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Médicos rejeitam estrangeiros em SC

31 de julho de 2013 15

Dirigentes das entidades medicas de Santa Catarina estāo pedindo neste momento a secretaria da Saude, Tania Ebehrardt, que não contrate e recomende aos secretarios municipais que não admitam medicos estrangeiros.
Obteve este compromisso do prefeito Cesar Souza Junior hoje a tarde na Capital.

Comentários

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Comentários (15)

  • Walmor diz: 31 de julho de 2013

    Pois é Moacir, também concordo que não há necessidade de médicos estrangeiros, pois os médicos que temos aqui são suficientes, conforme prevê a Organização Mundial da Saúde – OMS. Entretanto hoje pela manhã assistindo o programa SBT manhã, onde apresentaram uma reportagem de médicos registrando o ponto biométrico em um Hospital Maternidade de São Paulo, e saindo minutos depois do local de trabalho, deixando todos os que assistiram indignados, profissionais querendo ganhar sem trabalhar. O jornalista ficou uma semana com câmera escondida observando esses profissionais, para registrar esses flagrantes. Ficou patente a falta de gestão que ocorre na saúde pública, pois a chefia não fiscalizava o cumprimento dos horários de trabalho. Então é preciso que os administradores públicos cobrem a presença dos profissionais de saúde nos locais de trabalho, cumprindo integralmente a carga horária prevista em contrato. Só assim vamos parar de assistir reportagens desse tipo mostrando a ausência de profissionais nos locais de trabalho enquanto a população pena por um atendimento médicos nas emergências e nos Postos de Saúde. As entidades de classes desses profissionais deveriam esses acontecimentos, pois quem está sendo não é o Governo, mas sim a população que paga diariamente neste país.

  • gualberto cesar dos santos – fln.sc - diz: 31 de julho de 2013

    As corporações da Direita contra o Governo e o aprimoramento do SUS em favor das brasileiras e dos brasileiros menos favorecidos. Para derrubar no SUS – desmontar – para depois tomar para si e submeter a todos aos planos de saúde privados. A burguesia gritando nas ruas sem explicar seus motivos.

  • Sérgio diz: 31 de julho de 2013

    Meu caro Moacir,
    Ontem(30/07) pela manhã,em frente ao Hospital Governador Celso Ramos,indaguei a um morador de uma cidade do oeste/SC, um dentre centenas que chegam nas “ambulancioterapias”, como estava a situação da saúde na sua região.Eis seu depoimento:”a gente aguarda com bastante ansiedade e preocupação a passeata dos médicos em nossa cidade,contra a contratação de médicos estrangeiros.E nós queríamos tá lá”
    Surpreso indaguei o motivo de tanta ansiedade e preocupação pela passeata.Eis a resposta:”Como em minha cidade não tem médico há mais de seis meses,a gente aguarda a passeata pra se consultar”.
    Daí compreender-se,meu caro Moacir, que os protestos contra a vinda de médicos estrangeiros é,em larga medida, uma reação corporativista.Portanto,cabe mais duas perguntinhas,porque perguntar não ofende:
    1ª) Não é melhor ser atendido por alguém que tenha algum conhecimento do que ficar sem assistência nenhuma?
    2ª) Algum dos médicos que participou da passeata de hoje levou algum cartaz com dizeres do tipo:O Hospital Governador Celso Ramos está sem água quente para o banho dos pacientes há 4 dias?
    Ops! Mais um questionamento:Por que a classe médica reclama tanto de estrutura para atendimento dos pacientes no interior dos Estados? E nas capitais não!
    AÍ TEM “COSA”!

  • Walmor diz: 31 de julho de 2013

    Pois é meu caro Sérgio, teve alguém que durante a campanha eleitoral há trezes anos, declarou que ia acabar com essa vergonha que é a ambulanciaterapia, que ia montar centros de alta complexidade por todas as regiões do Estado. Os centros não foram montados e a ambulânciaterapia se ampliou, basta dar uma olha todos os dias em volta do Hospital Celso Ramos em Florianópolis para constar o número elevado de ambulâncias trazendo pacientes de todos os cantos do Estado para receberem algum tipo de tratamento em Florianópolis, justamente pela falta desses centros de alta complexidade. Como vemos muita coisa precisa mudar na saúde pública do nosso Estado e do país, precisamos implantar um sistema de gestão eficiente, começando colocando como Diretores dos hospitais públicos Bacharéis em Administração com especialização em administração hospitalar, nada de indicações políticas, geralmente também médico administrando hospital não dá certo, pois o corporativismo fala mais alto.

  • A VOLTA DO CONTESTADO ( Notas para o relato dos prolegômenos da revolta ) diz: 31 de julho de 2013

    * a revolta não era revolta, era oba oba, agora bem explicado pelo comentarista G. C. dos S.;
    * tem coisa do arco da velha e velhos que aderiram à derrama da bílis contra a expansão do aumento dos índices de desenvolvimento humano no Brasil;
    * não fosse o Giffoni não haveria competidor para as decretais;
    * mas não se enganem que as hordas podem ser maiores do que se pensa e imitarão as ruas… só em SC há 12.000 já apenados, o dobro na ativa, metade presa nas últimas horas… ninguém ainda estudou o fenômeno de uma PC humilhada, inteligente e criativa;
    * sinais no soldo dos bravos fardados;
    * inverno muito esquisito em SC, a coisa tá feia no rio das antas e em sampa a onça entocada está rugindo, quem sabe a primavera em sancatrina não vem já em agosto com uma praga, o cambirela congelado quem viu antes ?;
    * a velocidade das notícias é como enchente que logo passa deixando os estragos;
    * tem que consertar aqui, ali… mas prefiro a cautela: há muito estou nos prolegômenos do estouro da boiada, já espero ser surpreendido, ontem foi tarde demais, amanhã.

  • nascimento diz: 1 de agosto de 2013

    Depois de ler os comentários eu só posso rir. Pois o povo catarinense, tão pujante, que não deixa os partidos de esquerda se criarem, que sempre vota nos partidos de direita que vêm a mais de 15 anos dilapidando SC, que se orgulha de ser o zero da BR-101, está agora reclamando da falta de médicos???
    Bem meus conterrâneos catarinenses, aprendam a votar, quem sabe isso melhore um dia. Ainda ouço gente louvando este governo que está aí, que não fez nada pela saúde, pela educação ou pela segurança, melhor, se não tivesse feito nada estaria a situação bem melhor. Ainda celebram, por não ter havido escândalo, o ilusório fato de não ter havido desvio. Ah, cheguei a conclusão que meus conterrâneos, ou são burros ou são crianças inocentes. Prefiro achar que são crianças! Pois já estou sentindo vergonha de dizer que sou catarinense, quem sabe na próxima eleição isso melhore.

  • Curió diz: 1 de agosto de 2013

    Reclamo mais uma vez, com a medalhinha de Upiara no peito ( fã ) e, os méritos comentarísticos de frequência, e em benefício de meu amigo CONTESTADO, pela publicação de suas considerações. É triste bicar um café e sentir empatia com seus resmungos, sua apatia… Vejo que é grave o seu estado pois anda me dizendo que o mundo não tem mais jeito… Além do mais ele tem potencialidades, é bem mais jovem do que eu e, tinha tomado a tarefa não de ser seu mestre mas de estimular a sua carreira… Que ele é teimoso não nego. Pode ser inútil mas a esperança é a última que morre e eu não vou levar para a cova a pecha de falta dela nem da solidariedade. Abracinhos fraternais… Tio riorio rio ….. rio …

  • Alberto Garbin diz: 1 de agosto de 2013

    Caro sr. Moacir. Eta reserva de mercado hein? E os governos fracos apoiam qualquer entidade forte, tudo pelo poder, da nojo a falta de renovação em S.C., na politica. E exame para nossos médicos nada?

  • Herival Weise diz: 1 de agosto de 2013

    Quanto ao comportamento em suas funções, poucos, pouquíssimos médicos merecem mais respeito do que merece a esmagadora maioria desses políticos que desgraçadamente infelicitam a vida da nossa população.

  • Almir Wagner diz: 1 de agosto de 2013

    Sem demagogia. O que está ocorrendo em SC e no Brasil é que o serviço médico tornou-se absurdamente caro. Qualquer médico meia boca consegue ganhar entre 10 e 20 mil/mês dando risada. Qualquer consulta particular de 20 minutos não sai por menos de 200 reais. A consequência é simples: se um profissional consegue ganhar de 10 a 20 mil reais morando num grande centro, podendo frequentar bons restaurantes, cinema, shopping etc, é lógico que não vai querer morar em cidades pequenas e isoladas que não ofereçam as mesmas condições, por melhores que sejam as condições e os salários. Cidades do interior podem oferecer até 30 mil de salário, ainda assim terão dificuldades para contratar bons profissionais. Neste sentido, a ideia de trazer médicos estrangeiros tem fundamento, embora não se tenha certeza de que irá resolver o caso. De outro lado, a classe médica está agindo de forma totalmente corporativista e egoísta. Se não querem os estrangeiros, então que apontem possíveis soluções. O fato concreto é que médico não dá em árvore.

  • Walmor diz: 1 de agosto de 2013

    corrigindo o texto anterior.

    Pois é Moacir, também concordo que não há necessidade de médicos estrangeiros, pois os médicos que temos aqui são suficientes, conforme prevê a Organização Mundial da Saúde – OMS. Entretanto hoje pela manhã assistindo o programa SBT manhã, onde apresentaram uma reportagem onde vários médicos registravam o ponto biométrico em um Hospital Maternidade de São Paulo, e saim minutos depois do local de trabalho, deixando todos os que assistiram indignados, profissionais querendo ganhar sem trabalhar, será que é ético. O jornalista ficou uma semana com câmera escondida observando esses profissionais, para registrar esses flagrantes. Ficou patente a falta de gestão que ocorre na saúde pública, pois a chefia não fiscaliza o cumprimento dos horários de trabalho e as escalas de serviço. Então é preciso que os administradores públicos cobrem a presença dos profissionais de saúde nos locais de trabalho, cumprindo integralmente a carga horária prevista em contrato. Só assim vamos parar de assistir reportagens desse tipo mostrando a ausência de profissionais nos locais de trabalho, enquanto a população pena por um atendimento médico nas emergências dos hospitais e nos Postos de Saúde. As entidades de classes desses profissionais, deveriam tomar providencias em relação a esses acontecimentos que denigrem a imagem da classe perante a população, pois nesse caso a meu ver não é o Governo que está sendo fraudado, mas sim toda a população que paga diariamente muitos impostos neste país, e que espera receber serviços de saúde de boa qualidade quando deles necessitar.

  • Parabólica diz: 1 de agosto de 2013

    A globalização serve para que mesmo heim sr. moacir? Só para o capital especulativo entrar e sair do país sem contribuir com nada? Os trabalhadores de qualquer categoria estão excluídos deste processo? A prova de que falta médico é o número deles nas mobilizações! Ninguém enxerga isso? Vão se consultar!!!!!!! kkkkk se acharem um médico, kkkkkkkkk
    Gostei da ideia do pessoal do oeste, vamos nos mobilizar e levar os doentes nas passeatas para serem consultados!
    Áh uma imprensa imparcial!!!

  • marcelocardosodasilva diz: 4 de agosto de 2013

    … Catarinenses rejeitam “DotÕÔris Sangue Suga”!!!………….Que venham ÔÔS Médicos e Médicas com vontade de trabalhar; pelo Povo, com ÔÔ Povo e para ÔÔ Povo!!! ………….Fora Mercadores da Medicina “Curativo”!!! R$ 250,00 por consulta de 15 minutos é caso de Polícia ou não ÉÉÉ????????????????????????Detalhe; ÔÔ salário “MÍNIMO” no País aumentou para R$ 600,00 e ÔÔS “SEMIdeuses” recebem + de R$ 10.000,00!!!

  • gualberto cesar dos santos – fln/sc diz: 5 de agosto de 2013

    Chegou a hora dos meios de comunicação alienados ao capital mercadoria. Servirem ao País. E lutarem para que as corporações médicas sigam enfileiradas em favor da pessoalidade. Pessoas Humanas Sim – Coroporações Médicas que se explodam. O médico tem seus valores e nem todos merecem a pecha negativa de vendilhões do templo. Mas as corporações – seus titulares – forçam a barra ciontra a medicina sociaizada. A OAB bem que poderia entrar nessa discussão em favor da legalidade e a favor da gente do Brasil. NÃO MATEM O SUS. APRIMOREM-NO EM FAVOR DA GENTE BRASILEIRA.

  • Almir Wagner diz: 5 de agosto de 2013

    Inteligentíssimas as observações do sr. Parabólica sobre a globalização e sobre a fraca adesão às paralisações.