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Xbox One aparece querendo repensar a TV

22 de maio de 2013 1

O Xbox One surgiu para costurar ainda mais a relação do público, sobretudo os jogadores, com a TV. Se o novo conjunto aparelho-joystick-Kinect foi apresentado, os poucos jogos foram aperitivo do que será mostrado na importante feira E3 em junho. O objetivo hoje era claro: mostrar o uso maior do console, muito usado como centro de entretenimento no exterior.

O evento

Antes do evento desta terça a Microsoft tinha avisado que seria um evento em duas partes, uma hoje e outra na E3. Logo no início o kit foi mostrado, contrapondo o anúncio da Sony em fevereiro que não revelou (até agora) a face do seu novo console. Apesar do Xbox One parecer um pouco robusto, vale lembrar que nos últimos anos os consoles ganharam versões mais magras com o passar do tempo.

Apesar do fim um pouco abrupto da apresentação, a mensagem era “começa agora e termina na E3”. Foi um jogo muito seguro, guardando boa parte da munição para a E3 – até porque a Sony também terá munição pesada lá. A feira é a hora de causar impacto - e aqui vale lembrar da decisão mais correta da Nintendo de pular fora do ringue por não ter força.

Muitas pessoas reclamaram da ênfase na TV, mas vale lembrar bastante do uso do console nos Estados Unidos e Europa. A Live brasileira está em constante aumento, mas não tem a graça que a gringa tem. Isso é visto fora dos jogos, em aplicativos como a versão da ESPN – uma das melhores maneiras de ver eventos esportivos na tela da TV. Foi um dia para justificar a troca do aparelho, mostrar que ele faz mais coisas. E essa integração com dos jogos com a TV parece ser uma tendência, basta lembrar de Madden 25 que virá com um passe para ver a temporada da NFL online.

Os jogos

A Microsoft prometeu 15 títulos exclusivos no primeiro ano de vida, com oito novas ideias. O fim do ciclo do 360 será marcado por GTA e outros títulos em comum com o PS3 e o PC, guardando munição pro One. Forza Motorsport 5 foi anunciado, prometendo uma bela dose de realismo nas corridas.

Além disso, produtoras como Electronic Arts, Activision e Ubisoft confirmaram versões dos seus principais jogos para a plataforma. Call of Duty: Ghosts terá campo aberto para mostrar o seu poder, assim como Battlefield 4. A Ubisoft também anunciou que Assassin´s Creed IV e Watch_Dogs também terão as suas versões em alta definição. Uma das novidades foi Quantum Break, da Remedy - a mesma produtora de Max Payne.

A EA aproveitou para mostrar a Ignite, seu ambiente para criação de jogos que promete ainda mais realismo. Ao passo que Fifa 14 terá uma torcida mais real (uma das minhas reclamações principais), NBA 14 marca a volta dos jogos de basquete da casa. Madden 25 e UFC completam o pacote.

A questão dos jogos usados não foi excluída, porém os discos serão usados como um modo de instalação rápida. Uma vez instalado em uma máquina vinculada com um usuário da Live, só servirão caso o amigo que pegar o blu-ray pague uma taxa de instalação. Isso ainda vai dar muita discussão, ainda mais com a Sony ainda mantendo a compra de títulos usados mais um pouco. Resta ver quanto será essa taxa.

De uma maneira ou outra, há um encaminhamento para o uso do console sempre conectado. Isto não é obrigatório, mas cada empresa terá liberdade para usar o recurso ou não. Com o número maior de compras digitais, é possível notar que teremos jogos mais vivos (atualizados por DLCs ou pacotes gratuitos) enquanto a porta de entrada para quem não pode conectar o aparelho segue aberta – e algumas pessoas ainda estão nesta situação.

Também não haverá retrocompatibilidade com os jogos do passado. Com isto, jogadores com uma boa biblioteca do 360 vão manter os seus aparelhos rodando por um bom tempo ainda. A nova e a velha guarda também serão unidas pela Live.

Controles

Esse lema clássico está presente no Kinect e no joystick. O aparelho de captura de movimentos será essencial e agora captura vídeo em em 1080p, qualidade interessante quando o Skype vem integrado ao sistema. Não foi detalhado se a distância básica entre o sensor e o jogador continua a mesma. Esta nova versão também será levada para o Windows. O IllumiRoom também não apareceu.

O joystick está um pouco mais robusto, lembrando um pouco aquelas versões especiais da Razer. A maior diferença é uma integração com o Kinect para reconhecer o jogador.

Amigo da TV

O XONE, apelido dado, quer fazer o que Google TV e PSN não fazem, uma vasta carta de vídeos bem organizados. Com o novo Kinect, quer antecipar o movimento da Apple de comandar a tela grande com voz.

Assim, a briga do One NÃO é com a Nintendo e PASSA pela Sony. É um movimento numa guerra maior entre Google (conjunto Google TV, aparelhos com o Android, Glass), Apple (Apple TV, aparelhos com o iOS, cadastro na iTunes), e Microsoft (Windows, X360) que passa pelo consumo de conteúdo digital. A Microsoft é forte nisso lá fora, o Google é muito desorganizado (a falta de indexação correta joga contra o Google TV) mas anda bem pelos méritos do Android e a Apple precisa avançar uma casa porque não é mais tão soberana quanto antes. O cenário fica mais complexo com Sony oferecendo conteúdo 4K via PlayStation 4 e a Amazon daqui a pouco fecha o bote.. pois já amarra o público bem através do Amazon Prime e conjunto de entrega muito ágil com Netflix bem atualizado.

Cabe ressaltar que o uso do Kinect com movimento e sensor de voz antecipa o que era esperado para a TV da Apple. Enquanto a Siri (assistente pessoal da Apple) ainda não assume de vez a TV, o uso do Kinect pode ser interessante. Resta torcer para que aplicativos como o YouTube sejam aperfeiçoados, abrindo caminho para outras ideias interessantes mexendo no modo como olhamos TV.

A promessa de repensar a relação com a TV vem embalada por um seriado baseado na série Halo produzido por Steven Spielberg. Com todo o esforço da indústria audiovisual focado nos seriados (basta lembrar da Marvel investindo pesado em Agentes da SHIELD e Netflix com House of Cards, só pra recordar novas iniciativas), foi um modo interessante de dizer "estamos nessa - e com quem você gosta." E ainda há o uso do blu-ray, corrigindo a aposta errada no HD DVD no 360.

Veredito final

Muito óbvio, mas é cedo para dizer. Como Sony e Microsoft guardaram muitas informações para a E3, resta ver melhor a linha de jogos exclusivos e o preço. Mesmo com ambos estimados para o início de novembro, talvez o diferencial venha pelas redes. Há uma especulação – um rumor sempre é um rumor – que o console pode vir com uma versão mais barata vinculada com uma assinatura da Live, ao passo que outra mais cara não necessitaria disso.

O preço do console e as propriedades de cada rede, com um pouco de peso para os jogos usados, devem nortear as compras do final do ano.

Trailers exibidos

Call of Duty: Ghosts

Electronic Arts: Ignite

Electronic Arts: Ignite - True Player Motion

Electronic Arts: Ignite - Human Intelligence

Electronic Arts: Ignite - Living Worlds

Forza Motorsport 5

Quantum Break

Xbox and NFL: Changing the Game

Imagens dos jogos e console

Gênero clássico renovado nos portáteis

15 de maio de 2013 0

Mesmo bem aproveitados nos consoles maiores, os jogos de plataforma foram abraçados pelos consoles portáteis. O sistema simples casado com a necessidade de comandos rápidos faz do gênero algo ideal para jogar em movimento, mas ainda reproduzido de maneira muito simples nos smartphones.

Porém alguns títulos aprenderam a utilizar estes recursos para a diversão que consegue ser nova e tradicional ao mesmo tempo. Isso rendeu um novo rótulo, Metroidvania, justo por usar elementos vistos em Metroid e Castlevania do Nintendo e Super Nintendo. Dois jogos conseguem explorar bem estas ideias, um para cada console portátil atual.

Desde o saudoso MSX, a série Castlevania faz os jogadores enfrentarem vampiros olhando para a cena de lado. O universo foi reformado em Lords of Shadow no PlayStation 3 e Xbox 360, mas parte da sua essência foi perdida, incorporando até elementos de Shadow of Colossus. Isto é recuperado com Castlevania: Lords of Shadow - Mirror of Fate, ponte entre o título de 2010 com o lançamento da sequência prevista para o final do ano, mas com vida própria.

Castlevania trabalha bem com os recursos em 3D do console. O desenho dos níveis é esperto ao não trabalhar com o personagem na profundidade dos cenários, mas sim ao ressaltar passagens estreitas e plataformas que criam um primeiro plano diferente. Por diversas vezes parece uma versão em 2 dimensões de God of War, dado o ritmo da ação.

Os inimigos estão um pouco mais fáceis e, assim como no passado, o domínio da repetição dos ataques é a chave para avançar no jogo. O som também é interessante e combina com o universo apresentado.

Exclusivo do Nintendo 3DS, Mirror of Fate custa R$ 159,90. Uma versão demo está disponível para download na Nintendo eShop.

Guacamelee! usa o estilo 2D para uma divertida aventura no México. Na mistura de folclore com lutadores de luta-livre, Juan Aguacate precisa salvar a filha do Presidente, raptada pelo Esqueleto Charro.

O clima de “Día de Muertos” também é aplicado nos cenários, que mudam na passagem do “Mundo dos Vivos” para o “Mundo dos Mortos”. O estilo lembra um desenho animado, com exploração dos mapas. Infelizmente, será necessária uma leve adaptação ao tempo de reação dos botões, um pouco lento.

Se possível, jogue com a versão em inglês, pois a tradução deixou algumas piadas sem sentido. O bom humor do jogo não está apenas nos diálogos, mas também nos personagens e, sobretudo, em diversas referencias colocadas pelo cenário. Perca tempo e observe memes da Internet e outros jogos transformados em pôsteres de luta.

Disponível para PlayStation 3 e Vita pela PSN apenas, permite a instalação nos dois aparelhos quando ambos estiverem conectados. O jogo custa US$ 14,99.

Definidos finalistas do Games for Change 2013

13 de maio de 2013 0

O prêmio Games for Change destaca todo ano os jogos mais interessantes comprometidos com alguma causa ou mensagem mais séria, indo além da diversão. Boa parte deles está disponível para jogar online ou baixar, então vale a pena investir um tempo nestas produções. Entre em http://www.gamesforchange.org/2013/05/2013-games-for-change-award-nominees/ e veja a lista completa, com links para os sites específicos (em inglês).

Jogo brinca com GoogleMaps

13 de maio de 2013 0

O Google Maps é uma das coisas mais bacanas da Internet e permite algumas combinações. O GeoGuessr transforma os mapas em um jogo simples: você é jogado para uma rua do Street View e precisa apontar no mapa onde acha que é. A ideia é simples e vicia. Confira em http://www.geoguessr.com/ .

The Sims 4 é anunciado para 2014

10 de maio de 2013 1

Depois de SimCity, é a vez de um novo The Sims. O jogo será lançado em 2014 para PC e Mac. Entre versões e expansões, a série vendeu mais de 150 milhões de cópias. Não foram divulgados detalhes do jogo, mas em algumas entrevistas o criador Will Wright ironizou o recente problema no lançamento de SimCity, o que dá esperanças de um jogo sem autenticação online para jogar.

Gamepad combina oficinas e palestras em Novo Hamburgo

10 de maio de 2013 0

O Gamepad VI, Seminário de Games e Tecnologia, irá discutir o papel dos jogos digitais e sua influência na sociedade no dia 24 deste mês. Promovido pela Feevale, terá workshops de roteiro e game design, além de palestras com Aquiris Game Studio, Swordtales, Behold Studios e Joystreet. Também é possível participar da II Mostra Livre da Jogos Universitários e apresentar artigos acadêmicos. As atividades serão realizadas no Campus II, em Novo Hamburgo, e as inscrições são realizadas pelo site http://www.feevale.br/gamepad .

Sociabilidade muda ritmo de SimCity

10 de maio de 2013 0

A frustração no lançamento de SimCity conseguiu esfriar um dos jogos mais esperados do ano. Com os servidores menos lotados, estrutura melhor e jogadores mais calmos, o cenário mudou para o jogo, ainda mais com a versão para Mac prevista para 11 de junho.

A sexta versão do titulo nos computadores acentuou a sociabilidade, seja ela virtual ou real. As cidades estão mais conectadas, como na realidade. É possível transferir tarefas e compartilhar estruturas, opção também transposta para os jogos com os amigos. Se nas outras versões a densidade das áreas (residencial, comercial e industrial) era definida na hora da demarcação do terreno, isto agora passa pelo estilo da estrada criada. Assim, a criação baseada em uma área selecionada é substituída pelo planejamento das vias, fato que pode provocar estranhamento.

Anos depois de The Sims tornar-se o que Sim City fora no passado, o título mais velho busca aprender com o mais novo. Assim há uma tentativa de valorizar os moradores individualmente que infelizmente é apenas um recurso visual. Dependendo da configuração gráfica, o zoom fica até um pouco prejudicado graficamente.

Pequenos objetivos são colocados ao longo da jornada, colocando outro ritmo ao tradicional crescimento das cidades. A liberdade para a expansão dos prédios não passa mais apenas pelo dinheiro, mas precisa ser liberada pela câmara dos vereadores. O jogo parece ter observado não apenas para questões de desenvolvimento urbano, como a orientação do vendo que levará detritos, mas para as práticas dos cidadãos.

A compensação pelo polêmico DRM (sistema de proteção contra a pirataria), que requer conexão com a Internet em um jogo tradicionalmente solitário, é realizada com a conexão entre jogadores para as partidas online. A medida pode ser útil por evitar a pirataria, mas deixou muitos fãs sem jogar nos primeiros dias em virtude dos servidores lotados. Os mais puristas também irão reclamar dos itens patrocinados, presentes até mesmo na instalação, com uma propaganda para carros ecológicos.

Entre todas as mudanças, cabe um alerta. SimCity precisa de tempo e paciência. Isso não apenas moldou a série, mas é fundamental diante de sistemas mais complexos. O jogo pode ser comprado fisicamente nas lojas ou através do serviço Origin (http://store.origin.com) por R$ 99,90. Apesar de economizar o tempo do download, o processo de instalação com o DVD também é demorado. Quem adquiriu a versão para PC poderá baixar uma cópia para o Mac, e vice-versa.

Jogo prega peça em piratas

10 de maio de 2013 0

O jogo Game Dev Tycoon é um interessante simulador de uma empresa de jogos, mas mostrou ser bem conectado com a realidade. A produtora Greenheart Games testou o alcance da pirataria colocando ela mesma uma versão ilegal para download, porém com uma leve diferença para a original.

A partir de um determinado tempo, os jogos feitos dentro do jogo começam a vender pouco e também são afetados pela pirataria. Com o passar do tempo a empresa fecha devido ao prejuízo, como observado muitas vezes. Um código foi colocado dentro do programa, avisando se a cópia era original ou não. No primeiro dia, 3104 downloads foram ilegais, 93% do total de jogadores.

Diante do quadro, a própria Greenheart Games provocou o público. Se existe tanta reclamação contra os recursos de DRM, como visto com SimCity, o público também precisa fazer a sua parte. Em países como o Brasil, a pirataria – infelizmente – faz  parte do comportamento do público desde os anos 80, mas a realidade permite adquirir os produtos originais. O quadro fica mais grave quando o jogo é de uma empresa pequena, que sofre o impacto direto das vendas reduzidas

Confira toda a história no site oficial, http://www.greenheartgames.com, com interessantes reflexões dos criadores. Game Dev Tycoon está disponível para Windows, Mac e Linux por US$ 8, mas conta com uma versão demo gratuita.

Call of Duty: Ghosts é anunciado para novembro

01 de maio de 2013 0

Como de praxe nos últimos anos, um novo Call of Duty será lançado em novembro. Não há uma confirmação oficial das plataformas, Call of Duty: Ghosts deverá aparecer no PlayStation 4 e novo Xbox, dado o lançamento previsto para 5 de novembro. Apesar disso, opções para pré-compra no PlayStation 3, Xbox 360 e PC surgiram na Amazon e Gamestop. A produção é da Infinity Ward, estúdio que cuidou da série Modern Warfare.

Sustos divertidos na independência de Luigi

01 de maio de 2013 0

Sustos e risadas para jogadores mais novos e também para os mais velhos. Luigi's Mansion: Dark Moon não apenas é um jogo que permite ao segundo encanador da Nintendo mostrar o seu valor, mas também explora de maneira interessante os recursos do 3DS.

A aventura atual expande a ideia vista em 2001 no Game Cube. O professor E Gadd precisa que Luigi capture fantasmas em cinco mansões de Evershade Valley. Desta vez ele terá uma nova versão do aspirador de pó Poltergust 5000. Armado de uma lanterna, precisa atordoar as almas penadas para depois capturar, em um movimento que lembra bastante os Caça-Fantasmas.

Em um primeiro momento, a ideia parece bem infantil. Não deixa de ser, mas o fator diversão rende boas horas literalmente revirando canto por canto de cada mansão, fisgando assim um público mais adulto. Esta faixa será recompensada por algumas referências espalhadas, como o teletransporte no estilo de Tron.

Outro mérito é prestar atenção em alguns detalhes que não estão ligados com as ações do jogo, mas com o jogador em si. Quando Luigi andar sozinho por muito tempo irá murmurar a música, fato que tradicionalmente é feito pelo público nestas horas.

A mudança dos cenários para o ambiente em 3D é valorizada, com boas ideias de profundidade. Em muitos momentos será preciso olho para observar o ambiente e depois usar bem o Poltergust, como nos lustres com moedas. Outras armas serão utilizadas, mas a maioria das ações irá usar a combinação entre aspirador e exaustor.

Em alguns momentos, será preciso uma boa dose de paciência parar revirar e ter vigor para reviver um mesmo cenário com uma outra porta liberada adiante. Os poucos pontos para salvar tornam este processo mais difícil. Isto também é observado nos chefes de fase, que necessitam de uma compreensão seguida de repetição de movimentos em três dimensões que pode cansar. O jogo ainda conta com um modo multijogador com vários amigos competindo para ver quem captura mais inimigos.

Luigi's Mansion: Dark Moon consegue mostrar na prática que o outro irmão também rende bons jogos. A Nintendo foi duramente criticada na última semana por não marcar uma apresentação formal na próxima feira E3, em junho, mas se continuar a usar os eventos Nintendo Direct para anunciar jogos interessantes e cumprir a promessa no lançamento, como neste caso, os jogadores continuarão a receber boas produções. Exclusivo do 3DS, custa R$ 149,90.