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UFSC: O limiar da desordem

03 de setembro de 2014 22

Da coluna de hoje do Moacir Pereira

A polêmica e conturbada gestão da reitora Roselane Neckel na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) terá um novo desafio a partir desta sexta-feira. Os chefes de departamentos e diretores de centros estão obrigados a listar os servidores técnicos e administrativos que não cumpriram as oito horas diárias de trabalho, como manda a lei federal e está fixado em suas nomeações.

A UFSC atravessou o primeiro semestre numa situação que beira a calamidade. Servidores fizeram greve de março a julho. Cruzaram os braços durante cinco meses. Mas os salários foram pagos religiosamente no dia primeiro do mês. Fecharam a Biblioteca Central e o Restaurante Universitário, além de prejuízos para vários departamentos de ensino.

No auge da crise, a reitora baixou uma portaria exigindo o cumprimento de horário. O sindicato decidiu que os funcionários trabalhariam apenas seis horas por dia e não as oito horas que vinham cumprindo até então. A norma interna entrou em vigor dia 1º de agosto e será, teoricamente, executada no dia 5 de setembro. A reitoria promete punir os faltosos ou os que não cumpriram integralmente a carga horária.

As gestões anteriores dos reitores Ernani Bayer, Diomário Queirós, Rodolfo Pinto da Luz, Lúcio Botelho e Álvaro Prata enfrentarem greves de professores e de servidores. Mas nenhuma delas chegou no nível da desordem registrada este ano.
Dá pena ver o que era e em que foi transformada a UFSC

Comentários

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Comentários (22)

  • Aloisio Antoni diz: 3 de setembro de 2014

    A UFSC atual é a imagem do que será o país e alguns Estados após as eleições caso se confirmarem as pesquisas.

  • Raimundo Nonato diz: 3 de setembro de 2014

    Mais um exemplo da gestão caótica da Dilma do PT.
    Bagunça geral !

  • Daniel Dambrowski diz: 3 de setembro de 2014

    Bom Dia

    Gostaria de colocar que a Assembleia Geral dos Técnicos Administrativos em Educação (TAEs) da UFSC decidiu que estaríamos ampliando o atendimento aos usuários da UFSC e nos organizaríamos em escalas de 6 horas, o que na prática significa que para o usuário, a greve atual que é muito diferente da anterior, apenas traz benefícios, os setores em greve atendem mais e melhor o usuário, os setores que não estão em greve fecham no horário de almoço, coisa que é um absurdo para uma instituição de educação.

    Desta forma, esta é uma greve legitima que traz em seu seio a aplicação da legislação federal a respeito da ampliação do atendimento a comunidade universitária e traz em cena o debate a respeito da democracia dentro da instituição.

    Duvidas, sugestões, elogios é só entrar em contato com o comando de greve: comandodegreveufsc@gmail.com

  • André de Mattos diz: 3 de setembro de 2014

    Olá Moacir,

    Bom dia!
    Aproveito que sua coluna de hoje é sobre educação para levantar algumas observações a respeito de matéria veiculada hoje, na página 23 do Diário Catarinense.

    Sob o título “Metas para o futuro da educação em SC” a reportagem de página inteira traz amplo destaque ao que mais uma vez promete o governo, faltando menos de 3 meses para terminar o mandato. Há várias referências à secretária adjunta, sra Elza Moretto. A reportagem, no entanto, não teve a preocupação de procurar o Sindicato dos Profissionais da Educação (SINTE) para fazer o contraponto. Ouvir apenas um lado da notícia aqui em Santa Catarina não deixa de ser a praxe, não é mesmo???

    O que chama a atenção, no entanto, é o pouco caso que o próprio discurso oficial já apresenta. Quase não é necessário ouvir os professores… As “promessas” já são tão ruins que fazem oposição a quem as defende. Senão vejamos:

    Na meta de Nº 16 o estado se “compromete” a formar em nível de pós-graduação 75% dos professores da educação básica “ATÉ 2024″. Ou seja, na visão do governo serão necessários 10 anos para conseguir ter 3 de cada 4 professores pós-graduados… Mesmo com essa quantidade de cursos disponíveis até à distância, pela internet, com custos de menos de R$ 200,00 mensais.

    Já a meta Nº 17 chega a ser hilária: “Valorizar os profissionais do magistério da rede pública de educação básica, assegurando NO PRAZO DE 2 ANOS a existência do plano de carreira, assim como sua REESTRUTURAÇÃO”.
    Oras, nobre colunista… Esse plano é para vigorar A PARTIR de 2015. Então, na melhor das hipóteses, o governo promete REFAZER EM 2017 a carreira que DESTRUIU EM 2011. Não é um governo que valoriza os professores???

    Para terminar, na meta Nº 19, promete “ampliar o investimento público em educação pública para atingir, no mínimo, o patamar de 7% do PIB do Estado no 5º ANO DE VIGÊNCIA DO PLANO e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio.
    Isso porque hoje o Estado INVESTE MENOS DE 6% do PIB na Educação. E a grande proposta é investir pouco mais de 1% A MAIS NUM PRAZO DE 5 ANOS. É um assombro!!!

    Para divulgar esse plano “fantástico”, o Diário Catarinense deu a seguinte MANCHETE, na 1ª página: “Ensino em SC será norteado por 19 metas”. Para quem olha o jornal na banca, parece uma notícia boa, ou ruim? Dá a impressão que o governo é bom, ou ruim???

    Eu queria ser o Colombo!!! Fazer campanha assim, até a minha avó fazia!!! Depois as “análises” são de que o governo é bem avaliado pela população… Com essa imprensa, era o mínimo, o senhor não acha???

    Pobre Santa Catarina!!!
    Um abraço,
    André

  • Marco Antonio da Silva diz: 3 de setembro de 2014

    “Administrar a UFSC é fácil; representá-la exige competência”.

  • Professor diz: 3 de setembro de 2014

    Concordo com o André,ao falar da imprensa catarinense( diário catarinense) que ajudou a acabar com o plano de carreira do magistério. Ao capital tudo e aos trabalhadores da educação nada.

  • Simone diz: 3 de setembro de 2014

    Bom dia

    Enquanto essa briga de carga horária parece não ter fim, greves, descasos de diretoria, reportagens mostrando o caos no Hospital Universitário e ainda, as manifestações recentes que aconteceram dentro da instituição, existe um grupo com dezenas de TAES (Técnicos Administrativos) homologados, aprovados nos últimos dois concursos da UFSC e HU esperando as nomeações devidas, completamente negligenciados, que acompanham diariamente as movimentações do Diário Oficial, prontos para iniciarem sua contribuição na instituição. Somos os aprovados nos Concursos 251 e 252 de 2013 e ainda não fomos chamados, por conta dessa bagunça que se desenha na Ufsc. Já enviamos mensagens, emails, nos prontificamos a participar das reportagens que foram ao ar recentemente sobre a crise no HU, telefonamos insistentemente para o departamento de gestão de pessoas para que possamos ter alguma previsão de nomeação ao menos, mas continuamos de mãos atadas. A Ufsc necessita de servidores, acompanhamos todas as notícias, pois estamos aqui, aguardando… O Concurso 251 do HU fará 1 ano em Dezembro, o 252 da Ufsc, em janeiro. Será que a Administração vai deixar expirar o certame? É uma entre tantas outras perguntas que ficam sem respostas. Assim como nós, concursados, que ficamos diariamente sem saber de fato o que está acontecendo…

  • Ricardo diz: 3 de setembro de 2014

    Moacir, a UFSC, assim como todas as instituições outrora sérias no Brasil, está se transformando em “terra de ninguém”, visto que os servidores e alguns professores se acham no direito de fazer o que querem pois votaram na atual reitora que lhes prometia exatamente isso: eles poderiam fazer o que quisessem.
    Dessa forma, temos servidores que combinam entre si e só trabalham QUATRO HORAS por dia e professores apadrinhados que vivem eternamente participando de cursos e eventos no exterior, por até 6 meses, com TUDO pago pela UFSC, enquanto suas disciplinas são entregues a professores substitutos, fato este muito comum no CFH, onde estudo.
    Se esse projeto de reitora continuar, vai ser o FIM da UFSC, pois tal qual os políticos ela só pensa em agradar a todos e perpetuar o seu grupo no poder.
    É uma incompetente e despreparada que não sabia dirigir nem um departamento no CFH.
    Mas, como está bom (?) para todos, professores e servidores quer não precisam trabalhar e alunos que passam sem estudar, não se vê nem uma manifestação dos interessados(?).
    Abraço.

  • Maurício diz: 3 de setembro de 2014

    Troquei meu nome pois prefiro manter o sigilo. A situação é que prestei o concurso em janeiro/2014 e fui aprovado. Em junho/2014 o Rh da UFSC me chamou para uma entrevista, na qual fui informado sobre os procedimentos prévios a admissão. Nessa entrevista me foi sugerido que eu pedisse demissão no atual emprego, pois a necessidade da Universidade está em situação de emergência, e dessa forma, eu poderia assumir o mais rápido possível após nomeação, sem ter que cumprir aviso prévio no atual emprego. Estamos em setembro e até agora nem fui nomeado. Ainda bem, que não pedi demissão. Triste!

  • Marcos Oliveira diz: 3 de setembro de 2014

    Então o comando de greve acredita (realmente?) que reduzindo a jornada de trabalho, amplia o atendimento ao usuário !?

  • Jr diz: 3 de setembro de 2014

    É o que dá passar o comando para os socialistas. Eles querem só teoria. Prática nenhuma.

  • Irineu diz: 3 de setembro de 2014

    Você aí, que acha agora a educação no Brasil uma bagunça, aguarde se a Marina vencer as eleições. Aí eu quero ver você vir se queixar. Acho interessante o professor do Brasil dar uma olhadinha antes da eleição, para o plano de governo de Marina, no setor de educação. Aí vai ver como fica o salário do professor. Olhe rápido antes da eleição.

  • José Fletes diz: 3 de setembro de 2014

    Caro Moacir: Mais uma vez Você informa à sociedade sobre mais uma polêmica em nossa Universidade e a insensibilidade por parte da atual gestão, de dialogar com as categorias envolvidas (servidores técnicos e docentes) bem como a falta de habilidade política em enfrentar situações que dizem respeito às Chefias nos diversos níveis da instituição. A greve “diferente” que os servidores técnicos-administrativos em educação (TAE´s) estão realizando vem mostrando alguns aspectos positivos quanto à efetividade do serviço ao público. Como eles dizem: “A UFSC de portas abertas por 12 horas”. Precisamos avaliar novos paradigmas na administração para poder mensurar a eficácia, a eficiência, a efetividade e por ende a economicidade do processo. Uma Universidade não é uma instituição como uma fábrica e nem um serviço onde se atende o público. É mais do que isso: além do ensino de graduação e pós-graduação, se tem laboratórios onde se desenvolvem pesquisas que precisam de dedicação contínua, se realiza extensão que requer contato com o meio social e produtivo. Embora o contrato individual de trabalho que se assina estabeleça oito (8) horas diárias, tem-se a grande maioria trabalhando mais do que essa carga. É claro que tem uma minoria muito reduzida que mesmo que se tenha seis (6) horas vai dar um “jeitinho” de cumprir menos. É para isso que tem as Chefias imediatas, para dar primeiro o exemplo e cobrar a dedicação e o serviço que deve ser realizado.
    E aqui ressalto minha posição pessoal que, o serviço deve ser cobrado indistintamente dos técnicos administrativos em educação como dos docentes, embora exista legislação que permite a este último não precisar assinar frequência. Mas, é voz corrente nos corredores, por parte dos alunos, a crítica quando docente falta a aula e sem avisar. Eis o denominado “PACTO DA MEDIOCRIDADE” entre quem deveria ensinar e quem dissimula que aprende, ao não reclamar!
    A administração do Prof Álvaro Prata, tentou estabelecer o controle de frequência com ponto eletrônico e foi um desastre, tanto tecnicamente como administrativamente.
    Está aberta a polêmica, como diz o colunista!

  • Larissa diz: 3 de setembro de 2014

    Existe o decreto nº1590/95, para os desinformados, que permite que: quando os serviços exigirem atividades contínuas de regime de turnos , em período igual ou superior a doze horas ininterruptas, em função de atendimento ao público, é permitido ao dirigente máximo do órgão ou da entidade autorizar os servidores a cumprir jornada de trabalho de seis horas diárias e carga horária de trinta horas semanais. E é por isso que lutamos, não pelas 6 horas apenas, como a administração insiste em afirmar, mas por uma UNIVERSIDADE ABERTA 12 HORAS POR DIA, disposta a atender todas as suas especifidades de sua atuação.

  • Fabrício B. Aguirre diz: 3 de setembro de 2014

    O relógio ponto está valendo para todos ? Conta com biometria ?

  • Miguel José Teixeira diz: 3 de setembro de 2014

    Fora, vermelhóides esquerdopatas !

  • Renato Fuhrmann diz: 3 de setembro de 2014

    Quando me formei, dava orgulho a nossa UFSC.

  • MARCIO BLASIUS diz: 3 de setembro de 2014

    Quero ver a Dona Rose obrigando os técnicos do CED que a apoiaram na campanha a fazerem 08 horas diárias de trabalho. Pago pra ver.

  • fabiano diz: 3 de setembro de 2014

    Ministério público federal varredura nos vultuosos recursos de projetos na mão de docentes, em fundações. Tem lavagem. Tá uma vergonha.

  • Paulo C Philippi diz: 4 de setembro de 2014

    Prezado Moacir:

    Não acredito que o ´movimento pelas 30h´ represente os anseios dos servidores técnicos e administrativos da UFSC, mas de uma parte desta categoria…talvez de uma pequena parte, ainda que politicamente muito ativa. Um pessoal disposto a “virar a mesa”, mas não necessariamente representativa da categoria.
    Isto dito, defendo a valorização dos Servidores Técnicos e Administrativos (STAE) e a profissionalização da gestão universitária.
    A carreira dos STAE é uma enorme “caixa de pandora”. Nossos servidores não são valorizados pelo que são. Seus salários valem a metade do que ganha um servidor do CNPq, com a mesma titulação e a mesma função, o daqui cuidando da educação e da formação de nossos quadros e o de lá cuidando da gestão da pesquisa. Ambos com funções importantes para o país, mas com remunerações muito diferentes.
    Os grandes problemas que a nossa universidade pública vivencia residem, não na gestão Roselane, mas em nosso modelo de universidade. A gestão que temos é uma consequência de um modelo ruim, onde os Reitores são eleitos, não por sua capacidade acadêmica e seu projeto de universidade, mas por sua habilidade em fazer alianças políticas com os diferentes setores da UFSC.
    A crise institucional que estamos hoje vivendo é uma consequência destas alianças. O servidor designado para esta ou aquela função não é, necessariamente, o mais habilitado para exercer a atividade para o qual foi designado, mas, frequentemente, o “cabo eleitoral” nas campanhas a Reitor.
    Precisamos de um novo modelo de universidade onde os professores se dediquem à nossa missão acadêmica, os servidores administrativos à eficiência de gestão e os servidores técnicos aos nossos laboratórios de pesquisa e ensino. É assim que funcionam as boas universidades em todo o planeta. Precisamos de um servidor com Doutorado atuando como Secretário Executivo em cada um de nossos departamentos, coordenadorias e unidades de ensino, com atribuições e ganhos compatíveis com estas atribuições
    E precisamos, não de um Conselho Universitário, mas de dois conselhos, um Gestor e um Acadêmico. O primeiro cuidando do dia a dia administrativo da universidade e o segundo da vida acadêmica, dos programas de graduação e pós-graduação, da pesquisa e do futuro da universidade.
    Um primeiro passo para isto é mudando a forma como os reitores estão hoje sendo eleitos.

    http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2014/08/21/professores-da-ufsc-divulgam-baixo-assinado/?topo=67,2,18,,,67

  • Paulo Philippi diz: 4 de setembro de 2014

    Prezado Moacir:

    Não acredito que o ´movimento pelas 30h´ represente os anseios dos servidores técnicos e administrativos da UFSC, mas de uma parte desta categoria…talvez de uma pequena parte, ainda que politicamente muito ativa. Um pessoal disposto a “virar a mesa”, mas não necessariamente representativa da categoria.
    Isto dito, defendo a valorização dos Servidores Técnicos e Administrativos (STAE) e a profissionalização da gestão universitária.
    A carreira dos STAE é uma enorme “caixa de pandora”. Nossos servidores não são valorizados pelo que são. Seus salários valem a metade do que ganha um servidor do CNPq, com a mesma titulação e a mesma função, o daqui cuidando da educação e da formação de nossos quadros e o de lá cuidando da gestão da pesquisa. Ambos com funções importantes para o país, mas com remunerações muito diferentes.
    Os grandes problemas que a nossa universidade pública vivencia residem, não na gestão Roselane, mas em nosso modelo de universidade. A gestão que temos é uma consequência de um modelo ruim, onde os Reitores são eleitos, não por sua capacidade acadêmica e seu projeto de universidade, mas por sua habilidade em fazer alianças políticas com os diferentes setores da UFSC.
    A crise institucional que estamos hoje vivendo é uma consequência destas alianças. O servidor designado para esta ou aquela função não é, necessariamente, o mais habilitado para exercer a atividade para o qual foi designado, mas, frequentemente, o “cabo eleitoral” nas campanhas a Reitor.
    Precisamos de um novo modelo de universidade onde os professores se dediquem à nossa missão acadêmica, os servidores administrativos à eficiência de gestão e os servidores técnicos aos nossos laboratórios de pesquisa e ensino. É assim que funcionam as boas universidades em todo o planeta. Precisamos de um servidor com Doutorado atuando como Secretário Executivo em cada um de nossos departamentos, coordenadorias e unidades de ensino, com atribuições e ganhos compatíveis com estas atribuições
    E precisamos, não de um Conselho Universitário, mas de dois conselhos, um Gestor e um Acadêmico. O primeiro cuidando do dia a dia administrativo da universidade e o segundo da vida acadêmica, dos programas de graduação e pós-graduação, da pesquisa e do futuro da universidade.
    Um primeiro passo para isto é mudando a forma como os reitores estão hoje sendo eleitos.

    http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2014/08/21/professores-da-ufsc-divulgam-baixo-assinado/?topo=67,2,18,,,67

  • Curió diz: 4 de setembro de 2014

    Se a UFSC está no limiar da desordem não sei opinar mas que as escolas da rede estaduais estão no caos, sem bibliotecários e, prestes a não reiniciarem o ano letivo pela greve e pela indefinição de como vai ser pago o novo piso que sai em janeiro de 2015 isso eu sei de cadeira e de carteirinha. Não há mais esperança em quadras cobertas para educação física e o índice do câncer de pele entre os professores e a juventude é assustador. Conflitos internos deixaram agora de pararem na delegacia de polícia e agora adentraram no campo judiciário. Doutrinação de diretores em reunião que acontece sempre 30 dias antes de cada eleição… de formas que a panela de pressão está como o capeta gosta!