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Secretária Tânia Eberhardt apoia médicos de SC

31 de julho de 2013 11

De nota da ACM: “A Secretaria de Estado da Saúde (SES) não aceitará qualquer medida que coloque em risco a saúde dos catarinenses ou que desrespeite a lei”. Este foi o posicionamento da secretária Tânia Eberhardt, durante audiência com as entidades médicas de Santa Catarina, realizada na tarde desta quarta-feira (31 de julho), quando os representantes dos profissionais de medicina obtiveram o apoio da gestora na busca do cumprimento da lei que determina que os médicos estrangeiros que venham trabalhar no Brasil sejam submetidos ao exame Revalida, que avalia a capacidade de atendimento de qualidade à população. A afirmação da secretária foi feita diante da explanação do presidente da Associação Catarinense de Medicina (ACM), Aguinel José Bastian Junior, que lembrou a ilegalidade do programa do governo federal de importação de médicos sem o exame, um dos motivos centrais da paralisação realizada pela categoria durante todo o dia, com manifestações e adesão dos médicos de mais de 20 municípios em todo o estado. Também participaram do encontro os presidentes do Conselho Regional de Medicina (CREMESC), Vicente Pacheco, e do Sindicato dos Médicos (SIMESC), Cyro Soncini, que integram o Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina (COSEMESC). As lideranças médicas solicitaram ainda que o posicionamento da secretária fosse divulgado junto a todas as prefeituras municipais, como forma de conquistar aliados do Revalida na defesa da saúde dos catarinenses. A abertura do diálogo com a nova gestora da Saúde foi destaque da audiência, que evidenciou a vontade de ambas as partes em encontrar respostas aos anseios e necessidades da área que foi eleita como prioridade pelos brasileiros. Tânia Eberhardt foi acompanhada do superintendente de Hospitais Públicos Estaduais, Renato Couto de Castro, que relatou os esforços que a SES vem fazendo para resolver as carências do atendimento hospitalar à população.

Secretária recebe líderes da classe médica catarinense

Comentários

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Comentários (11)

  • Curió diz: 31 de julho de 2013

    Agora eu quero virar é um mico despenteado se o Secretário da Educação vai receber os professores que pleiteiam o cumprimento da lei, a questão dos ACTs e dezenas de outas… As lideranças educacionais vão chupar prego, isso sim. Esse governo é engaçadinho mesmo… kakakakakakakakakaka
    Sabiam que o evangelizador das nações, no diminutivo, vai ser o vice ? Não sou pica-pau mas o furo já foi dado e abafadinho.
    Nada a ver.

  • LEONARDO diz: 31 de julho de 2013

    Ela tem que dar apoio aos pacientes que estão nas emergencias dos hospitais…. e não ficar fazendo politica.Se falta médico para atender a população Brasileira e os profissionais que ai estão não querem trabalhar para atender o povão é muito justo que abram espaço para outros profissionais.
    As emergências dos hospitais estão lotadas mais parecendo um depósito de seres humanos e ainda dizem que tem médico suficiente para atender? Mais por outro lado se o individuo tem um plano de saude até encontra um profissional num prazo maximo de 30 dias, mais se voce de 200 a 300 reais vc é atendido rapidamente em qualquer consultório ou clínica. Com certeza será atendido no lugar daquele sujeito que tinha marcado a consulta pelo plano de saúde… Hoje teve a tal paralisação dos médicos, mais não tive notícia de nenhuma clinica de cirugia plastica que tenha parado, nenhum consultório médico que não tenha atendido seus clientes particulares… com certeza parou só as emergências dos hospitais para arrebentar com o povão… essa classe médica não passa de mais um engodo, tem que abrir sim espaço para os profissionais que queiram trabalhar no Brasil.
    Queria saber se a Clinica jane, SOS Cádio e o Hospital da Unimed tb deixou de atender hoje?

  • Magda Claudio Cipriani diz: 31 de julho de 2013

    Sou Professora mais eu não consegui entender o que o Curió,quis nos dizer as colocações dele,desculpe, Curió, agora eu fiquei cabreira já li e reli o teu comentário e não cheguei a nenhuma conclusão.Abraços.

  • Cláusio Chagas Fortuna diz: 31 de julho de 2013

    O quão constrangido não estava o Dr. Ricardo Vieira, militante do PC do B, numa reunião que objetivava bater de frente com uma política do Governo Federal do qual o seu partido faz parte. O que ele estaria pensando quando falaram: – Que tal batermos uma foto para eternizar esse compromisso?

  • Curió diz: 1 de agosto de 2013

    Nada a ver. Quando tudo a ver. Diminutivo de Pedro… Pedrinho… kakakaka Não é importante o que queres compreender… o importante é que a poupança continua numa boa. kakakakakakakakakakaka
    E a reprovação foi automática einh ? Sacou ? Bastou…
    Essa raça é mais rápida no gatilho do que o Stanislau Ponte do Imaruí… vão brincando em serviço… paralisação para mobilização em dia de aula, ir deitar-se nas cordas em casa, não ir nas assembleias… vai ter é forca coletiva! compreendes ? kakakakakakakaka Ó, Bronha tá cada vez mais jovem, o velhinho. kakakakakakakaka

  • Zelindro diz: 1 de agosto de 2013

    “…As emergências dos hospitais estão lotadas mais parecendo um depósito de seres humanos e ainda dizem que tem médico suficiente para atender?…”

    Leonardo, se as emergências dos hospitais estão lotadas, quer dizer que os pacientes foram ou serão atendidos por Médicos. Se não se consegue leitos de internação, cirurgia, medicação, etc… penso não ser culpa de médicos, mas sim da péssima estrutura de saúde pública que é responsabilidade do estado, o empregador do médico, do enfermeiro, de todo o profissional de saúde enfim que trabalha no SUS.
    E claro que se você tiver dinheiro para pagar consulta ou internação particular irá encontrar na mesma hora. Você acha injusto isso? As escolas públicas não funcionam de uma forma geral. Assim sendo, as escolas particulares não devem prestar o serviço na falta das públicas, oferencendo vagas na mesma hora que for procurada, desde que pague a mensalidade em dia?? A culpa é da competência do dono da escola privada ou da incompetência do governo? Da mesma forma, a eficiência da saúde pública é culpa da competência dos hospitais/consultórios privados ou da incompetência da saúde pública?????
    Por favor…

  • Antônio Carlos diz: 1 de agosto de 2013

    A presença do Ricardo Vieira mostra que nem a base política atual é favorável ao programa federal. Só adianta o completo fracasso. E o povo vai continuar morrendo em um programa populista e disfuncional. Enquanto não houver ações reais nada vai mudar.

  • João diz: 1 de agosto de 2013

    O poder emanta do povo, não de uma categoria (médicos).
    Adivinha o que o povo quer? Mais médicos. Independente de onde venham, pois o corpo humano é o mesmo no planeta inteiro, até onde sei.
    Temos que por um fim na máfia da medicina. Exame aos moldes da OAB para todos médicos recém-formados – que vivem matando pessoas nos hospitais e seus colegas acobertando essas aberrações como “fatalidade”.
    Nas particulares de SC, o que tem de filhinho de papai comprando diploma… investigação da PF já!

  • Almir Wagner diz: 1 de agosto de 2013

    A secretária está jogando pra galera, pra galera dos médicos. Quero ver ela convencer médicos dos grandes centros a se embrenharem pelos interiores do estado pagando 10 ou 15 conto por mês. Porque um médico trocaria Floripa ou Joinville por Irineópolis, Timbó Grande, Bela Vista do Toldo e outros municípios isolados se conseguem ganhar o mesmo ou até mais morando em frente a um shopping center!! A vinda dos médicos estrangeiros precisa sim ser discutida. É muito cedo para a secretária bater o martelo. Pode quebrar a cara.

  • liaseal diz: 1 de agosto de 2013

    ”A Secretaria de Estado da Saúde (SES) não aceitará qualquer medida que coloque em risco a saúde dos catarinenses ou que desrespeite a lei”. ¬¬

    Vamos trocar figurinhas sobre respeitar a lei, ou as leis…

    Hoje, no JA, foi mostrado e provado por A+B que o o governo da vez não cumpre a lei no caso da privatização do SAMU. O TJ confirmou a ilegalidade, inconstitucionalidade… Aí o Colombo vem dizer na matéria que o que ‘importa é que as pessoas sejam atendidas’ = às favas a lei!

    Como a PGE, de novo e sempre, colocou a lei de responsabilidade fiscal como impeditiva para ampliar o quadro de servidores da administração direta, [segundo o chefe], que seria o certo e dever do Estado chamar concursados e/ou contratar pessoal para ampliar o serviço, dobrando os gastos, então pega a grana que era gasta com os que já trabalhavam e manda pra tal OS fazer o milagre de com a mesma verba duplicar o número de contratados e ainda manter o sistema de manutenção das unidades móveis…

    Teve direito a mais peixe e vinho ou perdi a parte melhor do milagre ilegal?

    E ainda dobrou o gasto, mas o dobro ainda é menor do que o que gastaria se fosse administração direta ou o valor dobrado não corresponderia em igual aumento de contratados pela tal OS sem ‘fins lucrativos’…

    O que nos leva a perguntar se os contratados em dobro pela tal OS e que ninguém vê não estariam recebendo muito abaixo do que receberiam da adm. direta que estão pedindo para sair ou sendo remanejados porque não cumpriam plantões, etc. e tal, segundo a defensora da OS dentro da Secretaria da Saúde.

    Mas, voltemos ao legalismo… No Estado de Direito, alguns podem atropelar a lei usando a população como massa de manobra no melhor estilo chantagem ‘querem lei ou querem atendimento’? Se formos pela lei teremos de reduzir atendimento? Porque foi isso que foi dito.

    O ‘princípio’ pode ser aplicado a todos? Com qualquer tipo de empregado ou prestação de serviço? Então sonegar é preciso, o dono do comércio pode dizer que se pagar todos os impostos vai ter de fechar as portas, demitir gente e deixar a população sem os produtos. E é a PGE que cai matando em cima de sonegadores? Com que moral? com que respaldo legal? Se todos são iguais perante a lei? Uns podem agir ilegalmente e outros não?

    Então legitima quem cobra extra e por fora sobretudo na Saúde mesmo sendo ilegal porque, afinal, melhor trabalhar tratorando leis do que deixar gente sem atendimento?

    E esses aí da foto? Estavam ali em vez de no trabalho? Usaram atestados frios para justificar as faltas? Ou a reunião foi feita fora do horário de todos eles e sem pagamento de hora extra? Onde cada um deles estaria normalmente no mesmo dia da semana e hora? À toa de boa na lagoa esperando reunião?

    Se um governador pode publicamente dizer que não cumpre a lei, nem a ordem judicial e não é enquadrado pela Justiça, por que os demais cidadãos não podem fazer o mesmo?

    Boa, aí, malandragem. Quando os ‘homi’ da lei pegarem em delito, usem a mesma cara de pau…

    Na China, isso daria fuzilamento.

    Notas:
    1- a PGE não se importa com lei de responsabilidade fiscal quando é para seus altos salários.
    2- a PGE alega agora a lei criada no governo FHC, usa bastante, mas a PGE foi criada muito antes, quando não havia a tal lei, e nunca se importou com a farra com o dinheiro público. Servia para que então? Sinecura?

  • Walmor diz: 1 de agosto de 2013

    Muito boa e oportuna essa mobilização dos profissionais de saúde, pois agora todos nós ficamos sabendo que temos médicos em quantidade suficiente para prestar um bom atendimento á população com a qualidade FIFA nos hospitais públicos e nos postos de saúde. Esperamos não assistirmos mais reportagens divulgadas pela imprensa sobre a falta de profissionais nas unidades de saúde públicas, e também que não mostrarem mais a população ficando horas, dias e até meses a espera de uma consulta, exame ou internação nessas unidades de saúde pública. Seria interessante até a RBS pautar umas reportagens com câmeras escondidas nas unidades de saúde (postos e hospitais) de Florianópolis e do interior, mas checar como está o atendimento da população nessas unidades de saúde, e depois divulgar o resultado dessas reportagens em seus veículos de comunicação. Será muito interessante e constitui-se um serviço de utilidade pública, que a RBS prestará a população que utiliza desses serviços públicos. Fica a sugestão. Outra sugestão seria os administradores públicos saírem do conforto dos seus gabinetes, para realizarem inspeções in loco nas unidades hospitalares e postos de saúde, para verificarem como a população está sendo atendida, e ao mesmo tempo medirem o seu grau de satisfação com os serviços prestados à população. Afinal de contas, saúde é um direito constitucional dos cidadãos e um dever do Estado em cumpri-lo através dos seus agentes. Está mais do que na hora de melhorar a gestão na saúde pública, e cobrar resultados práticos dos seus administradores.