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A pirataria eleitoral e o pacote anticrise

16 de setembro de 2015 3

As medidas anunciadas pelo governo Dilma tiveram forte reação dos mais diferentes setores da sociedade, aí incluídos empresários e trabalhadores, setor produtivo e servidores públicos. Na origem, o aumento da carga tributária, a conta endereçada majoritariamente para os contribuintes e o peso do rombo fiscal criado pelo governo recaindo sobre a maioria da população.
A primeira conclusão a que se chega é que a campanha eleitoral da presidente Dilma revelou-se uma imensa pirataria. Vendeu um produto inexistente, falsificado, manipulando números e produzindo uma realidade fantasiosa.

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Não se viu nestes oito meses de gravíssima crise e deterioração da imagem presidencial e cenário caótico do governo um único gesto que representasse um sinal positivo, uma luz de esperança no fim do túnel. E este é o maior motivo do desânimo geral que toma conta da sociedade: não se vê iniciativas positivas do governo para virar a página, viabilizar a retomada do desenvolvimento. Ao contrário, só mais desemprego, mais mão enfiada no bolso do contribuinte numa lógica absurda e suicida.
Hoje em dia, qualquer cidadão está consciente: cada real que tira de seu salário para pagamento de tributos representa redução de vendas, queda na produção industrial e mais desemprego e recessão. Sem que, na outra ponta, com elevação da carga tributária hoje melhorem os serviços públicos prestados à população.
Além disso, este governo perdeu legitimidade para impor novos sacrifícios à cidadania. Quem criou esta situação não foi o povo. Foi a irresponsabilidade eleitoreira, a pirataria eleitoral do PT, de Lula e de Dilma.

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Comentários (3)

  • MENDONÇA diz: 16 de setembro de 2015

    Nós não temos uma personalidade com coragem para dizer à senhora presidente que ela só tem uma coisa a fazer pelo país, isto é, pegar o boné e dar o fora, pois não tem mais credibilidade e muito menos capacidade para governar o Brasil. Muito pelo contrário, uma tremenda rejeição.

  • janio l pessoa diz: 16 de setembro de 2015

    Sabe-se que a crise apareceu, no momento atual, por imposição midiática. É uma crise inercial. Valho-me de termo da economia “inflação inercial”, que é, grosso modo, aquela criada pela expectativa de aumento nos preços. Todos aumentam para se proteger. No caso da crise, a mídia (leia-se Ali Kamel) faz muito bem a sua parte. Agora estamos em crise! Puxa-vida. Ninguém vai mais a restaurantes, os aeroportos estão “às moscas”. Quanta ingenuidade batman! A grande “sacada” do Levy foi aproveitar o momento para aumentar a arrecadação e ajudar estados que estão quebrados. O balanço (orçamento) com deficit mostra bem este objetivo. Por outro lado, parece que não há defesa contra o impeachment. Textos como este pululam na PIG (partido da imprensa golpista) não sem propósito. Notem que o desemprego não está tão alto assim: 8,3% segundo o IBGE. Mas, vejam como arremata o autor quase ao final da peça, o governo Dilma:”Ao contrário, só (gera) mais desemprego”. E não poderia ser diferente seu raciocínio, pois qual voz independente poderia levantar-se para dizer que as atitudes do governo foram espelhadas no governo do primeiro tucano emplumado: a CBN? com a Miriam e o Sadenberg ou o Merval? A revistinha nem vou citar. O Jornal lava jato tão pouco. Para né! As “pedaladas fiscais” e a CPMF não são crias do “apedeuta molusco” como querem que creiamos, foram embaladas por FHC. Tudo sublimado no seu texto, não é mesmo, nenhuma referência ao criador. A CPMF deveria ter uma carga maior e substituir outros tributos pois ela foca na capacidade contributiva, ela tira mais de quem pode mais. Esse é o pecado maior. Efeito Robben Hood ninguém quer. Aí dizem que a sociedade é quem não aceita mais impostos. Quem não aceita são os empresários. Pronto falei! E agradeço por vivermos num país no qual o cidadão tem o direito de expressar seu pensamento.

  • Márcio diz: 17 de setembro de 2015

    É duro ver gente defendendo bandidos. Ou são cegos ou são cúmplices.