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Posts na categoria "pc"

The Sims 4 é anunciado para 2014

10 de maio de 2013 1

Depois de SimCity, é a vez de um novo The Sims. O jogo será lançado em 2014 para PC e Mac. Entre versões e expansões, a série vendeu mais de 150 milhões de cópias. Não foram divulgados detalhes do jogo, mas em algumas entrevistas o criador Will Wright ironizou o recente problema no lançamento de SimCity, o que dá esperanças de um jogo sem autenticação online para jogar.

Sociabilidade muda ritmo de SimCity

10 de maio de 2013 0

A frustração no lançamento de SimCity conseguiu esfriar um dos jogos mais esperados do ano. Com os servidores menos lotados, estrutura melhor e jogadores mais calmos, o cenário mudou para o jogo, ainda mais com a versão para Mac prevista para 11 de junho.

A sexta versão do titulo nos computadores acentuou a sociabilidade, seja ela virtual ou real. As cidades estão mais conectadas, como na realidade. É possível transferir tarefas e compartilhar estruturas, opção também transposta para os jogos com os amigos. Se nas outras versões a densidade das áreas (residencial, comercial e industrial) era definida na hora da demarcação do terreno, isto agora passa pelo estilo da estrada criada. Assim, a criação baseada em uma área selecionada é substituída pelo planejamento das vias, fato que pode provocar estranhamento.

Anos depois de The Sims tornar-se o que Sim City fora no passado, o título mais velho busca aprender com o mais novo. Assim há uma tentativa de valorizar os moradores individualmente que infelizmente é apenas um recurso visual. Dependendo da configuração gráfica, o zoom fica até um pouco prejudicado graficamente.

Pequenos objetivos são colocados ao longo da jornada, colocando outro ritmo ao tradicional crescimento das cidades. A liberdade para a expansão dos prédios não passa mais apenas pelo dinheiro, mas precisa ser liberada pela câmara dos vereadores. O jogo parece ter observado não apenas para questões de desenvolvimento urbano, como a orientação do vendo que levará detritos, mas para as práticas dos cidadãos.

A compensação pelo polêmico DRM (sistema de proteção contra a pirataria), que requer conexão com a Internet em um jogo tradicionalmente solitário, é realizada com a conexão entre jogadores para as partidas online. A medida pode ser útil por evitar a pirataria, mas deixou muitos fãs sem jogar nos primeiros dias em virtude dos servidores lotados. Os mais puristas também irão reclamar dos itens patrocinados, presentes até mesmo na instalação, com uma propaganda para carros ecológicos.

Entre todas as mudanças, cabe um alerta. SimCity precisa de tempo e paciência. Isso não apenas moldou a série, mas é fundamental diante de sistemas mais complexos. O jogo pode ser comprado fisicamente nas lojas ou através do serviço Origin (http://store.origin.com) por R$ 99,90. Apesar de economizar o tempo do download, o processo de instalação com o DVD também é demorado. Quem adquiriu a versão para PC poderá baixar uma cópia para o Mac, e vice-versa.

Jogo prega peça em piratas

10 de maio de 2013 0

O jogo Game Dev Tycoon é um interessante simulador de uma empresa de jogos, mas mostrou ser bem conectado com a realidade. A produtora Greenheart Games testou o alcance da pirataria colocando ela mesma uma versão ilegal para download, porém com uma leve diferença para a original.

A partir de um determinado tempo, os jogos feitos dentro do jogo começam a vender pouco e também são afetados pela pirataria. Com o passar do tempo a empresa fecha devido ao prejuízo, como observado muitas vezes. Um código foi colocado dentro do programa, avisando se a cópia era original ou não. No primeiro dia, 3104 downloads foram ilegais, 93% do total de jogadores.

Diante do quadro, a própria Greenheart Games provocou o público. Se existe tanta reclamação contra os recursos de DRM, como visto com SimCity, o público também precisa fazer a sua parte. Em países como o Brasil, a pirataria – infelizmente – faz  parte do comportamento do público desde os anos 80, mas a realidade permite adquirir os produtos originais. O quadro fica mais grave quando o jogo é de uma empresa pequena, que sofre o impacto direto das vendas reduzidas

Confira toda a história no site oficial, http://www.greenheartgames.com, com interessantes reflexões dos criadores. Game Dev Tycoon está disponível para Windows, Mac e Linux por US$ 8, mas conta com uma versão demo gratuita.

Call of Duty: Ghosts é anunciado para novembro

01 de maio de 2013 0

Como de praxe nos últimos anos, um novo Call of Duty será lançado em novembro. Não há uma confirmação oficial das plataformas, Call of Duty: Ghosts deverá aparecer no PlayStation 4 e novo Xbox, dado o lançamento previsto para 5 de novembro. Apesar disso, opções para pré-compra no PlayStation 3, Xbox 360 e PC surgiram na Amazon e Gamestop. A produção é da Infinity Ward, estúdio que cuidou da série Modern Warfare.

Pequenos jogos, grandes partidas

17 de abril de 2013 1

Mesmo com o uso básico da troca de mensagens, o Microsoft Messenger teve um papel interessante e fundamental para os jogadores.

Na época do lançamento do MSN, jogar online não apenas era uma coisa ainda simples, mas a própria Microsoft precisava de uma ferramenta fácil para isso. Antes dos jogos no Facebook e nos smartphones, o game simples e casual (e que algumas vezes durava bastante) era atração de portais como o Shockwave e Yahoo, famoso pelo xadrez. Além disso, o bom e velho IRC era uma opção constante de conversas.

Paralelo a isso, o ICQ mudou muito e deixou de ser leve para incorporar cada vez mais funções, tornando-se pesado para abrir. Assim, uma plataforma de chat que não perdesse os contatos a cada instalação (antes de chamar isso de “jogar para a nuvem”) e tivesse usos conjugados nativamente, como os jogos, teria espaço entre o público.

Entre as opções estavam Bejewled, Campo Minado, Cubis, Damas, Gamão, Hexic, Jogo-da-Velha, Paciência, Mahjong Quest e Uno, entre outros, com foco na competição. Paciência e Campo Minado eram um pouco diferentes do tradicional, com alterações para este enfoque. Além disso, a possibilidade de abrir uma tela e desenhar em conjunto na Whiteboard rendia brincadeiras informais, mesmo que com a simplicidade do Paint – o que permitia ainda dizer “compreendeu ou precisa que eu desenhe?”.

Muito antes do Farmville

O MSN também foi um dos primeiros vilões armados do poder da procrastinação. Depois que algum eventual bloqueio de instalação era driblado no ambiente corporativo, a possibilidade de matar tempo além do chat viciou muita gente, bem antes de Farmville e sem a necessidade de compartilhar coisas com outros para ir bem.

Essa facilidade para disputar uma partida era a principal marca. Não era preciso muita coisa nem muita máquina. Hoje, no Facebook, a complexidade acaba afastando os jogadores. Ao contrário do site de Zuckerberg, o MSN era feito para a conversa – e o jogo vinha a reboque combinando.

Skype é usado dentro de outros jogos

É curioso observar que o Skype, sucessor do MSN, ainda é usado de uma forma parecida com o uso alternativo do comunicador. Apesar dos serviços de conversa por voz dentro dos jogos e outros dedicados só a games, como o Team Speak, o Skype é uma boa rede para manter uma conversa paralela com amigos.

A ideia precisa de um pouco de coordenação, pois serão três sons combinados ao mesmo tempo – dos jogos, das pessoas e fala dos amigos – mas ajuda muito. Em jogos como as séries Left 4 Dead e Battlefield, que requerem articulação, ajudam nos movimentos e não desviam o foco da conversa principal.

Bioshock Infinite leva o jogador ao céu

10 de abril de 2013 0

Bioshock Infinite é um daqueles poucos jogos que são jogados de duas maneiras. A primeira é a busca por mais um pouco de ação em cenários bonitos, enquanto a outra esquece troféus em busca de uma experiência que trará conhecimento junto da diversão.

A série sempre foi marcada por apresentar ao jogador utopias, mundos “perfeitos” em contextos fora do comum. Sai Rapture City e seu universo submerso e entra em cena Columbia, uma cidade flutuante que representa o auge do sonho americano clássico, onde George Washington, Thomas Jefferson e Benjamin Franklin são deuses. Apesar da grandiosidade vista na entrada, toda a beleza visual vai quebrando ao longo do jogo, sobretudo nos momentos onde o sonho é sustentado pelo racismo.

Booker DeWitt é um veterano de guerra que voltou traumatizado da Batalha de Wounded Knee, um dos últimos grandes conflitos entre norte-americanos e índios nativos. Ele recebe uma missão, subir até Columbia e resgatar a jovem Elizabeth para quitar as suas dívidas. Ela não é uma simples donzela indefesa ao seu lado, mas alguém que ajuda nas brigas. Juntos enfrentarão o Pastor Comstock e seu império voador.

Diferente de Tomb Raider, por exemplo, os gráficos não são tão polidos, mas isto não faz a diferença em um universo onde a arquitetura dos prédios faz o jogador passar um tempo apenas olhando os prédios. Logo no início, o tutorial foi substituído por um divertido passeio por uma quermesse, sem falar na etapa do batismo inicial repleta de significado. Em tempos de falta de criatividade para os jogos de tiro em primeira pessoa, com mais um remake de Doom anunciado e o congelamento da franquia Medal of Honor, a densidade da trama de Bioshock revigora o gênero.

O cuidado com o som é impressionante. Músicas atuais são transportadas para 1912 em versões interessantes. Nos primeiros minutos surge uma linda versão a capella de God Only Knows do Beach Boys, ao passo que outras canções darão pistas da história. Mesmo relativamente curto, 12 a 15 horas de jogo, é interessante para retornar depois e rever como as peças do quebra-cabeça fazem sentido.

Para este texto, foi utilizada a versão digital do PlayStation 3. Não é necessário ter jogado um dos outros dois jogos antes de começar este – apesar que vale voltar no tempo e rever eles também. O jogo foi lançado para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, a partir de R$ 94,90. A versão física chega às lojas no final desta semana.

Confira a análise em vídeo:

Feira reconhece talentos independentes

03 de abril de 2013 0

A Game Developers Conference (Conferência dos Desenvolvedores de Jogos, GDC) é realizada anualmente em São Francisco, Estados Unidos, e serve como ponto de encontro entre a indústria e a academia. Além de palestras e apresentações, também há espaço para reconhecer os melhores do ano pelo voto de quem criou e tem um espaço destinado para os talentos independentes.

Journey foi escolhido como jogo do ano pelos desenvolvedores, repetindo o sucesso de outras premiações. Lançado no ano passado para o PlayStation 3, é uma aventura diferente, estilosa e que inova por facilmente sugar a atenção do jogador com poucos comandos e instruções, além da cooperação online. A trilha sonora foi indicada para o Grammy de melhor trilha sonora. Pode ser comprado pela PSN por US$ 14,99 ou junto de Flower e Flow em mídia física por R$ 119.

O Independent Games Festival serve como vitrine para novos talentos, sem “grandes” na competição. É muito interessante para ver novas ideias e experiências, geralmente em jogos baratos com venda direta do criador.
Cart Life junta gêneros com uma cara de jogo de PC dos anos 80. Você escolhe um personagem e precisa gerenciar uma loja, mas com alguns pequenos jogos ao longo do caminho. Dramas pessoais dão uma cara de adventure, enquanto as atividades normais oferecem um bom exercício de administração. Disponível para Windows, o download é gratuito em http://www.richardhofmeier.com/cartlife/ .

Escolhido pela audiência, FTL: Faster than Light é um jogo de estratégia em tempo real ambientado em uma nave espacial. É preciso comandar a nave, dar ordens, controlar a energia, manter a equipe em sintonia e ainda enfrentar outras naves. O seu sistema parece complicado na primeira vez, mas o jogador acaba acostumando com o ritmo, que lembra um pouco os jogos de tabuleiro. Foi lançado para Windows, Mac e Linux através do Steam (http://store.steampowered.com) por R$ 8,49.

Little Inferno foge um pouco do sistema de jogo e lembra mais uma caixa de brinquedos. Criado pela mesma empresa de World of Goo, você controla uma chama e precisa colocar fogo em diversos items, inclusive fotos dos seus amigos no Facebook – mas sem apagar nada. Tudo pode ser queimado e, assim como Flow, é bom para descarregar o estresse. Além do PC, foi lançado para o Wii U a partir de R$ 16,99 no Steam e Nintendo eShop.

Kentucky Route Zero também é um adventure em cinco episódios que começa com um caminhoneiro que precisa entregar uma encomenda, mas acaba envolto por eventos fora do comum. O clima de realismo mágico é reforçado pelo visual minimalista e referências à literatura, como Gabriel García Márquez. Disponível para Windows, Mac e Linux através do Steam por R$ 44.

O Brasil também participou. Knights of Pen & Paper, da Behold Studios de Brasília, foi finalista entre os estudantes. RPG bem clássico, está disponível para iPhone/iPad e Android a partir de US$ 1,99 nas lojas online.

Vencedores do Independent Games Festival 2013
Grande Prêmio Seumas McNally: Cart Life, de Richard Hofmeier
Prêmio Nuovo: Cart Life, de Richard Hofmeier
Excelência em Artes Visuais: Kentucky Route Zero, da Cardboard Computer
Excelência em Áudio: 140, de Jeppe Carlsen
Excelência em Design FTL: Faster Than Light, da Subset Games
Melhor Jogo de Estudantes: Zineth, da Arcane Kids
Excelência Técnica: Little Inferno, da Tomorrow Corporation
Prêmio da Audiência: FTL: Faster Than Light, da Subset Games

Confira a lista completa de indicados em http://www.igf.com/02finalists.html#140.

Reboot renova Tomb Raider

01 de abril de 2013 0

Lara Croft é uma das personagens mais conhecidas dos jogos, porém a fórmula foi levada à exaustão e aprimorada por outros. O reinício de Tomb Raider não apenas renova a proposta, mas consegue ser um outro jogo diferente do resto da série.

A aventureira não apenas ganhou mais roupa, mas também personalidade e um pouco mais de conexão com a realidade. Mesmo que a trama apresente tons sobrenaturais e a ideia de um grupo de exploradores que cai em uma ilha pareça um pouco clichê – lembrando Far Cry 3 e Dead Island, explorar o ambiente é vivenciar também um amadurecimento.

Este fator dá ao jogo um tom parecido com o filme Casino Royale (2006). Há uma insegurança inicial quebrada com conquistas, em uma aventura que também lembra os filmes A Perseguição e Rambo I pelo modo como a personagem enfrenta bandidos e a ilha. Assim, naturalmente o jogador irá preferir usar o arco no lugar das armas de fogo. Fãs de cinema reconhecerão outras inspirações ao longo do caminho, como Apocalypse Now!.

O realismo do cenário também impressiona, mesmo em tons mais opacos. Mostradores de munição aparecem apenas nos momentos de uso das armas, deixando a tela limpa para apenas mostrar o jogo. É interessante notar que os momentos de tiro constantes no passado são substituídos por mais exploração, sobretudo em sequências que pedem mais pulos do que tiros. As mortes ao longo do caminho terão animações diferentes, o que torna a falha recompensadora em alguns momentos.

Outra mudança está na dificuldade do jogo, mais fácil. Assim, a busca por itens para expandir armas e habilidades não exige demais, e permite prosseguir a jornada sem muito tempo de caçada fora das missões principais.

Além da inclusão de um “instinto de sobrevivência” para guiar o rumo, os puzzles estão mais fluidos e bem fáceis. Poucas vezes o jogador acabará perdido no cenário, mesmo que vasto. Algumas vezes, as decisões de desenho dos níveis poderiam ter um pouco mais de polimento, pois foi possível avançar uma fase sem ver uma importante cena.

O jogo carrega de maneira suave, sem telas interrompendo o fluxo, mas a alta taxa de dados obrigou a voltar para a dashboard do Xbox para “destravar” um momento preso no acampamento. Também teria sido interessante uma trama mais cética e ambígua no uso dos elementos sobrenaturais. Eventuais furadas como os pulos acrobáticos com uma tocha na mão acabam compreendidas pelos jogadores.

Tomb Raider ainda conta com um modo multiplayer, ideal para depois que você fechar a história. As semelhanças com Uncharted também aparecem neste momento.

Um dos jogos mais bacanas do ano até agora, Tomb Raider tem legendas em português. Disponível para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, o preço sugerido é de R$ 85 no computador e R$ 180 nos consoles.

Vídeo mostra 17 minutos de Battlefield 4

27 de março de 2013 0

Depois da confirmação pelo Twitter da loja GameStop semanas atrás, Battlefield 4 é apresentado pela primeira vez com um vídeo de 17 minutos. Fishing in Baku mostra os gráficos do novo jogo, previsto para a nossa primavera. Não há informações sobre qual versão foi utilizada para este vídeo, mas o jogo sairá para PC, PS3, PS4 e Xbox 360. O trecho mostra parte da campanha single player, provavelmente reforçada após a série Medal of Honor ser "congelada".

Capcom anuncia Duck Tales e Dungeons and Dragons remasterizados

22 de março de 2013 0

Durante a feira Penny Arcade Expo Leste (PAX East) realizada em Boston, a Capcom anunciou que transportará três jogos conhecidos no passado para as atuais plataformas. DuckTales, Dungeons & Dragons®: Tower of Doom e Dungeons & Dragons®:  Shadow over Mystara serão lançados para venda digital no meio do ano.

As aventuras da série de fantasia originais do fliperama serão reunidas em um jogo, com possibilidade de colocar amigos dentro das partidas. Também serão colocadas pequenos objetivos ao longo do caminho, com possibilidade de alterar alguns modos de jogo. Ambos estarão reunidos em Dungeons & Dragons ®: Chronicles of Mystara™.  O preço sugerido é de US$ 14,99 (1200 pontos no Xbox), disponível para PlayStation 3, Xbox 360, Wii U e Windows em junho.

Duck Tales, conhecido do Nintendinho, também terá os gráficos do passado adaptados para o contexto de alta definição. Além do uso de algumas das vozes originais do desenho americano, o trailer e as imagens mostram que os personagens terão o estilo da animação em cenários em 3 dimensões.

Uma das novidades é a possibilidade de usar o dinheiro acumulado ao longo da jornada para nadar na Caixa Forte do Tio Patinhas O jogo será lançado para PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U no inverno, ainda sem preço definido.

Confira imagens dos jogos e o trailer de Duck Tales: