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Posts com a tag "acidente aéreo"

A tragédia e o avião sem dono do PSB

25 de agosto de 2014 8

Do blog de Reinaldo Azevedo:

“Hoje é dia 25 de agosto. Eduardo Campos morreu no dia 13. Até agora, ninguém sabe a quem pertence o avião. Marina, que voou muitas vezes naquele jatinho e que herda, pois, os instrumentos aos quais recorreu o PSB para fazer campanha, se nega a falar do assunto, como se ele não lhe dissesse respeito. Diz, sim!
Quem se pronunciou foi Beto Albuquerque, candidato a vice. Curiosamente, cobra explicações da Polícia Federal. Como? Aquele que era um dos homens mais próximos do presidenciável morto está exigindo respostas em vez de dá-las? O PSB, vejam vocês, inventou o avião sem dono.
Marina, a mais ética entre os éticos, não aceita doação, no caixa um — o oficial e registrado — de empresas disso e daquilo, mas faz ares de santa da floresta quando se questiona a quem pertencia um jatinho que custava alguns milhões. É essa a “nova política” de que tanto se fala? Vamos ver o que vem por aí: candidaturas e mandatos já foram cassados por muito menos. Que se apure tudo, mas há um cheiro fortíssimo de caixa dois na campanha, não é mesmo?”

Homenagem a Eduardo Campos

18 de agosto de 2014 6

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Cerca de mil pessoas participaram do encontro estadual de lideranças políticas da coligação Santa Catarina em Primeiro Lugar, realizado na Pousada Rural do Sesc, em Lages. O evento durou três horas e reuniu militantes, presidentes de partidos integrantes da coligação, além dos candidatos. O evento começou com homenagem póstuma ao ex-governador Edaurdo Campos, com um minuto de silêncio. O governador Colombo pediu humildade, união e muito trabalho a todos os participantes do encontro durante a campanha eleitoral.

PSB emite "Comunicado à Nação"

17 de agosto de 2014 Comentários desativados

Diretório Estadual do PSB divulgou “Comunicado à Nação”, emitido pela direção nacional do partido. Confira:

“Eduardo Campos nos legou o dever de tornar realidade sua luta, que é a de todos nós: construir um Brasil próspero e justo – a bandeira do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Sua tragédia aumenta nossos compromissos com a defesa do crescimento e da Justiça social. Seu exemplo de luta e vida é nosso compromisso com a nação, que procurava o sopro renovador.
Sepultado nosso líder, o PSB abre o processo de consultas visando a construção de alternativa política consensual a ser adotada pela sua Executiva Nacional, instância partidária adequada para decisões dessa magnitude. Com esse objetivo, o presidente do PSB inicia consultas, começando pela companheira Renata Campos, a vice Marina Silva e os partidos que integram a coligação Unidos pelo Brasil.

Não vamos desistir do Brasil.

ROBERTO AMARAL
Presidente Nacional do PSB.”

A tragédia e o exemplo de família

17 de agosto de 2014 Comentários desativados

A natureza humana costuma ser generosa com os que morrem. Virtudes não proclamadas em vida despontam após o falecimento. Na vida pública, até os adversários passam a reconhecer qualidades que combatiam. Uns, por sinceridade e outros por oportunismo.

A semana encerra com um capítulo sinistro na história brasileira com o desaparecimento de Eduardo Campos. A noticia impactou a nação. Consternou todos os segmentos. Gente simples, que acompanhava à distância à distância a campanha presidencial, externou sua perplexidade pelo acontecido em Santos.

O amplo noticiário veiculado pela imprensa, em especial pelas redes de televisão, revelou um líder nacional muito mais preparado e completo do que aquele desenhado pelo perfil da tradição.

Reservado nos assuntos privados, Eduardo Campos despontou após a morte por outros atributos ignorados pela maioria. Além das inúmeras credenciais para o exercício de funções públicas, era um exemplar marido e dedicado chefe de família. O vídeo que seus filhos postaram no Dia dos Pais e agora amplamente divulgado pelas redes sociais, foi a última prova.

Numa época em que a família é tão massacrada, Eduardo Campos ofereceu um magnífico exemplo sobre princípios imutáveis na relação humana e social. Esposa e filhos, com coragem, estão repetindo na dor estes valores herdados do grande líder político sobre o significado da família para qualquer ser humano.

"Morto, Eduardo Campos deu vida à terceira via"

17 de agosto de 2014 4

Do blogueiro Josias de Souza, na UOL deste domingo:

“Os restos mortais de Eduardo Campos chegaram à base área de Recife na noite passada, às 23h05. Marina Silva e a viúva Renata foram receber o esquife. Lá estavam também, entre outros, os cinco filhos do morto. Excetuando-se o caçula Miguel, de sete meses, os demais apareceram, por assim dizer, uniformizados. Vestiam camisetas amarelas. Na altura do peito, uma inscrição: “Não vamos desistir do Brasil”.

A frase fora pronunciada por Eduardo Campos no encerramento da entrevista que ele concedera ao Jornal Nacional, na noite da última terça-feira, horas antes de embarcar, na manhã do dia seguinte, no jatinho que o transportaria para a morte. Seguiram-se ao acontecimento funesto as indagações que costumam perseguir os mortos moços, sobretudo os que nascem condenados a um futuro promissor.

Mas já? E por que ele, no frescor dos seus 49 anos? Por que assim, despedaçado num mergulho fatal do avião no solo? Por que agora, a menos de dois meses da sucessão presidencial? As interrogações e as circunstâncias da tragédia fizeram de Eduardo Campos um cadáver paradoxal —cheio de vida.

A inscrição na camiseta dos filhos, ecoada numa faixa fixada na lateral do caminhão de bombeiros que desfilou o impensável pelas ruas da capital pernambucana, potencializa no imaginário coletivo a sensação de que a morte, às vezes, não mata. O corpo de Eduardo Campos —ou o que restou dele— será enterrado neste domingo como um homem realizado. Ele sobrevive na disputa presidencial com chances de obter o que não conseguira produzir na fase em que ainda respirava: a abertura de uma terceira via.

Vice de Eduardo Campos, Marina Silva vai à cabeça da chapa na próxima quarta-feira. Com um potencial de votos duas ou três vezes maior do que a do titular, a ex-coadjuvante reassume o papel de protagonista como um estorvo para Dilma Rousseff. Prevalecendo a lógica, a esperança da candidata do PT de reeleger-se no primeiro turno está na bica de ser enviada para o beleléu.

Convertida numa espécie de viúva-política de Eduardo Campos, Marina pode tornar-se uma ameaça também para Aécio Neves. Beneficiária da atmosfera de comoção, ela entra na briga com chances de ultrapassar o candidato tucano. Se tiver competência para combinar a utopia da “nova política” com uma dose do pragmatismo do companheiro morto, Marina flertará com o segundo turno.

Antes da tragédia, o eleitorado parecia fadado a lidar com uma pergunta que, pela sexta vez em duas décadas, marca a sucessão no Brasil: PT ou PSDB? Numa entrevista que concedera em maio de 2013 à revista Teoria e Debate, da Fundação Perseu Abramo, o presidente do PT federal, Rui Falcão, minimizara as chances de Eduardo Campos tornar-se um ator relevante na disputa de 2014.

“Não acredito que haja espaço para uma terceira via. Há o governo e a oposição”, dissera Falcão. Ele previa que faltaria nexo a Campos quando ele tivesse de injetar ideias em seu discurso: “É possível que haja mais de uma candidatura de oposição, mas não há candidatura do mesmo campo da presidenta Dilma.” Para Falcão, haveria um replay do Fla-Flu que faz de todas as sucessões presidenciais meras gincanas do PSDB contra o PT.

“Esses são os dois projetos que têm concepções diferentes sobre o Brasil. Um, a concepção liberal privatista; e nós, uma concepção de desenvolvimento sustentável, de projeto social e de um Brasil em outro patamar, diferente do que tivemos como legado”, afirmara Falcão.

Nessa época, Marina Silva ainda recolhia assinaturas de apoiadores para fundar a sua Rede Sustentabilidade. Mas Falcão desdenhava da ex-petista: “Não tem partido, nega partido, mas está tentando construir um. Ainda é um projeto de candidatura. Se vier, será com o discurso da eleição passada, com alguns ajustes, mas já foi testado e aparecerá como oposição.”

Decorridos cinco meses dessa entrevista, a Rede teve o registro negado pelo TSE. E Marina abrigou-se no PSB de Campos. Para surpresa geral, aceitou a condição de segunda da chapa. Fez isso numa fase em que sete legendas lhe ofereciam a vaga de presidenciável. Entre elas o PPS de Roberto Freire.

Imaginou-se que Marina proporcionaria a Campos uma transfusão de parte dos 20 milhões de votos que obtivera em 2010. Porém, transcorridos dez meses de campanha, o candidato do PSB não conseguiu firmar-se como meio-termo viável entre Dilma e Aécio. Parecia que lhe faltavam firmeza e credenciais para sintetizar o sentimento de mudança escancarado nas pesquisas.

Eduardo Campos mordia Dilma. Mas soprava Lula. Ele enxergava méritos na era FHC. Mas ficava tiririca quando Aécio dizia que estariam juntos no futuro. A ‘nova política’ de que tanto falava o parceiro de Marina era um conceito vago, condicionado à geografia. Em Brasília, a “nova política” serviria para “mandar Sarney à oposição”. Em Pernambuco, era uma coligação de 21 partidos.

Eduardo Campos dizia que Dilma entregaria um país pior do que recebeu. E Lula retrucava: “Creio que o Eduardo não pode exagerar nas críticas porque ele sabe que é o mesmo projeto, o projeto do qual ele participou e que tantos avanços trouxe para Pernambuco e o Brasil.”

Para complicar, PSB e Rede têm dificuldades para chegar a um consenso sobre o mundo, antes de reformá-lo. Vivem um drama descrito na piada de Millôr Fernandes sobre a tecnologia da engenharia chinesa: de um lado da montanha, colocam 10 mil chineses para cavar. Do outro lado, mais 10 mil. Se os dois grupos se encontram no meio da montanha, inaugura-se um túnel. Se não se encontram, inauguram-se dois túneis.

Ao continuar cheio de vida depois da morte, Eduardo Campos oferece aos sobreviventes a oportunidade de cavar um único túnel. As altas taxas de eleitores sem candidato indicam que a polarização da política brasileira entre PT e PSDB já torrou a paciência de muita gente. As duas legendas são identificadas como responsáveis pelo fisiologismo e pelos atentados ao erário praticados em nome da governabilidade.

Para enfrentar o PT, o tucano Fernando Henrique uniu-se ao rebotalho da política nacional. Para prevalecer sobre o PSDB, Lula levou a parceria com o arcaico às fronteiras do paroxismo. Num cenário assim, a morte prematura de personagens como Eduardo Campos, a despeito de todas as suas contradições, leva as pessoas a refletirem sobre as mortes procrastinadas.

Na política brasileira, há tantos vivaldinos que as pessoas ficam tentadas a enviar-lhes coroas de flores ou a atirar-lhes na cara a última pá de cal. Vem daí a atmosfera de comoção que permite a Eduardo Campos respirar nos dizeres da camiseta dos filhos: “Não vamos desistir do Brasil”.

Em momentos como o atual, a história parece se mover. Resta saber como Marina Silva irá percorrer a terceira que, morto, Eduardo Campos ressuscitou. Em 2010, Marina costumava dizer que um governo ideal reuniria os melhores quadros do PT e do PSDB. Eleita, cuidaria de unir as duas forças. Terminou virando a escada que o tucano José Serra subiu para chegar ao segundo turno na condição de candidato favorito a ser derrotado por Dilma. A diferença é que não havia nessa época o voto-comoção.”

Danilo Cunha: "A sociedade exige investigação séria"

16 de agosto de 2014 9

Do ex-secretário Danilo Cunha, sobre o desastre aéreo que vitimou Eduardo Campos, em artigo intitulado “A Sociedade Brasileira Exige Uma Investigação Séria”:

“Todos vimos pela televisão a reprodução da comunicação entre os pilotos do avião que levava o candidato à presidência da república, Eduardo Campos, e a torre de controle da Base Aérea de Guarujá.
Nada de anormal ou incomum foi relatado e os procedimentos de pouso ouvidos, completamente normais.
Dois minutos depois o jato se estatela contra uma área residencial e explode, sobre a cidade de Santos.
Interessante que os pilotos estavam aterrizando e já sobre a pista de pouso.
Ato seguinte, sem qualquer comunicação adicional registrada, foi feita a arremetida, quando o avião retoma o voo, sem pousar, mesmo já estando sobre a pista.
Várias pessoas relatam que o avião passou em chamas, “uma bola de fogo”, caindo e explodindo sobre um bambuzal, no meio de várias casas.
Como em tão poucos segundos, um avião começa a pegar fogo, no ar, quando segundos antes tinha se comunicado com a torre, sem o registro de qualquer anomalia?
Se houvesse alguma, que fosse, pequena situação de tensão ou estresse a bordo, e o piloto teria relatado e solicitado apoio em terra, como presença de carros de bombeiros, espuma antichamas sobre a pista, ou presença de pessoal da área médica.
Mas nada, nada mesmo foi anotado, relatado ou solicitado, que denunciasse alguma anormalidade ou pane da aeronave.
Agora, os investigadores da Aeronáutica anunciam que não existem registros das conversações entre pilotos, a bordo, e que a caixa-preta não oferece a gravação dos diálogos.
Na imprensa de Rio de Janeiro e São Paulo, muitos são os relatos de pessoas que registraram aparelhos sem tripulação, tipo “drone”, em voos da Aeronáutica na região do acidente, exatamente no momento do acidente.
Teria uma dessas geringonças atropelado o avião do candidato?
Alguma explicação urgente, e consistente, deverá ser apresentada à opinião pública, pois um dos que tiveram essa morte trágica era um candidato à presidência da república, nas eleições deste ano de 2014.
Todos os candidatos a esse cargo passam a ter, por lei, proteção dada pela Polícia Federal.
Mesmo que Eduardo Campos tenha aberto mão desse esquema de segurança, teórica e legalmente, era um cidadão em condição especial, de destaque, e que eleito poderia implementar mudanças profundas e abrangentes, nos rumos de nossa nação.
Dessa forma, o governo federal, e todos os organismos nacionais, que tenham alguma atribuição legal, direto ou indireta, sobre esse acidente e mortes, deverão prestar contas à nação brasileira, de maneira ampla, profunda, e cabal, sobre as causas da queda do avião, das intrigantes notícias sobre a ausência das gravações de bordo, e o que transformou, em poucos segundos após o contato normal com a torre de controle, o avião do candidato em uma “bola de fogo” ainda no ar, e que tenha determinado a sua queda e explosão posterior.
A presidência do PSB, partido de Eduardo Campos, já se manifestou alertando as autoridades para a necessidade urgente de um aprofundamento das investigações, técnicas e policiais.
Na Ucrânia, recentemente, um jato com duas centenas de passageiros, foi derrubado por um míssil militar, de uma altura de mais de 10.000 metros de altitude.
Muitos corpos foram recuperados inteiros, ou em condição de identificação imediata, para que recebessem as homenagens póstumas, na Holanda.
O avião de Eduardo Campos caiu de uma altura de poucas centenas de metros, com destruição total e completa, chegando o dentista do candidato a afirmar que os corpos foram “pulverizados”, e que só a investigação por pesquisa de DNA poderia identificá-los.
Em ano de eleição toda a prudência é necessária e recomendável, tanto na proteção dos candidatos, como a completa investigação das causas desse até agora misterioso acidente, com tantos fatores intrigantes.”

PSB lança dúvidas sobre investigações da FAB na queda de avião de Eduardo Campos

15 de agosto de 2014 25

Do blog de Josias de Souza, no UOL:

“O ministro da Defesa, Celso Amorim, recebeu há pouco um telefonema do deputado gaúcho Beto Albuquerque. Líder do PSB na Câmara, Beto pôs em dúvida a investigação da Força Aérea Brasileira. Falando em nome do partido, o deputado pediu explicações sobre a notícia de que o áudio disponível na caixa-preta do avião que transportava Eduardo Campos não corresponde ao voo que terminou tragicamente, matando sete pessoas.

“O ministro me disse que também ficou surpreso com a informação”, contou Beto ao blog. “Eu informei que telefonaria para o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito. Mas o ministro afirmou que ele mesmo ligaria, para pedir maiores explicações. Nós, do PSB, estamos achando tudo muito esquisito.”

O deputado conversou com o repórter pelo telefone. Ele almoçava num restaurante de São Paulo com correligionários do PSB. Dividiam a mesa com Beto: Márcio França e Júlio Delgado, deputados como ele; além de Lídice da Mata e Antonio Carlos Valadares, senadores. “Estamos todos muito desconfiados”, disse Beto, que acabara de tomar conhecimento da novidade sobre a caixa preta ao checar o noticiário do UOL. Eis o que disse o deputado, para explicar por que o partido olha de esguelha para a investigação da Aeronáutica:

“O avião era novo e moderno. Os pilotos, muito experientes. Tivemos a informação de que houve uma explosão na turbina. Isso não acontece do nada. Depois, ficou-se sabendo que havia aviões não tripulados da FAB, os drones, naquela região. Foi confirmado que havia, mas disseram que estavam longe. Agora, dizem que o áudio da caixa-preta não corresponde ao voo. Não me lembro de ter visto outro caso no mundo em que a caixa-preta não registra o que foi dito na cabine do avião nas últimas duas horas de um voo.

Beto Albuquerque acrescentou: “É muita coisa ocorrendo em torno de uma tragédia. Parece até despiste. A Aeronáutica, o brigadeiro Saito, deve ao Brasil, ao PSB e à família do Eduardo Campos uma explicação convincente. Nós exigimos isso.”

Desastre: Secretário Geral do PSB de SC coloca dúvidas sobre investigação da FAB

15 de agosto de 2014 4

Secretário Geral do PSB em Santa Catarina, professor Gelson Albuquerque, que se encontra em Recife desde ontem, está propondo uma investigação de peritos internacionais para esclarecer as razões do desaparecimento de gravações da caixa preta do avião que caiu, matando o candidato Eduardo Campos e vários de seus assessores.

Chocado ainda com o desastre aéreo, Gelson Albuquerque manifestou-se emocionado com os encontros mantidos com familiares do líder político pernambucano e falou de suas relações com ele. Participou da última reunião do Diretório Nacional, quando testemunhou uma apreciação animada de Eduardo Campos sobre o início da campanha no rádio e TV.

Seu irmão, o deputado Beto Albuquerque, do PSB do Rio Grande do Sul, que se encontra em São Paulo, ligou para ele dizendo que havia telefonado ao ministro da Defesa, Celso Amorim, colocando em dúvida a investigação da Força Aérea Brasileira sobre as causas do acidente.

Eduardo Campos e o Modelo de Excelência da Gestão

14 de agosto de 2014 1

Prezado Jornalista Moacir Pereira,

Gostaria de destacar algo que ninguém comentou até o momento, o Eduardo Campos teve visibilidade e se destacou com um homem que fez uma gestão quando adotou o MEG – Modelo de Excelência da Gestão com apoio do MBC – Movimento Brasil Competitivo.

Desta forma ele aplicou os Fundamentos e os Critérios de Excelência onde buscou melhoria nos resultados em todo o governo. E tenha certeza que é isso que falta ao país.

O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) é baseado em 13 fundamentos e oito critérios. Como fundamentos podemos definir os pilares, a base teórica de uma boa gestão. Esses fundamentos são colocados em prática por meio dos oito critérios. São eles:

Fundamentos: pensamento sistêmico; atuação em rede; aprendizado organizacional; inovação; agilidade; liderança transformadora; olhar para o futuro; conhecimento sobre clientes e mercados; responsabilidade social; valorização das pessoas e da cultura; decisões fundamentadas; orientação por processos; geração de valor.

Critérios: liderança; estratégias e planos; clientes; sociedade; informações e conhecimento;pessoas; processos e resultados.

Atenciosamente,
Amandio João da Silva Júnior
Presidente do Conselho Superior do MCE – Movimento Catarinense para Excelência.”

PSDB e PSB tem vários depoimentos gravados de Eduardo Campos

14 de agosto de 2014 6

No encontro que manteve em São Paulo com senador Paulo Bauer (PSDB), que apoiava em Santa Catarina, Eduardo Campos gravou vários depoimentos. A favor do tucano e também do candidato ao Senado, deputado Paulo Bornhausen (PSB), que está viajando ao Recife hoje para as despedidas do ex-governador.