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Os novos beneméritos da AMC

25 de outubro de 2014 0

Congresso Estadual de Magistrados, que começa sexta-feira em Florianópolis vai homenagear três desembargadores aposentados com o título de sócios beneméritos da Associação dos Magistrados Catarinenses. Serão agraciados Tycho Brahe Fernandes Neto, Nauro Guimarães Collaço e Waldemiro Cascaes. O Congresso terá por tema “Efetividade da Justiça: um compromisso da magistratura em favor da sociedade”.

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Prefeito Napoleão Bernardes: "Priorizamos a qualidade na Oktoberfest"

25 de outubro de 2014 0

O prefeito Napoleão Bernardes fez um rápido balanço sobre a Oktoberfest deste ano que se encerra no domingo”:

MOacir Pereira- Quais os destaques do balanço da Oktoberfest.
Napoleão Bernardes – Balanço é bastante positivo. Nossa pretensão não foi de recorde de quantidade, mas de qualidade. Que as pessoas fossem bem acolhidas, em ambiente com conforto, segurança e espaço para fazer com que todos desfrutassem da festa. Não há dúvida que o ponto alto são os desfiles, em que os protagonistas são os próprios moradores de Blumenau. Entendemos que a Oktober tem que ser boa para quem mora aqui e ótima para os que nos visitam. Tivemos inovações nos espaços para as crianças e para as mulheres. Pela primeira vez a Vila Germânica está aberta para o almoço durante a semana.
Noacir-Novidades para o próximo ano.
Napoleão – Sem dúvida. Contratamos pesquisas e elas nos dão as diretrizes das boas inovações e ideias para os próximos anos.
DC – Quais os destaques sobre origem dos turistas.
Napoleão – São para os turistas de São Paulo e de Minas Gerais. Na América Latina, o Uruguai foi o ponto alto.

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Oktoberfest: organização, criatividade e tranquilidade familiar

25 de outubro de 2014 0

Termina neste fim de semana a Oktoberfest, a melhor e mais qualificada festa de outubro de Santa Catarina. Este ano com várias inovações. O último desfile acontece hoje, a partir da 16 h, na rua XV de Novembro. Cinco prefeitos participarão deste espetáculo de riqueza comunitária e cultural: Napoleão Bernardes, Félix Theiss, Vitor Sasse, Dalto dos Reis e Décio Lima.
A Vila
Dá gosta visitar Blumenau nesta época do ano e circular pela Vila Germânica. Decoração típica e criativa, bebidas de excelente qualidade e muita variedade, gastronomia de qualidade e com preços honestos. E uma exemplar tranquilidade, com clima familiar.

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Ademir Saorin é reeleito para novo mandato

25 de outubro de 2014 0

O empresário Ademir Antônio Saorin foi reeleito para novo mandato na presidência do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado de Santa Catarina. A eleição ocorreu durante o 7º. Congresso Estadual da Fenabrave-SC, realizado em Jaraguá do Sul. Saorin atua também como Diretor Regional da Federação Nacional.

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Eduardo Moreira abriu o voto

25 de outubro de 2014 0

Indagado na cobertura da TV-Com no dia 5 se era fato que havia votado em Aécio Neves na eleição presidencial, como se informava, Eduardo Pinho Moreira respondeu: “O voto é secreto”. Agora no segundo turno, não trabalhou para nenhum dos candidatos, mas abriu o voto. Em solidariedade a Raimundo Colombo vai votar em Dilma Rousseff.

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Eleições, pesquisas e imprensa

25 de outubro de 2014 0

Da coluna de hoje do Moacir Pereira:

As eleições deste domingo vão definir quem presidirá o Brasil nos próximos quatro anos. Indicarão, também, para milhões de brasileiros quais os institutos de pesquisas que manipularam, erraram ou mentiram para o eleitorado que revela interesse e acompanha as prévias eleitorais. Mostrarão, finalmente, embora de forma ainda prematura, quais as publicações semanais de maior circulação nacional conquistarão mais credibilidade.

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Acirrou-se a disputa nos últimos dias com esta disputa entre os institutos. De um lado, Ibope e Datafolha indicando que Dilma assumiu a liderança durante esta semana. De outro, a Sensus-IstoÉ confirmando durante todo o segundo turno que Aécio Neves mantém-se na dianteira da corrida presidencial.

As revistas semanais também estão na berlinda. Desde o primeiro turno, a Veja publicando reportagens exclusivas e explosivas sobre as graves revelações de corrupção na Petrobrás, a partir da delação premiada do ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto da Costa. Na semana decisiva, a publicação mais importante da editora Abril traz revelações atômicas com informações de que o doleiro Alberto Youssef citou nominalmente Lula e Dilma de que teriam conhecimento dos ilícitos envolvendo 10 bilhões de reais em propinas nas operações da Petrobrás. Na mesma linha a IstoÉ acusando a candidata do PT e de seu comitê de fazerem a “campanha da mentira”. E na outra ponta a CartaCapital contestando com veemência as concorrentes e abrindo espaços nobres para a candidata governista.

Por múltiplas razões será uma eleição histórica. E de seu resultado só se tem uma certeza: o Brasil está rachado ao meio.

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O debate e as perguntas concretas dos eleitores indecisos

25 de outubro de 2014 0

Do portal UOL, da Folha de São Paulo, no competente texto do jornalista Josias de Souza, sobre o debate dos presidenciáveis:

“O ponto alto do debate da Globo foi a participação dos eleitores indecisos. Sem ambições políticas ou artísticas, os indecisos esfregaram na cara dos candidatos perguntas feitas de lugares-comuns, iguais aos lugares onde eles vivem. Injetaram na ficção dos estúdios iluminados a realidade opaca de seus universos sem luz. Suas luzes apagadas expuseram a cegueira do marketing das campanhas.
Selecionados pelo Ibope, os indecisos revelaram que o inferno que habitam fica muito distante do paraíso do horário eleitoral. Nele, tem gente madura “sem empregabilidade”, tem jovem que morre por causa de “uma dívida de dogras de apenas R$ 50”, tem aluno que “deixou a escola para ser chefe do tráfico”, tem bandido que mandou uma família “sair de casa sem poder levar nada”, tem “esgoto a céu aberto”, tem bairro em que “as pessoas perdem o pouco que puderam conquistar” quando chove forte e tem “aluguel que triplicou”.

Os eleitores indecisos “escreveram perguntas sobre 14 temas de interesse geral”, informou William Bonnner na abertura do debate. “Foram selecionadas as 12 questões mais representativas. E aqui, ao vivo, eu vou sortear oito delas.” Bonner explicou que o próprio autor leria a respectiva indagação. Sem improvisos ou acréscimos, sob pena de ter o microfone cortado e ser substituído por outro indeciso que não quebrasse a confiança da Globo.

Os indecisos são seres implacáveis. Inquiridos por eles, Dilma e Aécio ofereceram missangas retóricas, sorrisos e um certo ar de respeito humanista. E os indecisos, proibidos de replicar, olharam para os candidatos com suas feridas expostas e semblantes crispados. Indecisos não têm tempo para cultivar desejos abstratos. Seus objetivos são concretos.

“Meu nome é Elizabeth da Silva Gomes Andrade. Tenho 48 anos e sou dona de casa. A maioria dos bairros próximos de onde eu moro têm esgoto a céu aberto, quando chove, as pessoas perdem um pouco do que puderam conquistar. O que impede, de verdade, os governos resolverem esse problema?”

Com seu rebolado de general de cavalaria, Dilma aproximou-se da eleitora sem candidato. “Elizabeth, uma boa pergunta”, ela disse. Para a Dilma, todas as interrogações de indecisos são boas perguntas. “Eu tenho um compromisso com o futuro, Elizabeth. É acelerar essa questão do tratamento e da coleta de esgoto. Nós estamos colocando, hoje, R$ 76 bilhões em parceria com Estados e municípios.”

Na sucessão de 2010, a Globo já havia incluído os indecisos na coreografia do último debate. Nessa ocasião, coube a Melissa Bonavita, uma operadora de telemarketing do Rio, inquirir Dilma sobre saneamento: “Moro num bairro onde, nas proximidades, tem um valão imenso. Algumas vezes, em épocas de chuva, o valão transborda, provocando doença nas pessoas. O que será feito para melhorar o saneamento no país?”

Eis o que respondera a Dilma de quatro anos atrás: “Melissa, essa é uma das mais importantes questões. Queria te dizer que eu tenho um compromisso, que é resolver de uma vez por todas uma das questões mais graves do Brasil, que é a questão das enchentes, principalmente nas regiões metropolitanas. [...] Vou triplicar os valores investidos em saneamento —tratamento de esgoto e tratamento de água. [...] Vou investir em saneamento porque o Brasil tem de zerar o déficit em saneamento.”

Ou seja, no futuro da presidente sempre cabem todos e cabe tudo, pois o futuro não pode ser apalpado. O tucano José Serra, adversário dela na corrida presidencial de 2010, estava nos estúdios da Globo na noite passada. Deve ter gargalhado em silêncio. Ele criticara Dilma por não eliminar os impostos cobrados das companhias estaduais de saneamento. “O governo federal duplicou os impostos sobre saneamento”, afirmara Serra em 2010. “Isso tira R$ 2 bilhões das companhias estaduais por ano. E diminui os investimentos no setor.”

Aécio Neves, defensor da mesma providência, ecoou Serra na resposta à indecisa. “Elizabeth, eu não vou terceirizar responsabilidades. Presidente, vou cumprir o meu papel. O primeiro deles é desonerar as empresas de saneamento do PIS. A candidata prometeu. E não cumpriu.” Não é difícil perceber por que Elizabeth é uma eleitora indecisa.

Os indecisos não cultivam projetos abstratos. Só concretos. Por exemplo: o projeto de Vera Lúcia Azevedo Simões, 45, professora em Salvador, é obter segurança. “A droga tem dizimado parte dos jovens”, ela disse a Dilma e Aécio. “Muitos morrem antes de completar maioridade. Conheci um jovem do meu bairro que foi morto devido a uma dívida de drogas de apenas R$ 50. Tive um aluno que deixou a escola para ser chefe do tráfico. A caneta como arma, o caderno por lápide. Qual a proposta para melhorar essa realidade?”

Aécio respondeu que fechará as fronteiras do país, para impedir a entrada de drogas e armas. E reiterou a promessa de conceder um estímulo monetário aos jovens que se dispuserem a concluir os estudos. “Eu quero criar o Poupança Jovem, um recurso que é depositado na conta dos alunos do ensino médio que só pode ser sacado ao final do curso para que tenha um estímulo a mais para concluir sua formação. Quanto? O candidato não especificou. Mas, para concorrer com o recrutamento do tráfico, há de ser um bom dinheiro.

Quanto a Dilma, ela disse que, dentro de quatro anos, a indecisa Vera Lúcia será outra pessoa: “Eu vi numa reportagem da Globo News. Dizia que todas as pessoas que participaram do debate de 2010 disseram que melhoraram de vida. Eu quero que também com vocês aqui, com os eleitores indecisos ocorra a mesma coisa. Que vocês, no fim de 2018 cheguem aqui, digam que melhoraram de vida se eu for eleita, ficarei muito feliz.” Há 12 anos no poder, quatro os quais como presidente, Dilma oferece aos indecisos, de novo, um futuro radiante. Mal sabe ela que os indecisoas detestam futuros. Pragmáticos, querem ser convencidos no presente.

Os indecisos se comportam mal, desvirtuam a programação da marquetagem. Num debate em que Dilma jactou-se de presidir um país sob pleno emprego, a cearense Elizabeth Maria Costa Timbó apresentou-se como um ponto for a da curva: “Tenho 55 anos e sou economista. Sou uma pessoa qualificada profissionalmente, mas pelo fato de estar com 55 anos, atualmente me encontro fora do mercado de trabalho formal. Qual a sua proposta para que pessoas maduras tenham sua experiência de trabalho valorizada e possam manter sua empregabilidade?”

Aécio tropeçou no óbvio ao dar uma resposta a Elizabeth: “O país tem que voltar a crescer, nós não temos alternativa, a nossa taxa de investimentos hoje é de 16,5% do PIB, a menor da última década. E eu tenho absoluta convicção: com clareza das propostas, com respeito às regras, respeito às agências reguladoras, com uma política fiscal transparente vamos gerar novos empregos para gente qualificada como você, Elizabeth.” Quer dizer: mandou a indecisa entrar na fila.

“Muito boa a sua pergunta”, interveio Dilma. “Eu não acho que o Brasil não está gerando emprego. O que eu acho, Elizabeth, é que seria interessante que você olhasse entre os vários cursos que têm sido oferecidos, inclusive pelo Senai, que são cursos para pessoas que têm a possibilidade de conseguir um salário e um emprego melhor, se você não acha colocação.” Ou seja: para Dilma, o problema não está no mercado, mas em Elizabeth, que ainda não descobriu as maravilhas de uma reciclagem no Senai.

Pressionando aqui, você chega à integra da transcrição do debate. A conversa com os indecisos vale o desperdício de um pedaço do final de semana. Eles falaram no segundo e no quarto blocos. Na prática, os indecisos transformaram o último debate da temporada eleitoral numa espécie de centro terapêutico para tratar candidatos à Presidência de suas loucuras. Neste domingo, um deles terá alta.”

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Aécio é mais articulado que Dilma

25 de outubro de 2014 24

Em termos de desempenho em debates televisivos, não há termos de comparação. O candidato Aécio Neves é mais articulado, mais seguro, domina a gramática e respeita o português. A candidata Dilma Rousseff tem problemas com a linguagem, atropela o vernáculo e dá a impressão que, ou por excesso de informações ou por ansiedade, corta a frase e interrompe a continuidade do pensamento.

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A tática da petista ficou evidenciada outra vez no último debate: fazer sempre e até de forma cansativa e improdutiva o comparativo com os governos de Fernando Henrique. Ou então comparar o governo federal com os governos de Aécio Neves em Minas Gerais.

Como nos outros debates, Dilma fugiu de várias perguntas para tentar impor a sua pauta politica.
Aécio Neves fala bonito, tem ideias claras sobre os problemas do Brasil e revela sintonia com o eleitorado que clama por mudanças.

Tem resposta para todas as perguntas e solução para todos os problemas. Em vários, são questões práticas objetivas, mas há pontos em que não especifica a origem dos recursos para sua execução.
Ponto alto a destacar: no debate da Globo não houve baixarias.

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Despedidas: continuidade e mudanças

25 de outubro de 2014 0

O quarto e último bloco teve a participação de eleitores indecisos. Trataram de saneamento básico, dos graves problemas de segurança, do delicadissimo drama das drogas e do mercado de trabalho.

Dilma repetiu que seu governo é o que oferece a menor taxa de desemprego, enquanto Aécio criticou a economia travada e a falta de investimentos.

Na manifestação final, Dilma Rousseff destacou que quer um Brasil construído com amor, esperança e união. Quer um Brasil com oportunidade para todos, que tenha olhar especial para mulheres, negros e jovens, com educação e cultura.
- Não vamos permitir que a crise tire de você o que conquistaram- concluiu.

Aécio Neves enfatizou que não era mais candidato de um partido, mas da mudança de valores e do Estado. Que viveu uma emoção nova, depois de 30 anos com seu avô Tancredo Neves.
- Se merecer sua confiança e seu voto, subirei a rampa com a mesma coragem. Travei um duro combate, falei a Verdaded e guardei a minha fé – completou.

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Dilma: "Meu banho, minha vida", referindo-se a falta de água em SP

24 de outubro de 2014 7

Mais uma vez, a candidata Dilma Rousseff mantém a estratégia de fazer comparativos com o governo FHC e com o governo de Aécio em Minas Gerais. Aécio insiste em “olhar para o futuro”, mas Dilma não altera suas intervenções.

Pela terceira vez fica evidente: Aécio é mais articulado, constrói frases corretamente, enquanto Dilma tem dificuldades de explicitar as ideias, as vezes até trava e, com alguma frequência, desvia do tema principal.

Dilma começou o bloco responsabilizando o governo tucano pela crise da falta de água em São Paulo, alegando que houve falta de planejamento.

Aécio responsabilizou o governo federal pela falta de planejamento em todas as regiões do Brasil, cutucando a Agência Nacional de Água, que também foi aparelhada pelo PT.
- É uma vergonha não haver planejamento no Estado mais rico do Brasil – fulminou a presidente. Citou José Simão que definiu o cenário de “meu banho, minha vida.

Aécio aproveitou a deixa para criticar a mais completa falta de planejamento do governo federal, que tem inúmeras obras paradas, com preços duplicados ou triplicados. Citou a transposição do Rio São Francisco, ferrovias, portos e rodovias, que elevam o custo Brasil e penalizam todo o Brasil.

Dilma defendeu na reforma politica o fim do financiamento empresarial de campanhas e criticou os tucanos por instituírem a reeleição.

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