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SC caminha para imobilidade

30 de novembro de 2013 5

Santa Catarina ultrapassou a marca dos 4 milhões e meio de veículos, segundo revelou o governador Colombo na visita da presidente Dilma. Segundo o Detran, contudo, até outubro o Estado tinha 4.36.596 veículos, sendo 2.395.409 automóveis e 742.446 motos.  Em 2002, eram 1.787.824 veículos, com 1.138.812 carros e 281.124 motocicletas.

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Comentários (5)

  • gualberto cesar dos santos – fln/sc diz: 30 de novembro de 2013

    Há mais de vinte anos assiste-se na mídia aqui do Estado esses apontamentos de faz de conta. Todos sabem desse “calcanhar de Aquiles”. E nenhuma mídia abre essa “caixa preta” para mostrar o que existiu e existe e quem são e foram os responsáveis. E com tudo isso. Quem sofre são milhares de pessoas que transitam nesse “inferno”. Nesse deboche chamado Mobilidade Urbana na Grande Florianópolis. Que a Presidenta Dilma – instada por sua visita aqui. Crie uma estratégia – e use os meios urgentes urgentíssimo. Para resolver com impacto essa falta de senso de humanidade. Que o MP e o PJ ajude-nos – produzindo um cronograma. Protocolo de Conduta em face dessa “problemática”.

  • Curió diz: 30 de novembro de 2013

    Enquanto isso o Colombo com o pé “carcado” no acelerador vai fundir a máquina, estourar os pneus, bater contra o poste da Celesc, descer o penhasco da Casan, afundar nos poços artesianos e explodir com os professores. Então virá o sol a pino do pique e o ápice da tragédia: para tudo! O congestionamento por terra, mar e ar vai ser completo. Em inglês seria um black-out ?

  • Walmor diz: 30 de novembro de 2013

    Moacir, enquanto na Europa eles incentivam o uso de bicicletas, no Brasil o imposto sobre as bicicletas chega a 42 % e dos automóveis 30 %. Sem contar as facilidades de crédito oferecidas para quem quiser adquiri carros. O país mantém seu crescimento com enfase na industria automobilística, enchendo as cidades de carros, e o resultado não pode ser outro, senão a piora na mobilidade urbana, já que os transportes públicos são para lá de deficientes. Faz pouco tempo, você mesmo em sua coluna exaltava o crescimento da venda de veículos,. e eu falei na oportunidade o que isso representava para a mobilidade das cidades.

  • Costa diz: 30 de novembro de 2013

    Moacir, mobilidade é problema no mundo; no Brasil houve uma piora repentina em função do incentivo para a indústria automobilística e com isso mais e mais montadouras estão vindo para cá, facilitando a aquisiçao de veículos; acho que os especialistas estão com a razão ao defenderem investimentos no transporte público, atacando em diversos modais;não há como fazer avenidas e ruas para uma frota que não terá fim em seu crecimento; as cidades não terão dinheiro para desapropriações ; até Curitiba que foi planejada, hoje já sofre bastante com seu sistema viário. E tem mais, ninguem quer deixar de ter seu carrinho, seja 1,2,3 …e assim vai. Só exigimos mais e mais ruas e estradas.

  • gualberto cesar dos santos – fln/sc diz: 1 de dezembro de 2013

    Temos que “pixar” – “pixar” muros e calçadas – folhetear pelas ruas – cobrando desses – que foram executivos e continuam. Com as bençãos da “mídia que faz média” e de vez em quando dá umas chamadas de capa e efetua editorias – de leve – para não ferir suscetibilidades de indivíduos que querem se perpetuar no poder. Tendo a os agentes da mídia e suas opiniões e matérias jornalísticas – fazendo o meio de campo – se por um lado – no texto escrevem ou falam batendo na “imobilidade” por outro lado moldam o texto oferecendo paradigmas – que nunca ferem a fundo a “imobilidade urbana da Grande Florianópolis”. Para não tocar na suscetibilidade dos que mantem a mídia. É tudo um jogo. Quem sabe é melhor que a mídia culpe o vento sul. Inanimado que é impessoal e não corporativo.