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As melhorias no porto de Itajaí

18 de setembro de 2014 Comentários desativados

Da Assessoria de Imprensa da Fiesc:

“Os planos do Porto de Itajaí para atendimento de navios com até 400 metros de comprimento foram apresentados nesta quinta-feira (18) na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Durante reunião da Câmara de Assuntos de Transporte e Logística da Federação, o diretor executivo do porto, Heder Moritz, detalhou a previsão das obras de alargamento do canal de acesso e de realinhamento dos berços 3 e 4, entre outros projetos.

“Hoje o porto já perde movimentação devido à limitação na capacidade de atendimento dos novos navios, que estão cada vez maiores”, revelou Moritz.

A primeira parte da ampliação da estrutura, que possibilitará o atendimento de embarcações com até 335 metros de comprimento (contra os atuais 286 metros), teve seu edital lançado nesta quinta-feira. Com orçamento de R$ 130 milhões, estas obras devem estar concluídas em dois anos. Para receber navios com até 366 metros serão necessárias novas obras, com previsão de R$ 208 milhões na terceira etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC3).

Para Mario Cezar de Aguiar, primeiro vice-presidente da FIESC e presidente da câmara, é preciso fazer o acompanhamento dos trâmites deste projeto para assegurar que o porto mantenha sua capacidade de atender a indústria catarinense.

Segundo dados apresentados no encontro, o Porto de Itajaí respondeu, em 2013, por 74,28% do comércio exterior de Santa Catarina, em termos de valor movimentado.

Na reunião também foi apresentado o Instituto SENAI de Tecnologia em Logística, localizado em Itajaí. O diretor da instituição, Geferson Luiz dos Santos, apresentou cases de empresas que obtiveram ganhos com a otimização de seus processos logísticos internos.

Finalizando a programação, foi mostrado o estágio de elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PLAMUS) da Grande Florianópolis. O projeto, que é financiado pelo BNDES, está em fase de levantamento de dados sobre o transporte de pessoas e mercadorias nas 13 cidades da região. Um dos objetivos do plano, segundo Guilherme Medeiros, coordenador do projeto, é reduzir o risco de investimentos públicos e privados, favorecendo a atração de investidores.”

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