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Luiz Henrique da Silveira: trajetória única na política catarinense

10 de maio de 2015 3

Principal liderança política do Estado, Luiz Henrique da Silveira morre aos 75 anos de idade. Natural de Blumenau, vive a infância e a adolescência em Florianópolis e fez carreira política em Joinville, onde exerceu mandatos de prefeito e conquistou as principais votações em vários mandatos de deputado estadual e deputado federal. Foi deputado estadual à Assembleia Legislativa de Santa Catarina na 7ª legislatura (1971 — 1975), como suplente convocado.
Elegeu-se deputado federal por Santa Catarina na 45ª legislatura (1975 — 1979) e na 50ª legislatura (1995 — 1999).
Atuou como presidente nacional do PMDB.
Começou a carreira com prefeito de Joinville.
Foi governador de Santa Catarina por dois mandatos: o primeiro de 1 de janeiro de 2003 a 9 de abril de 2006, quando renunciou para se dedicar à reeleição. Reeleito, iniciou o segundo mandato em 1 de janeiro de 2007, que perdurou até 25 de março de 2010, quando renunciou para se candidatar ao Senado.
Iniciou sua militância na política estudantil na Universidade Federal de Santa Catarina, onde se formou em Direito. Foi professor de história geral do Colégio Coração de Jesus em Florianópolis. Em 1966 mudou-se para Joinville, onde montou banca de advocacia e ministrou aulas de língua portuguesa e história geral no Colégio Bom Jesus e de direito público e privado na atual Univille. Assumiu o Ministério da Ciência e Tecnologia entre 1987 e 1988, durante o governo José Sarney. Em 1971 foi eleito presidente do diretório municipal do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) de Joinville. Exerceu a presidência do diretório nacional do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) entre 1993 e 1996.
Primeiro governador reeleito da história do Estado de Santa Catarina, conseguiu a marca em 29 de outubro de 2006, com 52,7% dos votos válidos, tendo sido derrotado em 108 municípios, destacando-se as principais cidades como Blumenau, São José, Itajaí, Jaraguá do Sul, Palhoça e Tubarão. Renunciou ao cargo em 25 de março de 2010 em favor de Leonel Pavan para concorrer ao Senado Federal do Brasil nas eleições gerais de 2010.
Seu governo foi marcado pela criação de 30 secretarias de Desenvolvimento Regional em diversas regiões estaduais, ato muitas vezes criticado pela possibilidade de criação de cargos comissionados, onerando os cofres públicos.
No início do ano disputou a presidência do Senado com Renan Calheiros.

Comentários

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Comentários (3)

  • zé nimguém diz: 10 de maio de 2015

    ele era humilde

  • Euclides M. Dalmarco diz: 11 de maio de 2015

    Descanse em paz. SC ainda não é um Estado pleno. Muito do que precisamos aqui, não tem. Precisamos buscar no PR ou no RS. Vejo isto como uma deficiência política grave!

  • Jose Geraldo Da Silva diz: 11 de maio de 2015

    Senhor Vice governador, conforme suas palavras, é uma perda irremediável, insubstituível na política catarinense e brasileira; Quero lembra-lo que os cemitérios estão lotados de insubstituíveis. Agora, assume no senado,um candidato que sequer foi votado.