Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de fevereiro 2008

Olhar no amanhã

18 de fevereiro de 2008 2
“Reprodução do editorial do Presidente – ECO DA TRADIÇÃO – FEVEREIRO 2008″
Antes de iniciar este editorial, quero agradecer aos tradicionalistas que novamente confiaram aos componentes da chapa “Orgulho de Ser Gaúcho” a missão de dirigir o Movimento Tradicionalista Gaúcho durante a Gestão 2008/2009. Como dirigente, quero manifestar aos companheiros que teremos a mesma dedicação para alcançar os objetivos traçados no Planejamento Estratégico. Com extensão até 2015, este documento estabelece as principais diretrizes que devem ser trabalhadas pelo Movimento em um período de 10 anos, em todos os seus setores: campeiro, artístico, cultural, esportivo e administrativo. A função deste documento, naturalmente, é servir como pilar, como norte e não como fim. Anualmente, devemos revisar seu andamento, o que já foi obtido de resultados positivos e o que precisamos melhorar e ainda o que deve ser revisto ou mudado de direção.
O tradicionalismo, afirmo com muita segurança, se fortalece ano após ano. O que construímos, as batalhas que travamos diariamente em prol da preservação dos costumes do nosso povo, são dirigidas aos que nos sucederão, aos jovens. Não é para a gente. Tudo o que estamos realizando hoje deve ter como horizonte os mais novos, as novas gerações e assim sucessivamente, pois o pensamento concentrado no agora é errôneo e míope. Os jovens de 1947 não tinham como objetivo algo imediato. Eles estavam tomando decisões para que os seus sucessores dessem continuidade a iniciativa. Em uma época onde estamos acostumados a idealizar e reverenciar apenas o ganho próprio, o individualismo, o retorno imediato, o exemplo do Grupo dos 8 apenas engrandece e orgulha todo aquele que vivencia o tradicionalismo.
O Congresso Tradicionalista Gaúcho, realizado no mês passado, em Santana do Livramento, foi um destes momentos. A Carta de Santana, aprovada por unanimidade pelos tradicionalistas presentes no evento, foi escrita para que as próximas gerações ainda possam conviver com os verdadeiros valores vividos e honrados pelo tradicionalismo. A Carta refere-se a determinadas atitudes com as quais a nossa federação não pode compactuar. São nestes momentos em que se faz necessário um posicionamento firme e inabalável. Somente assim, os jovens de hoje poderão ter um tradicionalismo correto amanhã. Também votamos, em Livramento, a escolha pelo município de São Leopoldo, na 12ª Região Tradicionalista, para sediar o acendimento da Chama Crioula, um dos eventos mais importantes do ano, aquele que dá início as comemorações farroupilhas em todo o Estado e que acontecerá no dia 16 de agosto. A administração local, os CTG’s da Região, enfim, todos os envolvidos, podem estar certos de que o Movimento dará todo o apoio que for preciso para que esta cerimônia seja realizada com a pompa e o respeito merecido. Outro tema debatido no Congresso, e de muita relevância, foi a continuidade das ações em defesa do meio-ambiente. Este é um problema que não pode ser deixado para amanhã, é um assunto que envolve não só os tradicionalistas, mas sim todos os cidadãos. Assim, seguindo o artigo primeiro da Carta de Princípios, é também nosso dever batalhar em prol do bem público. Somente assim, o Rio Grande é cada vez mais Rio Grande.
“Gestão Orgulho de Ser Gaúcho: Ano IV”

Elogio do Ministro

14 de fevereiro de 2008 0
O Ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, em entrevista para o jornal Zero Hora, de hoje (13.02.08), destaca o Rio Grande do Sul, como um dos Estados que sustentou a cultura cívica mais avançada do país. Para o presidente do MTG, Oscar Fernande Gress, esse mérito também deve ser creditado ao trabalho incessante dos tradicionalistas gaúchos.

Encontro Regional em Cruz Alta

13 de fevereiro de 2008 0

A 1ª e 2ª Prendas Juvenil da 9ª Região Tradicionalista (Cruz Alta), Juliana dos Santos de Oliveira e Amanda Farias de Moura, promovem dia 24 de fevereiro, no CTG Rodeio da Saudade, em Cruz Alta, o Encontro Regional “O Jovem Tradicionalista em Defesa do Meio Ambiente e da Paz”.

Programação:
08h – Credenciamento
09h – Abertura do Encontro e inicio das Atividades
- Meio Ambiente: Dr. José Aldomar de Castro – Conselheiro Benemérito do MTG.
- A Água e os Desafios para o Século XXI: Júlio César Gomes – Engº Agrônomo Especialista na Área Ambiental.
- O Tradicionalismo e a Preservação do Meio Ambiente – Profª Drª Dinara Xavier da Paixão – UFSM- Gerações Organizadas Preservam o Meio Ambiente e o Tradicionalismo – Prof. MSc Dilmar Xavier da Paixão – UFRGS.

11h – Lançamento CD Paixão em Família
11h30 – Debates
12h – Almoço
13h30 – Atividades Artísticas
14h – O Papel da Prenda e do Peão na Preservação do Meio Ambiente
Janine Appel – 1ª Prenda do Rio Grande do Sul.
Raquel Pinheiro Pereira -1ª Prenda Juvenil do Rio Grande do Sul
Murilo Oliveira de Andrade – Guri Destaque Campeiro do Rio Grande do Sul
15h30 – Deslocamento para o Monumento de Fátima
Participação na Missa pela Paz
Plantio de mudas de Árvores e Flores
17h15 – Retorno ao CTG, passando pelo Monumento “A Lenda da Panelinha”.
17h30 Encerramento com café de chaleira e bolo frito.

ORCAV

12 de fevereiro de 2008 0
O Presidente da Ordem dos Cavaleiros do Rio Grande do Sul, Alencar Feijó da Silva, lembra aos interessados em participar da organização, que devem encaminhar a documentação necessária ao MTG, impreterivelmente até o dia 20 (vinte) de fevereiro. Aos integrantes da Ordem, o prazo é o mesmo, para a entrega dos documentos exigidos para as comendas Antônio de Souza Netto (+ de 4.000 km) ou Bento Gonçalves (+ de 5.000 km). Informa ainda que as comendas serão entregues dia 13 de março às 20h, na FECARS (em Gravataí). Informações com Dulce Vargas, pelo telefone (51) 3223-5194 (MTG).

Senhor Patrão

11 de fevereiro de 2008 0
(Autoria de Paulo Roberto de Fraga Cirne)
Começa o ano e portanto em seguida reiniciam as atividades de nossas entidades tradicionalistas. Algumas são tão movimentadas que não chegam a parar no período de férias, apenas diminuem o ritmo.
Pois nesta caminhada de início de ano, quando diminuímos um pouco o passo, é hora de pararmos e refletirmos, para revermos nossos procedimentos, analisarmos nossa atuação como dirigentes-líderes dos CTGs.
Nos perguntamos neste momento: é difícil conduzir uma organização tradicionalista? É, e como é! O Patrão novo e bem intencionado, de veredita se apavora um pouco, fica nervoso e começa sestroso. No entanto, entendo que não há necessidade para tanto, claro que a responsabilidade é grande. Mas digo o seguinte: não tem segredo para a atuação correta de uma Patronagem. A chave está no Patrão montar sua equipe de trabalho (e isto compete a ele, pois ele é o líder), com pessoas amigas, de sua confiança e que tenham pelo menos um pouco de conhecimento do cargo que irão assumir.
Se todos de sua Patronagem souberem mais do que o Patrão, este não deve sentir-se diminuído e continuar seu trabalho com tranqüilidade, pois certamente nunca estará sozinho. E assim deve ser, pois o Patrão não é dono e seus colegas de Patronagem não são seus empregados, são seus colaboradores.
Sabemos que o Patrão é apenas o líder da equipe de trabalho, pois quem realmente conduz todas as atividades na entidade é a Patronagem, da qual o Patrão faz parte. E assim deve ser sempre, um trabalho em equipe, onde todos sintonizados, devem primar pelo culto organizado da tradição gaúcha.
Atentem para um CTG onde o Patrão diz que manda e que decide. Abram o olho, pois este ou desconhece sua função, ou é mal intencionado. Tipos como este não contribuem com o nosso Movimento.
Mas voltando um pouquinho, falei em cultuar organizadamente a tradição gaúcha. Bom para isto, a equipe deve saber um pouco, mas que não é nada difícil: é ter conhecimento dos documentos básicos da filosofia do Movimento, como as teses mais importantes, a Carta de Princípios, as Diretrizes, orientações e Regulamentos do MTG.
Falei Diretrizes e Regulamentos do MTG, é lógico que estou falando de entidade filiada ao Movimento Tradicionalista Gaúcho, pois exatamente é filiada para poder cultuar e participar deste movimento organizado.
Portanto meu Patrão! Ser filiado ao MTG, é exercer o direito de associado, por outro lado cumprir com as obrigações como filiado. É saber que pertence à uma Região Tradicionalista, administrada por uma Coordenadoria, que tem como líder um Coordenador eleito pelos patrões. Coordenador este que tem como orientador e auxiliar, um Conselheiro, representante do Conselho Diretor na Região. Aliás, Conselho Diretor que conduz as atividades da nossa Federação – o Movimento Tradicionalista Gaúcho.
Para encerrar meu Patrão! Atuando com ética no tradicionalismo, com camaradagem, com seriedade. Participando daquelas atividades que deve participar, procurando o Coordenador, o Conselheiro ou até mesmo o Presidente do MTG, quando tiver algo que pode contribuir com o Movimento, isto para mim é ser tradicionalista consciente. BOA GESTÃO PARA O SENHOR MEU PATRÃO! …