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Conselho Empresarial de SC articula defesa do Sistema S

25 de setembro de 2015 2

O Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM) articula campanha em defesa no Sistema S, integrado por SENAI, SESI, SENAC, SESC, SENAR, SENAT e SEST. O COFEM enviou ofício à bancada catarinense em Brasília alertando sobre as medidas anunciadas pelo governo federal, que pretende apropriar-se de verbas do Sistema S para cobrir parte do déficit fiscal. O Conselho reuniu-se nesta sexta-feira (25), em Florianópolis. O ofício, assinado por representantes da FIESC, FAESC, FETRANCESC, FECOMÉRCIO, FACISC, FCDL E FAMPESC, afirma que, se aprovada, a medida, de cunho intervencionista, terá o efeito de interromper os programas executados pelas entidades do Sistema S de todo o País. “Notadamente em educação, qualificação profissional e qualidade de vida do trabalhador, resultando em prejuízos incalculáveis à competitividade, à inovação e à produção industrial brasileiras, já duramente afetadas nos últimos anos pelo elevado custo de produção nacional”, diz o texto da carta.

Federações mobilizam-se contra cortes no Sistema “S”

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Comentários (2)

  • professor José Germano Cardoso diz: 26 de setembro de 2015

    E eu pensando que eles é que investiam no sistema SS… agora vejo que é o governo federal, do qual a Dilma é presidenta… E o meu salário menor do que um recruta zero é ” pacabá “, a indecência do Colombo governador da sua carreira eleitoral!… Só mesmo na violência das classes populares reagindo a essas cabeças de bagres dirigentes, aos seus cotidianos desmandos, ao roubo nacional de norte ao sul, estadual, municipal e na sociedade civil organizada. É o dízimo da terra, do sangue, do sonho, neste inferno dantesco… Desgraçados!…

  • Moacir Pereira diz: 26 de setembro de 2015

    Os recursos do sistema S, sr. Germano, são integralmente oriundo das empresas. Nada tem do governo federal. O que o governo Dilma quer é “garfar”, subtrair de forma inconstitucional o dinheiro das empresas hoje aplicado em educação profissional, treinamento competente, assistência social, atendimento médico, odontológico, atividades de lazer, etc. Este desgoverno quer é liquidar com instituiçoes que funcionam e muito bem, especialmente, na educação profissional