Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Brasil é campeão em ações na Justiça do Trabalho

31 de julho de 2014 8

Durante o Encontro dos Presidenciáveis na CNI foi divulgado um dado sobre o custo da legislação trabalhista. Segundo o Conselho Nacional de Justiça, no ano passado foram ajuizadas 3.859.821 ações na Justiça do Trabalho. Nos Estados Unidos o total atingiu a 100 mil. No Japão, foram apenas 3 mil ações.

Comentários

comments

Comentários (8)

  • Darlan diz: 31 de julho de 2014

    Observando detalhadamente as relações que existem entre empregadores e empregados no Japão e nos Estados Unidos chega-se a conclusão do porque das ações trabalhistas serem menores nesses dois países.
    Outro fator importante a ser ressaltado é que o Brasil só atingiu o pleno emprego a uma década. Com o pleno emprego mudou-se também a relação entre empregados e empregadores.
    Se há as ações numeradas acima é porque a legislação permite. Só espero que não mudem a legislação para beneficiar aqueles que historicamente são beneficiados com as leis nesse país.

  • Torcedor do INSS diz: 31 de julho de 2014

    E na previdência o campeão é o INSS.

    Não há mais como administrar e conviver com sistemas que vem acumulando ano a ano milhares de processos judiciais.
    Precisamos simplificar e automatizar nossos sistemas previdenciário, trabalhista e tributário.

  • Jonata diz: 31 de julho de 2014

    Interessante seria verificar o percentual de ações procedentes e improcedentes.
    Assim, encontraríamos os culpados por essa grande quantidade de ações.
    Você, Moacir, acredita que a culpa é dos empregados ou dos empregadores?

  • Almir Wagner diz: 31 de julho de 2014

    A impressão que se tem é que é tudo culpa dos governos pelo excesso de burocracia e de leis. Em parte isso é verdade. Mas é fato também que o empresário brasileiro gosta de dar “migué” e negligencia as questões trabalhistas e tributárias. O não recolhimento de INSS, as questões de segurança no trabalho e as jornadas de trabalho excessivas são os principais furos deixados pelas empresas, principalmente as pequenas. Compara-se com frequência os governos brasileiros (união, estados e municípios) com seus pares lá de fora, mas esquece-se de comparar o comportamento dos empresários. No Japão, os empresários cumprem as leis à risca. Certamente este é um dos principais motivos que justificam a tremenda diferença na quantidade de ações trabalhistas.

  • Giffoni diz: 31 de julho de 2014

    Se imediatamente cassassem os executivos e o legislativo, estes, por mal legislarem, aqueles por mal entenderem a legislação, obviamente que o número caíria (e muito); de outro lado, se cassassem todos os advogados que passam a conversa nos pobre previdenciários, e os impedissem de advogar pelo resto da vida, também diminuiria muito; finalmente, se a tal justiça do trabalho entendesse válida a legislação existente e não quisesse “criar” novas leis em sentenças, diminuiria mais ainda.

  • Luiz Carlos diz: 1 de agosto de 2014

    Temos ai duas questões, a primeira é o rigor excessivo da CLT (uma norma da época de getulio vargas), aliado a isso temos a ideologia protetiva da Justiça Trabalhista, e como ainda por cima muitos empresários não tem conhecimento da legislação trabalhista o resultado é esse.

    Norma excessivamente rigorosa + Justiça protetora + desconhecimento da norma pelos empreendedores = milhares de ações na justiça

  • Ah, sim a culpa é SEMPRE dos empresários! diz: 1 de agosto de 2014

    Como se só o empresário fosse desonesto neste país.

    O empregado brasileiro, de maneira geral, é preguiçoso, gosta de levar vantagem em tudo, só pensa em si e não em seus colegas ou na empresa que trabalha.

    O motivo do número de ações trabalhistas é que o empregado recebe incentivo do governo para exercer a malandragem. Todo início do ano, terminado o verão, o fulano pega qualquer emprego que aparece; lá por agosto ou setembro, o fulano começa a miguelar no serviço e a faltar, fazendo de tudo para ser mandado embora. Grande parte das empresas prefere demitir sem justa causa, pagando a multa rescisória, para evitar a (in)Justiça do Trabalho, sempre disposta a fazer caridade com o chapéu alheio.

    Daí o empregadinho enfia o dinheiro da rescisão no bolso, pega outro emprego (sem carteira assinada) e ainda come o seguro-desemprego!

    São MILHÕES de empregados fazendo isto. Todo ano o ROMBO do seguro-desemprego aumenta, e já está em 28 BILHÕES, dinheiro que falta para estradas, ferrovias, escolas, hospitais…

    E depois a culpa é do empresário?!

  • Ah, sim a culpa é SEMPRE dos empresários! – Parte II diz: 1 de agosto de 2014

    Ah, sim, e o mais importante: o empregadinho desonesto passa o verão gastando o dinheiro da rescisão, comendo o seguro-desemprego e vivendo de bicos sem carteira assinada.

    Daí, lá em março o dinheiro acaba e ele recomeça o ciclo do ano anterior.

    E dê-lhe aumentar o rombo do seguro-desemprego e da previdência social por causa disto.

    Este é o Brasil governado por um partido trabalhista. E tem imbecil que ainda acha que estamos evoluindo.

    Estamos é virando uma ARGENTINA.