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Médicos: aumentou o quadro e serviços pioraram

31 de maio de 2013 7

Há cinco anos o governo estadual contava com 1.000 médicos atuando nos hospitais públicos.  Atualmente, são 1.800 médicos, um aumento no efetivo de 80%.  A eficiência e a qualidade da assistência pioraram.   A consultoria realizada está apontando sérios problemas de gestão, responsáveis pela ineficiência.

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Comentários (7)

  • Célio Maciel Machado diz: 31 de maio de 2013

    Não precisa de consultoria para dizer que os médicos trabalham cada vez menos, isto a Secretaria de Estado da Saúde já sabe, pelos Relatórios de Auditoria Operacional do Tribunal de Contas do Estado de SC. Através deste link abaixo, verifique o item 2.1.1 Relatório do Hospital Infantil Joana de Gusmão
    http://www.tce.sc.gov.br/files/file/dae/Relatorio_Auditoria_Operacional_HIJG.pdf
    Abaixo coloquei dois parágrafos do item citado, do Relatório, para comprovar o que afirmo:
    “Ao final concluiu-se que das 14.480 horas contratadas, apenas 5.455 horas constavam nas escalas de trabalho do mês de março, faltando 9.025 horas, ou seja, 62,3% das horas contratadas não estão sendo cumpridas.
    Ainda em decorrência da mesma análise, é possível afirmar que dos 171 profissionais, 78% (134) ou não possuem escalas de trabalho ou não atingem a carga horária contratada.”
    Abs.
    Célio

  • Luiz diz: 31 de maio de 2013

    Caro Moacir. A gestão é só uma faceta do problema. O problema maior é de que os governos federal, estadual e municipal ainda brincam de fazer Saúde Pública e para isso colocam incopetentes como mandantes. O resultado é o SUSto.

  • El Diabolo diz: 31 de maio de 2013

    É a cabeça do grupo gestor! Mexo meus pauzinhos querido. Só pensa… naquilo! Verá com quantas canoas se faz um descobrimento! Num estalar… splétchti… será pior do que com o Bispo Sardinha! E a herança continuará maligna, por muitas gerações de Barrigas Verdes… Toca para a Austrália, qualquer lugar além das Américas… Troca esse cavalo peidão que não pode ver fogo!

  • Rogério diz: 31 de maio de 2013

    Isto só tem um nome: Máfia do Jaleco Branco.

  • nina diz: 1 de junho de 2013

    É só verificar onde eles estão : São diretores, secretários, chefes…Atendem uma escala enorme, onde qualquer ser normal não poderia cumprir, por que estar em 4 lugares ao mesmo tempo é impossível…Isso das escalas dos hospitais públicos, sem contar consultórios particulares – aí sim são vistos trabalhando…

  • Dr Cruz diz: 2 de junho de 2013

    Há 5 anos atras os hospitais públicos podiam atender convenios e recebiam por isso, havia vontade dos médicos de estender seus horarios alem do turno normal. Ai o ministerio Publico proibiu. Então médicos que cumpriam até 220 horas em regime de Hora Plantão, passaram a cumprir apenas as 80 horas do contrato. Em questão de poucas semanas inviabilizaram o sistema. Foi um grande tiro no pé no Ministério público. Quem acha q é máfia pega o contracheque dos médicos e fica de plantão no final de semana, vai lá pra ver as condições de trabalho, pode escolher o Hospital que quizer.

  • Walmor diz: 3 de junho de 2013

    Moacir, falta de gestão em hospitais públicos não é novidade para ninguém. Que se adote critérios eminentemente técnicos para as indicações dos dirigentes desses hospitais, deixando as nomeações políticas de lado. Também o senhor Governador deveria baixar uma norma estabelecendo o ponto biométrico em todos os estabelecimentos hospitalares públicos do Estado, claro com monitoramento do local através de câmeras, para que não aconteça como aquele caso noticiado pela imprensa, onde uma médica foi flagrada com vários dedos de silicone com as digitais dos seus colegas de trabalho, registando o ponto dos mesmo, que se encontravam ausentes do trabalho, mas recebiam normalmente os salários, mesmo não prestando serviços aos cidadãos. Se em cinco anos houve um incremento de 80 % no número de profissionais médicos, mas os serviços pioraram para a população que se utiliza dos serviços desses hospitais públicos, alguma coisa está errada, essa conta não fecha de jeito nenhum.