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"Chega": os protestos na música de Seu Jorge

30 de junho de 2013 12

Letra de Gabriel Moura, “Chega” (Não é pelos vinte centavos), o novo video clipe de Seu Jorge.  Candidato a liderança entre as músicas preferidas no Brasil.


Chega de impunidade
Chega de desigualdade
Chega
Todo mundo está enxergando
Não é pelos vinte centavos que estamos lutando
Chega de não ter casa pra morar
Chega de não ter grana pra pagar
Chega
O povo não está brincando
Não é pelos vinte centavos que estamos lutando
Chega
Todo mundo vai pra rua
Chega
Você vai ficar na sua
Chega
É uma falta de respeito
Canta forte pelos seus direitos
Brasil, tá na tua hora
Brasil, tem que ser agora
Não é só pelos vinte centavos que estamos lutando
Brasil, pinta a sua cara
Brasil, é uma chance rara
Não é só pelos vinte centavos que estamos lutando
Chega
Todo mundo quer saúde
Chega
Vamos mudar de atitude
Chega
Não estamos aguentando
Não é pelos vinte centavos que estamos lutando
Chega
Diga não à violência
Chega
Diga não ao vandalismo
Chega
Não estamos aprovando
É pela paz no país que estamos marchando
Chega
Precisamos de escola
Chega
Não se vive só de bola
Chega
É o povo brasileiro que sustenta o país inteiro
Brasil, tá na tua hora
Brasil, tem que ser agora
Não é só pelos vinte centavos que estamos lutando
Brasil, pinta a sua cara
Brasil, é uma chance rara
Não é só pelos vinte centavos que estamos lutando
Você está muito enganado se é isso que está pensando”

Comentários

comments

Comentários (12)

  • Sandra diz: 30 de junho de 2013

    O nosso Brasil é um país rico em talentos, como o seu Jorge, e até agora estávamos “anestesiados” com tanta falta de respeito, reconhecimento e consideração por parte de políticos e homens públicos inescrupulosos.
    CHEGA!!!!!

  • Rosa diz: 30 de junho de 2013

    A letra é pertinente, a melodia e as vozes são belíssimas!!!!
    Parabéns ao Seu Jorge e amigos que participaram do clipe!

  • Osvaldo Peixoto diz: 30 de junho de 2013

    Artigo de Vittorio Medioli (O Tempo) merece leitura:

    A PROPÓSITO DE VANDALISMOS

    É realmente deplorável assistir a atos de vândalos que queimam carros, quebram vidraças, saqueiam lojas e, mais ainda, ver jovens arriscando-se sob chuva de bombas lacrimogêneas, mesmo aqueles pacíficos em seu direito de se manifestar que, atingidos na cabeça, podem ser mortos ou ter um olho esmagado por uma bala de borracha. Balas que se usam apenas em países incivilizados ou ditaduras. O vandalismo coloca em risco policiais, também insatisfeitos e inocentes, ao soldo de governantes que não elegeram.
    O vandalismo mostrado nas telas, e comentado com desgosto e semblante fechado, revolta muita gente em suas casas. Deplorável a quebra de vidraças do Palácio do Itamaraty, em Brasília. Ninguém concorda com isso. Agredir uma obra de arte projetada por Oscar Niemayer, admirada internacionalmente e que conserva obras de artistas famosos, despertou ao vivo as preocupações de milhões de pessoas. Um prédio tão genial, inspirador de milhares de outros em todo o planeta, palácio que hospeda a câmara dos botões do sistema diplomático do Brasil.
    Depois ouvi dizer que vandalismo com o patrimônio e o dinheiro público é ter aberto, nos últimos dez anos, cerca de 50 novas embaixadas que se reportam a esse Itamaraty, a maioria em países exóticos e paradisíacos, dotadas com um mínimo de 25 funcionários. Nelas o embaixador mais simples ganha R$ 50 mil, o mais estrelado, R$ 70 mil, o funcionário de nível inferior, cerca de R$ 25 mil, entre o salário propriamente dito e as “verbas”. O custo de uma embaixada, segundo os dados que se podem encontrar fora da caixa-preta do Itamaraty, aponta um mínimo de R$ 10 milhões a cada ano por uma embaixada de menor porte. Nessa categoria se enquadra uma dúzia em paraísos caribenhos cercados de mar azul e fora da rota turística.
    Hoje o Brasil possui 92 embaixadas megalomaníacas cobiçadas por aliados e partidários que procuram o “dolce” e bem-remunerado “far niente”.
    São Vicente e Granadinas (população de 121 mil), Santa Lúcia (162 mil), São Cristóvão e Nevis (51 mil), Barbados (279 mil), Antígua e Barbuda (88 mil) por um total geral de 701 mil habitantes, na mesma região, provavelmente custam mais de R$ 50 milhões por ano.

    VANDALISMO DE VERDADE
    Vandalismo, dizem os vândalos e os despolitizados, é deixar milhões de brasileiros correndo desesperadamente de um posto de saúde a outro sem encontrar atendimento, hospitais lotados em seus corredores, com falta de médicos, leitos e material.
    Vandalismo entre esses arruaceiros é considerado deixar um idoso sentado numa cadeira escancarada por 24 horas tomando soro até ruir aos pés dos filhos que choram, apenas choram. Deixar um enfartado morrendo numa maca suja; “internar” pacientes em colchonete estendidos no chão, sem fraldas, lençóis; aguardar 15 dias para recompor uma fratura exposta que leva a amputação. Não ter fio cirúrgico e álcool, remédios e o básico.
    Outro vandalismo que as ruas comentam é não ter creches para crianças que vivem em ambientes insalubres e imundos; vandalismo de Estado é prometer 6.300 creches em quatro anos e depois de 30 meses ter apenas um número insignificante e, portanto, não informado. Barbaridade é ter 39 ministérios inúteis e criar mais um para abrigar Afif Domingos, um dublê de empresário, mas assim mesmo merecer seu kit de jato-executivo, cartão corporativo, residência oficial e um sem números de assessores e serviçais.

    DINHEIRO PELO RALO
    Vandalismo, insistem esses baderneiros, é jogar dinheiro pelo ralo. Barbaridade é ter uma carga tributária escandinava para manter uma classe de políticos que se trancam dentro do Congresso e votam às pressas, agora, aquilo que era negociado anteriormente por benesses e nomeações.
    Barbárie, gritam, é deixar escola sem carteiras e professores sem condições de dar aula.
    Outro vandalismo seria nomear ministro do STF para dar impunidade a mensaleiros que nunca irão para cadeia; eleger presidente do Congresso que já foi cassado do mesmo cargo por improbidade e corrupção; primitivismo é tratar de cura gay, sem atar a camisa de força para os deputados a favor.
    Vândalos são esses gringos que chegam de países ricos e ditam como se gasta R$ 30 bilhões para uma Copa, com um custo médio de R$ 800 milhões por estádio, construídos em apenas 30 meses. Enquanto isso, com creches não se gastou mais que R$ 50 milhões.
    Hediondo é permitir que a Fifa, presidida por acusados de ladroagem, chegue a ter importância de papa.
    Vandalismo é demolir uma potência como a Petrobras, arrasar o setor de etanol, combustível limpo que poderíamos ter em abundância.
    Vandalismo é abandonar estradas e BRs, possibilitando um extermínio nas crateras que se abriram em todo o Brasil.
    Enfim, este país tem muitos vandalismos a serem eliminados, para poder escapar do inferno.

  • nina diz: 30 de junho de 2013

    Ficou emocionante!
    Principalmente com as imagens do povo nas ruas!
    Chega de impunidade, chega de corrupção e que os policiais se juntem ao povo, onde é o lugar deles…
    SÓ FALTA OS POLICIAIS!

  • Celso diz: 30 de junho de 2013

    Sr. Jorge, não precisava disso! Chega de não ter casa para morar???? é hilário. Hj não ter casa é por quê o cara não tem crédito na praça. Ai já diferente. Tem apartamentos a 250,00 pilas por mês pelo minha casa minha vida. É só ter um pouquinho de crédito. kkkkkkkkkkk

  • NÓS NÃO QUEREMOS UM REPRESENTANTE QUE PENSE QUE VINTE CENTAVOS LEVA MULTIDÕES NAS RUAS isso já é um deboche e agora todos já sabem de tudinho diz: 30 de junho de 2013

    chama o sindico,tim maia,alo cacau,som,som,alo,essa porra tá baixa,aumenta o som dos teclados,baixa o bumbu,tá bom,tá bom rapaziada,chama o cacau,chama o cacau,prospecção neles!e já!viva as ovelhinhas,viva,diz, anda ti anima homem,ti acorda,alo Brasil,som,som,histórias e contempo e casas dona A,Parabéns

  • eu ti amo meu Brasil,eu ti amo, diz: 30 de junho de 2013

    ninguém segura a juventude do Brasil nos braços e chama Esperidião Amin e família para tomarem um chopp no lic como se estivessem em 1978,era assim,hoje é tudo separado,mas agora,haha agora ale´m do rappa todo mundo já sabe de tudo que nem torcer pode mais,parabéns quem conseguiu fazer isso,mas segura o rojão pois acendeu e as ovelhilhas estão perfiladinhas e la vem neymar,lá vem nenhumar,

  • EXTRA,EXTRA cebola chega a 4,45 o kilo,e dizem que vestibular não existe? diz: 30 de junho de 2013

    acaba de chegar via codigo morse,não se sabe de onde,não se sabe de nadzzzz,mas era um grupo de brasileiros que falavam bem de um jornalista político,falava que era experimentado,diziam que tinha histórias,outros ouviram dizer que acreditava nos dons da ciÊncia,havia ainda aqueles que chegaram a chamá-lo de astuto,no meio disso sempre tem um manezinho local presente que disse ouvir não sabe se moacir ou drauci,daí o cara chegou pra ele e disse,quem o meu ministro?quem?a partir daí foi uma confusão danada,ninguém sabe de nada,

  • José Roberto Sabino diz: 1 de julho de 2013

    Neste clip faltou dizer: CHEGA de fazer de conta que o Brasil tem uma presidente ( pois quem manda, como todo mundo sabe, é o EX- presidente Lula…) ” Nunca antes na história deste país ” se viu algo igual!

  • Alcir Belinski diz: 1 de julho de 2013

    Chega de sonegação fiscal(impostos), tem empresas devendo(sonegando) mais de 1,2 bi para a receita.

  • Parabólica diz: 1 de julho de 2013

    E quando é que alguém vai dizer CHEGA ao lixo que a TV em geral nos oferece “como entretenimento” todos os dias? Faustão apoiando protestos com um programa daqueles, Pânico, CQC, Big Brother, Fazenda, Fantástico, showrnais, só falta aparecer agora uma dessas novelas de 5ª categoria ensinando como fazer um protesto para ganhar eleição no grito. O lixo musical que entope as telas é de arrepiar, e agora aparece esse oportunista querendo se fazer de gente boa só por que estava no ostracismo artístico.

  • Marcel diz: 1 de julho de 2013

    Um novo Hino à Democracia acaba de nascer… Parabéns a esses compositores, Gabriel Moura, Pretinho e Seu Jorge, Se liga Caetano, Gil e Chico, Vocês perderam a magestade. Equiparado ao eterno Geraldo Vandré “Pra não dizer que não falei de flores”