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Posts de abril 2015

A batalha das colas saudáveis continua

29 de abril de 2015 1

(veja também: Coca e Pepsi travam batalha das colas saudáveis)

A PEPSICO anunciou que, a partir de agosto deste ano, os americanos poderão consumir a nova versão da Diet Pepsi – sem aspartame.
Abaixo, as imagens das novas latas com os dizeres: “Now Apartame Free” (Agora sem aspartame)

pepsi

imagem: divulgação PEPSICO

Em um comunicado oficial da empresa, Seth Kaufman, um dos vice-presidentes da PepsiCo, explicou que as novas versões da Diet Pepsi são a resposta da empresa à crescente pressão de consumidores por alternativas mais naturais em adoçantes dietéticos.
As novas versões da Diet Pepsi, Diet Pepsi sem cafeina e da Diet Pepsi Cereja serão adoçadas com uma mistura de sucralose e acesulfame-K (acesulfame potassium, um adoçante não-calórico 200 vezes mais doce que o açúcar).

Em 2014, a Diet Pepsi tinha 4.3% do mercado de refrigerantes gaseificados nos EUA, mas seu volume de vendas diminuiu 5.2% comparado ao ano anterior, refletindo a tendência dos consumidores americanos em busca de alternativas mais naturais.  A previsão da empresa é de que a decisão de banir o aspartame de suas colas irá colocar a Pepsi na frente dessa batalha por espaço em um mercado cada vez menor e mais competitivo de refrigerantes dietéticos, já que, até agora, todos os presentes no mercado americano usam aspartame ou alguma combinaçao de aspartame como adoçante principal.

A concorrente Coca-Cola não tem planos de mudar o tipo de adoçante utilizado em seus refrigerantes dietéticos. Em um comunicado à imprensa americana, a empresa reafirmou que “todas as nossas bebidas e seus ingredientes são seguros.”
De fato, o FDA (Food and Drug Administration) – orgão americano que regulamenta o uso e a distribuição de alimentos nos Estado Unidos – segue afirmando que o uso do aspartame é seguro e não faz mal a saúde. Entretanto, essa não é a percepção entre os consumidores, que associam aspartame a certos tipos de doenças como o câncer e buscam cada vez mais alternativas saudáveis em alimentos e bebidas.

Você sabe qual é o principal papel de um líder?

27 de abril de 2015 0

Por João de Lima*

Resultado é o objetivo da função de liderança. Este é seu papel principal. Os demais existem para apoiá-lo no desempenho deste papel.

Em empresas que valorizam a Cultura de Resultados, esta é a faceta mais valorizada,  mais reconhecida e mais aplaudida. Desafiar as equipes, superar obstáculos, bater as metas é sua obsessão. O líder é faminto, obstinado pelos resultados, nunca desistindo das metas estabelecidas, dos objetivos traçados.

Orientado pela Missão e pela Visão, alinhado aos Valores e, principalmente, desafiado pelos objetivos da empresa, ele define as metas, foca no importante e pratica o PDCA (do inglês: PLAN - DO - CHECK - ACT) à exaustão.

apcd

 

Como atitude mental, a qualquer custo, busca a superação contínua, atrás da perfeição, mantendo o foco, trabalhando sobre as prioridades, sem esmorecer. Para ele, não existem problemas, existem desafios que encara de frente, sem temor,  até superá-los.

Ele sabe que sozinho ele não é nada. Sua equipe é sua base de sustentação.  Procura identificar o potencial de cada indivíduo, reconhecê-lo e oportunizar seu desenvolvimento, através de desafios constantes para ultrapassar os próprios limites.  Trabalha a integração da equipe, procurando criar um clima de respeito e de confiança mutua, desenvolvendo vinculo e cooperação entre seus  membros.

Frente à sua equipe, mantendo coerência entre o pensamento e a ação, lidera pela prática, pelo exemplo, pelo entusiasmo e pela paixão. Ele é o general rigoroso, com  pulso forte e comando claro, que orienta a tropa na hora da batalha, definindo o avanço para conquistar o território desejado. Ele é comemorado como herói quando acontece a vitória, mas os louros são divididos com os seus comandados. Quando acontece a derrota, tem  humildade para reconhecer o fracasso, chamando para si a responsabilidade do resultado.

*João Aparecido de Lima é sócio-fundador da Fractal – Cultura de de Resultados, Consultoria especializada em Gestão, Pessoas e Liderança. Tem mais de 40 anos de experiência em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional , em empresas como Gerdau e GP Investments. fractalresultados@gmail.com

Luzes de Led são usadas pelo McDonald’s para economizar 40% de energia

27 de abril de 2015 0

A partir deste mês todos os novos restaurantes da rede McDonald’s no Brasil serão equipados com luzes de tecnologia LED. Com isso, a economia de energia elétrica na iluminação dos restaurantes poderá chegar a 40%. No médio prazo, a medida será estendida aos mais de 800 restaurantes da empresa no país. Estacionamentos e drive-thru de 40 restaurantes da marca já são iluminados com LED. As luminárias geram uma economia de até 80% na energia elétrica utilizada para iluminação externa. As novas lâmpadas apresentam uma vida útil de 50 mil horas, permanecendo em operação por um período total de até 11 anos, se consideradas 12 horas de uso diário – o que ajuda a reduzir significativamente as despesas e a necessidade de manutenção. Além disso, não agridem o meio ambiente, pois não contêm chumbo nem mercúrio. Segundo Sérgio Antonon, Diretor de Projetos e Engenharia do McDonald’s, a companhia procurou uma nova tecnologia de iluminação não somente para ter uma economia financeira, mas, principalmente, para ampliar a utilização racional dos recursos naturais na operação da rede no Brasil. “Temos um grande compromisso com a sustentabilidade, e a utilização destes LEDs reforça nosso empenho em busca de uma operação mais sustentável em nossos restaurantes”, diz. Outra medida sustentável que a rede implementou trata do consumo consciente de água. Os restaurantes drive-thru McDonald’s já possuem cisternas ou caixas d’água para armazenar água das chuvas. Essa água é utilizada na limpeza de calçadas e em descargas de banheiros. Com isso, a empresa conseguiu, até agora uma redução de 30% em seu consumo de água.

Amcham Business Day aproxima empresários gaúchos do mercado americano

25 de abril de 2015 0

Na terça-feira, dia 28 de abril, acontece em Porto Alegre a terceira edição de um dos maiores eventos multissetoriais de negócios do País, o Amcham Business Day. Promovido pela Câmara Americana de Comércio/Porto Alegre, o Amcham Business Day apresenta empresas interessadas em expor e vender seus produtos e serviços e estabelecer relacionamento com outras organizações. A programação inicia às 16 horas e encerra às 21h30min, na Associação Leopoldina Juvenil. Neste ano, a feira terá como tema “Select USA”. Em parceria com o Consulado Americano, um espaço especial divulgará informações sobre oportunidades de investimentos nos Estados Unidos para empresários gaúchos.

Empresários interessados em conquistar novos clientes, parceiros e fornecedores podem se inscrever para o Amcham Business Day pelo site www.amcham.com.br/acontece , onde também podem ser obtidos mais detalhes sobre o evento.

Uma delegação de diversos estados americanos, como Florida, Maryland, Minnesota, Missouri e Pennsylvania, estará presente. Porto Alegre é a segunda cidade brasileira a receber a parceria com o Consultado Americano – os americanos só haviam participado da feira em uma edição no Brasil, realizada em São Paulo.

No dia seguinte, quarta-feira, 29 de abril, a Amcham Porto Alegre oferecerá um almoço para convidados no Hotel Samuara, em Caxias do Sul. Ali, a delegação dos Estados Unidos participará de uma rodada de relacionamento com os empresários da Serra.

A PROGRAMAÇÃO DO AMCHAM BUSINESS DAY:

8h45min – Abertura e boas-vindas

8h50min – Conferência Select USA – Tema Central: US-Brazil (Salão Vila Rica)

09h25 – Palestras
- Aspectos legais do cenário de negócios nos EUA – Baker Botts L.L.P.;
- Apresentação dos Estados de Minnesota (MN), Florida (FL), Maryland (MD), Missouri (MO) e Pennsylvania (PA);
- Representantes dos Estados;
- Casos de sucesso – Empresas brasileiras estabelecidas nos EUA;
- Estabelecendo sua empresa nos EUA – Drummond CPA.

12h30min – Almoço Select USA (Salão Vila Rica – convidados)

14h – Rodada de Negócios (Salão Imperatriz – expositores e patrocinadores)

16h – Abertura da Feira Amcham Business Day (Salão Leopoldina – aberta ao público)

17h – Palestra I – O que vi no Texas – percepções e tendências extraídas do SXSW – Márcio Callage, Presidente DM9Sul (Salão Imperatriz – aberta ao público)

19h – Palestra II – A influência do bairrismo gaúcho frente à publicidade e construção de marcas – Daniela Kraemer, Gerente de Relações Públicas e Governamentais da GM; Júlio Eggers, Gerente de Marketing da Fruki; Rodrigo Pinto, Diretor de Criação da Paim (case Polar); Flávio Martins, Professor ESPM (mediador) – Salão Imperatriz – aberta ao público

22h – Encerramento da feira

Três técnicas imperdíveis para ter novas ideias – parte III – Os Lead Users

23 de abril de 2015 0

Por Maximiliano Selistre Carlomagno*

Nos posts anteriores (1) (2), apresentei o Job to be Done  como ferramenta para ter novas ideias. Destaquei que a inovação pode ser aprendida e que se envolver, observar e conversar com os clientes é a melhor forma de entender o problema desse consumidor. Viver a realidade de seus atuais clientes tem sido um dos mantras dos marqueteiros nos últimos anos. A terceira parte desse post trata de um público bastante específico para você aproveitar na busca por insights: os lead users.

O Ciclo de adoção de novas tecnologias

Nem todos os clientes têm o mesmo comportamento na adoção de uma nova tecnologia. Sabe aquele seu amigo que sempre que algo novo é lançado é o primeiro a comprar? Pois bem, ele é um inovador em termos de adoção. Já aquele seu tio que ainda está com o celular Nokia 6120 e tende a esperar que as soluções se estabilizem e sejam mais fáceis de usar, tem o comportamento de um adotante tardio. Os lead users são aqueles consumidores que adotam antes dos inovadores. São aqueles que criam uma solução para eles próprios antes que as empresas fornecedoras desenvolvam a solução.

Quem são os Lead Users

Lead users são consumidores que adaptam, modificam e transformam a oferta de uma determinada empresa para seu benefício pessoal sem objetivo comercial.
O termo foi cunhado pelo prof. Eric von Hippel, do MIT, sob a seguinte definição:
Lead users enfrentam necessidades bem antes do que o mercado.
Lead users são predispostos a se beneficiar enquanto consumidores a partir do desenvolvimento da solução para si próprio.

O método de uso dos Lead Users

O método de lead users é um método de pesquisa que pode ser usado por empresas que buscam desenvolver produtos inovadores. Ele difere das alternativas convencionais de pesquisa de mercado que envolvem a coleta de informações de um usuário com necessidades médias para tentar adivinhar o que eles necessitam e desenvolver um produto/serviço. Envolve coletar informações sobre as soluções que eles desenvolveram para si próprios e também a partir de mercados análogos que enfrentem desafios similares em condições extremas.

O método envolve 4 grandes passos:

1. Estruturar o processo
2. Identificar necessidades e tendências a abordar
3. Identificar lead users e fazer entrevistas
4. Desenvolver conceitos de novas ideias

O método concentra-se na ideia de que produtos revolucionários baseiam-se na busca de empresas e pessoas que enfrentem essas situações de forma extrema – os lead users. É como se a empresa pudesse se inspirar naqueles seus clientes mais avançados para ter novas ideias.

A Go Pro e o Mercado de Freios

Um dos recentes casos de lead users é o de Nick Woodman, fundador da GoPro, a câmera de experiência e aventura que virou sucesso e transformou seu fundador em bilionário. Nick percebeu que, para filmar seus dias de surfe, precisava adaptar câmeras existentes com uma caixa de proteção para a água e encontrar uma forma de fixá-la ao seu corpo de modo que conseguisse filmar a si próprio. Esse é um comportamento clássico de lead user.

O intrigante é que nenhuma das grandes empresas de câmeras e eletrônicos — Sony, Canon, Nikon, Apple e Samsung – identificou essa solução e sua necessidade subjacente. O diferente é que Woodman desenvolveu o novo produto para uso pessoal mas depois criou uma enorme empresa em função disso. Hoje em dia a GoPro vale bilhões em valor de mercado e vende milhões de câmeras. A Sony, tempos depois, lançou a sua Action Câmera.

Pense que você tem um tema ou uma ideia em discussão. Digamos que seu interesse é montar uma nova Mountain Bike. Sua hipótese é de que há espaço para desenvolver algo realmente novo para determinadas situações de uso em que a capacidade de freio seria o diferencial. Onde você poderia buscar inspirações para essa necessidade? Quem faz um uso extremado do freio dentro do mercado de bikes ou fora dele? A Embraer que produz aviões de pequeno porte que pousam em pistas de menor extensão? Que outro player?

Você pode gerar novas ideias se tiver contato com clientes que têm necessidades extremas e que adaptam a sua solução ou vivem o tema que você enfrenta de modo antecipado aos demais clientes. Grandes empresas tem sistematizado essa abordagem. Compreender O QUE analisar, COMO e ONDE fazer, pode ajudar e muito o seu trabalho.

Quer saber mais sobre lead users?  Clique aqui.

O que você achou dessa sequencia de 3 posts? Mande seus feebacks para aprimorarmos nosso conteúdo.

Até a próxima inovação.

Maximiliano Selistre Carlomagno, colaborador do Mundo dos Negócios na área de inovação. Ele dará dicas e contará o que há de novo sobre o tema nas empresas no Brasil e no exterior. Sócio fundador da Innoscience, Consultoria em Gestão da Inovação é autor do livro Gestão da Inovação na Prática e do e-book A Prática da Inovação. É mentor Endeavor e presidente do Comitê de Inovação da Amcham. 

 

Renner Padre Chagas chega com festa ao bairro Moinhos de Vento

23 de abril de 2015 0

O bairro mais charmoso de Porto Alegre acaba de ganhar a mais charmosa loja da Renner. Ao anoitecer desta quarta-feira, dia 22, árvores da rua Padre Chagas, no Moinhos de Vento, ganharam iluminação vermelha, cor da marca gaúcha. Convidados foram recepcionados pelo CEO da companhia José Galló, na loja de 800 metros quadrados que, inicialmente, vai comercializar apenas moda feminina.

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fachada da nova loja – foto: Suzana Naiditch

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árvores iluminadas – foto: Suzana Naiditch

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José Galló recebe convidados – foto: Suzana Naiditch

A nova loja abre as portas nesta quinta-feira, 23 de abril, com wi-fi e espaço lounge disponíveis para os clientes. Nas últimas semanas, a Renner fez ações de relacionamento com a comunidade do bairro. Lojistas da Padre Chagas ganharam flores e clientes residentes na região receberam em suas casas doces e convites para o coquetel de inauguração.

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inauguração – foto: Suzana Naiditch

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inauguração – foto: Suzana Naiditch

 

Conheça os oito caminhos da Liderança Transformadora

20 de abril de 2015 0

Por João de Lima*

A Compreensão Correta leva a Pensamento Correto. O Pensamento Correto ajuda-nos a con-quis¬tar a Fala Correta. Pela Fala Correta, con¬se-gui¬mos che¬gar à Ação Correta. A Ação Correta pos¬si¬bi¬li¬ta-nos alcançar o Meio de Vida Correto. O Meio de Vida Correto é o iní¬cio do Esforço Correto. O Esforço Correto traz a Atenção Correta e esta nos per¬mi¬te domi¬nar a Concentração Correta”. – Mahavibhasha Shastra

Mahavibasha Shastra é uma das múltiplas escrituras sagradas do Budismo, onde se encontra a explicação acima, sobre os Oito Caminhos pregados por Buda para se chegar à Iluminação. Embora seu conteúdo esteja dividido em oito partes, o todo de sua essência é absolutamente indivisível porque todos eles são inter- relacionados e têm que ser praticados na íntegra. Buda os dividiu em oito apenas para facilitar sua compreensão.

Inspirado por eles, preparei “Os Oito Caminhoso da Liderança”, que a exemplo daqueles do Budismo, se inter-relacionam e se complementam, mutuamente e podem servir como guia de reforço ou como um roteiro de auto-avaliação.

Caminho é sentido, não é chegada. Caminho é o processo que leva à transformação, é direção a ser seguida, mas não tem limites, é infinito. O limite é definido pela capacidade de cada um poder se transformar.

São eles:

1. Ter Absoluto RESPEITO À PESSOA

É pensar e tratar cada individuo da equipe como ser humano único, em sua individualidade, autonomia e diversidade.
Respeitá-lo como ser humano integral, cabeça, coração e corpo, em todas as suas aspirações e necessidades.
É identificar suas potencialidades e talentos, apoiando-o para seu desenvolvimento, como o principal agente das ações que geram os resultados, através de seu pleno comprometimento e de seu desempenho sempre superior.

2. GERIR participativamente ATRAVÉS DE TIMES

É utilizar os times como forma de estrutura e de fator de coesão entre indivíduos e equipes. Acreditar que somente indivíduos fortes, no exercício de sua autonomia e pela autogestão geram equipes fortes.
É fazer da gestão colegiada e participativa uma forma objetiva da pratica da autogestão e do autocontrole, fazendo da decisão por consenso a busca do melhor de cada um para sua contribuição para o melhor do todo coletivo.

3. ALINHAR OS INTERESSES Indivíduo – Organização

É fazer das aspirações e interesses dos indivíduos e dos objetivos da organização o ponto de convergência e de troca mútua, servindo como elemento de intermediação e vínculo.
É ter a capacidade de criar uma relação ganha-ganha, onde ambos se desenvolvem, crescem e se solidificam.

4. Buscar na REALIZAÇÃO das Pessoas a alavanca para seu COMPROMETIMENTO

É saber e se comportar na relação como os liderados com a certeza de que o nível de adesão deles é proporcional ao nível de atendimento de seus interesses, gerando sua realização. Realização gera adesão, que gera o comprometimento desejado. Adesão gera comprometimento e comprometimento das pessoas também gera o comprometimento da organização e vice versa e dessa relação nascem o desempenho e o resultado.

5. Ter na MUDANÇA um Instrumento para Competitividade e Crescimento

A mudança é uma imposição da vida, do mercado, da sobrevivência do negócio. Ela é essencial para o crescimento e para superar a concorrência.
A mudança deve fazer parte da rotina. Dentro de um espirito de superação contínua, temos que nos desempenhar melhor do que ontem, melhor do que as metas e melhor do que a concorrência, se quisermos sobreviver e chegar ao topo.
Com visão estratégica, para se ajustar ao mercado e aos seus movimentos, ou antecipar-se à concorrência, serão necessárias mudanças mais radicais.
E não existe mudança efetiva que não analise os processos, a estrutura e a liderança.
Para mudar o horizonte, há que se mudar a direção. Dizia Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. Assim é a vida!

6. Fazer da COMUNICAÇÃO a Centelha do ENVOLVIMENTO e da AÇÃO

A comunicação é feita mais do que de palavras, ela é feita principalmente do exemplo. O líder comunica-se para comprometer e comprometer-se, para reconhecer e para celebrar
Comunicação é a centelha que desperta e que causa o envolvimento e ação dos indivíduos. Comunicação é o sistema nervoso que faz as sinapses entre todos os pontos de contato e todos os pontos de mobilização.
A comunicação deve ser uma via de mão dupla, aberta, simples e clara, para atingir igualmente a todos, e com a função de dar espaço e voz gerando liberdade e confiança entre as partes.
Comunicação existe para dar direção e para sustentar a estratégia, para compartilhar o conhecimento em todos os sentidos e para reforçar o envolvimento entre lideres e liderados e de todos entre si.

7. Ter a CULTURA como alicerce para a PERPETUAÇÃO DO NEGÓCIO

Cultura é o jeito de ser, de existir, de se desempenhar e de obter os resultados. É o elemento integrador dos valores e principal suporte à estratégia e à perpetuação do negocio.
Seus elementos definem a maneira de ser, de fazer e de se comportar, dentro e fora, no ambiente interno e nas relações com todos os stakeholders.
O líder é seu principal agente no seu jeito de ser, de decidir, de se comportar. Ele é o espelho que reflete a imagem que é imitada e valorizada pelos seus seguidores.

8. Transformar as Pessoas pelo VÍNCULO e INSPIRAÇÃO

O diferencial do líder é sua capacidade de se responsabilizar por seus liderados, entendendo suas necessidades e aspirações, dando-lhes a resposta possível. Este é o lado pratico da liderança na relação ganha-ganha.
Seu principal diferencial, entretanto, é a qualidade e intensidade da relação, a clareza e a consciência dela e de seu comprometimento na definição do rumo e do propósito da caminhada.
É agir com proximidade com cada um dos liderados, numa relação direta, e cuidar pessoalmente desta relação. É entregar-se, com paixão; é comprometer-se com as pessoas com quem obtém os resultados, criando um vinculo verdadeiro.

*João Aparecido de Lima é sócio-fundador da Fractal – Cultura de de Resultados, Consultoria especializada em Gestão, Pessoas e Liderança. Tem mais de 40 anos de experiência em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional , em empresas como Gerdau e GP Investments. fractalresultados@gmail.com

Olympikus inova para mostrar tecnologia de ponta

19 de abril de 2015 0

Você é daquelas pessoas que pensa que tênis para ser bom, tem que ser importado? Pois não está sozinho. E foi por causa dessa percepção tão comum entre os brasileiros, que a Olympikus, maior marca esportiva do Brasil, investiu cerca de R$ 15 milhões: para mostrar que a qualidade e a tecnologia da sua nova coleção de tênis de corrida estão no mesmo nível de competitividade das principais marcas do mercado.

O projeto The Final Test faz parte da campanha de running que está sendo veiculada há cerca de um mês em todo o Brasil. Criada pela DM9Sul, ela traz uma série com três testes – Teste Cego Definitivo, Teste dos Especialistas e Teste dos Fanáticos – que pretendem mostrar de forma transparente qual a percepção de especialistas, atletas profissionais e amadores sobre os produtos da Olympikus.

“O objetivo dos testes foi mostrarmos que a nova coleção de running da Olympikus possui tecnologia e atributos tão bons quanto as principais marcas do segmento. Porém, de uma forma autêntica, transparente e impactante. Não é a marca falando que possui alta qualidade. São especialistas, corredores e atletas sem nenhum vínculo com a marca, comentando suas percepções após testarem os produtos. São eles confirmando que estamos no caminho certo”, disse Pedro Bartelle, diretor de marketing do grupo Vulcabras|Azaleia, dono da marca Olympikus.

O Teste Cego Definitivo foi feito por dois medalhistas paralímpicos, referência em suas categorias, para testar os produtos da Olympikus e de quatro outras marcas. Os produtos foram selecionados de acordo com suas características e faixa de preço. Os atletas cegos Cristian Valenzuela (Chile), primeiro medalhista paralímpico do seu país, e Terezinha Guilhermina (Brasil), a velocista paralímpica mais rápida do mundo segundo o Guiness Book, foram os escolhidos e testaram dois modelos. Os tênis da Olympikus e das outras marcas foram distribuídos aleatoriamente nas raias de uma pista de corrida. Os atletas calçavam os pares, corriam e, ao final, atribuíam uma nota de 0 a 5 para cada um dos modelos, citando suas características mais marcantes. Os produtos da Olympikus testados receberam nota 3 do chileno e 5 da brasileira.

O segundo teste, chamado Teste dos Especialistas, levou os produtos da Olympikus para serem testados na Jamaica e no Japão. Na Jamaica, terra dos grandes campeões de atletismo, o corredor profissional Shavon Barnes, do Racers Track Club, testou o modelo Skin Change nas ruas e nas pistas. Segundo ele, todo mundo deveria ter um tênis desse. “É muito confortável e tem um bom amortecimento. Eu gostei da ventilação, do cabedal. Ele deixa o vento entrar através do tênis”, afirmou.

Foto Olympikus Skin Change - Divulgação

Foto Olympikus Skin Change – Divulgação

No Japão, berço tecnológico, o Boken Quality Evaluation Institute, laboratório que realiza testes de alta tecnologia para determinar a qualidade e o nível de performance de vários produtos, testou o desempenho dos modelos Faster 3, Beat e Skin Change. Entre os aspectos avaliados estavam a resistência, o amortecimento, a aderência e a flexibilidade. No geral, os tênis tiveram um bom desempenho, com mais de 70% de aprovação na soma de todos os quesitos, com destaque para o Beat, que foi aprovado em 100% das avaliações.

Para garantir a transparência e a credibilidade do Teste Cego Definitivo e do Teste dos Especialistas, a Olympikus convidou representantes das principais revistas de running do Brasil, para acompanharem todas as etapas dos processos ocorridos na Jamaica, Japão e Brasil.

O terceiro e último, o Teste dos Fanáticos, foi feito no Brasil, com atletas amadores, fãs declarados de outras marcas. Quatro pessoas que usam produtos das principais marcas de running foram convidadas a testarem modelos da Olympikus. Após os testes, Vanessa Heineck Salgueiro, Mauro André June Paranhos, Catharina Cecato Conte e Gustavo Gubert Piccinini deram seus depoimentos e afirmaram que recomendariam, com certeza, os tênis da marca para outros corredores.

“Partimos de um fato real para construir esse projeto: a linha de running da Olympikus tem tecnologia semelhante às principais marcas internacionais. A partir disso, tivemos o insight de provar isso. Criamos então um projeto de branded content. São 4 documentários filmados no Brasil, Japão, Jamaica e Chile que apresentam testes reais que não deixam dúvida que o Brasil tem uma marca que desenvolve tecnologia de ponta para correr. Fazer > Dizer”, salienta Márcio Callage, presidente da DM9Sul.

A campanha de running deste ano, que engloba o projeto The Final Test, é resultado de um reposicionamento da marca, criado após um grande estudo que a Olympikus e a DM9Sul realizaram para conhecer melhor o seu consumidor e que permite uma aproximação maior com o público.
Todos os filmes, informações dos produtos e materiais do projeto podem ser vistos no hotsitewww.thefinaltest.com.br

Clique aqui para assistir aos testes.

 

Como se tornar o melhor chefe do mundo

16 de abril de 2015 0

Só se fala nele esta semana nos Estados Unidos. Segundo a imprensa americana, Dan Price, o CEO da Gravity Payments, uma empresa que ajuda lojas e pequenos empresários em questões de credito e pagamentos, é o chefe que você pediu a Deus. Price reduziu o próprio salário de um milhão de dólares para 70.000 dólares ao ano para poder dividir os lucros com os funcionários.

O CEO acaba de anunciar uma nova política salarial que cria uma espécie de salário mínimo dentro da companhia. Todos os funcionários receberão um mínimo de 70.000 dólares por ano. Esta mudança, para muitos, representa até o dobro do salário anual.

Segundo Price, a medida vai ajudar a desenvolver uma atmosfera de lealdade dos funcionários para com a empresa e um ambiente em que eles se sintam mais felizes. “Eu acho que isso é o que todos merecem”, disse ele, ao anunciar a nova medida numa reunião com seus funcionários na segunda-feira, dia 13 de abril.

A implementação da nova política salarial será feita de forma gradual. A expectativa é que, em três anos, os salários estejam no mesmo patamar, incluindo o de Dan, que não somente cortou o dele em 90%, como terá que reduzir o lucro da empresa que até então era de 2 milhões de dólares ao ano.

A medida vai dobrar o salário de cerca de 30 funcionários e vai aumentar significativamente o de outros 40.

Dan Price fundou a Gravity Payments ainda quando era estudante universitário. A empresa começou a funcionar no seu dormitório há onze anos. Seu irmão mais velho, Lucas, deu o dinheiro necessário para Dan desenvolver a empresa. Os dois são os únicos sócios da companhia e Lucas não se opôs à nova política salarial.

A decisão do executivo se deu depois que ele leu um estudo sobre felicidade que afirmava que um adicional salarial poderia fazer uma diferença significativa no bem-estar emocional de uma pessoa. E que, dentro dos padrões americanos, este número seria em torno de 75.000 dólares ao ano.

A ideia também foi baseada numa prática de Price: escutar seus funcionários. Seguidamente, eles comentavam sobre suas dificuldades em pagar por moradia e sobre os altos custos de vida em Seattle, que tem se tornado uma capital cara em função de empresas como a Microsoft e a Amazon, sediadas na cidade.

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O CEO da Gravity Payments, Dan Price. Foto:gravitypayments.com

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O CEO da Gravity, Dan Price, e seus funcionarios. Foto:gravitypayments.com

Três técnicas imperdíveis para ter novas ideias – parte II

15 de abril de 2015 0

Por Maximiliano Carlomagno*

No post anterior enfatizei que a capacidade de inovar é algo que pode ser aprendido. Também apresentei a primeira técnica para identificar novas ideias: o Job to Be Done, a lente na qual você deve analisar suas oportunidades de inovação. O Design Thinking é uma metodologia para solucionar problemas com foco especial no ser humano propagada mundialmente a partir dos trabalhos de Tom Kelley e da IDEO, na universidade de Stanford.

O Design Thinking ajuda você em COMO entender o Job. A metodologia segue um processo de 5 etapas. Vou buscar aprofundar a fase de EMPATIA na qual busca-se entender o problema (job) para definir limites, gerar ideias e fazer os protótipos.

As 5 etapas do Design Thinking

 

Segundo Luis Serafim, Head de Marketing da 3M, “um de seus maiores diferenciais é trazer a etapa de Empatia para o início do processo de inovação, incluindo técnicas de pesquisa antropológica para buscar identificar as reais necessidades das pessoas, mesmo quando elas não conseguem expressá-las”.

Veja o vídeo do Pergunte ao Consultor da 3M para saber mais sobre o tema.

Nesse post pretendo apresentar de forma sintética 3 técnicas fundamentais:

a) a entrevista;

b) a imersão;

c) a observação.

Para fazer isso vou relatar um caso de um cliente, uma indústria farmacêutica, que para fins de sigilo vou chamar de FARMA Co.
A FARMA Co., multinacional de produtos farmacêuticos, nos contratou para “identificar oportunidades de inovação no negócio de saúde para a terceira idade”. Para nos ambientarmos no tema fizemos uma série de coletas de dados por meio de desk reasearch via internet, ou seja, passando horas e horas na internet buscando entender o assunto.

Depois disso, fomos fazer a imersão, observação e entrevista. Para tanto, selecionamos uma casa de cuidados de terceira idade em SP. Preparamos 15 executivos da empresa para esse momento. Naturalmente, articulamos com a diretoria da casa previamente. Elaboramos roteiros de entrevistas, contendo os temas centrais que gostaríamos de abordar. Dividimos o grupo em sub grupos. Parte iria “vivenciar” o mesmo ambiente, enquanto que outra parte iria apenas observar e, um último grupo, iria entrevistar homens e mulheres de terceira idade que lá ficam diariamente.

Impressionante os insights que capturamos junto com a equipe da FARMA Co. A observação permite você atentar para detalhes importantes, algo que não ocorre quando você está imerso no contexto. Já a entrevista tem um poder fantástico se feita da forma correta. Enquanto que a imersão faz com que você viva a realidade do cliente em vez de ficar fazer teorizações.

Esses insights nos permitiram desenhar novas ideias. Gerar ideias inovadoras envolve saber O QUE analisar, COMO e ONDE  fazer.

Para aprofundar seu entendimento sobre Design Thinking acesse o site da escola de Design de Stanford.

Há dicas objetivas de como realizar entrevistas, observar e proceder a imersão.

No post da próxima semana iremos debater o conceito de Lead Users desenvolvido pelo Prof. Eric Von Hippel do MIT. Não perca!

Até a próxima inovação.

Maximiliano Selistre Carlomagno, colaborador do Mundo dos Negócios na área de inovação. Ele dará dicas e contará o que há de novo sobre o tema nas empresas no Brasil e no exterior. Sócio fundador da Innoscience, Consultoria em Gestão da Inovação é autor do livro Gestão da Inovação na Prática e do e-book A Prática da Inovação. É mentor Endeavor e presidente do Comitê de Inovação da Amcham.