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Definido o tempo de cada candidato durante o Horário Eleitoral Gratuito

25 de julho de 2014 2

O Tribunal Regional Eleitora confirmou o tempo oficial que cada candidato terá durante o Horário Eleitoral Gratuito. Na ordem: Raimundo Colombo (PSD), com 8min05seg, Paulo Bauer (PSDB), com 4min25seg, Cláudio Vignatti (PT), com 3min07seg, Afrânio Boppré (PSOL) e Janaína Deitos (PPL), com 54seg cada, Elpídio Neves (PRP), com 53seg, Gilmar Salgado (PSTU) e Marlene Soccas (PCB), com 50seg cada.

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Comentários (2)

  • EDSON MELO diz: 25 de julho de 2014

    Aqui podemos observar claramente a desigualdade numa campanha eleitoral. Não só o tempo de tv e rádio mais também a estrutura que cada um tem para concorrer a uma campanha.
    Sou totalmente a favor não só ao financiamento de campanha como também do tempo de mídia dado a todos os partidos que concorrem a um pleito. A formatação do que está ai hoje é totalmente desigual, não permitindo que partidos menores cresçam e somente os grandes permaneçam no poder, custe o que custar.
    Uma campanha política deveria ter igualdade de condições a todos os concorrentes e assim o povo teria muito mais conhecimento das propostas dos demais e poderiam fazer melhor suas escolhas. Se o PRP hoje tivesse a estrutura e as condições dos demais candidatos, certamente iríamos surpreender e faríamos a diferença. Nós temos no PRP pessoas grandes, de ideias grandes e de pensamentos grandes, porém em um partido que ainda está em fase de crescimento e reconhecimento, que quer conquistar seu espaço não fazendo acordos e conchavos políticos, mas sim mostrando um trabalho diferenciado.
    EDSON MELO – Presidente Estadual

  • Professora do Sinte diz: 26 de julho de 2014

    PAULO BAUER: o senador demagogo

    O posicionamento do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) sobre o aumento de 15,85% no Piso Nacional do Magistério, anunciado na última quinta-feira (24) pelo Ministério da Educação, feito durante entrevista à Rádio Senado, causou surpresa negativa ao SINTE/SC (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Estadual de Santa Catarina).

    Primeiro, porque o discurso do senador, ex-secretário estadual da Educação de Santa Catarina, é demagogo. Durante sua gestão frente à Secretaria Estadual da Educação (SED), o senador não implantou o PSPN (Piso Salarial Profissional Nacional) aos professores da rede. Ao contrário, junto com outros estados, Santa Catarina entrou com uma ADIn junto ao Supremo Tribunal Federal questionando a legalidade da Lei do Piso. Um dos argumentados defendidos pelo então secretário estadual de Educação era de que, se implantado, o Piso traria ônus para o estado.

    Segundo, porque Paulo Bauer, enquanto secretário estadual da Educação, negou, sistematicamente, o diálogo com a entidade representativa da categoria para discutir a valorização do trabalhador em Educação na rede pública estadual de Santa Catarina.

    Ao contrário, implantou medidas que contribuíram para o efetivo sucateamento da escola pública, como a terceirização da merenda escolar, a terceirização de serventes e vigias, punição e descontos aos trabalhadores que defendem a gestão democrática nas escolas. Sem contar a defesa ferrenha para a municipalização do Ensino Fundamental.

    Lembramos, ainda, que, o estado de Santa Catarina, é um dos 10 entes federados que pagam o pior salário para os trabalhadores em Educação.

    O SINTE/SC, afirma assim, que a gestão do atual senador Paulo Bauer, foi uma das que menos assumiu compromisso com a Educação Pública, gratuita, de qualidade e democrática no estado de Santa Catarina.