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Fiesc: governos asfixiam empresários

30 de novembro de 2013 7

Um diagnóstico contundente, que raramente se vê nas reuniões mensais da Federação das Indústrias de Santa Catarina, marcou a reunião dos Conselhos e Diretoria da Fiesc.   As justas queixas sobre a falta de infraestrutura,   o peso crescente da carga tributária e de obras que nunca terminam – fatores que impedem o aumento da competitividade -  cederam lugar a uma série de críticas sobre investidas do poder público sobre o setor produtivo.

De um lado, as frustrações com os últimos acontecimentos, em especial a inversão de valores na condenação e prisão dos mensaleiros.  Autoridades, parlamentares e lideranças, solidarizando-se com o crime.  De outro, uma sucessão de atitudes do poder público contra o empresariado.

- Estamos caminhando para a ditadura do Estado, até para o comunismo – alertou o empresário Olvacir Fontana, presidente da Associação Comercial e Industrial de Criciúma.  Avança o Estado insaciável e dominador, com crescentes ações sobre o empresariado. Desmotiva os empreendedores e elimina sua criatividade.  Estão atrofiando a economia, tirando o estímulo e prejudicando toda a nação.

- Fica a impressão que há hoje no Brasil uma conspiração contra os empresários e contra os investidores – arrematou o vice-presidente regional de Chapecó, Waldemar Schmitt.

- Todo dia alguém bate em nossa porta.  O fiscal do Ibama, da vigilância sanitária, da Fatma, de Ongs, da Receita Federal, do Ministério do Trabalho, da prefeitura, do Ministério Público. Só cobram, sem dar nada em troca- desabafou Fontana.

O presidente Glauco José Corte completou: “Se não reagirmos, a burocracia vai tomar conta e esmagar o Brasil”.

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Comentários (7)

  • Giffoni diz: 30 de novembro de 2013

    Já que não conseguem nenhum candidato para as próximas eleições: a Dilma ganhará no primeiro turno, reaparecem as “vivandeiras de quartéis”. O “comunismo comedor de criancinhas” e os pobres (paupérrimos) empresários que recebem a visita da lei (já que, pelo visto, estão à margem da margem da margem). Essas pessoas dão nojo em lesmas por seu conservadorismo, sectarismo e, sempre e sempre, sua tendência ao golpismo (revestido, agora, da burocracia oficial). Ora, ora e ora: a burocracia, as leis e os regulamentos existem exatamente para conter a ganância dessa gente. Pobre Santa Catarina: o “soldadinho” do passo certo… Com certeza votarão no Colombo (ou, pior, no Bauer) e no “helipótero”.

  • Walmor diz: 30 de novembro de 2013

    Pois é Moacir, todos Governo Federal, Governos Estaduais e Governo Municipais, se endividam cada vez mais comprometendo as arrecadações presentes e futuras com o pagamento dessas dívidas, e isso parece ser uma atitude orquestrada, pois com isso inviabilizam qualquer reforma tributária que se queira aprovar neste país. Jamais governos diminuirão despesas de custeio, na visão deles reforma tributária boa será aquela que vai colocar mais recursos no caixa dos governos, o que não é mais suportável pelos contribuintes brasileiros que já pagam muitos impostos diariamente. Tudo neste país é feito na base e empréstimos ou seja mais dívidas, que terão que ser pagas um dia e que tem juros e encargos em cima para pagar. Isso é bom para os bancos e para quem vive de juros pagos pelos governos, já que os governos pagam um dos juros mais altos do mundo no pagamento das suas dívidas ao mercado. Criou-se ma Lei de Responsabilidade Fiscal, mas rotineiramente se vê o Senado aprovar mais empréstimos para os Estados e Municipios, sem que a divida já existente tenha diminuído.

  • gualberto cesar dos santos – fln/sc diz: 30 de novembro de 2013

    Algumas pessoas poderiam entender que existe a “Moeda & Crédito”. Em se tratando de dinheiro no mundo. Em se tratando de finanças. Passam por esse mecanismo. Há que ser entendido que a “Moeda” é da responsabilidade dos Governos (todos). Que são suscetíveis a outra ponta o “Crédito”. Quem manda no Capital Mercadoria no Mundo são os Bancos. Na Europa e nos EUA em em todo mundo. Até no BRIC. Todos os negócios são afetados pela “crise produzida pelos banqueiros no mundo”. A gestão da nossa economia Brasil. Está ajustada a uma realidade localizada. Logico que reflexos exstem aqui. Que contaminam o nosso fluxo e intercambio de “Moeda & Crédito. E sei que os técnicos da FIESC sabem bem disso. Esses argumentos todos poderiam ter uma matiz unica referencial. Matéria Econômico Financeira não é nem tanto especialidade de Opinião Política. Tem outros paradigmas a serem abordados. Para que os “dedos em riste” sejam apontados ao revés.

  • gualberto cesar dos santos – fln/sc diz: 30 de novembro de 2013

    Chorar de “barriga cheia” também é direito.
    Esse contra ponto ao Governo Federal é relativo ao pleno exercício da Democracia no País.
    Sempre é saudável fazer-se um exercício de história & memória sobre a FIESC.
    Quem fundou a o SISTEMA FIESC foi um dos políticos que orgulham SC.
    Celso de Oliveira Ramos.
    Creio que a FIESC poderia reeditar na política e dar novamente a sua contribuição-participação.
    Apoiar políticos ou não – é democrático mas é simples.
    Nomes bons – de valorosos empresários existem.
    Porque FIESC não lança um candidato a Governador – uma chapa completa – ao executivo e nas proporcionais?
    Seria bom de ser ver.
    Seria um paradigma expressivo para mudar os rumos da política em SC.

  • Cassio R Eskelsen diz: 2 de dezembro de 2013

    Desde quando a função de um fiscal é dar algo em troca? A função de um fiscal é verificar se o empresário está cumprindo com suas obrigações.

  • Betão diz: 2 de dezembro de 2013

    É só cumprir a lei que os fiscal vem, ve que ta tudo certo e vai embora…Vi muito negócio prosperar em minha volta, é pequeno burgues trocando de carro, comprando carro que só magnata dirigiam, resumindo, aumentou o tamanho do carro agora é carrão, aumentou o tamanho da loja agora é lojão e rede de lojas, aumentou o tamanho da casa agora é mansão, aumentou o tamanho dos peitos, das pernas e da beleza da patroa agora é mulherão em compensação o mimimi em cima da carga tributária também, agora é buáa buáa, estado malvadão, haja paciência… só não vai para frente quem é incompetente mesmo… não adianta culpar o estado.