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AmpeBr reforça necessidade de alterar regulamentação da Associação Têxtil Brasileira

29 de junho de 2015 0
Audiência Pública do Setor Têxtil. Foto: Carina Machado

Audiência Pública do Setor Têxtil realizada na semana passada. Foto: Carina Machado

A forma como a ABVTEX – Associação Brasileira do Varejo Têxtil vem atuando junto às empresas de confecção em todo Brasil, foi questionada pelo presidente da Associação das Micro e Pequenas Empresas de Brusque e Região, Luiz Carlos Rosin, durante audiência pública realizada na última semana na cidade. Representando o prefeito de Brusque, Roberto Pedro Prudêncio Neto, durante o debate promovido pelo vereador Edson Rubem Müller na Câmara Municipal, Rosin, que também é o atual secretário de Desenvolvimento Econômico do Município, entregou ao presidente da ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, Fernando Pimentel, um parecer elaborado pelo corpo jurídico da AmpeBr, a respeito da ABVTEX. Na opinião do presidente da AmpeBr, a ABVTEX desenvolveu ao longo dos anos uma espécie de ‘cartel de exigências’ perante seus fornecedores, centenas deles situados no município de Brusque e região. “Há necessidade de se fazer alguma coisa porque da forma como a ABVTEX impõe suas exigências, ela está nos levando para um caminho muito perigoso. São exigências muito graves, nos colocando em situações que não seriam, na nossa visão, da competência deles fiscalizarem, mas sim do Ministério do Trabalho”, ressaltou Rosin.

Além disso, segundo o presidente da AmpeBr, outra barreira da ABVTEX se refere ao MEI, já que a associação não permite que eles estejam inseridos no hall de fornecedores terceirizados dentro da cadeia produtiva. A reivindicação de Rosin teve o apoio maciço da Federação das Ampes de Santa Catarina (Fampesc), bem como da Câmara Municipal de Brusque, do Sindicato Patronal do Vestuário (Sindivest), do Sindicato dos Trabalhadores do Vestuário (Sintrivest) e de dezenas de empresários que participaram do debate e expuseram sua opinião sobre o tema.

 

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Novos estudos sobre infraestrutura hoje na Fiesc

29 de junho de 2015 0

Da coluna de hoje no DJ, Santa e A Notícia:

Jonada da Unidade no PMDB-SC
“Principais lideranças do PMDB iniciaram no fim de semana a Jornada da Unidade, com dois eventos em Balneário Camboriu e Indaial. Serão promovidos 15 encontros macroregionais em todo o Estado. Nos bastidores circulou a informação de que o vice-prefeito de Blunenau, Jovino Cardoso, hoje no DEM, está com um pé no PMDB.
Protesto
Chefes da Procuradoria Federal em Santa Catarina e das Procuradorias Seccionais Federais colocam hoje seus cargos à disposição em protesto contra o governo Dilma, pelo achatamento salarial. Em 2014, os advogados federais economizaram 628 bilhões de reais, soma da cobrança de créditos com processos judiciais. Alegam que nos últimos 5 nos, a AGU perdeu 40% dos profssionais pelos baixos salários.
O centenário(foto menor)
Considerado um dos responsáveis pela revolução na produção de derivados de suínos, a partir da adoção de novas tecnologias de criação e industrialização, quando atuava na Sadia, há mais de 60 anos, Victor Fontana é um exemplo vivo do excepcional desenvolvimento do agronegócio catarinense. Em julho será alvo de merecidas homenagens. Dia 16 completará 99 anos.
Fiscais
Tem nova Diretoria a Associação dos Funcionários Fiscais de Santa Catarina. O atual presidente Cidemar José Dutra foi reconduzido a novo mandato. Dedicado às entidades classistas e respeitado entre todos os servidores da Fiscalização há dez nos atua, também, como Diretor do Sindicato dos Fiscais da Fazend de Santa Catarina-Sindifisco.
Imprensa
Principal evento comemorativo de mais um aniversário da imprensa catarinense vai acontecer outra vez em Chapecó, sob a coordenação do jornalista Marcos Bedin, delegado da Associação Catarinense de Imprensa. Serão homenageados o jornalista Laudelino José Sardá(Florianópolis), o radialista Servilho Ferreira(Lages) e a historiadora Eli Maria Bellani(Chapecó). Presença de 500 profissionais do Estado.
Maioridade
Mais de 400 maçons integrante do Grande Orienta de Santa Catarina participaram no fim de semana de encontro estadual para debate sobre o projeto de redução da maioridade penal. A instituição pretende ouvir todos os maçons do Estado para tomar uma posição pública sobre a polêmica matéria. O Gosc conta hoje com 120 lojas em Santa Catarina.
Infraestrutura
Estudos técnicos atualizados sobre a situação das rodovias, portos e aeroportos de Santa Catarina serão apresentados hoje, as 8h30m, na Fiesc, durante reunião da Comissão de Transporte eLogística. O modal marítimo terá uma agenda de portos, com sugestões para melhor a competitividade. O Plano Aeroviário Catarinense, de 1993, receberá propostas de atualização.

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Gestores de hospitais de SC fazem protesto e falam até em colapso do sistema de saúde

29 de junho de 2015 0
hosp

Foto: SIMESC

Levantamento feito pelas entidades estaduais revelam que 14 hospitais foram fechados em Santa Catarina nos últimos anos, a maioria atingida pela crise causada pela crescente defasagem da tabela do SUS que não atende nem os custos básicos. A dívida atual dos hospitais é superior a 200 milhões de reais, segundo a Federação e Associação dos Hospitais. A situação pré-falimentar dos hospitais comunitários e filantrópicos será apresentada, nesta segunda-feira (29), à população nos municípios catarinenses. Vai ser iniciada uma mobilização, com a campanha “Acesso à Saúde – Meu Direito é um Dever do Governo” .
Os gestores hospitalares farão exposições com esclarecimentos à população até sobre hipótese de colapso do sistema. O principal ato está programado para a Associação Empresarial de Joinville, a partir das 10 horas.
O Conselho Federal de Medicina tem um levantamento indicando que 1.500 procedimentos hospitalares da tabela do Sistema Único de Saúde estão totalmente defasados.
O SUS paga apenas R$ 10,00 por uma consulta médica. Já os planos de previdência privados tem remuneração fixada em R$ 48,00. Um exame citopatológico vale R$ 27,33 na rede privada e fica por R$ 6,97 pelo SUS. Um exame de colonoscopia sai por R$ 391,00 nos planos particulares, enquanto o SUS paga R$ 112,66. Em relação às diárias hospitalares e cirurgias, as diferenças são ainda mais gritantes.
As organizações hospitalares tem realizado encontros com autoridades, participado de inúmeras reuniões com os parlamentares e lançado manifestações, mas até agora o governo federal mantém o arrocho.

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Chefes das Procuradorais Federais protestam com pedido de exoneração

29 de junho de 2015 0

Os Chefes da Procuradoria Federal em Santa Catarina e os Chefes das Procuradorias Seccionais Federais vão protocolar os seus pedidos de exonerações dos cargos de chefia em sinal de protesto contra o governo federal.
Advogados reivindicam melhores condições de trabalho. Alegam que o ajuste fiscal não seria necessário e que Governo Federal tem R$ 1,3 trilhões de créditos a receber e poderia pagar a dívida pública em 5 anos com o dinheiro da sonegação.
Somente em 2014, os advogados públicos federais economizaram R$628 bilhões para o governo federal, somada a arrecadação direta (cobrança de créditos) com a indireta (defesa em processos judiciais).
Nos últimos 5 anos a AGU perdeu 40% dos seus profissionais para as carreiras da Magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública.
Os advogados públicos buscam a aprovação da PEC 443/2009, que estabelece isonomia de tratamento com as demais Funções Essenciais à Justiça, e assim combate a evasão das carreiras, bem como da PEC 82/2007, que confere autonomia técnica e orçamentária à
Advocacia-Geral da União.

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Orquestra Filarmônica de Jaraguá dá show no Teatro do CIC

28 de junho de 2015 0

Teatro do CIC superlotado aplaudiu de pé a apresentação do Concerto Pop pela Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, mantida pela SCAR-Sociedade Cultural e Artística.
Um programa popular variado com 15 músicas de grandes compositores nacionais e internacionais foi executado pela conhecida orquestra catarinense, sob a regência do maestro Lucas Ferreira Frühauf.
O ponto alto do espetáculo aconteceu quando os solistas Augusto e Kairo executaram “With or Without You”do U2, com arranjo de Tácio Cesar Vieira.
Antes da apresentação, o presidente da Scar, Udo Wagner fez um rápido comentário sobre o concerto em Florianópolis, destacando as atividades da SCAR, em formação musical, artística e cultural e em promoção de grandes espetáculos.
O bis no final veio com “Hey Brother”, de Avicii, com a mesma dupla de solista e o mesmo arranjador.

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Educação: projeção nacional

28 de junho de 2015 0

O presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Santa Catarina, professor Marcelo Batista de Sousa, assume neste segunda-feira, em Brasilia, o cargo de Diretor da Câmara de Educação da Federação Nacional das Escolas Particulares. Pedagogo e administrador, Souza já ocupou a mesma função na Confenen.

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Juiz Jairo Schäfer assume direção do Foro da Justiça Federal

28 de junho de 2015 0

O juiz Jairo Gilberto Schäfer vai assumir no dia 2 de julho, as 11 h, a Direçõ do Foro da Justiça Federal em Florianópolis. Gaúcho de Tres Passos, atua na Justiça Federal desde 1996, tem mestrado e está concluindo doutorado em Direito. Começa inovando. Realizará visitas institucionais e nesta segunda-feira estará na sede da Assoiação Catarinense de Imprensa.

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Em 194 municípios de SC não há homicídios

28 de junho de 2015 0

Apesar do aumento da criminalidade em várias cidades de Santa Catarina, estatísticas da Secretaria de Segurança Pública indicam que o número de homicidios vem se mantendo estável, com média mensal de 63 casos e na faixa dos 750 assassinatos por ano. Cesar Grubba revela, também, que em 194 municípios o índice é zero de homicidios.

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Receita cai: acesa luz vermelha

28 de junho de 2015 1

Equipe da Secretaria da Fazenda acendeu o sinal de alerta. A arrecadação estadual no mês de junho até aqui é pior de todo o ano. Chegou apenas 2%, para uma inflação superior a 9%. Como a despesa tem aumento vegetativo, o governo começa a avaliar medidas para cortes na máquina.

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Revista diz que "Lula mostra desequilíbrio e desespero"

28 de junho de 2015 0

“Lula perde o eixo”- é o título da principal reportagem desta semana da revista IstoÉ. Informa que Lula está “vivendo o piro momento de sua história”. A Veja traz extensa reportagem de 12 páginas com revelações estarrecedores do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, maior amigo do ex=presidente, na delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal.
E a revista Época tem como título de capa “A ruína da era Lula”.
A matéria da IstoÉ tem o seguinte texto:

“O ex-presidente Lula anda insone. Segundo amigos próximos, o petista não consegue sossegar a cabeça no travesseiro desde a prisão, há duas semanas, de Marcelo Odebrecht, presidente da maior empreiteira do País, e do executivo Alexandrino Alencar, considerados os seus principais interlocutores na empresa. Tem dormido pouco. Nem quando recebeu o diagnóstico de câncer na laringe, em 2011, o petista demonstrou estar tão apreensivo como agora. Pela primeira vez, desde a eclosão da Operação Lava Jato para investigar os desvios bilionários da maior estatal brasileira, a Petrobras, Lula teme amargar o mesmo destino dos empreiteiros. Até um mês atrás, o ex-presidente não esperava que sua história poderia lhe reservar outra passagem pela cadeia. Em 1980, o então líder sindical foi detido em casa pelo DOPS, a polícia política do regime militar. Permaneceu preso por 31 dias, chegando a dividir cela com 18 pessoas. Agora, o risco de outra prisão – desta vez em tempos democráticos – é real. Na quinta-feira 25, o tema ganhou certo frisson com a divulgação de um pedido de habeas corpus preventivo em favor do ex-presidente impetrado na Justiça Federal do Paraná. Descobriu-se logo em seguida, no entanto, que a ação considerada improcedente pelo Tribunal Regional Federal não partiu de Lula nem de ninguém ligado a ele. Mas, de fato, o político já receia pelo pior. O surto público recheado de críticas ao governo Dilma Rousseff e petardos contra o partido idealizado, fundado e tutelado por ele nos últimos 35 anos expôs, na semana passada, como os recentes acontecimentos têm deixado Lula fora do eixo.
Fora do Eixo
Em privado, o ex-presidente exibe mais do que nervos à flor da pele. Na presença de amigos íntimos, parlamentares e um ex-deputado com trânsito nos tribunais superiores, Lula desabou em choro, ao comentar o processo de deterioração do PT. Como se pouco ou nada tivesse a ver com a débâcle ética, moral e eleitoral da legenda, ele lamentou: “Abrimos demais o partido. Fomos muito permissivos”, justificou. Talvez naquela atmosfera de emoção, Lula tenha recordado de suas palavras enunciadas em histórica entrevista à ISTOÉ no longínquo fevereiro de 78, quando na condição de principal líder sindical do ABC paulista começava a vislumbrar o que viria a ser o PT, criado em 1980. “Para fazer um partido dos trabalhadores é preciso reunir os trabalhadores, discutir com os trabalhadores, fazer um programa que atenda às necessidades dos trabalhadores. Aí pode nascer um partido de baixo para cima”, disse na ocasião. Hoje, o PT, depois de 12 anos no poder, não reúne mais os trabalhadores, não discute com eles, muito menos implementa políticas que observem as suas necessidades. Pelo contrário, o governo Dilma virou as costas para os trabalhadores, segundo eles mesmos, ao vetar as alterações no fator previdenciário, mudar as regras do seguro para os demitidos com carteira assinada e adotar medidas que levam à inflação e à escalada do desemprego. Agora crítico mordaz da própria obra, Lula sabe em seu íntimo que não pode se eximir da culpa pela iminente derrocada do projeto pavimentado por ele mesmo.
Restaram os desabafos, sinceros ou não, e a preocupação com o futuro. Num dos momentos de lucidez, o ex-presidente fez vaticínios impensáveis para quem, até bem pouco tempo, imaginava regressar triunfante ao Planalto daqui a três anos. Em recentes conversas particulares no Instituto que leva o seu nome, em São Paulo, Lula desenganou o governo Dilma, sucessora que ele mesmo legou ao País. “Dilma já era. Agora temos que pensar em salvar 2018”, afirmou referindo-se às eleições presidenciais. Para o petista, a julgar pelo quadro político atual, “teria sido melhor” para o projeto de poder petista e da esquerda “que (o senador tucano) Aécio Neves tivesse ganho as eleições” presidenciais do ano passado. Assim, no entender dele, o PSDB, e não o PT, ficaria com o ônus das medidas amargas tomadas na esfera econômica destinadas a tirar o País da crise, o que abriria estrada para o seu retorno em 2018. Como o seu regresso não é mais favas contadas, o petista tem confidenciado todo o seu descontentamento com a administração da presidente Dilma. Lula credita a ela e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o avanço da Lava Jato sobre sua gestão. Embora essa hipótese ainda seja improvável, petistas ligados ao ex-presidente não descartam a possibilidade de ruptura, o que deixaria a presidente ainda mais vulnerável para enfrentar um possível processo de impeachment. A atitude, se levada adiante, não constituiria uma novidade. Em outros momentos de intensa pressão, como no auge do mensalão e do escândalo do caseiro Francenildo, Lula não se constrangeu em rifar aliados e até amigos do peito, como os ex-ministros José Dirceu, Antonio Palocci e Ricardo Berzoini.
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Quem testemunhou as confidências de Lula na ampla sala de reuniões de seu Instituto, sediado na capital paulista, não chegou a ficar surpreso com o destempero verbal apresentado pelo petista na semana passada. Não se pode dizer o mesmo da maioria expressiva da classe política, impossibilitada de privar da intimidade do ex-presidente. De tão pesados e surpreendentes, os ataques de Lula a Dilma e ao PT foram recebidos com perplexidade. O primeiro tiro foi disparado na quinta-feira 18. Numa reunião com padres e dirigentes religiosos, Lula admitiu, em alusão ao nível baixo do sistema da Cantareira, que ele e Dilma estão no volume morto. “E o PT está abaixo do volume morto”, avaliou. Na segunda-feira 22, Lula elevou ainda mais o tom. Só que contra o PT. Em debate com o ex-presidente do governo espanhol Felipe Gonzáles, disse que o partido “está velho, só pensa em cargos e em ganhar eleição”. “Queremos salvar a nossa pele, nossos cargos, ou queremos salvar o nosso projeto?”, questionou Lula, durante a conferência “Novos Desafios da Democracia”. Nos dias subseqüentes às declarações, enquanto o meio político tentava interpretar o gesto do petista, o Planalto reagia a seu modo. Num primeiro momento, Dilma minimizou.“Todos têm direito de fazer críticas, principalmente o presidente Lula”. No dia seguinte, no entanto, Dilma orientou o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, a procurar Lula para tentar entender as razões de tamanha fúria. Paralelamente, o ex-presidente tratou de se proteger. Articulou junto à bancada do PT no Senado a divulgação de uma nota de desagravo a ele próprio. Criou, assim, mais uma jabuticaba política: fez com que o partido atacado emitisse um documento em apoio ao autor dos ataques. Na nota, o PT manifestou “total e irrestrita solidariedade ao grande presidente Lula, vítima de uma campanha pequena e sórdida de desconstrução de uma imagem que representa o que o Brasil tem de melhor”. No fim da semana, ao perceber o ar rarefeito, Lula mandou emissários espalharem o suposto reconhecimento de que ele ‘se excedeu”. Era tarde.”

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