Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Bornhausen apoia Eduardo Campos para 2014 (24/02/2013)

24 de fevereiro de 2013 27

O ex-senador Jorge Konder Bornhausen já tem candidato à Presidência da República nas eleições de 2014. É o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

Foi o que o próprio ex-senador garantiu neste fim de semana. Pelo cenário que prevê, a presidente Dilma Rousseff (PT), “em declínio”, concorrerá à reeleição, com o senador Aécio Neves saindo pelo PSDB. Acredita que a principal alternativa que está se criando é o governador Eduardo Campos. Os dois candidatos seriam oposição, com compromisso de apoio recíproco no segundo turno.

O ex-senador tem conversado com Campos. Destaca que o socialista é uma revelação e realiza um governo progressista e moderno, com métodos eficientes de gestão. Bornhausen ressalta estar sem partido, mas segue no circuito nacional, especialmente, na conexão São Paulo e Brasília. Acha que o PSD tende a se coligar com o PSB de Campos, principalmente depois que o ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab foi vaiado na solenidade dos 33 anos de fundação do PT.

Desde que fundou e presidiu durante décadas o PFL e depois o DEM, Bornhausen era o principal aliado do PSDB. Teve atuação decisiva na coligação dos liberais com os tucanos para a eleição de Fernando Henrique em 1994 e na reeleição em 1998. Mantém até hoje uma sólida relação política e de amizade com o ex-presidente.

O PSB em Santa Catarina é presidido pelo ex-senador Geraldo Althoff, que fez carreira politica filiado ao PFL e depois ao DEM. Se Bornhausen tiver influência no futuro do PSD, em termos de eleições presidenciais, mudará o eixo. Pela primeira vez, os liberais irão juntar forças aos socialistas.

A construção de um novo hospital em Chapecó é o destaque desta semana no Oeste catarinense. Decisão da Unimed Chapecó, cujo presidente Geraldo Antunes Córdova, apresentou detalhes arquitetônicos, técnicos e financeiros do projeto. Serão investidos R$ 30 milhões de reais. Com financiamento do BNDES, projeta inauguração da unidade em dois anos.

Homenagem do TCE
Carlos Ayres Britto, ministro aposentado e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, vai receber a Medalha do Mérito do Tribunal de Contas de Santa Catarina. Decisão unânime do TCE, aprovando proposta de seu presidente, Salomão Ribas Junior. A condecoração será conferida no dia 6 de março, em Florianópolis.

Transparência multiuso
A prefeitura de Abdon Batista, no Meio Oeste, vai inovar na transparência. O prefeito Lucimar Salmória (PMDB) mandou instalar, na frente da sede, um painel que vai apresentar, em tempo real, cada centavo gasto pela gestão. Como bônus, o telão poderá ser aproveitado para exibir eventos de interesse popular, como jogos de futebol.

Consenso tucano
Lideranças do PSDB catarinense voltam a se reunir nesta segunda-feira no gabinete do líder da Assembleia, Doia Guglielmi. Na pauta, a busca de consenso para eleição do novo diretório estadual em abril. Nomes em destaque: o senador Paulo Bauer e o deputado Marcos Vieira. A primeira reunião, realizada há dias, foi considerada produtiva.

- Assembleia realizará sessão solene no dia 13 de março para conceder o título de cidadão catarinense a Eduardo Smith, vice-presidente do grupo RBS. No dia 23 de março, Smith receberá o titulo de cidadão de Florianópolis, na Câmara.

- Candidato a prefeito de Criciúma, Ronaldo Benedet (PMDB) recebe em evento, neste domingo, os senadores Luiz Henrique, Casildo Maldaner e Valdir Raupp (RO).

Comentários

comments

Comentários (27)

  • Celso diz: 24 de fevereiro de 2013

    Se o Senador não assumir a rédea desse partido. Ele morre atropelado por eles mesmo. É igual ao PT não precisa de inimigo para ser derrotado.

  • Teco diz: 24 de fevereiro de 2013

    Esse tal do Eduardo Campos nasceu virado prá lua. Recebe apoio aqui no Sul
    do Bornhausen, se conseguir no Nordeste fechar com o Heráclito,não tem
    prá ninguem. É correr para o abraço.

  • nina diz: 24 de fevereiro de 2013

    As eleições e seus politicos

    É de inteira complexidade (tamanha a ênfase) que as prioridades dos politicos serem “tão somente em lançar” em tamanha distância a enormidade de preocupações em apoiar este ou aquele indivíduo para candidato.

    Vejamos, estamos em Fev de 2013 – as eleições acontecerão somente em Out de 2014…

    Tantas reformulações que justificam transformações internas e externas em nosso Estado e Brasil e vemos e acompanhamos, pois as notícias não deixam desmentir e nem de notar que o caos pode ser até promissor para aquela individualidade usar de tais disformes equivalentes vividos por nós, população destituída de recursos quese destinam tão somente o básico para sobrevivência individual e familiar.

    Usarão, como sempre da pobreza espetacular que crescente se mostra tão somente aos partidários políticos em angariar recursos para justificar seu voto e sua eleição…Não devemos deixar de nos ater nas criteriosas justificativas que choverão como tormentas na cabeça do povo, que desolado e inquieto não entende o porquê disso tudo e vota, sem noção de politiica, seu meio e seu fim…Que atendem tão somente uma mínima parcela da população que são os privilegiados da poltica abastada de suas vantagens…

    A questão elementar, em prioridade, como sempre, estão os inseparaveis partidos, que parecem unificados por uma falange de mistura de hipocrisismo com vivência em suas transformações vantagistas e não e nunca preocupados com as condições precárias que vivem as pessoas trabalhadoras e destituídos de qualquer recursos, o pouco que acalentam e chegam até eles, servme os poucos, que corajosos e virtuosos seguem suas rotinas cansativas sem merecer a tão miseráveis condições…

    E, eles, os Políticos, que deveriam ser fulcros de nosso acalantedo povo e nosso Estado, se elegem e se desvirtuam nas falcatruas do poder, que deveriam eles saber “TUDO É PASSAGEIRO: A JUVENTUDE, O PODER E A RIQUEZA…”Nada levarão a não ser as virtudes adquiridas…

    Nina

  • Cláudio diz: 24 de fevereiro de 2013

    É o BNDES financiando obras particulares. Quem deveria contruir hospitais públicos, está preocupado apenas com reeleição.

  • Mané Estrangeiro diz: 24 de fevereiro de 2013

    A Saúde pelo visto está se tornando melhor negócio cada dia mais.
    Alguns dias atrás foi lançada a ampliação do hospital da Unimed em Joinville. A maquete mostra um conjunto de edifícios magníficos.
    Agora Chapecó também lança o seu, idem pela Unimed. Nada contra, muito pelo contrário. São e serão ótimos hospitais.

    Enquanto isso, os hospitais do estado, públicos e do SUS…entregues aos ratos. Literalmente.

    E tem gente que ainda acredita que Saúde, Segurança e Educação tem que ser providos pelo Estado como sendo “direitos do cidadão”.

    A letra da Constituição virou puro deboche.

  • josé ricardo diz: 24 de fevereiro de 2013

    os partidos políticos não dão ponto sem nó. Vem veiculando na tv uma propaganda do PSB referente ao controle dos juros bancários, juros esse cobrados sem quaisquer norma ou regulamentação, a grosso modo fica a critério de cada banco cobrar o percentual de juros que lhe se faz conveniente, acha o PSB que irá induzir nos eleitores a votar em uma nova eleição a presidência da republica com base nessa propaganda!!!!! O PSB já tem bastante estrada e sem o interesse fosse verdadeiro já teria começado a agir junto ao senado em pro de juros mas justos com a realidade econômica atual do Brasil.

  • Aloisio Antoni diz: 24 de fevereiro de 2013

    Bornhausen está correto. Dever-se-á criar uma frente de oposiçãos que consiga interromper este ciclo da políitica que está caminhando para uma ditadura formada por um bloco de partidos oportunistas cujo motus operandi é a manutenção do poder.Estamos tornando-nos o país de impostos escorchantes(Um trlhão até cada mes 11 do ano) e o país onde a corrupção é sinal de glória(Convite de condenados pelo STF à eventos de honra do PT). Mudar, antes que seja tarde, pois o povão se fanatiza facilmente com a demagogia

  • Giffoni diz: 24 de fevereiro de 2013

    Pois então, vê-se, o dito partido socialista do Eduardo Campos aliar-se-á aos ditatoriais da arena, pds, pfl, dem e psd: todos farinha da mesma ditadura. Só precisam saber, antes, se além do Althoff, também homem dos anos de chumbo (demarenista de carteirinha), outros socialistas acompanharão tal “aventura”, como o Ciro e o Cid Gomes, por exemplo. Quanto ao “delínio” da Dilma, o sr. Bornhausen não perde por esperar. Pobre Santa Catarina que não consegue se livrar dessas almas arbitrárias.

  • Rogério Vieira diz: 24 de fevereiro de 2013

    Tenho muito medo desses governos “modernos”. Aécio Neves usou os “modernos” métodos de economia em Minas Gerais, cortando gastos em educação e pagando um salário de fome aos professores. Cortar gastos em educação, saúde e segurança sempre é considerado um método moderno de contenção de despesas pelos partidos da direita reacionária brasileira. Aliás, método que nós, catarinenses, conhecemos tão bem.

  • Marcio Aurélio diz: 24 de fevereiro de 2013

    Moacir,
    Pelo visto o ex-senado está muito mal informado. Veja esta matéria do jornalista Altamiro Borges:

    Farpas de Aécio contra Eduardo Campos
    Por Altamiro Borges

    Em entrevista de quase meia página ao jornal Estadão, Aécio Neves, o cambaleante presidenciável tucano, mostrou que anda meio descontrolado. Ele resolveu atacar Eduardo Campos, governador de Pernambuco, presidente do PSB e indefinido candidato às eleições de 2014. Afirmou que a legenda do pernambucano é uma “costela do PT” e insinuou que ele deveria fazer uma “terapia”. De imediato, Eduardo Campos reagiu: “[Aécio] sabe que eu estou muito mais tranquilo do que ele. Se eu preciso de um divã, ele precisa de dois”.

    O nervosismo do senador mineiro pode indicar dois problemas. O primeiro é o temor de que a candidatura do dirigente do PSB roube alguns apoios (inclusive no campo financeiro), seduza os aliados mais vacilantes e ainda furte seus votos em certas regiões – principalmente no Nordeste. O segundo, mais grave, é que o lançamento de Eduardo Campos inviabilize de vez a sua candidatura. Aécio Neves sabe que não é consenso nem PSDB. Há resistências da bancada paulista e o vingativo José Serra ainda não desistiu do seu sonho.

    Para piorar, o cambaleante presidenciável mineiro tem escancarado a sua fragilidade política. No discurso que fez na semana passada para se contrapor à festança dos dez anos do PT no governo, Aécio Neves não cativou nem sequer a mídia amiga. Como apontou Janio de Freitas, em artigo hoje na Folha, não deu para se aproveitar quase nada do seu “teatrinho mambembe”. O jornalista até criticou as dubiedades de Eduardo Campos, mas foi mais duro com o Aécio Neves. Vale conferir alguns trechos:

    *****

    Aécio Neves apoiou sua “denúncia” dos “13 erros” do governo petista na ideia de que “quem governa o Brasil é a lógica da reeleição”. Muito bem visto. Com toda a certeza, Dilma Rousseff não governa com a lógica da derrota eleitoral. No que tem o exemplo deixado por todos os políticos. E, em particular, por um certo Aécio Neves no governo de Minas, que chegou até a espalhar no Estado placas de autopromoção em obras devidas ao governo federal. A queixa federal não deu resultado, mas a propaganda do então governador deu.

    Desde o ano passado Fernando Henrique Cardoso e Sérgio Guerra, presidente do PSDB, insistiam com Aécio Neves, inclusive publicamente, para assumir o encargo de falar ao país pela oposição. Insistência duplamente justificada, por ser no partido o único possível candidato a presidente e pela oportuna ausência de liderança na oposição. Mas, se os erros e deficiências dos dois governos petistas fossem só os que Aécio Neves encontrou, para afinal lançar a pretendida liderança oposicionista, não haveria mesmo por que fazer oposição.

    A crítica de maior alcance produzida por Aécio Neves, como uma síntese de todas, ficou na afirmação de que “tivemos um biênio perdido” (2011-12). Perdido por quem? Não por aqueles milhões que, não tendo emprego antes e não sendo herdeiros, obtiveram trabalho, salário, carteira assinada na redução do desemprego a históricos 4,4%. Também não por aqueles que, dizem os jornais apesar de si mesmos, entraram na classe média. Muito menos pelos resgatados de carências opressoras por programas assistenciais, pelas cotas universitárias, as oportunidades de consumo, e o mais que Aécio Neves sabe.
    (…)

    Aécio Neves e Eduardo Campos não foram suficientes para evitar a atribuição a Lula e Dilma do lançamento da disputa sucessória. Para isso, bastou que Lula brindasse os petistas, na sua festa, com um “vamos reeleger Dilma!”. Quem precipitou essa historiada de sucessão foi, de fato, a imprensa, a partir do blablablá de Lula candidato. Na realidade, Aécio Neves enfraqueceu-se muito; Eduardo Campos alimenta o noticiário criado em torno do seu nome, mas ainda não criou fatos que substituam a artificialidade; e Dilma, como sua Minas, está onde sempre esteve. Ou seja: a rigor, por ora nada de novo.

  • Elí diz: 24 de fevereiro de 2013

    Esse caricato dos anos de chumbo ainda existe? Parece que morreu e esqueceu de cair. Arre….

  • Farias diz: 24 de fevereiro de 2013

    Bornhausen, o mais ideológico dos políticos…Sempre pronto a se agarrar nas tetas do poder! Como é difícil ser oposição!

  • Douglas diz: 24 de fevereiro de 2013

    Perfeito, Giffoni. O senhor Bornhausen é que está em constante declínio. Já está no fundo do poço, mas continua a cavar. Esse senhor, ex-membro da ARENA, não tem nem mesmo a decência de manter a sua posição de assecla do PSDB. Quando viu que esse não tem mais chance de ganhar, muda de posição. Lamentável é o mínimo! Sempre trabalhou apenas para si e para eleger parentes. Não sei porque o nobre colunista (sinceramente, um dos melhores do estado) o venera tanto. Gostaria de saber o que ele fez de bom para o país. Além de não lutar pela democratização, era parceiro da ditadura! E para SC, qual foi o grande benefício que este senhor nos deu? Não me lembro de um! Há alguns anos, este senhor está para SC assim como Sarney ou Calheiros estão para seus estados, uma espécie de “coronel”.
    Quanto a Eduardo Campos, ele é um bom nome mesmo. Melhor que o Aécio. Mas, se não ocorrer um tsunami político, acho que a Dilma será reeleita.

  • angela diz: 24 de fevereiro de 2013

    SR GIFFONI

    CONSEGUIMOS NOS LIVRAR DAS ALMAS ARBITRÁRIAS DO GOVERNO MILITAR PARA ENTRAR NA REAL DITADURA!!!!!!!!!
    O PFL ERA O ÚNICO PARTIDO DE OPOSIÇÃO.
    AGORA QUEM É OPOSIÇÃO??????????
    O SR CONSEGUE RESPONDER?????????
    NÃO SEI QUEM É O CANDIDATO DE BORNHAUSEN MAS SE FOR PARA FAZER OPOSIÇÃO ESTOU COM ELE .
    DO CONTRÁRIO, PAU NELE!!!!!!!!!!
    A SITUAÇÃO DESMORALIZOU O PFL, PORQUE ERA O SEU ÚNICO OPOSITOR.
    E AGORA QUEM É OPOSIÇÃO???????????

  • Fredigo Gondin diz: 25 de fevereiro de 2013

    O Jorge Bornhausen é o José Sarney de Santa Catarina! Ele apoia o Eduardo Campos e a sua cria-mor, o governador Raimundo Colombo vai de Dilma Rousseff. E o seu afilhado de casamento, Paulo Bauer, será o candidato a governador pelo PSDB de Aécio Neves. Quando será que figuras tão deletérias à República e à cidadania, como Jorge Bornhausen e José Sarney, perderão na política?

  • Professor Pasquale diz: 25 de fevereiro de 2013

    Caro Giffoni, por obséquio, defina: demarenista; pois, em todas (ou quase todas) suas críticas, no portal http://www.clicrbs.com.br, o Sr. utiliza desta palavra para adjetivar sua aversão aos políticos que, ideologicamente, optam pelo conservadorismo… Ah, um conselho do Professor: não seja repetitivo, fundamente suas críticas, evolua, desenvolva… Ditadura? “Quem vive de passado é museu”, já dizia o velho ditado popular. Conceda-me a honra de fazer das minhas, as suas palavras, porém com um singelo acréscimo: “… Pobre Santa Catarina que não consegue se livrar dessas almas arbitrárias, como a sua”.

  • nina diz: 25 de fevereiro de 2013

    Gostaria de informar ao Sr. Mané, se não sabe, o Secretário da Saúde era Presidente da Unimed…Daí justifica o porquê desta atenção específica no privado e esquecem como sempre da população.

    Mas, está marcado para junho um fórum em favor da saúde pública. Estão todos convidados. A luta é nossa!

    E vou te dizer, haja ratos enormes espalhados pelo hospital que trabalho…Ratos pra todos os gostos…

    Nina

  • Helena Rubenstain diz: 25 de fevereiro de 2013

    Angela está com Bornhausen ? Mas que eu saiba ela não é a esposa do Amim ? Ou essa é outra, a comunista ? Sabe que a gente não entende mais nada ? E ainda chamam a gente de loira… todos estão de fato muito confusos, parece uma endoidada geral… o que virá, o que não estará por vir, meu Deus!

  • Luis diz: 25 de fevereiro de 2013

    Moacir, Moacir… JKB já foi collorido de dois costados, já foi Sarney, já foi anti-petista de carteira(até fundarem o assexuado e genérico PSD para mamar em tetas de todas as matizes). Agora o Kaiser vai de Campos, a cria do Lula, até porque o governador de Pernambuco se fez no investimento maçiço do lulismo. Nunca antes, se alocaram tantos recursos em Pernambuco como fez o Lula-PT. Que ele já esteja sendo cortejado pelo anti-petismo de forma oportunista não é nenhuma surpresa. O surpreendente é o influente ex-governador esquecer de se preocupar com o escancarado desgoverno de seu pupilo, o desgovernador Colombo, para se lançar no tabuleiro político nacional. A política, excluídos aí os Cristóvãos, os Jefersons Perez, as Marinas e Heloísas, virou mesmo a opção dos piores.

  • Moacir Pereira diz: 25 de fevereiro de 2013

    Carissimo Luiz
    Que o governador Eduardo Campos recebeu bilhões e bilhões de reais para grandes investimentos em Pernambuco é verdade histórica.
    Mas, por favor, não se pode ignorar a gestão eficiente,moderna e competente que ele realizou, especialmente, na área da educaçao.
    Abraços, Moacir

  • Carlos Alberto da Silva diz: 25 de fevereiro de 2013

    Nada me espanta mais, o Freire com seu PPS já se mancomunou com este dai, que o Campos venha a fazer isto também, onde está o fato estranho.
    Digo e repito, com este apoio passo a me preocupar com o pretenso candidato, não por ele, mas pelos apoios.
    Pode ser que alguém tenha o senhor Bornhausen como ídolo, alias tem gosto pra tudo, mas quem viveu sob sua governança bem sabe o que passou.
    Então, pra quem nunca fabricou um prego, é um excelente industrial de fisiologismo.

  • Douglas diz: 25 de fevereiro de 2013

    Prezado Moacir e leitores,
    Abaixo segue algumas considerações feitas pelo jornalista Luis Nassif sobre o Governador Eduardo Campos. Acho que ele foi feliz em vários pontos.
    Abraço

    O fator Eduardo Campos
    Enviado por luisnassif, seg, 18/02/2013 – 09:25
    Autor: Luis Nassif
    Algumas considerações sobre o fator Eduardo Campos:

    1. À medida que defina claramente sua candidatura, atrairá todos os polos oposicionistas, de setores do PSDB e do DEM à própria mídia. Poucos, em sã consciência, apostariam na candidatura Aécio Neves.

    2. O PSDB será o partido mais prejudicado. Há sinais nítidos de desembarque da velha mídia do barco tucano. Encerra-se melancolicamente a geração das diretas no PSDB, sem ter conseguido a renovação que Lula implementou no PT, com as candidaturas Dilma Rousseff e Fernando Haddad. O gerontocracia da era FHC-Serra matou a renovação e levou os melhores quadros a crescerem longe do partido. Sua única saída seriam os governadores de Minas e São Paulo se aliarem e assumirem a liderança política. Mas, por enquanto, é hipótese vaga.

    3. Confirma-se o prognóstico do senador José Sarney que, no já longínquo ano de 2009, previa o fim da velha oposição e o nascimento de uma nova do seio das próprias forças governistas.

    4. O PSB de Campos não tem abrangência nacional. É bem provável que, nos próximos meses, estreite relações com o PSDB, absorvendo parte dos seus quadros ou definindo alianças nos estados em que o partido é forte. Tem boas relações com Aécio Neves e um pacto bem sucedido em Minas. Mas tem também uma relação de lealdade com Lula.

    5. Ainda é uma incógnita como se comportará, como candidatura alternativa, se endossando a oposição virulenta da mídia ou definindo um caminho de crítica civilizada. Não se trata apenas de estilo. A crítica civilizada pressupõe a estratégia de se cacifar em 2014 para se habilitar a 2018. A crítica radical significa ir para o tudo ou nada em 2014.

  • Walmor diz: 26 de fevereiro de 2013

    Muito lúcida e oportuna a opinião emitida pelo Dr. Jorge sobre a leição Presidencial de 2014, o problema que vejo é ele conseguir convencer o ex-Prefeito de São Paulo sobre a sua idéia externada. Pois conforme fartamente noticiado pela imprensa nacional, o ex-Prefeito de São Paulo participou da festa de comemoração dos 33 anos de existência do PT e dos 10 anos de poder na Presidência da República, mesmo sendo vaiado pelos militantes do PT presentes ao evento. Também a imprensa está noticiando hoje, que a Presidenta pretende contemplar o PDS, partido criado pelo ex-Prerfeito de São Paulo, com dois Ministérios. A se concretizar isso, infelizmente estamos caminhando para o Partido Único em nosso país, que é o Partido do Governo, o que acho ser muito ruim para a Democracia, pois Democracia pressupõe partidos de oposição fortes e atuantes, como existem nos países do mundo civilizado, ao contrário dos exemplos que temos em nosso continente, que acho dispensável nominá-los no momento. Nunca acreditei muito nessas grandes coalizões de partidos políticos em volta do governante de plantão, que também se estendem a Estados e Municípios, e que justificam ser em nome da GOVERNABILIDADE, mas que na prática se destina apenas a manutenção do poder pelo grupo dominante, sem contar que os Parlamentos ficam manietados pelo executivo, principalmente na sua função primordial de fiscalização dos atos do poder executivo, já que a base aliada formada pela grande coalizão, sufoca qualquer iniciativa das oposições nesse sentido, sem contar que todas as matérias de interesse do executivo são aprovadas sem muito debate e análise para ver se atendem aos interesses da população, que deveria ser o motivo principal da atuação dos parlamentares nas casas legislativas, o que infelizmente não é o que acontece costumeiramente. Até porque é a população que paga muitos impostos diariamente neste país, motivo mais do que suficiente para merecer toda a atenção dos parlamentares brasileiros.

  • Claudio Antonio Stiegler diz: 26 de fevereiro de 2013

    Ainda lembro quando o Sr. Bornhausen, antes da reeleição de Lula, foi categórico nas páginas amarelas da Veja. “Não existe a mínima chance de o Lula se reeleger”. Todo mundo sabe no que deu. Não dou a mínima para o que acha ou deixa de achar esse “ex político”.

  • E o salário, óh! diz: 27 de fevereiro de 2013

    Socorro Yoani!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • fiedler diz: 1 de março de 2013

    É … Vai de Campos ?… Então acabou com as chances de vitória do rapaz … Saudações

  • Luis diz: 2 de março de 2013

    Moacir, como vinho, tens melhorado ano após ano. Mas cuidado com o ufanismo na procura de uma opção anti-PT. O PT é ruinzinho, mais agora, com o desgaste próprio do tempo e da proximidade com a pústula, com o PMDB. Mas não vamos esqueçer todo o lado B do governador pernambucano, seu patrocínio lulista, sua luta ferrenha para botar a mamãe no TCU, seus acenos para todos os lados(desgovernador Colombo, inclusive) e muito fru-fru-fru na mídia para aparecer como gestor eficiente, grande novidade, etc e tal… Assim nasceu um Collor. Porisso as reticências, o cuidado, a atitude cética. Pior que o PT? O anti-petismo colérico, histérico, míope.

    PS: Outro muito fruto de mídia é o dandi, playboy das Alterosas, cujo governo era tocado realmente pela irmã e o Anastaisa, estes competentes administradores mesmo.