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Governador Fernando Pimentel nega envolvimento da mulher em crime de lavagem

30 de maio de 2015 Comentários desativados

O governador de Minas, Fernando Pimentel, negou que a mulher Carolina Oliveira Pimentel, tenha relação com lavagem de dinheiro e outros crimes apontados por investigação da Policia Federal. Ele emitiu nota oficial sobre a investigação federal na Operação Acrônimo. O G1 relatou as denúncias:
“O apartamento em Brasília da primeira-dama de Minas Gerais, Carolina Oliveira Pimentel, mulher do governador Fernando Pimentel, foi um dos alvos da Operação Acrônimo, da Polícia Federal. A ação foi deflagrada para combater lavagem de dinheiro por meio de um esquema de sobrepreço e de recebimento por contratos não executados com o governo federal desde 2005. Carolina tem um apartamento em Brasília desde o tempo em que trabalhava na assessoria de imprensa no Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior na mesma época em que Pimentel era titular da pasta.
A corporação não informou o que foi apreendido na residência, que fica na quadra 114 Sul, na região central de Brasília. No total, 30 endereços de pessoas físicas e 60 empresas de Minas, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal foram incluídas na operação.
O delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado, Dennis Cali, disse pela manhã que não havia nenhuma autoridade com prerrogativa de foro ou partido político sendo investigado. “Até o momento o governador Pimentel não é alvo da investigação.” Em nota, a Secretaria de Comunicação do Estado de Minas Gerais disse que o governo mineiro “não é objeto de investigação neste processo.
De acordo com Cali, há 30 empresas sendo investigadas. Uma delas teria tido faturamento de R$ 465 milhões. Quatro homens foram presos em flagrante suspeitos de envolvimento no esquema. Policiais encontraram mensagens trocadas entre os suspeitos que indicavam a prática de crimes.
Além disso, a corporação apreendeu ainda mais de R$ 100 mil em espécie e 12 carros de luxo no Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás. Um avião avaliado em R$ 2,5 milhões também foi apreendido.”

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