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Críticas ao auxílio-doença

31 de dezembro de 2014 6

Aplaudido por setores empresariais e políticos, o pacote lançado neste fim de ano pela presidente Dilma Rousseff, através de duas medidas provisórias, sofre uma fortíssima reação. É o que trata do aumento do prazo de pagamento do auxilio doença pelas empresas aos funcionários, de 15 para 30 dias. Outra vez, o governo faz média com o chapéu alheio.
A presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Florianópolis, Sara Camargo, transfere o cargo hoje ao sucessor eleito Marco dos Santos, com fortes críticas ao aumento do prazo de 15 para 30 dias do auxilio doença. Fulminou: “O governo onera outra vez os empresários num período de retração da economia e quando deveria era cortar despesas”.

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Comentários (6)

  • Beto diz: 31 de dezembro de 2014

    Sem nenhuma dúvida Moacir, trata-se de uma equipe econômica com percepção única e diferenciada. Em outras economias mundo afora, com retração econômica, o governo determina a diminuição dos impostos e a da taxa de juros, exatamente o contrário do remédio proposto aqui no Brasil.
    Com certeza a decisão do nosso governo é correta, com estas medidas alavancamos o PIB para a estratosférica casa do zero vírgula qualquer coisa em 2014, e o resultado de PIB maior nas outras economias é fake, não vai perdurar por 20 anos. Ah, mas o nosso desempenho, com estas medidas, vai, com toda certeza.
    É isto que queremos de qualquer governo, a diminuição das incertezas. PIB pífio por mais vinte anos é o sonho de consumo de qualquer empreendedor do mundo, aqui no Brasil isto está garantido com este modelo econômico.

  • Julio Cezar Sampaio Teixeira diz: 31 de dezembro de 2014

    Um povo sem identidade e ordinário merece o governo que aí está e vai ficar por mais 4 anos. Agora não adianta reclamar. Traição ao trabalhador e também ao empresariado. A próxima medida já anunciada é a privatização, e não desestatização, da CEF – Caixa Econômica Federal, pois vai transformar o seu capital público em privado com ações negociadas na BOVESPA (Lei 6.404/76). É só aguardar. Vem aí muito óleo de peroba a ser passado pela DILMANTA.

  • Escola10000 diz: 31 de dezembro de 2014

    Ca pensando, hoje os alunos já ficam sem professor quando esse fica doente por 15 dias, pois não pode ser contratado substituto nesse período. Pois bem, agora ficarão sem professor durante 30 dias, ou a regra não se aplicará aos professores em benefício dos alunos????

  • Paulo diz: 31 de dezembro de 2014

    Queriam o quê??

    Governo novo, ideias novas…

  • Orlando Monteiro diz: 1 de janeiro de 2015

    É mais uma vagabundagem com o dinheiro dos outros.
    Esse auxílio doença é um escárnio.
    Só podia ser coisa dos PTralhas e seu Governo de Bandidos !

  • Jose de Albuquerque da Silva de Lara Medeiros diz: 2 de janeiro de 2015

    Ser empresario no Brasil é coisa de louco….vamos ser todos empregados da Petrobras…os Governantes nos mandando e a boiada andando….VIVA CUBA…VIVA VENEZUELA…VIVA ARGENTINA…VIVA O BOLSA FAMILIA….