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PMDB: o desafio da unidade

24 de setembro de 2015 2
Líderes do PMDB olham mapa de Santa Catarina que registra em vermelho os municípios já visitados. Foto: Soledad Urrutia

Líderes do PMDB olham mapa de Santa Catarina que registra em vermelho os municípios já visitados. Foto: Soledad Urrutia

As principais lideranças do PMDB catarinense voltam a cumprir um novo roteiro pelo interior, participando nesta quinta-feira (24) de reuniões em oito municípios do Oeste. Vão continuar na sexta-feira (25) com os mesmos eventos na região de Concórdia.
Com estes encontros, o presidente interino, Valdir Cobalchini, vai completar visitas a 200 municípios. Candidato à presidência na Convenção Estadual do dia 18 de outubro, conduziu as atividades nos últimos meses procurando incentivar candidaturas e filiações. Conquistou 15 mil novos inscritos. Conseguiu reunir ex-governadores, as bancadas e os dirigentes regionais nesta maratona.

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O deputado federal Mauro Mariani, que tem prestigiado estes eventos partidários, também é candidato a presidência do Diretório Estadual. Com o impasse, surgiu a proposta de uma reunião entre os dois candidatos, as bancadas estadual e federal e a Executiva para buscar um consenso, o que vai acontecer dia 5 de outubro.
Independente do candidato a ser eleito, o PMDB tem decisões tomadas, fruto destes encontros municipais e regionais. Por exemplo:
1. Lançará candidatos a prefeito em pelo menos 250 municípios de Santa Catarina.
2. Concorrerá obrigatoriamente como cabeça de chapa em todos as cidades que tiverem geração de televisão, objetivando divulgar o 15 no horário eleitoral gratuito.
3. O partido não discute agora quem vai concorrer as eleições majoritárias de 2018, mas tem decisão tomada: o partido terá candidato a governador.
Como há três postulantes, a principal preocupação é manter a unidade partidária, até em homenagem ao falecido senador Luiz Henrique, em torno de quem o partido teve as principais vitórias de sua história.

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Comentários (2)

  • Aloisio Antoni diz: 24 de setembro de 2015

    O PMDB no Estado está sadio e operante porque não foi contaminado(ainda) pela podridão do partido a nível nacional. Louvo o espírito de luta, tanto de Cobalchini como de Mariani, os dois com credenciais suficientes para, em primeira etapa dirigirem o Partido, e depois um deles, seja qual for disputar a eleição para governador.
    Espera-se que saibam impor-se aos desmandos do partido na esfera superior. O povo tem nojo de assistir as negociatas entre PT e PMDB , com a presidente barganhando todos os ministérios em troca de evitar sofrer o processo que dê fim aos seus desmandos .

  • Orlando diz: 24 de setembro de 2015

    Partido que quer viver do passado.
    Casildo Maldaner, Newton de Conto, Renato Viana, Eduardo Pinho, Saulo Vieira, Içuriti.
    vão levar uma surra em 2016 e 2018.