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Entidades empresariais fazem protesto neste sábado em Chapecó

27 de fevereiro de 2015 1

Um ato para marcar a posição institucional contra a elevada carga tributária, a continuada corrupção e a impunidade e para apoiar o conjunto de reivindicações apresentadas pelos transportadores. Esse é o objetivo de movimento de protesto marcado para este sábado, 28 de fevereiro, no centro de Chapecó, pela manhã. A decisão foi tomada em encontro conjunto no início da tarde desta sexta-feira e que reuniu representantes da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e do Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom).

Na reunião foi definida paralisação do comércio entre as 9h30 e às 10h30 deste sábado. Uma das pautas do ato das lideranças empresariais trata do apoio ao movimento dos transportadores, que pedem a melhoria nas rodovias, a redução do custo dos combustíveis e dos pedágios e a adequação na legislação referente ao trabalho dos motoristas, entre outros pleitos. Outra pauta compreende o repúdio à elevada carga tributária, que dia a dia vem aumentando, ao invés de ser reduzida pelos governos, principalmente federal e estadual. O movimento também protestará contra o processo desenfreado de corrupção que assola o país, e que para as entidades deve ter um fim e levar definitivamente à punibilidade de todos os envolvidos.

Às federações, confederações e parlamentares

Além do protesto deste sábado, as entidades envolvidas encaminharão documentos às suas federações e confederações, exigindo medidas mais enérgicas contra o aumento da carga tributária, principalmente em decorrência da elevação de custo das empresas e da colocação em risco de empregos e da produtividade. Da mesma forma, manifestarão aos parlamentares em Florianópolis e em Brasília o descontentamento sobre a leniência com que muitos deles vem tratando os problemas que cotidianamente afetam as empresas e o cidadão.

Comentários

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Comentários (1)

  • jztexeira diz: 27 de fevereiro de 2015

    Quem suporta 50% de carga tributária? quem trabalha no prejuízo? caminhoneiro inteligente já parou para não aumentar seu prejuízo. Quem consegue pagar a prestação do caminhão, pagar seguro, pagar pedágio, abastecer no preço que está o óleo diesel (130% mais caro que nos E.U.A), dar manutenção e comprar pneu a toda hora (o dobro do preço vendido no paraguai) e sustentar sua família? Algo impossível……