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Unidos pela saúde

31 de março de 2013 4

O deputado estadual José Milton Scheffer (PP) foi a Criciúma no sábado para participar da coleta de assinaturas para o abaixo-assinado em prol do projeto de lei de inciativa popular, que obriga o governo federal investir no mínimo 10% de suas receitas correntes brutas em Saúde. O pepista é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Catarinense. Na foto, estava acompanhado pela vereadora Tati Teixeira (PSD) e pelo secretário-adjunto de Saúde, Acélio Casagrande (PMDB).

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Comentários (4)

  • Márcia Pontes diz: 31 de março de 2013

    Meu caro Moacir Pereira, louvável a iniciativa, mas é preciso dizer também que o Ministério da Saúde tem muito dinheiro parado, à disposição, mas quenão é liberado para os municípios por falta de bons projetos! Um exemplo? O projeto que destina verbas aos municípios que investem na promoção da Saúde em nível de atenção básica para prevenir acidentes de trânsito. Falo do “Projeto de Redução da Morbimortalidade por Acidentes de Trânsito: mobilizando a sociedade e promovendo a saúde”, reeditado em 2002. Desde 2010 a Portaria nº 4.175, de 17 de dezembro autoriza o repasse do Fundo Nacional de Saúde para o Fundo de Saúde do Distrito Federal e para os Fundos Municipais de Saúde, a serem alocados no Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde (PVVPS). A Portaria nº 22, de 9 de agosto de 2012 destinou um montante de R$ 31.528 milhões aos municípios para a realização do projeto de redução de morbimortalidade em acidentes de trânsito por meio de ações do Ministério da Saúde por meios das gestões em saúde nas 3 esferas e governo. Mas cadê os bons projetos como contrapartida? Querem tudo de mão beijada!

  • UNIDOS PELA GRANDE COLONINHA SANCATRINA diz: 1 de abril de 2013

    Unidos para votar as leis de excessão como a da brandura das licitações que está sendo aprovada na Alesc. Dá até medo destes transfigurados com cruz vermelha no peito… a darem o sangue pelo Fürer… sangue que colhem nas favelas loteamentos que envolvem todas as cidades catarinenses !

  • Atilano Laffin diz: 1 de abril de 2013

    Bom dia estimado Moacir. Concordo com a Sra. Márcia no que diz respeito aos recursos disponíveis em Brasília para projetos em diversas áreas. Ocorre que este movimento está sendo realizado para evitar o colapso em toda a rede hospitalar de baixa e média complexidade a nível nacional. Os Hospitais de pequeno porte, que são a maioria, estão em processo falimentar, as tabelas não são reajustas há mais de dez anos, em contra-partida, tivemos todos reajustes possíveis nos remédios, insumos, salários, etc. Este movimento deve sim, receber o apoio de toda a comunidade. Se do jeito que estão os hospitais hoje, ainda conseguem atender a população, imaginem se forem remunerados dignamente. É preciso que a população se aprofunde sobre a situação financeira de seu hospital, está claro que os hospitais estão pagando para o SUS para trabalhar, e só conseguem se manter porque vivem de pires na mão dependendo de subvenções municipais, estaduais, etc.
    Existem tantos funcionários públicos em Brasília.Por que não fazem com que estes caras ajudem os hospitais a elaborar os projetos?
    Sugiro a Sra. Márcia que entre no site do SICONV e tente elaborar um projeto, ela verá que não é coisa para mortais.
    De qualquer forma, este movimento irá crescer e Sra. Márcia o hospitais não querem nada mão beijada, até porque para isto terão que soltar os pires que carregam.
    Att.
    Atilano Laffin

  • Márcia Pontes diz: 1 de abril de 2013

    Olá, Sr. Atilano Laffin. Trabalho na área de saúde, conhecço bem esse contexto, tanto no âmbito da prestação de serviços quanto da gestão. Não me referi aos hospitais porque é público e notório o conjunto de dificuldades que passam. Me refiro aos gestores na área de saúde pública, em nível de município também, que podem fazer bons projetos e não o fazem, perdem dinheiro disponível, que está lá para ser aplicado em toda a rede pública de saúde em suas esferas de governo. Não está escrito em minha postagem que os hospitais querem tudo de mão beijada.