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Turismo predatório, não!

31 de dezembro de 2013 9

A falta de fiscalização municipal, as carências no sistema de segurança e a total indisciplina de muitos turistas estão infernizando a vida dos ilhéus.  Multiplicam-se na Internet desabafos dramáticos sobre o clima de “baderna” e de desrespeito a lei do silêncio em várias comunidades da Capital.  Com falta de luz e de água, virou “turismo predatório”.

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Comentários (9)

  • gualter diz: 31 de dezembro de 2013

    Pelas açoes propostas e, principalmente, pelas não propostas, tenho o sentimento que é esse tipo de turista e falta de infraestrutura que a Prefeitura, o governo estadual e os ministerios publicos querem.

  • elvisfloripa diz: 31 de dezembro de 2013

    aqui em Ponta das Canas falta agua desde 5ª..a falta de respeito dos turistas (minoria) é enorme…carros com som altíssimo na praia…carros estacionados na areia da praia..outros dando “cavalinho de pau” na areia, perto de crianças, idosos e turistas que só querem curtir a praia, vendedores de alimentos sem alvará, em péssimas condições higiênicas..até agora não apareceu nem a Guarda Municipal, nem a Polícia Militar…

  • Giffoni diz: 31 de dezembro de 2013

    Talvez Floripa não esteja preparada para toda essa gente que se diz turista. Seria oportuno que a mídia informasse aonde (mesmo) estaria concentrado o maior número de baderneiros e outros “quetais”.

  • luana diz: 31 de dezembro de 2013

    Já que a polícia desdenha do desespero de quem trabalha e estuda o dia inteiro e não tem direito ao descanso, então sugiro que todos gravem as ligações aos disttritos policiais e depois processem tanto a polícia quanto o município e finalmente o estado. sugiro também que os moradores formem uma associação para um processo coletivo, munidos dessas gravações (audio e vídeo) como prova tanto do descaso e descumprimento do papel policial quanto do barulho desses imbecís que se dão o direito de tirar a paz doméstica dos cidadãos de bem e que pagam altos impostos. Pesquisem as leis que atuam sobre essas questões. Vejam as leis em riomafra contra o batidão que circula na internet. só assim poderemos ter paz. desunidos e desinformados eles vencerão.

  • Luis diz: 31 de dezembro de 2013

    Afinal, antes tarde do que nunca. Bem-vindo à causa dos “ecochatos”, dos “contra”. Chega, basta! A ilha tem limites, nosso litoral tem limites. E eles não podem ser dados pela construção civil, pelo “trading turístico”. A gula desta gente não tem limites!

  • Joe Picanso diz: 1 de janeiro de 2014

    A verdade ê uma sô. Os prefeitos sô querem saber de faturar e não investir.

  • Marcos diz: 1 de janeiro de 2014

    Porque na Disney , que tem mil vezes mais pessoas que aqui em Floripa as coisas funcionam ? Porque lá não existem as chamadas badernas ? Simples, porque lá diferente daqui existe ORGANIZAÇÃO e RESPEITO pelas autoridades policiais. Lá não precisa chamar o batalhão de choque, basta um policial que todos respeitam porque sabem que se for diferente as penalidades existem e são duras. E lá vão pessoas do mundo todo mas sabem que acima de tudo tem que existir respeito. Aqui a turma deita e rola porque sabe que a policia nunca aparece, as autoridades estão mais preocupadas em aproveitar as festas e o 190 esta sempre dormindo pois nunca tem ninguém para mandar atender as ocorrências. Basta você ir as praias do norte para ver o total abandono. Motoristas fazem ultrapassagens em locais proibidos, avançam pelos acostamentos e ninguém vê um único policial. A bagunça é total a começar pela Policia rodoviária estadual que só é encontrada na praça de pedagio.

  • Walmor diz: 1 de janeiro de 2014

    Moacir, o grande problema é que os nossos administradores públicos vendem as suas cidades como verdadeiras maravilhas, e fazem muita publicidade para atrair o maior número possível de turistas para as suas cidades. Entretanto se esquecem de preparar toda a infraestrutura dessas mesmas cidades para isso. Aí o que vemos é gente demais criando problema na mobilidade urbana, que resulta em transito caótico, falta d’água, falta de luz, falta de combustíveis, preços exorbitantes cobrados no comércio em geral, falta de produtos básicos, arruaças, bebedeiras, faltas graves no transito sem punição, desrespeito a lei do silêncio, falta de urbanidade e civilidade de muitos, etc, etc, etc… Muitos estão apenas preocupados em faturar com o turismo, sem qualquer preocupação com a qualidade de vida dos nativos dessas cidades turísticas e dos próprios turistas que as visitam, o que importante é o comércio vender muito e os governos arrecadarem mais tributos com isso. Como sempre acontece com o poder público, falta planejamento e ações visando oferecer as mínimas condições para um turismo que não seja predatório, como esse que vemos em várias cidades catarinenses. Sem contar que contrariando a Lei da física, querem colocar muito mais pessoas do que o espaços das suas cidades comportam, e aí o resultado é um caos total. Até quando veremos isso, esquecem que com essas atitudes estão eles mesmos inviabilizando o turismo, pois um dia a situação satura.

  • Fabio diz: 1 de janeiro de 2014

    Marcos e Walmor disseram tudo. Os governos municipal e estadual foram quem criaram todo esta situação. Só não acho justo jogar a culpa na polícia a qual não tem efetivo, bem como não possui aparato técnico e suporte legal para lidar com os baderneiros e demais abusos dos turistas (mal dão conta dos nativos). Afinal, qual é a repressão penal para este tipo de conduta aqui no Brasil? Um simples termo circunstanciado? pagamento de cestas básicas? Isso se o infrator comparecer a audiência no JECRIM e, sendo turista, é praticamente improvável que isto aconteça. O Estado deveria criar uma estrutura específica para estes casos, inclusive Juizados Especiais de plantão. Nos EUA, arruaças acarretam em uma multa
    altíssima, a qual se não paga, faz com que o infrator permanecer na prisão. Mas do jeito que está no Brasil….