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Violência provoca indignação em Criciúma.

30 de abril de 2015 3

Vice-governador Eduardo Moreira, que permanece em Nova Iorque realizando um curso intensivo de inglês, vem recebendo inúmeros telefonemas e e-mails sobre a comoção que tomou conta de Criciúma após o assassinato da médica Mirella Macarini Perucci. O sul se sente abandonado pelo governo. E o vice declara-se “de mãos atadas”. Sem poder agir para amenizar o drama de insegurança pública.

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Comentários (3)

  • leda diz: 30 de abril de 2015

    Quem estaria pagando este curso e viagem do vice-governador? O erário público? Se assim o for é o cúmulo do descaramento em tempos de crise,ou melhor, em qualquer tempo.

  • Ricardo diz: 30 de abril de 2015

    Caro Moacir, li sua entrevista no site do DC onde o vice governador “jogou a tolha”. Se o segundo homem do governo faz isso o que dizer de nós ? As demandas básicas estão sendo ignoradas por este governo. A segurança está um caos, o terror se espalhou pela cidade, não tem hora, lugar e classe social todos estão em pânico. Na saúde o ÚNICO hospital público da região está quebrado e um dos maiores devedores é o estado que numa postura covarde assume que deve, não paga e ainda fica recorrendo das decisões do judiciário em favor do hospital. Na educação tem tratado pais, estudantes e professores sem o mínimo de respeito e nossos filhos estão aí largados há mais de 30 dias sem aula e sem perspectivas de retorno. Que governo é este ???

  • Rogério diz: 30 de abril de 2015

    A comunidade deveria é cobrar do poder judiciário, onde a polícia se desdobra para tirar de circulação esses marginais e num simples canetaço retornam às ruas.
    E não digam que é por causa da legislação branda, por que não é. O soldado que matou o surfista está preso e o ex-soldado americano, ligado ao PGC, com diversos homicídios, estava respondendo em liberdade. Por que o rigor da lei para um e as benécis da lei para os marginais contumazes?
    Com certeza os algozes da médica assassinada em Criciúma já passaram por delegacias. Logo, o Estado já foi eficiente tirando-os de circulação. Mas faltou eficiência para mantê-los presos.
    A polícia às vezes leva meses e meses investigando, e num simples despacho de um juiz tem o seu trabalho todo desperdiçado.
    Todo esse mar de corrupção, impunidade e violência no meu entender só tem um culpado: o poder judiciário.
    Um marginal não deixa de cometer um crime pelo simples medo da polícia, mas sim pela certeza da punição, mas como esta certeza não existe para quem vive a margem da lei…
    Podem colocar um policial em cada esquina, pois sempre haverá um espaço desguardado para a bandidagem agir.
    Num exemplo prático relatado no clicrbs, na reportagem sobre os chefões do tráfico internacional deu conta que um barão do trafico foi preso em SC, condenado a 64 anos de prisão, sua pena foi reduzida para 18 anos e por último transformada em prisão domiciliar, oportunidade que bandido sumiu e nunca mais foi visto. Isto relata na prática a interpretação das lei em favor da bandidagem.