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Assembleia do Sinte rejeita Plano de Carreira do Governo

22 de outubro de 2015 5

Reunidos em assembleia geral do Sinte, os professores da rede estadual decidiram rejeitar o anteprojeto do Plano de Carreira do Magistério, elaborado pelo governo Colombo e que foi objeto de negociações nos últimos meses.
As principais razões da rejeição são:
1. O prazo de quatro anos para implantação, considerado excessivamente longo. O primeiro reajuste para descompactação da tabela salarial seria concedido apenas em maio de 2016;
2. O Plano prioriza os professores de nível médio e não valoriza os mestras com mestrado e doutorado.

O Sinte critica, também, a política adotado pelo governo Colombo em relação ao magistério. Se é fato que os professores ACTs e os que estão no piso salarial tiveram reajustes razoáveis, beneficiados com a lei federal do piso salarial, verdade também que os demais integrantes da carreira tiveram os vencimentos praticamente congelados.
Durante a assembleia estadual foram disparadas críticas contra o reordenamento de escolas e turmas, em execução pela Secretaria da Educação. Esta medida estaria prejudicando milhares de alunos que são transferidos para escolas distantes.
O Sinte tomou outra decisão. Rejeita oficialmente o novo Plano de Carreira e se o governo remeter o projeto à Assembleia Legislativa vai pressionar os deputados para que não o aprovem.

Comentários

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Comentários (5)

  • Carlos Henrique diz: 22 de outubro de 2015

    Lembrando que os docentes vão ficar SEM REAJUSTE nesse ano do nosso Senhor de 2015 !

    Depois, quando vier a greve, não vai adiantar ficar perguntando: “Será que não tinha outro jeito de negociar, sem prejudicar as criancinhas ?”

    Quem está preocupado DE VERDADE com a educação pública tem que questionar o governo AGORA !

  • observador diz: 22 de outubro de 2015

    O sinte prefere a gestão do Rio Grande do Sul.
    Ainda não acordaram pra atual situação tanto do Rio Grande do Sul como do Paraná.

  • Carlos Alberto Bertoldo dos Santos diz: 22 de outubro de 2015

    Senhor Jornalista,
    Os entraves provocados pela greve dos bancários para regularizar seus compromissos financeiros durante esses intermináveis dezessete dias(17)é de tirar a população do sério,são compromissos com INSS,FGTS e outros encargos que não podem ser quitados por falta de funcionamento dos Bancos.
    O que se percebe que os funcionários e Sindicalistas nessa greve nem aparecem para protestar nas portas das Instituições Financeiras, diferentemente das outras Greves que eram com piquetes. As negociações feitas pelos Pseudos Sindicalistas são bem orquestradas, sem protestos contra esse Governo desastrado do PT.
    Agora mesmo não concordam com a Pauta do Governo Estadual (SINTE) sem acordo.Esses Pseudos Sindicalistas estão monitorando o termômetro da popularidade do desgoverno, é um conluio orquestrado por todos os Sindicatos.
    Até +
    Carlos Alberto B. dos Santos

  • maria diz: 22 de outubro de 2015

    O governo esqueceu também dos graduados em nível de especialização, não somente dos mestres e doutores. O governo concede aumento somente para aqueles que nem professores são, eles estão professores porque não conseguem trabalhar na área que escolheram, então eles vão às famosas chamadas públicas e decidem que vão dar aula. Tem até bacharel formado em direito fazendo isso. Para esses professores é que tem aumento.

  • Daniel – Laguna diz: 24 de outubro de 2015

    Srª Maria não seja injusta com nosso governador, nesta proposta elaborada pelo preocupadíssimo secretário eletricista da educação houve aumento sim. Para ser preciso 25% para diretores, assessores, servidores em desvio de função na sed, sdr(s), judiciário e alesc, e comissionados. Só não receberam, como sempre, os que realmente estão em sala de aula – os professores … então Dona Maria “pare de reclamar”.