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Audiência de conciliação entre sindicatos do transporte coletivo de Florianópolis segue sem acordo

02 de junho de 2014 2

Está sendo realizada neste momento uma audiência de conciliação, na sala de sessões do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SC), entre os sindicatos trabalhistas e patronais do transporte coletivo de Florianópolis. Agendada pelo desembargador Jorge Luiz Volpato após a paralisação que trabalhadores da categoria deflagraram na Capital na última semana, o encontro tenta solucionar o impasse referente à extinção de 350 postos de trabalhos de cobradores, prevista no novo contrato firmado entre a prefeitura e empresas do setor.

A audiência começou por volta das 15h e até às 17h nenhuma decisão foi alcançada. O Desembargador Volpato já fez reuniões individuais com cada uma das partes, mas sem resultar em acordo até o momento.

Também é esperado que o desembargador tome uma decisão sobre a ação ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho, que pede a execução da multa de R$ 50 mil reais, ou penhora de bens, do Sintraturb (Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Urbano da Região Metropolitana de Florianópolis) e Setuf (Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Florianópolis) pelo não cumprimento da liminar que estabeleceu frota mínima de 80% nos horários de pico ( 5h30min às 8h e das 17h30min às 20h) e 60% nos demais horários, no caso de paralisação do transporte coletivo da Grande Florianópolis.

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Comentários (2)

  • Juliano Menezes diz: 2 de junho de 2014

    Bom, observo esta situação sob três aspectos. O primeiro é das famílias dos trabalhadores que podem passar por dificuldades no caso de eles serem demitidos. O segundo é o de estes mesmos profissionais não tem a população do seu lado, pois pelo que vi de suas argumentações de que são necessários a segurança ou que auxiliam idosos e gestantes, todos sabem que em sua maioria eles são mal educados e não ajudam coisa alguma. Por fim, observo a população que fica a mercê destes “profissionais” que não respeitam a legislação e a ordem de manter a frota mínima, ou seja só pensam nos seus direitos desrespeitando o direito da população. Resumindo, a modernidade está ai e quem não se moldar a ela, fica pra trás.

  • silverio diz: 2 de junho de 2014

    Estas audiências nunca dão em nada. O povo já sabe o resultado: Motoristas, cobradores e empresários é quem mandam no transportes da cidade e o prefeito nada pode fazer (?). 4ª feira todos em casa, comércio às moscas, alunos sem escola, hospitais sem pacientes, por causa de um bando de vagabundos que agora se tornaram funcionários “efetivos” da prefeitura, pois a mesma não pode mais demiti-los.