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Posts com a tag "Celesc"

Eletrosul e Celesc discutem parcerias em Santa Catarina

21 de outubro de 2015 Comentários desativados
Foto: Gilberto Del Pozzo /  Divulgação Eletrosul

Foto: Gilberto Del Pozzo / Divulgação Eletrosul

Com objetivo de intensificar parcerias para investimentos em Santa Catarina, foi promovido nesta quarta-feira (21), na sede da Eletrosul em Florianópolis, encontro entre o presidente da estatal federal Djalma Berger e o presidente da Celesc, Cleverson Siewert. Na pauta, a avaliação de projetos estruturantes, incluindo reforços e ampliações de sistemas de transmissão no Estado. Durante a reunião, os dois executivos destacaram o empenho das empresas na junção de esforços em locais de atuação comum, fortalecendo o sistema eletroenergético e tornando o mercado ainda mais competitivo, com fomento ao desenvolvimento de Santa Catarina. Também participaram do encontro na Eletrosul, o diretor Financeiro, Cláudio Vignatti, o diretor de Engenharia, Ronaldo Custódio, o chefe de gabinete da Presidência, Gerson Berti, e o diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios da Celesc, Enio Andrade Branco.

PSDB, PSD e PMDB são contra o projeto de privatização da Celesc

07 de outubro de 2015 12
Foto: Marcio Becker/ Agência RBS

Foto: Marcio Becker/ Agência RBS

Moção apresentada pelo deputado estadual Dirceu Dresch (PT)  contra o Projeto de Lei 555/2015, em trâmite no senado,  recebeu forte manifestação de apoio das bancadas do PMDB, PSDB , PSD, PT  e de parlamentares de outros partidos, durante  votação no plenário, na tarde desta terça-feira (6). Conforme Dresch, o projeto abre o capital acionário de empresas públicas e pode possibilitar a privatização de empresas como a Celesc. A moção foi aprovada por unanimidade e será enviada ao presidente do Senado, solicitando a retirada da matéria de tramitação e sua rejeição.
O projeto 555/2015 tramita em regime de urgência no Senado Federal e pode ser votado nos próximos dias. Dispõe sobre a responsabilidade das sociedades de economia mista e empresas públicas nos estados, Distrito Federal e municípios.  Conforme Dresch, o projeto estabelece um prazo de dez anos para que as ações preferenciais, sem direito a voto, sejam convertidas em ações ordinárias, com direito a voto.  Na prática, a proposta abre o capital acionário das  empresas públicas e possibilita que acionistas hoje minoritários assumam a direção de empresas estatais como a Celesc.

Durante a votação da moção, os deputados Antonio Aguiar (PMDB),  Fernando Coruja (PMDB), Leonel Pavan (PSDB) e Darci de Matos (PSD) ocuparam o microfone de aparte para manifestar apoio à proposta em nome de suas bancadas.

“No caso da Celesc,  isso pode significar a privatização da empresa, já que o governo do Estado tem o controle da empresa  por ter a maioria das ações ordinárias. Se as ações preferenciais forem convertidas em ordinárias, os acionistas é que  vão assumir o controle.  A estimativa é que para manter o controle da empresa o governo teria que comprar um volume muito grande ações, em uma operação que pode ultrapassar  R$ 2 bilhões, algo impossível no momento”, explicou o deputado.

Além de transformar as empresas públicas em sociedades anônimas, o PL 555/2015 define que os conselhos de administração das estatais deverão contar com a presença mínima de 20% de membros independentes e seus integrantes serão impedidos de manter relações sindicais, partidárias ou de parentesco com pessoas no comando do Poder Executivo ou da própria empresa. “O projeto tem pontos positivos na questão de governança e da transparência, mas aumenta a interferência de acionistas nas empresas públicas. Iss significa ingerência do capital sobre ações de governo. O lucro vai prevalecer nas ações estratégicas de uma estatal e não mais o interesse público”, critica Dresch.

 

Celesc: Diretoria esclarece plano de contenção de despesas

05 de outubro de 2015 Comentários desativados
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

A Diretoria da Celesc Distribuição enviou a seguinte sobre o plano de contenção de despesas e a renovação da concessão pela Aneel:

“Prezado Moacir,
Em relação à nota pub licada em sua coluna de hoje, tratando sobre a Concessão da Celesc Distribuição, gostaríamos de prestar alguns esclarecimentos que julgamos necessários para o melhor entendimento da questão.
Para a prorrogação do contrato de concessão da Celesc Distribuição e de outras 39 distribuidoras cujos contratos de concessão venceram no último dia 7 de julho, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) impôs metas desafiadoras para todas as empresas, relativas à melhoria dos indicadores de qualidade do fornecimento de energia elétrica e de gestão econômico-financeira das empresas.
As medidas visam, por um lado, melhorar os serviços prestados no País e, por outro, garantir a modicidade tarifária. Para as distribuidoras, que terão cinco anos de prazo para cumprir as metas estipuladas pela Agência, as novas regras exigem, sem exceção, mais investimentos no sistema elétrico e a redução de custos de pessoal, compra de materiais e contratação de serviços (que no Setor chamamos de custo de PMSO).
Especificamente falando em relação à Celesc Distribuição, é importante informar que a Empresa não está no vermelho, que inclusive tem apresentado lucro em suas operações. Mas a Empresa vai precisar honrar, mesmo, sérios compromissos nos próximos anos para garantir o direito de continuar com a concessão do serviço público de distribuição de energia elétrica em Santa Catarina.
Além de manter a melhoria da qualidade do fornecimento de energia elétrica, precisa reduzir, até 2017, em aproximadamente R$ 130 milhões os custos anuais com pessoal, material e serviços em relação ao gasto atual. Para isto, estamos investindo fortemente na eficientização de processos, na automação da operação do sistema elétrico, na adoção de equipes multitarefas e no enxugamento da estrutura operacional.
A Empresa possui, atualmente, um quadro de pessoal formado por 3,3 mil empregados diretos e estudos realizados apontam para um novo quadro de 2,8 mil dentro de dois anos, por conta da execução de um programa de demissão voluntária e desligamentos naturais/eventuais. Em paralelo, outras medidas vêm sendo viabilizadas para a redução do volume de horas extras, sobreavisos e gratificações.
Desde 2011, a Celesc tem traçado uma linha descendente dos seus custos de PMSO, que já estiveram desenquadrados do referencial regulatório em mais de R$ 250 milhões. Neste período, somando-se a redução dos gastos com folha de pagamento, aquisição de materiais, serviços e outros, já tivemos uma redução de mais de R$ 120 milhões, obtidos devido a um planejamento rigoroso de longo prazo, que envolveu a criação de um Plano Diretor e um Programa de Eficiência Operacional.
É essencial para a Celesc e para a sociedade catarinense que o trabalho de melhoria destes indicadores seja acelerado, como exige a Aneel. A Celesc está trabalhando e se dedicando com muita energia para cumprir estes objetivos.
Um abraço.
A Diretoria.”

Celesc terá que cortar 100 milhões em despesas em dois anos

05 de outubro de 2015 1
Foto: Guto Kuerten / Agência RBS

Foto: Guto Kuerten / Agência RBS

A Celesc Distribuição vai ter que executar um rigoroso plano de contenção de despesas de custeio para enfrentar a grave crise econômica, sair do vermelho e viabilizar a renovação da concessão. Pelos cálculos da Aneel os cortes devem atingir 100 milhões de reais nos próximos dois anos e, basicamente, na folha de pagamento. Nos dois últimos anos, a empresa conseguiu reduzir a folha em 4 milhões.

Reajuste de 8%: Celesc fechou acordo com empregados

23 de setembro de 2015 4

Os empregados da Celesc terão reajuste salarial, a partir de outubro, de 8%. O acordo foi fechado com a Diretoria da estatal depois de longa negociação. 80% dos benefícios não terão aumento e 20% contarão com 5,5% de reposição. O acordo foi considerado positivo para a empresa e para os trabalhadores.

As greves e a omissão do Congresso Nacional

17 de setembro de 2015 5

A data base do acordo salarial da Celesc está fixada no dia 30 de setembro. Mas, antes de novas rodadas de negociação, outras propostas e contrapropostas da Diretoria da empresa para exame dos empregados, a assembleia geral dos eletricitários decidiu paralisar as atividades a partir da próxima segunda-feira, dia 21 de setembro. Portanto, nove dias antes da data fatal.
Os empregados do Correios também decretaram greve geral. Vão deixar de entregar correspondência para milhões de brasileiros. Prejudicando a comunicação e trazendo dificuldades para muitos negócios.
Os servidores técnicos da UFSC paralisaram as atividades por mais de 90 dias. Os salários foram pagos rigorosamente em dia, apesar dos enormes problemas criados para os estudantes, especialmente, os mais pobres, que ficaram sem o Restaurante Universitário, sem a Biblioteca Central e sem outros serviços essenciais.
No INSS ocorre situação mais grave. Há mais de 70 dias estão parados. E o governo Dilma não está nem aí. Nem adota medida de emergência para garantir pagamento de benefícios e assistência a que tem direito milhões de segurados da previdência, ou então negocia logo e acaba com a greve.
O governo federal, além de fraco e impopular, também é omisso. Mas a origem desse cenário caótico está no Congresso Nacional que, decorridos 27 anos, não regulamentou a greve no serviço público.

Correios ingressam com ação judicial para pôr fim à greve dos funcionários

Celesc: empregados decidem por greve a partir de 21 de setembro

16 de setembro de 2015 7

Assembleia dos empregados da administração central da Celesc aprovou indicativo de greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, dia 21 de setembro. A proposta da Diretoria de reajuste salarial de 3,54% foi rejeitada. Os eletricitários não aceitam, também, a retirada de benefícios financeiros como anuênio e gratificação de férias.

Celesc: Sindicatos radicalizam paralisação

10 de setembro de 2015 6

Fato inédito está acontecendo nesta quinta-feira na administração central da Celesc. Os sindicatos que decretaram um dia de paralisação decidiram trancar as portas de entrada com cadeados. Na principal, o bloqueio deu-se com cordas cobertas com graxa. Os empregados que decidiram trabalhar eram obrigados a remover os cabos e saíam lambuzados de graxa. Os sindicatos estão negociando o reajuste. A data base é em 1º de outubro. A primeira rodada aconteceu esta semana. Faltam, portanto, 20 dias para conclusão das negociações. Os Sindicatos partiram, antes de encerradas as negociações, para o radicalismo.

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Celesc, sem concessão renovada, está no limbo

31 de agosto de 2015 Comentários desativados

O contrato de concessão da Celesc - Distribuição venceu no dia 7 de julho de 2015. Até agora a maior estatal do Estado, da qual dependem milhões de catarinenses, não tem definição sobre a renovação. Do ponto de vista jurídico, a Celesc não tem segurança para operar, embora o contrato anterior tenha previsto a situação de vácuo que se criou.
O grave está na mais completa falta de planejamento, nos exageros burocráticos e nesta paralisia federal. Há dois anos o processo foi iniciado. A situação da Celesc não é exceção. Há outras 6 distribuidoras estaduais, 6 federais e mais de 50 particulares esperando a renovação da concessão.
O futuro poderá se complicar. Embora a Aneel e o Ministério de Minas e Energia sejam favoráveis à renovação automática das concessões, o Tribunal de Contas da União tem parecer técnico contrário. Entende o TCU que, em se tratando de concessão, há necessidade de realização de leilões. Se este entendimento for aprovado pelo plenário do Tribunal, ninguém ousa prever qual será o futuro da Celesc – Distribuição. A empresa atravessa fase difícil, em decorrência de interferências partidárias no passado e, mais recentemente, pelos equívocos graves do governo Dilma na política energética, represando reajuste de tarifas e agravando os preços ao acionar as usinas térmicas.
A indefinição jurídica cria embaraços até no mercado financeiro, no momento em que a Celesc trata de obtenção de novos financiamentos.

Jurídico da Celesc vai examinar auditoria sobre irregularidades na estatal

26 de agosto de 2015 7

O relatório de auditoria interna apontando irregularidades na agência da Celesc para a Grande Florianópolis já foi enviado à Diretoria. Está agora sendo examinado pelo Departamento Jurídico. Se comprovada as supostas fraudes poderá ser aberto inquérito para apurar responsabilidade dos empregados envolvidos.