://www.noticias.terra.com.br/mundo/jornalistas-sao-presos-apos-morte-de-agentes-de-vacinacao-na-nigeria
    Os brasileiros devem aprender a pesquisar não somente para conhecer seus politicos,mas saber o que fazem e quem sao as ditas igrejas e o motivo da sua proliferaçao em todo o territorio brasileiro.Aprender que não é possivel estar com um pé aqui e o outro là.A fama destas igrejas,direi é assustador…