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Professores frustrados com proposta de reajuste salarial

30 de janeiro de 2014 45

Os professores da rede estadual de ensino manifestam-se outra vez decepcionados com a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo do Estado.

No encontro com os dirigentes do Sinte, o secretário Eduardo Deschamps apresentou quatro propostas, todas elas contemplando aumento a todos os integrantes do magistério de 8,5%.    De crédito integral de 8,5% em outubro de 2014;  de pagamento em duas vezes, sendo 4,25% em junho e 4,35% em dezembro;  de pagamento em três parcelas, sendo 2,5% e março, outros 2,5% em agosto e 3,5% em dezembro;  e aquela que deve ser enviada a Assembleia legislativa, de pagamento em três vezes – 2% em janeiro, 2% em agosto e 4,5% em dezembro.

A principal crítica do magistério:  com 8,5% não haverá a descompactação da tabela salarial, a principal aspiração de toda a classe. Isto porque o piso subiu em janeiro 8,32%.   Haverá até dezembro, ao contrário, maior redução entre os vários níveis e, portanto, mais compressão dos salários.

Outra questão colocada na reunião pelos professores:  a atual politica salarial do governo,  definida em lei estadual, prevê reajuste salarial para todos os servidores no mês de janeiro.

A Diretoria do Sinte vai se reunir no dia 4 de fevereiro para definir a estratégia de ação.   Nos dias 14 e 15  de fevereiro haverá reuniões do Conselho Deliberativo.

Assim, o novo ano letivo vai começar sem acordo entre governo e professores.

Comentários

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Comentários (45)

  • PROFESSOR diz: 30 de janeiro de 2014

    Como que um professor vai entrar em sala de aula animado para ministrar uma boa aula?Não terá nem a reposição da inflação!Em dezembro 4,5%,como assim?Se em janeiro deverá repor o piso!Quer dizer,se o Colombo reeleger-se,não teremos reposição em 2015?Está nos achando otários.

  • Luis Fernando – Lages diz: 30 de janeiro de 2014

    E o salario do Sr.governador e seus secretários. dos deputados e tantos outros protegidos também receberão o mesmo reajuste que nós PROFESSORES parcelados da mesma forma. Sr. Dechamps boas intenções não pagam contas nem tão pouco põem comida em minha mesa.

  • Emir Agostini diz: 30 de janeiro de 2014

    Os 8,3% sobre o piso também serão parcelados?Toda ano a mesma lorota por parte do governo.Qual empresa parcela o reajuste de seus empregados?Desconheço.O que o governo vem fazendo com a Educação,nos últimos anos é uma palhaçada.PROFESSOR,as eleições estão próximas,vamos dar um basta a esta turma,que já estão a 12 anos no poder e querem continuar.Procure seus familiares,amigos,pais dos nossos alunos e orientem,peçam voto contra a estes senhores.O trabalho formiguinha é importante.Vamos mostrar a nossa importância,o nosso valor.

  • marcos matysiak diz: 30 de janeiro de 2014

    ESPERAVA EM 2X, O QUE JÁ É UM ABSURDO, MAS EM 3X ….. SEM PALAVRAS PARA ESTE DESGOVERNO! AGORA É SÓ CHORAR PELA FALTA DE RESPEITO !!!!

  • ÓIRUC MANOEL diz: 30 de janeiro de 2014

    O que o governo quer… completamente fora da lei…
    a) Deixar de pagar em janeiro o reajuste para todos e empurrar com a barriga para dezembro. As palavras usadas que apontam o contrário são contraditórias, mentirosas, capciosas, muito bem articuladas nesta farsa de peroba e canela… que duram uma eternidade;
    b) Olhem bem a sacanagem! Focando no reajuste deste ano esquece os atrasados, desarticula os pensamentos dos profissionais já divididos, cuja maioria é comprada a real. Mandar projeto para aquilo que pode ser feito por decreto faz parte da farsa e manobras de guerra contra o magistério;
    c) E olhem bem ainda muito mais a questão que ultrapassa a sacanagem e atinge o patamar da crueldade! É que desta forma colocada, a ira dos mestres e daqueles outros solidários ou melhor seria dizer previdentes, dará embargo ao ano letivo e como carta na manga, depois de solicitar na justiça a ilegalidade da greve, depois de baixar o cacete e todas as mais formas usuais… cede, se for obrigado e paga o índice deste ano. E vai na televisão falar com os pais que somos intransigentes mesmo e que ele é bom e está cedendo!!! Só que esse valor na verdade não chega perto de 10% do que a categoria tem haver. Portanto toda a atenção e mobilização é necessária. Não só a greve iminente mas a resistência terá que ser feroz!

  • Antonio diz: 30 de janeiro de 2014

    PELOS MENOS NÓS TEMOS O DIREITO INTEGRAL DA REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO E ESSE CALOTEIRO NÃO VAI REPOR NEM A INFLAÇÃO. INCOMPETENTE. POLÍTICO DEMAGOGO. VAMOS FAZER CAMPANHA CONTRA ERVA MALDITA. EDUCAÇÃO PARA ELE NÃO EXISTE. A EDUCAÇÃO NA MÃO DELE SÓ DECAIU.
    VAMOS A LUTA PESSOA COLOMBO ENGANA O MAGISTÉRIO NOVAMENTE.
    COM COLOMBO CADA ANO É UM TOMBO. ELE ODEIA PROFESSOR. NA PREFEITURA DE LAGES ELE FEZ A MESMA COISA COM OS PROFESSORES MUNICIPAIS. QUEM APLICOU O PISO NA INTEGRA FOI O PREFEITO RENATINHO. SOU SERRANO E NÃO VOTEI NESTE REI DO MUNDO. ELE VIVE FAZENDO COLIGAÇÕES POIS SE CONCORRER SOZINHO PERDE AS ELEIÇÕES ATÉ PARA SUA SOMBRA. VAMOS COMEÇAR UMA MOBILIZAÇÃO DE CONTRA ATAQUE A ESSE INCOMPETENTE.

  • Marcos diz: 30 de janeiro de 2014

    Boa Tarde…
    Prezado Moacir… A decepção foi muito grande mesmo… Esperávamos um proposta para descompactar a tabela salarial… O que nos resta é fazer greve de novo para mostrar para a sociedade quem realmente esse governalho é, uma baita mentiroso, enganador de pessoas, em outubro ele lembrar dos professores e dos funcionários públicos.
    GREVE… GREVE… GREVE…
    FORA COLOMBO E SUA MAFIA….

  • marcos matysiak diz: 30 de janeiro de 2014

    Mais uma vez, após várias reuniões com o tal do CONER, QUE NÃO SERVE PRA NADA, não teremos descompactação da famigerada tabela salarial, voltaremos novamente desmotivadas por esta politicalha deste desgovernador e seu fantoche SR DEBOCHAMPS….

  • ricardo lima diz: 30 de janeiro de 2014

    GREVE JÁ…
    Caro Moacir a Educação de Santa Catarina está em luto. Escolas precárias, sem as mínimas condições de segurança, achatamento salarial, descrédito do secretário da educação, excesso de alunos por sala de aula, falta de professores habilitados, falta de plano de carreira e falta de perspectiva dos professores. Peço desculpas para todos os catarinenses, mas o governo tá brincando com a gente. Lembram das matérias sobre o reajuste do salario do ano passado dos cargos comissionados? Foi muito ligeiro a aprovação… De quanto mesmo foi o reajuste? Ah foi retroativo a janeiro? Então, vamos penalizar os professores, vamos angariar fundos da educação. Caro Moacir, estamos cansados de tanta mentira. Estamos todos doentes. Entra ano e sai ano o governo insiste na mesma política de achatamento e sucateamento do plano de carreira e da educação. Compare o salario de uma servente da assembléia e dos demais órgãos, com o salario de um professor doutor em fim de carreira em Santa Catarina. Pasmem, nós recebemos menos. Para este governo não é importante para os contribuintes e filhos dos contribuintes, ter profissionais habilitados, graduados, pós graduados e mestres e doutores. Não, para a educação básica, qualquer coisa está bom. Nós trabalhamos com o bem mais precioso que Deus nós deu. Nos trabalhamos com as novas gerações de humanos. A educação está morrendo. Cada vez mais os bons profissionais migram para escolas particulares. E o ministério público e a justiça catarinense se calam.

  • Luiz Fernando diz: 30 de janeiro de 2014

    Pois é, 1 ano sem data-base. Põe na ponta do lápis o calote que o governo me deu: além de ter perdido os 12 meses de reposição salarial, fui prejudicado no décimo terceiro e no 1/3 de férias! GOVERNO CALOTEIRO.

  • Denilson Grasel diz: 30 de janeiro de 2014

    Essa proposta do governo dispensa qualquer curso de motivação para início do ano letivo. Também deixa claro que a grande maioria dos políticos não está preocupado com a Educação. Não é em vão que temos o oitavo pior índice em alfabetização de adultos.

  • Márcia diz: 30 de janeiro de 2014

    Que absurdo e revoltante ler isso! E o Sr secretário tem a coragem de chamar isso de proposta? É esse o valor que ele dá a Educação? Onde estão os deputados que não se manifestam e exigem o pagamento imediato e a descompactação da tabela? E ainda pensam na reeleição…FORA Deschamps …essa sua proposta é para aniquilar de vez nossa categoria…

  • liaseal diz: 30 de janeiro de 2014

    O negócio é largar o Magistério e ter uma barraca na feira. Lá se pode cobrar e subir os preços à vontade e ganhar quanto quiser. De quanto foi o aumento, em porcentagem, de algo que era R$0,75 e foi para R$1,00? Pois é…

    Tudo isso está acontecendo na atividade docente por várias razões:

    1- Transformação de professores em tias/tios meramente cuidadores e ainda acham ótimo, motivo de ‘orgulho’.
    2- Transformação de escolas em crechões para depositar crianças porque os pais trabalham fora e, portanto, o aprendizado e o desenvolvimento intelectual é só detalhe irrelevante.
    3- Sindicatos fracos e pelegos da CUT e de um governo federal que ferrou a profissão enquanto pôde, desde a Reforma Previdenciária de 2003 [ que, dizem, foi coisa ainda do FeagaCê já que nunca admite as m&%$# que faz].
    4- Traições dos próprios membros das supostas entidades representativas como CNTE que aceitou mudanças na questão dos valores do MEC para reajuste do piso, como sendo ‘mudanças necessárias’. No entanto, negam achando que professores são burros e não perceberam a facada nas costas ( e acho que eles têm certa razão em pensar assim…).
    5- Traição do MEC — que é governo federal! — e que usa professores como massa de manobra para fins políticos e eleitoreiros, ao prometer coisas que sabidamente não cumpriria e não teria como fazer estados e municípios cumprirem da forma como foram aprovadas no Legislativo, como a ‘lei’ do Piso e reajustes, aplicados em planos de carreiras diferenciados, pois não existe um modelos único, cada estado ou município tem/tinha o seu.
    6- Professores cegos e surdos que não veem nem ouvem as sacanagem acima porque não passam de escravos ideológicos quaisquer que sejam as ideologias ou meros interesses de conquista do poder e de nele ficar.
    7- Professorado que aceitou ser um faz tudo genérico sob o título ‘sagrado’ de ‘educador’, o tipo total-flex que não consegue nem o básico que é ensinar o que sabe (?) e virou mesmo é bedel, com o dever anexo de transformar pedra em gente, mesmo que as pedras não queiram ser gente porque dá muito trabalho estudar sem ser ‘lúdico’ o tempo todo e o fora de sala é sempre muito melhor e sem COBRANÇAS (ah, sim, avisem quando alunos e professores não ficarem felizes com um feriado em dia útil…)
    8- Professorados que insiste em se manter na profissão mesmo sabendo que não sairá nunca da maré-do-mijo, nem é considerado profissional — se algum dia foi — já que sempre foi visto como uma vocação como a religiosa e que não devia esperar ganhar nada, tampouco BEM, ao contrário de magistrados, médicos e engenheiros, por exemplo. Preferem enganar a si mesmos que estão ou permanecem na profissão por ‘amor e vocação’ quando muitos sabem que é falta de opção… Haja vista a quantidade enorme de gente que faz concursos, muito mais gente do que vagas, e/ou se submetem a ser ACTs precários e rezando para que algum efetivo morra, fique doente ou desista para ‘ter uma vaguinha’. Basta ficar nas filas no dias de ‘escolha’ de vagas, acts ou efetivados por concurso, para ver a realidade quase canibal…
    9- Professorado que não se lembra que uma ex-presidente do sindicato já declarou uma vez que ‘professor é quem não consegue passar para cursos [nobres] como engenharia e medicina’. Saiu nos jornais, portando está preto no branco para a pesquisa histórica que queiram fazer…
    10- Professorado que não entendeu ainda que ‘ganhamos’ pouco e cada vez menos quanto mais estuda porque é profissão numerosa, como a Segurança e a Saúde. Os profissionais bem pagos quem são no serviço público? Os magistrados, os procuradores, os fiscais e auditores, os ‘técnicos’ legislativos e do TCE, grupos pequenos, minoritários cheios de vantagens.
    11- Professorado que não luta pela isonomia entre os poderes e sabe que é mesmo utopia enquanto for classe numerosa e com elevado estoque de reposição, tem filas de espera querendo umas ‘aulinhas’.
    12- Professorado que se sujeita aos mandos e desmandos de um sindicalismo pelego e centralizador, acomodado por saber que não há concorrentes, sem poder de pressão sobre políticos porque estes já estão eleitos e não existe greve para tirar político de cargos e greve nenhuma respinga nos políticos, no poder, só em quem faz e sofre os danos das greves [pais, alunos e professores]. Desde 2003, quase todos os sindicatos viraram pelegos e fazem da exploração disso um modo de vida, repasses indecentes e escada para cargos no poder porque estar num sindicato dá visibilidade e proximidade com quem ‘pode’ puxar pra cima…
    13- Professorado que não se rebela, sinal de que não consegue pensar por si só, fora da caixinha, e é ou massa de manobra de partidos ou alienado conformado com as migalhas que recebe, afinal sua ‘profissão’ e ‘renda’ é complementar em casa, quando as ‘professoras’ (maioria no magistério!) são casadas ou ainda vivem com os pais.
    14- Professorado é categoria ‘non grata’ pela sociedade em geral, por ter sido um tipo de ‘autoridade’ que hoje não tem mais lugar nessa mesma ‘sociedade’; também é ‘non grata’ pela mídia que acha que todos os males sociais são consequências do ‘fracasso’ escolar, vale dizer dos professores que não salvam o mundo e não transformam a vida dos jornalistas um mar de boas notícias e tranquilidade. Não demora, vão culpar professores porque os índios que viviam aqui no ‘descobrimento’ permaneceram no paleolítico, não desenvolveram nem a escrita e rodariam no PISA…
    15- Enfim, são tantas as verdades inconvenientes que não são ditas, que não queremos encarar, que é impossível ser otimista mesmo em escala subatômica de medida.

    Li no DC que vão dar curso de pedreiro em Fpolis, com ganhos que podem chegar a R$6.000,00 (seis mil reais) por mês. Se eu tivesse 20 anos a menos e ainda alguma saúde, não perderia a chance. Mas quem prefere continuar chorando migalhas em troca, talvez, de continuar sendo crecheiro até no Ensino Médio, numa salinha com ar-condicionado (vai esperando!) só desejo boa sorte, do fundo do coração, porque nem ventiladores havia no ‘meu tempo’. #FicaAdica.

    Nem governos, nem imprensa, nunca darão valor a professor de escolinha pública. Por isso tantos professores-jornalistas optaram por serem somente jornalistas. Se não ganham milhões, ao menos não são cobrados pelas suas deficiências e falhas que são muitas! Como jornalistas (nem economistas, nem políticos…) nunca são cobrados em PISAs, SAEBs e quejandos, podem errar à vontade porque não são obrigados a saber o certo, resta colocar tudo nas costas dos professores. Quem sabe se os governantes colocarem um bode em cada sala e os professores param de reclamar? É só o que falta fazer! Ou será que nós somos os bodes e tirando professores da cena tudo melhora?

    Médicos se recusam a trabalhar em qualquer lugar sem ‘condições’, mesmo com salários de DEZ mil por mês. Professores aceitam trabalhar em qualquer lugar em troca de esmolas e nem precisam ser ‘cubanos’. Pais aceitam filhos em escolas podres, improvisadas em qualquer lugar, desde que os filhos tenham onde ficar com um crecheiro cuidando enquanto trabalham. Não é à toa que há tantos professores ‘ganhando’ na escola pública e pagando quase todo o salário em escolas particulares para os filhos, com a desculpa que o ‘pai’ ou a ‘mãe’ não quer filho em escola pública, ou avós ajudam nas mensalidades. Se onde trabalham não serve nem pra seus filhos como pode servir pra os filhos dos outros? Ah! as verdades inconvenientes…

    E.T.: Fevereiro é sempre mês curto e a preocupação da ‘sociedade’ e da mídia é o Carnaval. Depois temos o assunto de interesse único tanto da ‘sociedade’ como da mídia que fatura com a Copa do Mundo de Futebol (sempre com mais espaço mos jornais do que assuntos ‘chatos’ de ‘escola’). Ainda não vi ninguém na mídia, imprensa em especial, reclamando da alteração do calendário escolar com início mais cedo, como em SP, para favorecer o período da copa… Dispensar gente do serviço e alunos das aulas (em geral um turno só é ‘privilegiado’) para assistir jogo de futebol é o mais perfeito atestado de atraso de um povo, do pouco valor que dá à escola. Aí os pais não reclamam de filhos serem dispensados e perderem aulas. Era assim nos anos 80,90 e em 2014 vemos que certas misérias mentais não mudaram nem mudarão.

  • Lucia diz: 30 de janeiro de 2014

    Meu Deus do céu… Isso só pode ser brincadeira!!!! Qual seria o bordão de Félix ao ler tal proposta? Moacir, o que você acha dessa “ofensa”, mais uma vez, ao magistério catarinense? Você que acompanha há muito tempo nossa luta, que análise faz? Professores, não esqueçamos de que neste ano há eleições. Chega de mentiras e enrolação por parte desse governo que só sabe fazer politicagem por toda bela e Santa Catarina.

  • Rui Carlos Marques de Barcellos diz: 30 de janeiro de 2014

    Quando é que as autoridades publicas vão tomar vergonha na cara e aproximar o que ganha um professor das demais categorias de servidores públicos, principalmente dos assessores de deputados que na verdade não produzem mais do que um professor que prepara nossos jovens para o futuro. O dia que os professores saberem a força que tem e os país dos alunos aceitarem uma greve sem tempo determinado e que no futuro será benéfica para seus filhos, as tais autoridades vão ter que dar o braço a torcer. Todos os que estão por cima hoje em dia passaram nas mãos de um professor, mas hoje só pensam no “bem bom” para eles. Deveriam se envergonhar por esquecerem quem mais os ajudou para estarem nos cargos que estão atualmente.

  • Hélio diz: 30 de janeiro de 2014

    Me fez lembrar do governo Pedro Ivo, quando seu irmão, Maneca Campos, Secretário da Fazenda na época, ofereceu um reajuste aos membros do magistério catarinense que mais parecia um consórcio, tantas eram as parcelas. Essa, do atual governo, é uma vergonha, era preferível não ter oferecer nada. Continuam brincando de fazer Educação.

  • Rudinei Valerius diz: 30 de janeiro de 2014

    Essa vergonha de pagar o piso federa,l era malandragem do governo que faltava, os professores que ganharam os míseros 600 reais e vão ganhar 1600,00, devem estar contentes e pensar em não fazer greve e mamar deitado, mas creio que também vão chegar, aos 30 anos de trabalho com o mesmo salário, e vão experimentar a mesma tristeza e sensação dos que estão em final de carreira, sem estímulo nenhum.
    Os professores de SC podem pedir ajuda ao Papa Francisco, por que as reuniões por ai no estado não dão resultado.

  • Elias Alves Kuster diz: 30 de janeiro de 2014

    O problema é ainda pior. Vejam que enquanto governadores pressionavam o MEC, professores e sindicatos estavam de férias ou em ‘clima de’. Onde estão os investimentos do pré-sal? Caros mestres, baixamos a cabeça e fazemos que ministramos aula ou aderimos a uma greve já? Me indigna um governo que se orgulha com os índices da educação…estamos lá no fim da fila, literalmente. Pressão prá valer neles? A classe dos professores ainda não sabe a força que tem nas mãos…se parássemos mesmo…por outro lado o governo sabe que os pais contam com a escola para livrar-se de seus ‘amores’ em casa. E assim a escola é um depósito velho e ultrapassado. Como acreditar num país melhor onde se priorizam estádios, carnaval, eventos grandes, investindo-se bilhões…Será que o governo se convenceu que basta um “pão e circo” num país onde o futebol, a novela, o bbb, o sensacionalismo, tomem conta e divertem o povo?

  • Lucia Helena diz: 30 de janeiro de 2014

    Se esse senhor for candidato Santa Catarina afunda de vez…Tudo está indo cada dia mais para o buraco..Está chegando a um nível de maldade, com a categoria do magistério, JAMAIS vista em nosso estado e um bando de políticos batendo nas costas deste DESGOVERNO… Espero que os partidos políticos rompam com este governo e apresentem um plano de ação para oxigenar nosso estado que agoniza nas mãos desses senhores.

  • gerson jacoby diz: 30 de janeiro de 2014

    dá-lhe colombo e sua troupe, LHS, eduardo moreira. Eu presumo que eles não vão nem dormir com essa choradeira.GREVE JÁ, GREVE JÁ, GREVE JÁ

  • Marcia Duarte diz: 31 de janeiro de 2014

    Eu já vi tanta coisa nestes 25 anos de magistério que é de arrepiar, mas deixa estar… este ano o povo vem visitar a BASE ELEITORAL, estaremos esperando esta tropa de não vale nada, essa corja de corruptos e o seu PAGAMENTO não será parcelado, sera tudo a vista em OUTUBRO… a situação da educação todos conhecem, todos sabem, nossas dificuldades também…. sem comentários. Bem vindos a mais um ano letivo em Santa catarina

  • Carlos Eduardo diz: 31 de janeiro de 2014

    Quem acabou com o reajuste da Lei Estadual foi o Sinte-SC. Fizeram um acordo e conseguiram fazer com que a Educação recebesse tratamento diferenciado do funcionalismo de Santa Catarina. Tudo em nome da ilusão do Piso, que nem eles acreditam. Conseguiram fazer que nós professores ficássemos sem reajuste da lei e com reajuste do piso parcelado. Só alienado não vê isso!!!! Agora o governo trata todas as categorias uniformemente e a Educação não, graças ao Sinte-SC e seu piso de isopor!!!!!

  • fiedler diz: 31 de janeiro de 2014

    Não adianta querer brigar pelo seus direitos como um LEÂO e quando vão votar transformam-se em OVELHA , para não chamar de outra coisa … É a classe mais desunida do Brasil , quando deveria ser justamente o contrário . Vão querer ensinar o que se não aprendem nem a votar … Saudações

  • PROFESSOR diz: 31 de janeiro de 2014

    Moacir,quero o direito de pagar o IPVA,ICMS,IR,ETC…..em parcelas e abaixo da inflação.Gostaria de saber se não tem lei para o governo,se eu não pagar o ipva em dia,prendem o meu veículo e pago multa,com o geverno nada acontece,onde fica os direitos? É revoltante.

  • Claudinei Schimanko diz: 31 de janeiro de 2014

    Governo que não respeita a classe do magistério, não respeita o povo catarinense. Sequer cumpre a lei. Estado estagnado!! E tem gente achando bom!! Como poderia piorar??

  • PROFESSORA diz: 31 de janeiro de 2014

    Meus colegas acima já falaram tudo…temos que conscientizar a população contra este governador!!!sou a favor a GREVE!!!

  • Professora diz: 31 de janeiro de 2014

    to com nojo desse governador todos os profissionais que se efetivaram em 2013 não receberam as férias como de direito assim como eu tb,meu aumento foi de 24,00 tanto q nem sei o q fazer com ele.Ele esta debochando da nossa cara faço campanha de graça contra esse …………

  • Eliana-Mafra diz: 31 de janeiro de 2014

    Caro Moacir
    Espero que agora, o senhor possa ver com clareza o que esse governo, e o anterior também, fizeram com a educação. No final de carreira recebemos quase a mesma remuneração que os que estão iniciando e com apenas o ensino médio. Uma vida de dedicação, esforço e estudos para não receber nada. Todos os professores do Estado estão com a folha comprometida devido aos empréstimos que fizeram para manter o mínimo de dignidade. Trabalhamos 3 períodos em escolas totalmente sucateadas. O governo afirma de pés juntos que cumpre as horas atividades, porque professor aqui neste Estado tem que trabalhar hora-relógio, e não hora-aula, como previsto. Então trabalhamos 40 ou 60 horas durante a semana. É obrigatório o professor permanecer na escola para fazer as tais horas atividades, mas em muitas escolas, não existe sequer um local apropriado para isso, pois a sala dos professores está sendo usada como sala de aula, ou de vídeo ou biblioteca. O professor tem que ficar rolando pelos cantos da escola, isso quando o diretor não resolve que ele tem que ajudar em algum serviço administrativo como digitar notas, ou atender pais, pois não existe funcionários suficientes para o administrativo. Dessa forma, sinceramente, espero que o senhor, neste ano entenda nossas razões quando a greve eclodir, e possa divulgar a realidade do nosso sistema educacional, e não este conto da carochinha que o governo vem propagandeando por toda Santa Catarina.

  • Eliana-Mafra diz: 31 de janeiro de 2014

    Senhor fiedler
    Não creio que o senhor acredite realmente que esse governo foi eleito só por professores. Se tal afirmação realmente traduzir seu pensamento, então devo informá-lo que está equivocado, e muito. Porque no Estado vivem outras pessoas também, e essas votaram errado também. E como professora, posso tentar mostrar a realidade, mas infelizmente não posso obrigar ninguém a não votar nessa corja que aí está. Então pare de ser egoísta e deixe os professores resolverem suas pendengas como melhor lhes aprouver. Muito ajuda quem não atrapalha.

  • Lívia diz: 31 de janeiro de 2014

    Só quero responder algum item que li no comentário do LIASEAL, quando disse que o SINTE , direção.. sei lá… ” um sindicato pelego????” , Esqueceu que sindicato é vc também?? Não adianta ficarmos nos insultando! Vamos nos unir ainda mais! É assim que diremos NÃO a essa politicalha, aos DESMANDOS deste DESgoverno!!! Outra coisa muito importante que podemos fazer juntos, e isso nós já nos comprometemos na greve de 2011, é não votarmos mais nessa CORJA !! Ouvimos deles que professor não elege ninguém! Vamos ver então! Porque temos família, temos amigos! Leveremos todos conosco! OK!

  • Lucia diz: 31 de janeiro de 2014

    Socorro…… e a imprensa, cadê? Não vi nem ouvi nada questionando o governo…cadê as promessas do Colombo e do secretário sobre a descompactação da tabela? 8,5%…Fala sério.

  • kakakakakakaka diz: 31 de janeiro de 2014

    Bundões, bundonas… kakakakaka!
    Vocês acreditam que essas ameaçazinhas… ” olha que tem eleição! ” servem para que mesmo ? Saibam que o governo compra vende embrulha leva e trás de volta milhões de votinhos seus panacas. Vão estudar, pensar, categoria de merda que pensa ter o rei na barriga e por demais prepotentes é isso aí que todos veem, todos sabem… mal e porcamente redigem um comentário. Mas vocês merecem, deste jeito que procedem vocês merecem é um relho na bunda, um tanque cheio de roupa para lavar ! Expliquem para mim entender: porque não pensam, não agem e só reclamam, para ao papa, para o Moacir, para o bispo… menos para quem tem que reclamar e exigir ? Brincam demais em serviço e o movimento de vocês é uma piada, a greve de vocês é assim: … só se não cortar o ponto. Fazem paralisações só em dia letivo, pago pelo estado, controlado pelo governo e fhodendo o aluno. Certo ? Ou é mentira ? Criem pelo menos vergonha na cara, larguem estas asneiras e vão tirar os ovos debaixo dos braços seus ignorantes, incompetentes, infelizes e mal amadas!

  • Artesão diz: 31 de janeiro de 2014

    E tem trouxa que vai votar nele!

  • Paulo Afonso Piovezan diz: 1 de fevereiro de 2014

    Colegas, tenho 20 anos de profissão como todos, sou efetivo como todos, mas o cenário que vejo é o seguinte:

    -Colombo não precisa da educação(Nós) para ganhar a eleição.

    1° não somos bem vistos pela população(somos conhecidos como baderneiros), logo ele não esta preocupado com os professores de Santa Catarina.

    2° nossa categoria não é categoria.Eu não entendo os profissionais que não se manifestam e se escondem(Professores Ratos). Como dormem a noite?

    3° Um dia tive alguma esperança na ex professora e ex líder sindical Ideli, agora até ela quer fazer dobradinha com o Colombo.

    4°As secretárias regionais estão lotadas de professores com ótimos vencimentos e que acabam corroendo a receita da educação.

    5° Professor diz ter repulsa e não quer se envolver na política, então não reclamemos do que os outros profissionais decidem por nós.

    6°o Colombo não tem a mínima ideia de como funciona o plano de cargos e salários do magistério, ele só olha o montante final da aplicação do recurso, esta é a maior prova de incompetência administrativa que ele pode dar. Mas convenhamos , em fazer aliança ele é muito bom.

    Se preparemos, é só o começo dos vários crimes morais que ele fará conosco.

  • homi du céu diz: 1 de fevereiro de 2014

    parcelar o ensinamento também no decorrer do ano.

  • Lívia diz: 1 de fevereiro de 2014

    Só gostaria de dizer algumas palavras ao colega “KA,KA,KA…”, Sei que não devia perder meu tempo com você, mas por milagre, hoje eu posso!
    Sabe, suas palavras soaram com muito gosto de amargura! Isto me pareceu ficar bem claro! A caso você está sendo muito perturbado nessas férias, tão merecidas, dos professores? Ou sente uma grande vontade de ser profe também? Se sim, vem conhecer nossa realidade, nosso trabalho, nossa luta… Ah, o governo é o mesmo. Triste,né não??
    OPS! não sei se o magoei! Quem sabe você é mais um destes puxa saco!
    Perdão, heim!! Bom, se o seu ranço é por essa causa, ingresse no magistério quem sabe assim poderemos falar a mesma língua, pois sem isso, é impossível você nos compreender! Boa noite querido KA,KA,KA, . fique bem!

  • Evelyn diz: 2 de fevereiro de 2014

    Que estado é este???
    Um estado com um dos maiores pib per capita do país apresenta uma proposta desta….
    Não quero ganhar um salário supervalorizado que não seja condigno com a realidade em que vivo e atuo, mas, a mesma justiça que prego para os outros, prego para mim. E, tal proposta de reajuste, com a maior parcela a ser paga um mês antes do reajuste do ano vindouro, é ultrajante!
    Apesar de ter experiência em ensino particular e trabalhar no ensino superior, não vou desistir da escola pública porque acredito nela, e, mesmo com as dificuldades encontradas, gosto do que faço. Mas, em momento algum, isto me tira o direito de lutar por aquilo em que acredito e mereço e, em 13 anos de profissão, este governo bateu recorde no desrespeito à categoria, fazendo-nos literalmente de palhaços com todo esse papo furado dos últimos anos, não achem que nos enganaram.
    Ah, mas como a propaganda faz SC parecer a 8ª maravilha do mundo em educação, (com todo o respeito àqueles que nada tem haver com isto, inclusive às crianças) será que os filhos e netos do governador, secretário e deputados estudam na escola pública?
    Mas, deixe estar, senhores, acredito nas leis de causa e efeito, e, cedo ou tarde, os efeitos virão, porém talvez seja tarde demais para os consertar.

  • professor H Mendonça diz: 2 de fevereiro de 2014

    So a mobilização da categoria resolvera. caso contrario vamos dançar, novamente.

  • Cleusa Elena do Nascimentoi diz: 3 de fevereiro de 2014

    Caro Pereira,
    Fiquei chocada hoje quando vi que o salário liquido das serventes da escoa é de R§ 1.947,56, nada contra, acho até que merecem, e o piso dos professores? Está na hora da imprensa sempre poderosa mostrar de que lado está. E principalmente você sempre tentando demostrar imparcialidade.

  • ana diz: 3 de fevereiro de 2014

    Mais uma C….. deste governo.
    Desculpe, mas só mesmo com palavrões para definir a atuação deles.

  • Aninha diz: 4 de fevereiro de 2014

    Vamos fazer uma anti-propaganda deste governinho aos alunos e pais, usando as aulas e reuniões de pais para esclarecê-los da realidade.

  • Melania diz: 5 de fevereiro de 2014

    Moacir!!!
    Uma sujestão…deverias exigir que as pessoas que postam comentários em seu site usassem nomes próprios e não códigos…com isso todos podem questionar o sem ética do KAKAKAKAKA…que acredito ser um que mama de deitado nas tetas do governo e não tem dignidade de falar de nossa categoria…Sr (se é que se pode chama-lo assim) KAKAKAKAKA quem é você???? Com certeza não passaste pelas mãos de um professor e muito menos por uma escola, tamanha a sua insignificância…e ignorância…

  • Prof Ed diz: 5 de fevereiro de 2014

    E isso vem ano vem ano e o governo pisa e massacra a educação….A mídia se cala e consente pois e tem o rabo preso com o governo….Esse pais esta tomado pela corrupção…..Não há esperança em mais nada….

  • Gabriela da Silva diz: 7 de fevereiro de 2014

    Infelizmente o governo fez muito bem a sua lição de casa, a estratégia dele foi muito bem articulada e com certeza o governo federal previa isto.
    Quando aceitamos o reajuste como proposta de piso, automaticamente o discurso e fundado nesta lógica piso. Com isto ser ACT e muito mais vantajoso que ser efetivo e com isto se aperfeiçoar.
    Vejo que nada contra temos contra os que iniciam, mas a estrategia da classe dirigente foi super vantajosa. Temos que mudar também nossa estrategia para que conseguimos o reajuste na carreira. Venho questionando o SINTE em toda assembleia que vou e sobre este fato: Acham que um iniciante vai se mobilizar por greve se para ele o governo esta sendo pai e não padrasto. As estratégias de formuladas pela categoria não esta repercutindo. O governo vai ficar nesta que paga o piso. O SINTE pedindo na carreira e isto vai se rolando. Os governantes se articulam muito antes que nos dirigidos possamos se fazer categoria. Ao longo da história vem as alegações para não entrar na greve: estou em estagio probatório, sou ACT, estou no final de carreira. O que sobra é uma minoria que infelizmente leva a categoria toda nas costas.