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Celesc esclarece razões do tarifaço de energia industrial em SC

31 de julho de 2015 8

“Prezado Moacir,

A respeito dos últimos comentários sobre o esforço da indústria catarinense em reivindicar o cancelamento do repasse do próximo reajuste às tarifas pagas pela classe, gostaríamos de expressar que entendemos o anseio dos consumidores diante da atual situação de alta de preços, provocada especialmente pela grande presença de usinas térmicas na matriz energética vigente.
A Celesc tem efetivamente colaborado no sentido de reduzir o impacto desta realidade pela qual passamos, uma vez que busca, de forma contínua, a redução dos seus custos operacionais, já considerado um dos menores do País.
Exclusivamente em relação à informação publicada na coluna deste domingo, na seção Curtas, gostaríamos de esclarecer que a tarifa cobrada da classe industrial (Grupo Alta Tensão) possui valores diferentes para quatro subgrupos (A1, A2, A3 e A4) e que para o subgrupo A4, que representa 97,6% do total de consumidores da classe, a tarifa da Celesc equivale à média nacional.
Vale destacar, mais uma vez, que as tarifas de energia elétrica sofrem forte influência da variação dos custos da compra de energia, transporte, impostos e encargos setoriais.
Na composição da tarifa, o custo da compra de energia elétrica a ser distribuída para suprimento do consumo, representa 50% do valor total. O segundo maior item corresponde aos encargos setoriais e dentre eles, o mais caro é a Conta de Desenvolvimento Energético – CDE.
Os recursos recolhidos via CDE são utilizados, entre outros fins, para o custeio de investimentos de programas sociais na área de energia elétrica pelo Governo Federal que, por força de Lei, custa, no Sul, 4,5 vezes mais que no Norte e Nordeste do País.
Também aproveitamos a oportunidade para informar que a tarifa residencial, que abrange 78% do total de consumidores da Celesc, está 3,7% mais barata que a média nacional, levando-se em consideração a tarifa praticada pelas 63 distribuidoras de energia elétrica que atuam no País.
Certos de sua atenção às informações prestadas nos colocamos à disposição para outras que forem necessárias.

Atenciosamente,

Antônio José Linhares
Diretor de Assuntos Regulatórios e Jurídicos.”

Comentários

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Comentários (8)

  • OLDIR CALDAS diz: 31 de julho de 2015

    “Então porque não se igualam de uma vez as tarifas. Aplicar nesta fase mais 3,7% não representa nada e quem sabe iniba futuramente mais aumentos em consequencia da necessidade de igualar as tarifas nacionalmente. Ainda é de se indagar qual a necessidade da CELESC apresentar um balanço com tanto lucro se o dinheiro é também dos catarinenses? Deveriam ser feitos os investimentos e efetivada a redução das tarifas em decorrência das sobras em balanços. Quando o sistema sofre prejuízos cobram dos consumidores e quando o sistema dá lucro o mesmo é distribuído?”

  • Paulo Colimbra diz: 31 de julho de 2015

    Ele devia explicar é o aumento salarial dado aos amigos da Diretoria da Fundação Celos para mais de R$35 mil por mês.
    Roubo de 330 milhões e prêmio com aumento salarial.
    Cadê o Ministério Público?

  • Mauro Dias Sobrinho diz: 31 de julho de 2015

    Senhor Oldir,
    O lucro foi inflado para pagar dividendos ao Estado de Santa Catarina que é o sócio majoritário.
    O Estado precisa de dinheiro, vem daí a necessidade.
    Alegra todo mundo.
    É só contábil. Disso eles entendem.

  • Róseval Peixoto diz: 31 de julho de 2015

    A turma da Fundação Celos não sai do noticiário. Policial. Nas internas dizem que tem exDiretor rindo a toa.
    Leiam o blog observatoriocelos.

  • Cesta Básica Junior diz: 1 de agosto de 2015

    Leitura obrigatória ao Ministério Público Estadual, Do Federal, Do Tribunal de Comtas.
    Observatoriocelos

  • Alexandre diz: 1 de agosto de 2015

    Salários de 35 mil reais por mês? Devem ser grandes executivos. Da escola do PT do Sapo Barbudo.

  • Armando Klein diz: 1 de agosto de 2015

    Quem foi o maluco que deu esse aumento? Com a crise financeira? Quem paga essa conta? Isso deve ter sido coisa de pai para filho.

  • Odil Moreira diz: 2 de agosto de 2015

    Senhor Armando, não deve ter sido coisa de pai para filho e sim de “irmãos” de cartel.
    Será que a Fundação Celos vai parar na CPI dos Fundos de Pensão?
    Vamos ter grandes surpresas!
    Apartamentos, salas, lojas, carros, terrenos.