Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Leitor critica modelo político

28 de outubro de 2014 4

Do leitor Marcelo Machado, sobre a coluna desta terça-feira:

***
Parabéns jornalista Moacir,

Hoje, na minha humilde opinião, fizeste uma nota à altura da sua competência e acredito daquilo que você também pensa, em consonância com os milhões de eleitores e cidadãos que votem contra este modelo de política que é praticado pelo PT. Por essas e outras que continuo teu leitor assíduo e diário.

O Moreira nada mais é que o nosso Temer, representantes do falido modelo político partidário que vigora neste país, ou seja, políticos sem votos mas com tentáculos em todos os níveis dos governos que se eternizam no poder por conta da máquina pública.

O Colombo, um oportunista, vindo do PFL se escondeu da Dilma no primeiro turno e no segundo fez um evento público em favor dela, que só ajudou ainda mais o Aecio.

Esperto este Raimundo. Era só ver os “santinhos” dele na campanha de primeiro turno, nenhum tinha voto de Presidente.

Uma vergonha.

Esta é minha opinião, mas realmente as vezes dá vergonha de ser brasileiro.

Agora, vamos continuar trabalhando para sustentar as bolsas da vida em prol dos “injustiçados”

Abraços e parabéns pela sempre firme postura.

Marcelo Machado

Ituporanga

Comentários

comments

Comentários (4)

  • revoltado com todos partidos políticos diz diz: 28 de outubro de 2014

    Marcelo, vc, eu, e muitas pessoas reclamamos das bolsas, e R$ 4,700. de auxílio moradia para quem recebe acima de vinte mil Reais, aposentadorias vitalícias para outra parte da população que nem trabalha. Parlamentares e suas emendas que ninguém sabe o destino. Reformas profundas, isso o País tem urgência estamos atrasados faz trinta anos. Fui de abstenção, vou pagar a multa, quantos fizeram o mesmo, isso é desesperança em todos partidos.

  • Cley Capistrano diz: 28 de outubro de 2014

    Senhor perdoai esse cidadão Marcelo Machado, não sabe o que diz! Mais um do Partido Progressista (PP) de ressaca eleitoral! Não ganharam nada nessas eleições, e muito pelo contrário perderam espaço no cenário político Catarinense!

  • Carlos Henrique diz: 29 de outubro de 2014

    Pronto, lá vem mais um…

    ‘Agora, vamos continuar trabalhando para sustentar as bolsas da vida em prol dos “injustiçados” ‘

    TODOS os principais candidatos defenderam o Bolsa-Família!
    Repito: TODOS!

    É absurdo, para não dizer preconceituoso, ficar nessa lenga-lenga de “sustentar vagabundos”.

    É por esse, dentre outros motivos, que os candidatos de oposição ainda vão demorar MUITO para voltar ao governo federal.

  • thiago diz: 30 de outubro de 2014

    QUANTO CUSTA O BOLSA FAMÍLIA PARA O CIDADÃO BRASILEIRO

    Há muito tempo venho lendo e ouvindo sobre o Bolsa Família nas redes sociais e nas rodas de amigos. Na maioria das vezes, ouço falar mal do programa. Dizem que se trata de tirar dinheiro do trabalhador para sustentar vagabundo e que tal prática seria uma atitude de Robin Hood – roubar dos ricos para dar para os pobres. Que custa caro ao cidadão do Sul e do Sudeste bancar os nordestinos safados. O famoso “bolsa esmola”. Li isso, inclusive, de pessoas que costumo dizer que nas suas carteiras de trabalho constam como profissão “herdeiro” ou “filho”. Pois é, gostaria de dizer para vocês que a verdade não é essa.

    Em primeiro lugar, não se trata de sustentar vagabundo. O Bolsa Família (idealizado pelo atual governador do Estado do Goiás, Marconi Perillo, do PSDB – e não do PT, pasmem!) é um programa de transferência direta de renda criado para garantir o acesso à educação e à saúde das famílias em situação de pobreza (cuja renda é de, no máximo, R$ 154 por pessoa) e de extrema pobreza (cuja renda é de, no máximo, R$ 77 por pessoa) no país. A concessão desse benefício depende do cumprimento de condicionalidades relativas ao exame pré-natal, ao acompanhamento nutricional, ao acompanhamento de saúde, à frequência escolar de 75% a 85% (varia de acordo com a idade dos filhos) em estabelecimento de ensino regular, entre outros.

    Mas quanto custa essa ajuda que damos com nossos impostos aos brasileiros mais necessitados? Pois bem, como o ano de 2014 ainda não acabou, usarei os dados de 2013. Naquele ano, foram cerca de 14 milhões de famílias beneficiárias desse programa no Brasil, consumindo cerca de R$ 24 bilhões de reais da União. Parece muito? Perto do orçamento da União no ano passado, é bem pouco. O orçamento da União para 2013 foi de R$ 2,276 trilhões. Logo, temos que o Bolsa Família consumiu 1,05% do nosso orçamento naquele ano. E se formos dividir a conta entre todos os 200 milhões de brasileiros, ainda que deixemos de lado que o orçamento não é composto só por impostos arrecadados de pessoas físicas, chegaremos ao resultado de que cada brasileiro contribui com R$ 120 por ano ao Bolsa Família. Ou, ainda, R$ 10 por mês.

    Confesso que acho que pagamos impostos demais, inclusive sou muito crítico ao nosso sistema tributário e defensor de um estado mais enxuto, sobretudo por termos péssimos serviços públicos a nosso dispor. Penso, ainda, que as condicionalidades do Bolsa Família não são suficientes e que poderia ser incluso nessas condicionalidades a participação do chefe de família em algum programa de capacitação profissional, por exemplo. Mas sou muito a favor desse programa.

    Embora eu tenha um posicionamento político de centro-direita, penso que um pouco de social democracia não faz a ninguém, ainda mais quando falamos do Brasil, onde a desigualdade social ainda é um grave problema. Ou você ainda jura que esses DEZ REAIS POR MÊS devem continuar sendo motivo de tanta revolta da sua parte para com as pessoas que mais precisam?