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Rogério Bonini Ruiz é o novo representante dos empregados da Eletrosul no conselho de administração

26 de março de 2015 0

Os empregados da Eletrosul elegeram nesta quinta-feira o seu representante no conselho de administração da empresa, que é a maior estatal federal do sul do Brasil. Duas chapas disputaram a vaga, uma delas concorrendo à reeleição. A vencedora foi a chapa de oposição, liderada pelo engenheiro civil Rogério Bonini Ruiz. O suplente será o engenheiro eletricista Fabiano dos Santos Petrillo. O mandato é de um ano.

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Exército vai ceder terreno para praça em Florianópolis

26 de março de 2015 3

O deputado federal Esperidião Amin (PP) não cabia em si após a conversa que teve na manhã de hoje com o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante do Exército. O catarinense foi tratar de uma antiga obsessão: a devolução ao município de Florianópolis do pequeno terreno localizado em frente do Beiramar Shopping, hoje inútil, para construção de uma praça. Amin saiu da conversa com a garantia de que o pedido será atendido.

— Está tudo apalavrado — afirma Amin.

Após o encontro, o deputado federal entrou em contato com o governador Raimundo Colombo (PSD) e com o prefeito Cesar Souza Junior (PSD) para comunicar o resultado do encontro. O prefeito já designou o novo diretor do Ipuf, Acácio Garibaldi, para acertar as questões burocráticas da transmissão do terreno com o general Lauro Luiz Pires da Silva, diretor de Patrimônio Imobiliário e Meio Ambiente do Exército.

— A única condição imposta é de que o parque leve o nome do Forte São Luiz, que existia ali, e que tenha informações sobre o antigo sistema de fortalezas da Ilha de Santa Catarina, o que é muito justo — afirma Amin.

(Upiara Boschi, interino)

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Escolinha do professor Coruja

26 de março de 2015 0
Foto: Eduardo Guedes de Oliveira / Agência AL

Foto: Eduardo Guedes de Oliveira / Agência AL

A postura do deputado estadual Fernando Coruja (PMDB) tem chamado atenção no plenário da Assembleia. Com a experiência de x mandatos na Câmara dos Deputados, ele tem contribuído no processo legislativo ao comparar situações análogas. Na sessão de terça-feira, quando foram votados 13 vetos de Raimundo Colombo (PSD) a projetos aprovados pelos parlamentares, Coruja arrancou risadas em uma de suas seguidas intervenções:

— Até existem motivos para vetar esse projeto, mas a argumentação é muito fraca — afirmou, sobre parecer do Executivo.

 

 

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João Carlos Ecker diz que fica na secretaria de Infraestrutura

26 de março de 2015 0

João Carlos Ecker garante que continua à disposição do PMDB para continuar à frente da Secretaria de Infraestrutura. Circulam nos bastidores informações de que ele estaria de saída. Ecker avisa que fica no posto até que o partido ou o governador decidam o contrário. Ontem, ele esteve na Fiesc para apresentar as obras em andamento no Estado.

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É contigo, Mariani

26 de março de 2015 0
Foto: Marcelo Tolentino / Divulgação

Foto: Marcelo Tolentino / Divulgação

Na transmissão do cargo de coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense não também passagem de faixa, só de demandas. Foi assim na noite de terça-feira, quando Mauro Mariani (PMDB) assumiu a função que ocupada até então por Esperidião Amin (PP) e já foi recebendo um calhamaço do presidente da Fiesc, Glauco Côrte. Atento, o senador Dário Berger (PMDB) observava o aliado receber os pedidos da indústria.

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Cassação do prefeito de Brusque serve de precaução a outros políticos

26 de março de 2015 4

A confirmação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da cassação do prefeito de Brusque, Paulo Eccel (PT), deve colocar uma pulga atrás da orelha dos atuais prefeitos pré-candidatos à reeleição. O abuso de poder político foi caracterizado porque o petista teria gasto em publicidade no primeiro semestre de 2012, ano eleitoral, mais do que a média dos anos anteriores.

Um peso, duas medidas 

Até então, o TSE vinha sendo benevolente em casos semelhantes. Um exemplo claro: candidato a reeleição também em 2012, o ex-prefeito joinvilense Carlito Merss (PT) teve a candidatura barrada pelo TRE-SC por argumentação semelhante. Mesmo derrotado, conseguiu reverter a decisão em Brasília — o que pelo menos manteve sua ficha limpa e impediu oito anos de inelegibilidade, provável destino de Eccel.

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Renegociação da lei sobre dívida dos Estados dará alívio de R$ 12 milhões por mês a Santa Catarina

26 de março de 2015 2

Ao botar para votar e aprovar na noite de terça-feira o projeto de lei que obriga o Planalto a aplicar os novos índices de correção da dívida de Estados e municípios em 30 dias, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ganhou um fã no Centro Administrativo de Santa Catarina. A renegociação dá um alívio ao cofre do Estado de R$ 12 milhões por mês.

Sem judicializar 

O Estado já estudava recorrer à mesma medida do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), que conseguiu uma liminar judicial para que a correção da dívida aprovada em lei em novembro do ano passado fosse autoaplicável. Vale lembrar que Eduardo Cunha também é do PMDB carioca. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) promete a mesma pressa para votar: o filho dele, Renan Filho, é governador de Alagoas, um dos Estados beneficiados.

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Devolução de PMs pela Alesc é exemplo que poderia ser seguido por outros órgãos

26 de março de 2015 1

Ao devolver, em duas prestações, 37 policiais militares para o Estado, a Assembleia Legislativa dá um exemplo que poderia ser seguido pelo vizinhos Tribunal de Justiça e Tribunal de Contas, além do Ministério Público de SC. No TJ-SC, são 49 PMs na sede. O MP-SC tem, na Procuradoria-Geral de Justiça, 18 policiais que poderiam estar na ruas. Os conselheiros do TCE estão mais desguarnecidos: três policiais.

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Greve dos professores: a hora do legislativo

26 de março de 2015 4

Quantos profissionais parados, quantas escolas fechadas, quantos alunos sem aulas são necessários para atestar o sucesso ou o fracasso de uma greve? É difícil dizer. Certo é que a terceira greve dos professores do governo Raimundo Colombo (PSD) começa com números tímidos. De acordo com o governo, algo em torno de 2,5% de adesão.

Por parte do Sinte, a explicação para o começo titubeante da mobilização recai sobre a logística. Os participantes da assembleia de terça-feira, em Florianópolis, ainda voltavam para as cidades do interior com a missão de estruturar comitês locais de greve. Ainda assim comemoravam resultados parciais em Criciúma e Chapecó e tinham expectativa de ampliar a mobilização, especialmente no Sul do Estado.

Leia também:
::: Deschamps tenta driblar Sinte e convencer deputados

Ao mesmo tempo, o próprio coordenador do Sinte, Luiz Carlos Vieira, admitia que a estratégia antigreve colocada em prática pelo governo nos últimos dias também está dando resultado. A fala sistemática do secretário Eduardo Deschamps pedindo aos pais que mandem os filhos para a escola e aos diretores para que punam os grevistas com faltas é vista como um ataque direto. A ameaça de iniciar voltar a discutir novo plano de carreira por cima do sindicato, através de webconferências com professores e diretores, também. A essa, Vieira tem uma resposta em tom de provocação que não deixa de ter uma boa dose de razão.

— Se o governo não quer negociar com o Sinte, não tem problema. Mande hoje o pacote para a Assembleia Legislativa e nós vamos discutir lá.

Talvez tenha chegado a hora da sociedade discutir o novo plano de carreira dos professores no local criado para isso: o parlamento.

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Sinte divulga nota reforçando pedido de plano de carreira que valorize magistério catarinense

25 de março de 2015 3

O sindicato dos professores de Santa Catarina divulgou nota nesta quarta-feira reforçando as suas reivindicações frente ao governo estadual.

Confira a íntegra:

“O SINTE/SC não abre mão de um Plano de Carreira que valorize o magistério catarinense, dando-lhe condições de vida e trabalho decentes de acordo com sua importância para a sociedade, e foi em busca disto que em 2011 realizamos uma das maiores greves da história da nossa categoria, pelo reconhecimento do reajuste anual do PISO NA CARREIRA fato até hoje ignorado pelo governo.

A principal atitude tomada pelo governo em relação a nossa carreira foi o seu achatamento, colocando os/as profissionais de nível médio e superior praticamente no mesmo nível salarial. Esta medida demonstra que sua preocupação é poupar dinheiro tratando a qualidade da educação, como algo secundário. Por isso é necessário que seja feita a DESCOMPACTAÇÃO da tabela salarial.

Apesar do compromisso assumido em 2011 de que negociaria com o SINTE/SC e encaminharia a entidade uma proposta global de carreira, para que a mesma pudesse discutir com sua base, o governo ignorou o sindicato e colocou em campo o secretário Deschamps para que este fizesse a discussão de sua proposta com os gerentes regionais de educação e diretores.

Colocou um simulador online para que os trabalhadores/as verificassem seus “ganhos” o que confundiu e criou problemas no enquadramento entre ativos/as e aposentados/as também disponibilizou um canal virtual para falar com os/as professores/as.

Na primeira reunião realizada entre o governo e o SINTE/SC em 2015, dia 03/02, este apresentou um estudo de carreira afirmando que até o final de março estaria aberto às propostas.

Ignorando a entidade, o mesmo publica uma medida provisória que altera a remuneração dos/as ACTS, retirando a regência de classe e criando o prêmio batizado de Incentivo a sala de aula e a envia à ALESC. Esta medida oficializa a terceirização dos/as trabalhadores/as temporários, que passam a ser contratados/as como horistas preconizando ainda mais a relação de trabalho do setor que passam a atuar como prestadores/as de serviço com o objetivo de fragmentar carreira e a categoria.

O SINTE/SC reage imediatamente e convoca suas regionais para uma mobilização e impede a tramitação da Medida provisória na Comissão de Constituição e Justiça e encurrala o secretário convidado pela CCJ a dar explicações sobre o assunto.

Mesmo assim, o sindicato continua disposto a negociar e cumprindo o acordo feito na mesa de negociação, encaminha sua proposta de carreira reafirmando que não aceita a incorporação da regência, a desvinculação dos/as ACTs da tabela de vencimentos Carreira dos efetivos/as, a desvinculação do Nível Médio e Licenciatura Curta da tabela de vencimentos e da carreira, pois são conquistas históricas do magistério e o SINTE/SC não abre mão.

Já na opinião do governo estas medidas precisam ser implementadas para que a descompactação da carreira possa ser viabilizada por isto é necessário que sejam feitos cortes e o enxugamento da máquina administrativa para não ultrapassar o percentual do limite prudencial estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal. Ora, educação não é gasto, é investimento!

Na assembleia Estadual realizada no dia 10 de março, O SINTE/SC estabelece que aguardará até o dia 24 de março e se não obtiver resposta a categoria entrará em greve. O governo se pronuncia através de um oficio, informando que sua contraproposta não está concluída.  O magistério entra em greve por tempo indeterminado em defesa da manutenção de seus direitos.

Após a deflagração da greve, o governo anuncia que o sindicato rompeu as negociações e em entrevista o Secretário Deschamps afirma que se a greve continuar ele vai ignorar o sindicato e negociar virtualmente direto com a categoria, iniciando a era do

A fala deixa clara a sua arrogância que rasga a constituição ignorando que em seu Art. 8◦ inciso III ela estabelece que: “ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas”;

A categoria precisa estar ciente que esta é uma greve difícil e de resistência, para não perder direitos, e que o governo continuará a utilizar de todas os métodos e formas de ameaças tanto na questão política quanto na administrativa para desmantelar o movimento, por isso não podemos ceder à pressão e recuar.”

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