Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Espaço Aberto afirma que operários foram impedidos de trabalhar na ponte Hercílio Luz

30 de julho de 2014 7

Por Luis Antonio Hangai

A construtora Espaço Aberto está denunciando que no começo da tarde desta quarta-feira, por volta das 14h, seus funcionários foram impedidos de continuarem os trabalhos de restauração na ponte Hercílio Luz, em Florianópolis. Segundo a assessoria de comunicação da empresa, vigias contratados pelo Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) teriam bloqueado a entrada de oito operários. Funcionários da construtora chegaram a abrir um boletim de ocorrência na 3a Delegacia de Polícia da Capital.

Nota da Espaço Aberto enviada a imprensa diz que não foi “permitida a entrada, nem para a necessária manutenção dos equipamentos da empresa ali depositados – como uma balsa e um barco que precisam ser ligados diariamente sob risco de afundarem – e nem para retirar os próprios pertences”.

Leia também:
SC-403: Espaço Aberto diz que governo não pagou e não empenhou
Presidente da Espaço Aberto garante que vai entrar na Justiça
Deinfra informa que deve reiscindir contrato com a Espaço Aberto

O presidente do Deinfra, Paulo Meller, por sua vez, informou que nesta quarta-feira houve apenas reforço na segurança para proteger os materiais utilizados na construção e que os vigias estavam orientados a permitir somente a entrada de funcionários autorizados. Ele afirmou também que a própria Espaço Aberto já teria enviado uma lista com o nome dos operários que poderiam entrar no canteiro de obras e que não há determinação por parte do órgão de impedir ou expulsar trabalhadores do local.

Os operários da Espaço Aberto gravaram um vídeo no momento em que tentavam entrar no canteiro de obras. Veja abaixo:

Comentários

comments

Comentários (7)

  • revoltado com todos partidos políticos diz diz: 30 de julho de 2014

    Tudo vai acabar em pizza, todos que comandaram, nosso estado os mesmos de agora e os futuros são tudo farinha do mesmo saco, voto nunca mais pago uma multa e fico feliz. Vida longa Isadora Faber e seu diário de classe.

  • Amigo do Lilinho diz: 30 de julho de 2014

    O diretor do Deinfra Paulo Meler é o principal cabo eleitoral de Raimundo Colombo.
    Só joga contra.
    Não consegue fazer um gol.
    Todas as obras paradas.

  • Mário diz: 30 de julho de 2014

    Na verdade eles querem arrumar um fato novo para serem indenizados pelos serviços que nao fizeram. Sao realmente uns caras de pau. É só fazer um levantamento das obras que ganharam e das obras que nao entregaram nos prazos acordados. Como disse nosso governador eles só trabalham via termos aditivos.

  • Alemão diz: 31 de julho de 2014

    Ai presidente do DEINFRA. Assistiu ao vídeo desta reportagem. Agora justifica o que o senhor falou no jornas NOTICIA DO DIA. A população precisa saber a verdade. O Senhor conhece este tal de Eng. Wenceslau que deu a ordem para o segurança.

  • All Lucas diz: 31 de julho de 2014

    Prezados

    Vésperas de eleição, muito caixa 2 transitou pela SC-401 quando do desmonte do desmoronamento no morro pouco depois da entrada de Cacupé, depois, muito caixa aditivo e caixa 2 para a SC-403, via de acesso ao aeroporto também, e por fim Ponte Hercílio Luz, haja aditivo sem obra correspondente para tanto caixa 2. Seria interessante saber quem foram os responsáveis que liberaram as medições para os pagamentos indevidos……….????? Onde foi parar o dinheiro??? Conferência de planilhas, pago x executado? volumes transportados, etc… coisas básicas da engenharia e das finanças..?? Interessante, parece que a empresa estava colocando seu próprio dinheiro, muito boazinha, filantropa ………

  • Claudio diz: 31 de julho de 2014

    Estou cansado dessa novela;(…começa obra… pára obra).E o jornalismo televisivo acaba ajudando,colocando a culpa na construtora.Agora começa tudo de novo; licitação,ORÇAMENTO e nova empresa.Quem fica com os lucros?

  • Pedro diz: 31 de julho de 2014

    Vergonhoso o que esta corja que, independente do partido que representam, está há muito tempo no comando e já se apoderou dos cargos e das competências que têm, ou que pelos menos pensam que têm. Interessante que intitulam servidores (principalmente os comissionados) como se isso representasse status. Já deixaram há muito para trás o sentido da função que desempenham: servir a sociedade. Agora são os pau-mandados cabideiros.