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Porto Alegre discute qualidade no 16º Congresso Internacional da Gestão do PGQP

17 de julho de 2015 0

Hoje vou contar aqui no blog tudo que aconteceu no primeiro dia do 16º Congresso Internacional da Gestão, evento referência mundial nas áreas da qualidade e gestão, que encerra nesta sexta-feira em Porto Alegre. Promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), o evento acontece na FIERGS e traz à capital gaúcha nomes internacionais e nacionais, palestrantes reconhecidos nas áreas de inovação, gestão e qualidade, como o presidente da Barrett Values Centre, Richard Barret, e o presidente da Schargel Consulting Group, Franklin Schargel.

PGQP!

Mathias Cramer / Temporealfoto.com

APLICATIVO

Uma novidade que chamou a atenção no Congresso do PGQP foi o lançamento da Orbe – aplicativo colaborativo para ampliar a mobilização, experiências, desafios e soluções como forma de fortalecer os interesses de coletividade. A nova ferramenta estimula as pessoas a resolver suas dificuldades empreendedoras e ao mesmo tempo compartilhar formas de soluções com os demais. Quanto mais o usuário colabora, mais pontos ele soma. O aplicativo, que tem como essência a troca de experiências, possibilitará o contato e a divisão de conhecimentos entre pessoas de diferentes perfis, e em qualquer lugar do mundo.

PREMIAÇÃO

Hoje à noite, também será realizada a entrega do 20º Prêmio Qualidade RS (PQRS), o grande momento de reconhecimento às organizações que se destacam em suas práticas e resultados na qualidade da Gestão. A premiação será entregue, juntamente com a 5ª edição do Prêmio Inovação PGQP. O PQRS é reconhecido como o Oscar da Qualidade por sua credibilidade e critérios rigorosos de avaliação.

O FUTURO DOS NEGÓCIOS: estratégias, parcerias e a causa que nos une!

O painel mediado pelo secretário-executivo do PGQP, Luiz Ildebrando Pierry, teve a participação do presidente do Conselho Diretor do Programa, Ricardo Felizzola; do diretor executivo da Agenda 2020, Ronald Krummenauer; do diretor superintendente do Sebrae-RS, Derly Cunha Fialho; e do coordenador do Comitê de Inovação do PGQP, Eduardo Guaragna. Eles apresentaram modelos para a gestão e desenvolvimento das empresas, usando exemplos que demonstram a importância da produtividade para o crescimento das mesmas.

De acordo com Felizzola, o Congresso tem um papel fundamental na gestão das pessoas: “É um trabalho de conscientização e educação, onde os palestrantes poderão ensinar fundamentos de aprimoramento da qualidade para o público”. O empresário ainda destacou o momento de crise é um ambiente de oportunidades. “Não existe empresa boa em lugar ruim. Lugar ruim não sustenta protagonismo e desenvolvimento, principalmente hoje, em um ambiente tão competitivo que clama por inovação. Por isso, se a comunidade sabe o que é qualidade, tudo funciona. No PGQP, temos a consciência muito forte de que a qualidade é um meio, não o fim. O fim é a qualidade de vida do cidadão”, afirmou.

Como mediador do primeiro painel, Luiz Ildebrando Pierry comentou a importância do 16º Congresso Internacional da Gestão na difusão de ideias e práticas positivas. “É necessário sensibilizar e mobilizar mais empresas e pessoas nessa caminhada que não tem fim”, afirmou. Segundo Pierry, é preciso continuar o trabalho que o PGQP tem desenvolvido no Estado por pelo menos mais 20 anos, para que se possa consolidar todo o esforço realizado até aqui. “Temos ainda um longo caminho pela frente”, completou.

Eduardo Guaragna, destacou a importância do PGQP em quase 23 anos de fundação. Segundo ele, foram mais de 11 mil adesões, mais de 1,3 milhão de pessoas, mais de 800 organizações reconhecidas e um total de R$ 7 bilhões em economia na administração pública. Por isso, a atual situação do Rio Grande do Sul permite interferência para torná-lo novamente referência em diversos aspectos. “Os desafios do Estado exigem uma ação conjunta, coordenada e integrada entre os agentes (pessoas físicas e jurídicas), os quais atuam na melhoria da qualidade, produtividade e competitividade sustentável”, completou.

Segundo Ronald Krummenauer, é necessário construir uma rede com boa conexão para ela se tornar complementar e colaborativa na gestão das empresas. “O que a sociedade espera é que os governos funcionam. Por isso, a Agenda 2020, o Sebrae-RS e o PGQP são entidades fundamentais e complementares”. De acordo com ele, é necessário a aplicação de mais recursos em todas as áreas, mas, especialmente, que eles sejam empregados de uma maneira melhor para estimular a produtividade.

Para Derly Cunha Fialho, o dia a dia das grandes cidades funcionam em torno das micro e pequenas empresas. “Não existem mais grandes companhias surgindo todos os dias. Não tem mais espaço para as pessoas que querem entrar no mercado de trabalho sem pensar em abrir o seu próprio negócio”, sinalizou. Segundo Fialho, a sobrevivência do empreendedorismo se baseia no aumento da escolaridade dos empreendedores, nos seus esforços e na visão da melhoria na capacitação. “Todos terão que aprender a empreender”, completou. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, no Brasil existem cerca de 10 milhões de empreendedores. Só no RS são mais de 1,2 milhão. Cerca de 99% das empresas gaúchas são de pequeno porte, e representam 33% do PIB do Estado, 66% dos empregos formais e 46% dos salários da iniciativa privada”.

Soluções Logisticas integradas para a gestão da indústria

A palestrante francesa Ekaterini Kranioti, diretora de mercado da empresa GEFCO, falou sobre “Soluções Logísticas Integradas para a Gestão da Indústria”. Ela mostrou as vantagens da combinação de segmentos antes comprados separadamente, para a redução de custos industriais.

Com a apresentação de exemplos mundiais, a palestrante apresentou soluções de distribuição, armazenamento e abastecimento, usando técnicas de integração das empresas e distribuidores envolvidos. “Precisamos compartilhar conhecimentos e buscar soluções integradas para melhor funcionamento de nossas empresas”, disse Ekaterini.

Como exemplo, ela citou uma distribuidora de carros na Argentina, que para melhor funcionamento e velocidade na entrega de seus produtos, criou uma rede única de distribuição que recebe materiais vindos do mundo inteiro e simplificou o sistema de entregas da empresa criando espaços para o armazenamento de seus produtos.

Além deste exemplo, Ekaterini contou sobre uma empresa Russa, onde foi estabelecido um novo formato de armazenamento de materiais, que são recebidos em sedes da empresa fora do país, e quando completos, são direcionados para as fábricas Russas, estabelecendo uma grande economia na cadeia de abastecimento.

A palestrante também defende a necessidade de uma boa relação e de conhecimento pleno da empresa perante seus distribuidores.

A empresa GEFCO atua solucionando problemas de logística há 16 anos e atualmente conta com uma rede de 11.500 profissionais na sua equipe, atuando em 75 países. Conhecida principalmente no ramo automobilístico, a GEFCO apresenta ideias irreverentes de logística integrada reduzindo os custos que seus clientes têm nas diversas áreas de distribuição, armazenamento e abastecimento necessárias para o seu funcionamento.

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Mathias Cramer / Temporealfoto.com

Soluções para governança e sustentabilidade 

Governança e Sustentabilidade: somando forças ao Pacto Global da ONU foi o tema da palestra de Norman de Paula Arruda Filho, presidente do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE) e Membro no Brasil do Pacto Global da ONU. O palestrante apresentou diversas mudanças na relação entre os cenários empresariais e de sustentabilidade levando em consideração as perspectivas para o ambiente de negócios.

“Estamos vivendo um momento de transformação e isso altera a maneira de fazer negócios. O futuro exige novas competências”, afirmou Norman de Paula Arruda Filho. De acordo com o palestrante, a discussão se baseia no novo ciclo de conhecimento, onde é imprescindível que haja a compreensão e entendimento do que está acontecendo para ocorrer o engajamento.

Além disso, ele salientou que atualmente está ocorrendo uma mudança nos valores dentro do ambiente de negócios. “A sociedade como um todo está começando a repensar esse modelo alucinante de competição que nos acostumamos a viver. Hoje, ser sustentável é altamente rentável e uma recente pesquisa apontou que 97% dos CEOs acreditam na importância da sustentabilidade para o futuro dos negócios”, completou. E destacou, ainda, a importância da educação e da inovação como diferenciais para solucionar arestas deixadas pelas empresas. “A excelência na educação não pode ser restrita, ela tem que ser espraiada. Além disso, a inovação é uma das virtudes para quem quer se diferenciar”, finalizou.

Pesquisa sobre competitividade sustentável 

A pesquisa do Laboratório de Competitividade Sustentável (LACOS), executada em parceria entre o PGQP e a PUCRS, aponta a visão das empresas gaúchas e brasileiras sobre a competitividade sustentável. O professor e pesquisador da PUCRS, Peter Bent Hansen, divulgou os principais objetivos e resultados da pesquisa, focada no estudo do desenvolvimento da gestão e inovação para a sustentabilidade das organizações.

Com um total de 300 empresas envolvidas, o projeto se baseia na tomada de decisões e ações voltadas a elevar a competitividade sustentável nos aspectos sociais, ambientais, na eficiência, uso de recursos inovação e governança. Dentro dos resultados da pesquisa, Peter Hansen apresentou a visão das empresas que participaram do projeto, que realçam que a sustentabilidade “é orientar aspectos das organizações em uma perspectiva de longo prazo” e tem como objetivo primordial a melhora na reputação da marca. Já em uma pesquisa executada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a visão das empresas internacionais aponta a sustentabilidade como um recurso para a inovação e melhoria interna das próprias empresas.

Como principal obstáculo para a implementação de estratégias sustentáveis, foi apontada a insuficiência de incentivos econômico do governo e órgãos responsáveis. A pesquisa, implantada há 2 anos, tem como objetivo propor soluções para problemas indicados nas empresas, o treinamento e capacitação de gestores e se tornar referência nacional de conhecimento no ramo de pesquisas.

Ao final da palestra, Peter Bent Hansen convidou o gerente de investimentos da diretoria de engenharia da Braskem, Gustavo Horbach, uma das empresas envolvidas no projeto, para comentar sobre os resultados e a experiência de participar da pesquisa. “Podemos ressaltar a importância do LACOS em três aspectos: primeiro o compartilhamento de experiência com os demais envolvidos, fazendo uma troca de conhecimentos extremamente importantes para a competitividade sustentável. Em segundo, o envolvimento com universidades, que atualmente detém 85% dos doutores brasileiros em seus currículos, e, finalmente, por último, o orgulho de participar desta pesquisa que está se tornando referência para o nosso país e para o mundo” citou Horbach.

Conselheiro da Mercur apresenta modelo de gestão baseado nas pessoas

Jorge Hoelzel Neto enfatizou a importância em dar destaque aos colaboradores para aprimorar a gestão das empresas. A importância de questionar a gestão das empresas com a intenção de melhorar a relação do trabalho com a vida pessoal foi a temática apresentada pelo Conselheiro de Administração da Mercur. Ao longo da apresentação do case MERCUR: questione sua empresa, mude vidas!, o convidado falou sobre as mudanças que a empresa teve em seus modelos de gestão ao longo dos anos para criar relações mais próximas com seus colaboradores.

“Construímos o compromisso institucional de unir pessoas e organizações para criar soluções sustentáveis”, afirmou Jorge Hoelzel Neto. Segundo ele, a empresa em que atua não apresenta um modelo definido de gestão: “O nosso modelo está em contínua construção”. O organograma da Mercur passou, nos últimos anos, de um modelo segmentado e tradicional para outro onde os colaboradores circulam de uma área para outra e onde todos podem interagir entre si.

Segundo Hoelzel Neto, a visão anterior e a atual da empresa são bastante diferentes, também estimulando as equipes de maneiras distintas. “No olhar anterior tínhamos como objetivo máximo maximizar a rentabilidade do capital investido a partir do ‘mais do mesmo’, do crescimento, da competição, do ‘fazer parar’, da visão global, opressora, individual e do pensamento no ‘eu’. No olhar atual, o objetivo claro é servir as causas das pessoas, por meio do ‘menos e melhor’, da evolução por meio da qualificação, da colaboração, do ‘fazer com’ e da visão do coletivo”, afirmou.

Para o palestrante, é importante que haja a conscientização de que a empresa não é o único lugar para viver, e sim, de que ela é apenas um pequeno pedaço da vida. “Temos alguns direcionadores, que são os nossos princípios de negócios. Atuamos em função das pessoas, buscamos soluções relevantes com simplicidade, somos éticos em todos os nossos relacionamentos, preservamos para a posterioridade e atuamos em mercados éticos que valorizam a vida”, finalizou.

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Mathias Cramer / Temporeotoalfoto.com

Novo Empreendedorismo: Movimento empreendedor corporativo

Sérgio Detoie, diretor executivo da empresa Empreenda.vc e André Coutinho, Diretor da Symnetics Brasil defenderam o estímulo das grandes empresas em novos empreendedores. Coutinho apresentou as tendências de novos modelos de negócios dando ênfase no movimento colaborativo e nas tecnologias emergentes no mercado brasileiro. Como exemplo, citou a multinacional 3M, reconhecida como empresa n° 1 em inovação do mundo, que explora novas ideias associando-se a startups espalhadas no mundo inteiro. Atualmente, a 3M investe cerca de 100 milhões de reais anualmente em novas empresas como Startups.

Detoie indicou que a geração atuante no mercado de trabalho se preocupa mais em entender a experiência dos clientes e usuários do que em seguir os modelos tradicionais de empresas de negócios. Detoie realçou a importância do engajamento de grandes empresas no incentivo de novos empreendimentos, usando como exemplo a empresa NOKIA, que conta com um fundo de investimento direcionado para startups inovadoras.

No final da palestra, foi apresentado um vídeo dos empresários suíços Alexandre Grutman e Colin Turner, executivos da empresa Inno Fuel, que direciona fundos para empresas de variadas áreas, tendo como critérios inovação e retorno à sociedade. No vídeo, Grutman aconselha grandes empresas a buscar novos empreendedores nas universidades e incubadoras espalhadas no mundo. Grutman indica que o Brasil tem grande potencial de inovação e que necessita de estímulos para o novo empreendedorismo, tanto por parte do governo quanto pelas empresas de grande porte.

O debate reforçou que a visão do empreendedorismo como comportamento mostra ser a chave para o sucesso de novos negócios. Dando-se ênfase a inovação, ao posicionamento, ao reconhecimento e a comunicação, novas empresas tendem a melhorar continuamente. Segundo os palestrantes, a pesquisa e o desenvolvimento deve ser constante e a oxigenação (criação de startups) deve ser cada vez mais estimulada.

 CASES DE SUCESSO 

Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música, SENAI CETEPO e Fuhro Souto Consultoria Imobiliária encerraram o primeiro dia de evento
apresentando os modelos de gestão e histórias de sucesso dessas três organizações premiadas pelo Programa e ganharam aplausos do público presente, em painel mediado pelo coordenador do Comitê de Inovação do PGQP, Eduardo Guaragna, e pelo membro do Comitê de Inovação do PGQP, Günther Staub.

A gerente de operações do SENAI CETEPO – organização vencedora do Prêmio Inovação PGQP 2015 -, Viviane Meyer Lovison, apresentou o projeto que visa prover à indústria soluções inovadoras para melhoria da sua competitividade e sustentabilidade. “Para nós, inovação é oportunidade de transformar ideias e necessidades em novos ou melhores processos, produtos e sistemas, capazes de serem implementados e sustentáveis”, afirmou a gerente. A empresa atua com foco na oferta de serviços tecnológicos avançados para atender as demandas de melhoria da eficiência da indústria.

Para o diretor executivo da Fuhro Souto Consultoria Imobiliária – organização vencedora do Troféu Ouro e Placa Qualidade com Inovação 2014 -, Fabrício Borges Sorondo, o grande diferencial da empresa são os seus colaboradores: “A nossa maior fortaleza é ter construído uma equipe com uma série de diferenciais para melhor atender os seus clientes”. Sorondo apresentou uma pesquisa que mostra o índice de satisfação dos funcionários com o ambiente de trabalho. “100% dos funcionários tem confiança nas lideranças, 100% enxergam os líderes como exemplos 98,5% tem alinhamento de objetivos pessoais com os profissionais e 97% acreditam que a empresa seja um modelo de gestão”, sinalizou.

Já o diretor do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música – cujo case Fábrica de Gaiteiros foi agraciado com o Reconhecimento Inovação Empreendedora 2015 -, Rodi Pedro Borghetti, apresentou o projeto que mantém com o seu filho, o músico Renato Borghetti. “A região da Serra Gaúcha já teve 20 fábricas de gaitas, e hoje em dia não tem nenhuma. Meu filho queria ensinar as crianças a tocarem o instrumento para que, depois de 100 anos, fizessem uma pesquisa aqui no Rio Grande do Sul que mostrasse que esse é o Estado que mais toca gaita”, brincou.

A Fábrica de Gaiteiros é um projeto voltado à sociedade que forma construtores e alunos de acordeão diatônico, instrumento conhecido popularmente na região sul do Brasil como gaita de oito baixos. Toda a confecção é realizada com madeira certificada de eucalipto proveniente de plantios renováveis. O projeto atualmente acontece nos municípios de Guaíba, Barra do Ribeiro, Porto Alegre, Tapes, Butiá, São Gabriel e Bagé, com a participação de mais de 200 crianças/adolescentes entre 7 e 15 anos. Ao final da palestra, um grupo de pequenos gaiteiros se apresentou e emocionou o público ao som de Canto Alegretense.

SOBRE O PGQP

O Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) tem a missão de promover a competitividade sustentável do Rio Grande do Sul para melhoria da qualidade de vida das pessoas através da busca da excelência em gestão. Criado em 1992, o PGQP tem como presidente do Conselho Superior Jorge Gerdau Johannpeter e do Conselho Diretor Ricardo Menna Barreto Felizzola. Considerado referência internacional, por sua disseminação e capacidade de mobilização, o PGQP soma mais de 1,3 milhão de pessoas envolvidas, com adesão de mais de 11 mil organizações associadas e uma rede de 80 comitês setoriais e regionais, permeando o estado do Rio Grande do Sul e diversos setores da economia gaúcha, com a capacitação de mais de 250 mil pessoas nos fundamentos da qualidade.

 

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