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Falta luz: a Celesc na berlinda

31 de janeiro de 2014 12

Duas histórias que se espalham pelas redes sociais revelam o tom das críticas dos usuários da Casan e consumidores da Celesc com a qualidade da prestação de serviços públicos.

A primeira  é conhecida.  A água faltou no norte da Ilha de Santa Catarina.  A Casan responsabilizou a Celesc.  Faltou energia e o sistema de bombeamento parou.   Passada a semana do réveillon, a Casan regularizou a distribuição de água. Aí, a Celesc entrou em cena.  Multiplicaram-se no oeste e no planalto norte as queixas pelos cortes no fornecimento de energia.  Protestos ocorreram em vários municípios.   O presidente da Celesc, Cleverson Sieverdt, chegou a viajar ao planalto norte para se reunir com os consumidores, empresários e fumicultores.   Acionou a área técnica e encontrou solução emergencial.

Nos últimos dias, a luz tem faltado em vários pontos da Ilha e de municípios da região.  Surgiu a segunda história, em forma de anedota:  tubos da Casan estouraram,  causando o desligamento das redes elétricas.   Ficção, claro, revelando o bom humor do ilhéu.  A água acaba por falta de luz;  e a luz desaparece por excesso de água.

O ineditismo ocorreu ontem no Centro Administrativo na SC-401.  Os funcionários foram dispensados as 13 horas.  Por falta de energia elétrica.

O presidente Cleverson Sieverdt alegou defeito no alimentador.  Em relação a outras ocorrências, debitou ao consumo elevado.  Crescia média de 4% a 5%.  Em janeiro passou para 11%.  Em Florianópolis a demanda saltou para 18%.

Questões ambientais também travam obras e serviços. Subestações contratadas estão paradas em Santo Amaro e no planalto norte.

Só falta fecharam hospitais para proteção do meio ambiente.

Comentários

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Comentários (12)

  • Antonio diz: 31 de janeiro de 2014

    MOACIR ISSO É CASO DE POLÍCIA.
    OLHA INCOMPETÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO DO REI DO MUNDO COLOMBO. COM A NOVA COLIGAÇÃO VAI MUDAR MUITO. AGORA SE COLIGOU COM PT E SEUS PRESIDIÁRIOS POIS AINDA NÃO FORAM EXPULSOS DO PT. ESSE É O MOTIVO PARA NÃO SUBIR NO PALANQUE DA DILMA. LOBO VESTIDO DE CARNEIRINHO. O JOÃO PAULO CUNHA AINDA ESTA TRABALHANDO. QUEM ACREDITAR NESSA CORJA DE POLITIQUEIROS SÓ LOUCO. DIGA COM QUEM ANDAS QUE DIREI QUEM TU ES. AGORA SABEMOS O PORQUE DELE NÃO GOSTAR DE PROFESSOR. PELA COLIGAÇÃO QUE FEZ, NUNCA TEREMOS UM BOM SALÁRIO COM O REI DO MUNDO COLOMBO. A ILHA VAI SER INVADIDA PELOS CONDENADOS DO PT. A IDEOLOGIA DO PSB É DINHEIRO E DO PT E DE COMPRAR PODER. AI ESTAMOS PERCEBENDO O VERDADEIRO VALOR DO HOMEM QUE QUER ADMINISTRAR SC. QUEREM FAZER OS CATARINENSES DE TROUXA. COMO VAMOS VOTAR NESSA SUJEIRA QUE ACONTECE NOS PARTIDOS DE HOJE ?

  • André Luis de Gasper diz: 31 de janeiro de 2014

    Que comentário mais inútil: “Só falta fecharam hospitais para proteção do meio ambiente.”

    Questões ambientais sempre devem ser consideradas, uma vez que nossa energia provém, da força dos rios, que são constantemente degradados e assoreados! O problema é que cronogramas e um planejamento adequado nunca são feitos, logo as obras sempre atrasam por conta dos “problemas ambientais”.

  • Risonho diz: 31 de janeiro de 2014

    Caro Moacir,
    A segunda história é ficção, mas nem tanto!!!
    Poucos sabem (que aliás é um mistério porque isto não apareceu na imprensa!) que a CASAN, pouco antes do Natal perfurou e danificou o cabo que passa na ponte….Exatamente! Aquele mesmo do apagão de 2003. Se não tivesse sido realizada as obras que propiciaram uma segunda fonte de energia para a ilha, teríamos uma festa de aniversário de 10 anos do apagão…no escuro! Desta vez por culpa da CASAN!…aliás porque acha que CASAN e CELESC estão se pegando nos noticiarios desde os problemas no Reveillon!?
    E tem mais! Demorou mais de 1 mês para consertarem o cabo ao custo de alguns milhões! Funcionarios do fabricante do cabo trabalharam dia e noite na ponte…afinal de contas, neste período voltamos ao que era antes: uma unica fonte de energia na ilha de Santa Catarina.
    Pesquise e verás!!!

  • Felipe Machado diz: 31 de janeiro de 2014

    Para tudo existe um limite, inclusive a energia, para isto, temos que descer um degrau, e compartilhar com os municípios qual a capacidade de crescimento de cada um (isto se houver) preventivamente, e impor penalidades aos administradores locais que só pensam em crescer e encher os cobres públicos com IPTU, ITBI… Em Santo Amaro da Imp., por exemplo onde por questões de relevo, o calor é pior do que em Blumenau, falta energia diariamente, e já vem de tempos, um sofrimento gigantesco para todos. O pior, a anos a população exige um novo plano diretor para conter a desordem local, para se ter uma ideia está previsto um acréscimo de 1300 moradias nos próximos meses (+ 5.000 pessoas = 25% da população), com prédios por todos os lados e sem disciplina na forma de construir, pois a lei atual é de mais de 23 anos atrás, até a Promotoria Publica do Estado tentou conter a desordem local no crescimento e não conseguiu…os construtores recorreram e o processo foi ao TJ/SC aguardando julgamento a meses… A Assembléia precisa intervir e criar estas regras de controle e punição das demandas de energia e água. Primeiro disponibiliza depois libera o consumo.

  • clementina pinto da silva diz: 31 de janeiro de 2014

    Quanta desculpa esfarrapada!
    Meu filho comprou um apartamento em São José no ano passado.
    A construtora espera há meses que a Celesc faça a ligação para poder entregar as chaves aos compradores.
    Até agora, nada.
    Onde estão as agências reguladoras que nada fazem?

  • Cláudio diz: 31 de janeiro de 2014

    Se a falta de água é responsabilidade da Celesc a falta de energia é responsabilidade da Casan?

  • Marcelo diz: 31 de janeiro de 2014

    Brasileiro só quer direito, eita povinho desgraçado…
    A culpa de tudo é sempre dos outros, sei.
    Vão trabalhar direito, criar consciência social e parar de falar m….

  • fernando diz: 31 de janeiro de 2014

    A pergunta a se fazer é a seguinte? Qual é a empresa ou órgão publico que é bem administrado pelo politico ali nomeado pelo governo municipal, estadual ou federal? Eu sei a resposta, NEM UM e sabe porque? Os mesmos estão ali com um único objetivo manobras politicas que favoreçam o próprio partido, seja na contratação de serviços terceirizados de empresas que pertencem aos outros coleguinhas de partido, ou extorquindo as empreiteiras com intuito de formar caixa dois, eles não estão preocupados com o povo, e sim na manutenção da continuidade do poder. O povo tem que colocar uma coisa na cabeça politico nenhum tem capacidade de administrar nada, e é por isso que nossa empresas CELESC E CASAN estão na situação do momento, você acha que vai sobrar para quem o estrago que estes políticos deixam nas empresas depois das suas desastrosas passagens por diretorias, departamentos etc…, quem tem que acertar a casa é o coitado do funcionário publico concursado, a história conta sobre as dez pragas do Egito, eu considero o POLITICO com a decima primeira.

  • Edgar diz: 31 de janeiro de 2014

    Caro Moacir:

    Vivemos em Santa Catarina, sob a ditadura do bananarquismo!
    Aquele negócio de um passado recente, de oligarquias, deu lugar à essa nova ordem politica.
    Eu explico: a gente elege um banana para nos administrar e ele é incapaz sequer de pedir os cargos de confiança dessas duas estatais, visivelmente com sérios problemas de administração. Vira uma anarquia comandada por um banana. Aliás, não consigo entender porque a CASAN e a CELESC possuem Conselhos de Administração pagos pelo contribuinte, se está essa bagunça. Afinal, administram o quê? Gestão pode até ser uma palavra conhecida por lá, porque faz parte da propaganda oficial, mas certamente muita gente não sabe do que se trata.
    Não vi ninguém dos tais Conselhos se manifestar até agora.
    Um governo que está no último ano de mandato(e se depender de mim, será o último forever…) e que não consegue planejar e executar as ações básicas de fornecimento de água e energia para um Estado turístico, é total falta de competência.
    Como o bananarquismo impera e é mais fácil os presidentes das duas estatais mandarem o governador para casa para tratar as vacas, do que os mesmos serem substituídos, solicito a gentileza aos dois, que coloquem seus cargos à disposição.
    Pode ser que pelo menos assim, iniciemos uma reforma administrativa, colocando gente menos incompetente no comando dessas empresas.
    E assim vocês terão tempo de buscar uma nova colocação ainda em 2014, pois e demissão de todos a partir de 2015 está sendo solidamente construída.
    Fica o recado. Vão fazer um cursinho de reciclagem profissional, pago pela Secretaria de Assistência Social, dentro do Pacto por Santa Catarina. Excelente qualidade, podem confiar! He, he, he!
    Fica o meu desabafo diante de tanta incompetência reunida.
    E por favor Sr. Cleverson, não faça uma nota oficial cheia de justificativas para me responder. Isso é RIDÍCULO!
    Um abraço,

    Edgar

  • izidoro azevedo dos santos diz: 31 de janeiro de 2014

    Será que não perceberam ainda que (num governo formado por filhotes do Jorge Bornhausen), quanto menos eficientes se mostrarem as empresas da administração indireta estadual (CELESC e CASAN), tanto mais fácil será cooptar a população para a ideia e fazer triunfar o maquiavélico plano de privatização de ambas?

  • Antonio Marcos Feliciano diz: 31 de janeiro de 2014

    Concordo que estamos caminhando para um cenário de problemas sérios para os catarinense (fiquemos apenas por aqui). As instituições públicas estão sob a guarda de partidos políticos, que nomeiam, por incrivel que pareça, os menos competentes e pouco sinceros para cargos estratégicos nessas organizações. Quando ocorre problemas, verifiquem o rodizio de interlocutores e as bobagens que falam, culpando tudo e todos, mas tentando oferecer uma luz, os famosos processos licitatórios, são vilões e salvadores ao mesmo tempo.
    A Celesc e a Casan fazem parte desse contexto. Verifiquem, nos ultimos dez anos passaram por quantas gestões. Quanto as agências reguladoras, sem comentários, são uma grande piada.
    Talvez um pouco de profissionalismo, empenho, trabalho e foco na gestão pública, além de outros elementos, possam restabelecer a ordem nas instituições públicas de Santa Catarina.

  • Luis diz: 1 de fevereiro de 2014

    Estão vendendo cidades que não podem entregar. Está INSUSTENTÁVEL o crescimento da Grande Fpolis. E nossos vereadores metidos a urbanistas e mamando nas construtoras, não param de aumentar o potencial construtivo dos terrenos. É o prólogo do caos, da barbárie urbana. Sem água, sem luz, sem mobilidade, sem segurança e com Colombo, CASAN, CELESC e esta classe política no bolso da máfia imobiliária.
    A culpa? A culpa só pode ser dos perigosos ecochatos…