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Burocracia, de novo

18 de agosto de 2014 8

O grupo Batistella e seus parceiros internacionais está há dois anos enfrentando a burocracia para iniciar as obras de ampliação do porto de Itapoá, no norte do Estado. O projeto é de duplicação numa primeira fase e de quadruplicação a médio prazo. Investimento exclusivamente privado que vai dinamizar a economia e enfrenta os burocratas como adversários.

Comentários

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Comentários (8)

  • gualberto cesar dos santos diz: 18 de agosto de 2014

    Sei que o Grupo Batistella é competente e sério.
    Eles tem uma estrutura organizacional apreciável e que para alguém pode ser burocrática aos extremos.
    Mas isso não lhes dá o “direito” de exporem-se assim como se encontra postado nessa nota.
    Que demonstra ter um forte conteúdo político – e contra quem?
    Mas não se incomodem.
    As brasileiras e brasileiros que foram colocados nos porões da miséria e trazidos ao patamar da sustentabilidade social por Lula e Dilma, querem a releição da mesma Dilma que tem sido elogiada na mídia mundial.
    Nos EUA e na Europa eu assisti largos elogios sobre o Brasil dos últimos 12 anos – é provável que os “entreguistas” que torceram por FHC quando delapidou com as aposentadorias do INSS – chamando os aposentados de “……….” – não vejam isso.
    Sejam “justo” se não são “perfeitos”.
    http://www.facebook.com/OntoPsiquico

  • Daniel – Laguna diz: 18 de agosto de 2014

    Esta é a versão de quem? Do grupo com interesse nas obras? Atenderam a todas as solicitações e exigências legais? Lembram do caso do tal estaleiro em Biguaçu do Sr. especulador Baptista. Caso não fossem os entraves legais teríamos levado o maior calote. Se com a burocracia e a controladoria fazem o que fazem, imagine sem.

  • Cláudio diz: 18 de agosto de 2014

    A burocracia neste caso, se chama “dez por cento”

  • Almir Wagner diz: 18 de agosto de 2014

    Não é porque é investimento privado ou porque os caras têm dinheiro que podem fazer o que bem quiserem. Este país possui regras que precisam ser cumpridas. A informação aqui postada é subjetiva. Coloca estado na condição de vilão e empresário na condição de coitadinho. Alto lá. As coisas não são tão simples.

  • Giffoni diz: 18 de agosto de 2014

    Menos, caro Colunista, muito menos. O fato de o citado grupo e seus “sócios” internacionais quererem fazer isso ou aquilo, em si, nada representa para os brasileiros em geral. Quanto à burocracia, assim, em generalidades, mais desinforma do que que coloca seus leitores à par do que efetivamente acontece. Afinal, de que burocracia mesmo estariam a reclamar? Talvez da exigência do cumprimento da legislação, como sempre e sempre (lembremo-nos do caso do estaleiro do eikebatista, não é?). Portanto, enquanto não formos bem informados sobre a burocracia que “trava os negócios”, ficamos com a correção das medidas legais, regulamentares e administrativas por parte dos órgãos públicos envolvidos: em nenhum país decente neste planeta, caro Colunista, os negócios passam por cima dos Estados e dos cidadãos.

  • Luiz Carlos diz: 18 de agosto de 2014

    E é exatamente pela necessidade de respeitar essas regras que inumeras obras de infraestrutura estão paradas. Desde estradas até usinas hidrelétricas.

  • Reimar diz: 18 de agosto de 2014

    Ha tá….”programa petista de compra institucional de votos” virou magicamente: ” patamar da sustentabilidade social “…
    Só acredita quem tem dois neurônios ou menos.

  • Carlos diz: 18 de agosto de 2014

    Tão bonito ver quando servem as carapuças
    Burocratas que não querem o crescimento, entranhados nas diretorias de secretarias e fundações há anos, só vão permitir que as coisas mudem quando não conseguirem mais segurar suas pesadas canetas.
    É o jogo do “ou me favorece, ou não quero”
    Pra que permitir que outros se criem se podem tomar facilmente seus territórios mantidos a cabides e favores?