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Presidente da Assembleia defende reforma da previdência pública em SC

19 de setembro de 2015 7

Gelson Merísio defendeu enfaticamente um debate sério e profundo sobre a questão da previdência pública em Santa Catarina. Revelou que o Tesouro destina 2 bilhões e 700 milhões de reais para a saúde e gasta 2 bilhões e 800 milhões de reais com 60 mil pensionistas. Esta despesa vai pular para 4 bilhões e 800 milhões em 2018. Propôs fixação de idade mínima e instituição da previdência complementar para o setor público.

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Comentários (7)

  • Osmarildo Silva diz: 19 de setembro de 2015

    Ele daria um grande exemplo se começasse a reforma pela Alesc.

  • Luiz Cláudio diz: 19 de setembro de 2015

    O nobre deputado também pensa em estipular idade mínima e tempo de contribuição também para deputados? Ele, por um acaso, votou contra a aprovação da aposentadoria especial para deputados aprovada na legislatura anterior?

  • Antônio C. S. Souza Jr diz: 20 de setembro de 2015

    Sempre apontam soluções mexendo nos direitos dos outros.
    Porque não corta na própria carne?
    Porque não provocam que diminua pela metade todos os Senadores, Deputados e Vereadores no Brasil? Pois a quantidade atual é desnecessária e só dá gastos sem produzir nada.
    Basta de políticos de carteirinha. Vão trabalhar!

  • RONALDO diz: 20 de setembro de 2015

    PREZADO DEPUTADO OPORTUNISTA!

    MEXER NO BOLSO DOS OUTROS É FÁCIL NÃO É? COMEÇA COM O SEU E DE SEUS COMPARSAS AÍ NA ASSEMBLÉIA, NA CÂMARA E NO SENADO!

    JÁ ESTAMOS CHEIOS DE OPORTUNISTAS COMO VOCÊ BAJULADOR…

    A REVOLTA DO POVO COMO UM TODO É CONTRA OS POLÍTICOS DE FORMA GENERALIZADA E NÃO É EXCLUSIVIDADE DE APENAS ALGUNS PARTIDOS.

    SOU A FAVOR DE TETO NA PREVIDÊNCIA E IDADE DE 65 ANOS MÍNIMA PARA SE APOSENTAR PARA “TODOS” OS QUE ANDAM SOBRE DUAS PERNAS, PRINCIPALMENTE PARA POLÍTICOS DE BUNDA QUADRADA!

    PAREM DE ENROLAR E MEXAM-SE OPORTUNISTAS E SANGUE-SUGAS DO ERÁRIO PÚBLICO!

  • joao gabriel rempel diz: 20 de setembro de 2015

    Caro Moacir uma reforma previdenciária se faz necessária sim. Mas, antes de discutir a reforma, quero que o senhor Merisio estabeleça algumas prioridades:
    * Acabar com a farra das aposentadorias de ex-governadores. Quero lembrar que o STF já posicionou-se contrario. Cargo eletivo, não pode ser confundido com profissão.
    * Revisar e auditar todas as aposentadorias do sistema IPREV.
    * Estabelecer um limite de 10 salários minimos como teto nas aposentadorias publicas em nosso estado. O que ultrapassar este valor, cada trabalhador pague, do seu bolso, um sistema privado.
    * Revisar o numero de funcionários da ALESC, Tribunal de contas, Tribunal de justiça e SDRs.
    * Não confundir cargo em comissão ou comissionado, com funcionários de carreira.
    * Reduzir o numero de cargo comissionados a um limite de 10% do funcionalismo estadual
    * Acabar com as aposentadorias de ex-deputados. Penso que a sociedade catarinense já pagou os mesmos, enquanto exerciam o cargo eletivo.

  • Dilney diz: 20 de setembro de 2015

    Eis que de repente surgiu em Santa Catarina um Messias.
    Este camarada agora defende todas as reformas que podemos
    imaginar, mas seus indicados e seus caminhos de arrecadação
    continuam abertos e funcionando a pleno vapor aqui no Estado.
    serve bem o ditado: “faça o que digo, mas não faça o que eu faço”.

  • LOURIVAL AFONSO diz: 20 de setembro de 2015

    Esse deputado é um fanfarrão primeiro se elegeu com votos de todas Sdrs, Sebrae e toda a máquina pública. Depois de eleito, fala em fechar as Srds, volta atrás e retira de votação a proposta de sua autoria que previa alteração no calculo do duodécimo. Agora esta preocupado que a despesa do tesouro vai aumentar em 2018. Porque a bancada dele não pensou isso antes, o alto escalão da segurança publica antes recebia doze mil reais, agora se aposenta com vinte e cinco mil reais e muitos com pouco cinquenta anos de idade. Porque ele não propõe a PEC da bengala para quem receber vencimento acima de cinco mil reais só pode aposentar-se aos setenta e cinco anos de idade, assim continuam produzindo e contribuindo. Outra alternativa é acabar com a aposentadoria especial de vinte e cinco anos para mulheres e trinta para homens. Se não acabar com certas mordomias e tendencia é aumentar as despesas do tesouro sem dúvidas.