Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de julho 2015

Será Porto Rico a nova Grécia?

31 de julho de 2015 0

Por Fernando Naiditch*

Enquanto o mundo inteiro acompanhava a crise na Grécia e os rumos que a zona do Euro iria tomar, os americanos observavam também uma crise parecida ocorrendo dentro de casa, na zona do dólar.

Porto Rico tem pelo menos 72 bilhões de dólares em dívidas e o governador deste território americano, Alejandro García Padilla, já anunciou, em alto e bom som, que a dívida é, em suas palavras, “impagável.”

Porto Rico é considerado parte do que os americanos denominam de commonwealth, a organização de estados independentes sobre a tutela de um governo central.

Ao contrário dos outros estados americanos, porém, Porto Rico é um território e não tem status de estado. Sendo assim, não goza de muitos dos privilégios que um estado ou cidade americana tem, como, por exemplo, a possibilidade de pedir falência, como aconteceu com a cidade de Detroit no estado de Michigan em julho de 2013, para poder reestruturar sua dívida.

Porto Rico

Imagem: resortvacationstogo.com

Assim como na Grécia, o governo de Porto Rico deveria ter previsto a crise econômica e financeira em que se encontra. A ilha vive uma recessão há pelo menos uma década. Somente 40% dos adultos em Porto Rico participam da força de trabalho. Mais de 5% da população abandonou a ilha em busca de melhores oportunidades e trabalho no continente americano.

A diferença com a situação na Europa, porém, é que a Grécia deve dinheiro a vários países, instituições, e investidores. A dívida de Porto Rico está praticamente toda com os americanos. A Grécia tinha a opção de sair da zona do euro e assim, livrar os outros países da zona de financiar uma economia que não tem como se tornar viável em um futuro próximo. Esta não é uma possibilidade para Porto Rico, que não tem como sair da zona do dólar e que, certamente, continuará a se beneficiar de uma rede de segurança social e fiscal financiada por Washington a um alto custo ao contribuinte americano.

Como Porto Rico chegou nessa situação? A resposta é simples e similar ao que aconteceu na Grécia. O governo da ilha gastou mais do que arrecadou e acabou se endividando para poder honrar seus compromissos.

Além disso, a taxa de desemprego na ilha é de 12,4%. Os jovens que não veem futuro em permanecer em Porto Rico, têm partido da ilha, o que causa uma diminuição na população economicamente ativa, uma queda na renda familiar, e consequentemente, uma crise no mercado imobiliário.

Para se ter uma ideia, somente 46.1% da população de Porto Rico (maiores de 16 anos) estava incluída na força de trabalho em 2012 e a população da ilha diminuiu em 4.8% de 2010 a 2014. Daí a dificuldade do governo em arrecadar dinheiro suficiente para financiar até mesmo serviços básicos quando menos da metade da população está empregada e aqueles que podem contribuir com o mercado de trabalho optam por abandonar a ilha.

A solução para a crise porto-riquenha ainda está longe de acontecer e, por enquanto, o governo americano tem dado o suporte econômico para manter a estabilização no território. Para sair do buraco, Porto Rico necessitará de mudanças estruturais sérias. Depois do que aconteceu na Grécia, alguns economistas preveem medidas similares, com imposições e restrições para que a situação da ilha não afete ou desestabilize o resto dos Estados Unidos.

Porto2

Imagem: colimdo.org

*Fernando Naiditch é doutor em Educação Multilingue e Multilcultural pela Universidade de Nova York (NYU). Mora em Nova York ha 16 anos e atualmente é professor na Montclair State University.

 

 

Mais da metade dos brasileiros não sabem o que é biodiversidade

29 de julho de 2015 0

Estudo feito pelo Instituto Ipsos, um dos mais respeitados do mundo, divulgou que apenas 48% dos brasileiros compreendem o que significa a palavra biodiversidade.

Precisamos unir esforços para que a biodiversidade esteja no vocabulário do brasileiro e entre os temas a serem discutidos nas escolas, nas empresas e nas ruas das cidades”, revela Rafael Goelzer, diretor da Quinta da Estância, maior fazenda de turismo rural e pedagógico do Brasil, localizada em Viamão, na Grande Porto Alegre.

 

divulgação

divulgação

Segundo o Barômetro da Biodiversidade 2015, apresentado em Paris, pela União pelo BioComércio Ético, 92% dos brasileiros já tinham ouvido falar sobre o tema, porém menos da metade sabem explicar o que significa Biodiversidade.

É difícil que possamos contribuir para uma causa a qual não se sabe nem mesmo o significado”, alerta. Goelzer explica que a totalidade de variedade de formas de vida encontradas no nosso planeta é o que conceitua a palavra e aconselha que as escolas e as famílias trabalhem o assunto diariamente. “A Quinta da Estância realiza um trabalho para promoção de ações que preservam e conscientizam sobre o tema, além de ser a primeira fazenda neutra de carbono no Brasil, onde todos os gases causadores do efeito estufa são neutralizados pelo plantio de árvores nativas na própria fazenda”, explica.

 

divulgação

divulgação

 

Fundada em 1992, a Quinta da Estância é a maior fazenda de turismo rural pedagógico do Brasil, pioneira em ações de educação ambiental e sensibilização ecológica. Foi o primeiro empreendimento turístico do Brasil aceito como Signatário do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e uma das 350 empresas do mundo a participar do Caring for Climate, seleto grupo da ONU especializado no combate às mudanças climáticas do planeta.

Em 2009, recebeu o reconhecimento Estadual e Nacional do Prêmio MPE Brasil – categoria Responsabilidade Social, concorrendo com mais de 57 mil empresas de todo o país. O empreendimento também possui, desde 1995, o primeiro criadouro conservacionista do Brasil com finalidade pedagógica, que cria a reproduz animais silvestres, especialmente em vias de extinção.

divulgação

divulgação

Até quando vai a crise?

27 de julho de 2015 1

A nova diretoria do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) do Rio Grande do Sul tomou posse há menos de dois meses, num cenário econômico ruim. Em encontro com esta blogueira, alguns dos jovens que estarão à frente do Instituto até meados de 2016, falaram sobre sua expectativa com relação ao momento difícil pelo qual passa o país.

Para o novo presidente, Ricardo Pechansky Heller, advogado e sócio do escritório Stifelman Advogados, só veremos, de fato, o final da crise quando houver uma mudança cultural. “Entendo que vai até o momento que mudamos nosso modelo de fazer política. Temos que abandonar as políticas assistencialistas e intervencionistas e abrir esse espaço de atuação para os indivíduos, para que cada um construa seu futuro e não tenhamos nosso caminho determinado pelo Estado. É uma questão de mudança cultural.”

O atual vice-presidente do IEE, Rodrigo Tellechea, também comentou a situação atual:

“Creio que a crise pode ser examinada sob dois ângulos distintos. Um deles pode ser tido como otimista e abrange as empresas capazes de enfrentá-la com ferramentas que a tornem uma oportunidade de investimento e ganho de eficiência. O outro é realista e examina as reais causas da crise, isto é, políticas econômicas equivocadas, com redução das liberdades individuais, cunho arrecadatório, sem a devida contraprestação de serviços púbicos para a sociedade. A pergunta, nesse caso, é para onde vão esses recursos? É hora de definir o que desejamos do Estado em termos de investimento em matérias básicas como saúde, educação, segurança e saneamento. Vivemos um capitalismo de compadrio, que privilegia o fisiologismo político, apoiando projetos de manutenção no poder ao invés de investimentos reais nas demandas dos indivíduos. De um lado, precisamos de maior participação individual e, de outro, redução do papel do Estado na vida das pessoas. Se analisarmos os dois lados da crise, da oportunidade com ganhos de eficiência e das mudanças no modo como vemos o Estado, conseguiremos avançar como cidadãos, amadurecer como sociedade e superar o momento de crise que vivemos.”

O Instituto de Estudos Empresariais é uma associação civil sem fins lucrativos ou compromissos político-partidários, fundada em Porto Alegre em 1984 por um grupo de empresários gaúchos, com o objetivo incentivar e preparar novas lideranças com base nos conceitos de economia de mercado e livre iniciativa. Pessoas que se comprometam com um modelo de organização social e política para o Brasil baseado no ideal democrático de liberdades individuais, subordinadas ao Estado de Direito.

Uma das principais atribuições do IEE é a formação de lideranças com capacidade empreendedora. Nesse sentido, o Instituto estimula o debate e a troca de experiências entre os seus associados, para que desempenhem suas funções na sociedade de forma ética e planejada, com persistência e motivação, para conquista do sucesso em suas áreas de atuação.

Ricardo Heller diz que a formação dos associados seguirá ocupando papel primordial nas atividades desempenhadas pelo IEE. “É necessário estar preparado para se posicionar e participar ativamente deste momento tão relevante pelo qual o Brasil passa, por isso, a formação dos associados mantém-se como prioridade na gestão”.

Conheça a nova diretoria:

iee2

Foto: Fernando Conrado

Da esquerda para a direita: diretor de Eventos, Thobias Zamboni; diretora de Comunicação, Giovana Stefani; vice-presidente, Rodrigo Tellechea; presidente, Ricardo Pechansky Heller; diretora de Relações Institucionais e Fórum da Liberdade, Lys Lenhart; diretor de Formação, Paulo Costa Fuchs; e o diretor Financeiro, Mauro Zaffari.

Contemporânea expande com loja 'express'

23 de julho de 2015 0

Fui conhecer a nova loja da Contemporânea, rede tradicional de móveis para casa que há quase três décadas investe no design diferenciado. A quarta unidade da rede traz uma novidade: o conceito ‘express‘. A loja, mais despojada, é focada em variedade de objetos espalhados pelos três andares do prédio na rua Anita Garibaldi, e no atendimento rápido. Em plena crise econômica, é uma boa notícia que uma rede de lojas da capital gaúcha esteja investindo em expansão.

cont 2

Fotos: Marcelo Donadussi

 

A história da Contemporânea começa com uma viagem de três anos do casal de arquitetos recém formados Eduardo Behar e Elizete Henkin,em meados dos anos 80, pela Europa e Oriente Médio. Nesse período, eles conheceram o design contemporâneo, que ainda era muito pouco difundido no Brasil. De volta a Porto Alegre, em 1987, abriram uma pequena fabriqueta de cadeiras e mesas, a Contemporânea Design, e introduziram o alumínio fundido nos projetos,o que era uma novidade no país.

divulgação

divulgação

A fabriqueta cresceu e, em pouco tempo, passou a atender não apenas o mercado local, como de outros estados. Em 1993 o casal decidiu abrir um show-room de fábrica na avenida Protásio Alves. Em 2002, transferiram a fábrica para um terceiro sócio e inauguram a segunda loja Contemporânea, na rua Casemiro de Abreu, seguida pela terceira, na avenida Nilo Peçanha , em 2007.

A Contemporânea sempre manteve a filosofia de oferecer produtos de boa qualidade, com design e preço acessível, criando em suas lojas ambientes cheios de detalhes que propiciam, tanto aos profissionais de arquitetura, decoração e design, como ao cliente comum, visualizar o que poderá estar em sua casa futuramente.

A Contemporânea Express nasce mais voltada a um público jovem, mais “descolado”,que está montando sua primeira casa,geralmente de proporções menores, ou mesmo aos jovens de espírito, que gostam de muita cor, muitos detalhes, design criativo na decoração, com ênfase em objetos e complementos.

Para esta loja mais divertida e mais informal, o casal conta com a gerência da filha Thaís, jovem de 23 anos, recém formada pela ESPM na área de administração e marketing.

contemp 2    contemp 4

contemp 3

 

 

 

 

Saiba quando “pular da barca”

21 de julho de 2015 0

Por Maximiliano Carlomagno*

A quantidade e intensidade das mudanças no ambiente de negócios faz com que mesmo empresas líderes tenham que inovar. As vantagens competitivas são temporárias, como frisou a professora Rita McGrath, de Columbia O modelo comercial, de produção, produto ou captura de valor de sua empresa são escolhas dinâmicas http://innoscienceblog.com.br/2014/06/20/o-que-a-eliminacao-da-espanha-na-copa-ensina-para-sua-empresa-sobre-inovacao-e-estrategia/ que precisam se reinventar periodicamente. Para tanto, você precisa ter a disciplina de perceber quando sua forma de jogar o jogo se esgotou ou foi superada.

Melhorar incrementalmente o desempenho de uma charrete não a fará uma alternativa competitiva ao automóvel. Quando a oportunidade acabou, não há outra saída que partir para outra. É nesse momento que muitos empresários perdem todo o dinheiro que conquistaram nos tempos de bonança.

Quando eu era executivo em uma instituição financeira, recebi um empreendedor do ramo de semi-jóias que enfrentava um declínio de seu negócio em função do esgotamento de sua estratégia. Os últimos 3 anos haviam apresentado queda de resultado de 10, 20 e 30% respectivamente até atingir um prejuízo significativo. Ele já havia feito uma série de melhorias, reengenharias e tentativas de ganho de produtividade. Já tinha se desfeito de todo o caixa e lucro acumulado nos anos anteriores. Havia tomado empréstimos acima da capacidade de pagamento da empresa. Optou, em decisão com a família, por hipotecar sua casa para tentar “dar a volta” como ele se referia. Não foi possível. Ele perdeu a casa e estava buscando um local para morar em comodato por falta de condições de pagar aluguel.

Aquilo me marcou para sempre. Percebi que saber a hora de “pular da barca”, expressão que ficou conhecida por meio do jogador do Internacional Dalessandro na saída de um jogo no qual havia perdido, é decisivo.

MAX1

O ciclo de vida das oportunidades

Somos todos ensinados a fazer a criação e o crescimento de novos negócios. Mas não sabemos como nem quando sair do negócio. Isso envolve aspectos emocionais, no entanto, é preciso abordar essa tarefa com método e disciplina. O melhor caminho é entender o ciclo de vida das oportunidades. As oportunidades e nossa capacidade de ganhar dinheiro com elas seguem um ciclo de vida. Navegar adequadamente em cada fase determina quem ganha mais ao final do jogo.

O ciclo é marcado por uma fase inicial de introdução da vantagem no nascimento da oportunidade. Nesse momento, o pioneirismo aliado a capacidade de estabelecer barreiras futuras de imitação garantem quem sai vencedor e se prepara para seguir vencendo.

A segunda fase, de crescimento, estabelece outras prioridades relacionadas a ganhar presença, escala e acelerar a curva de aprendizagem para fazer mais volume na oportunidade. Quem demora para ganhar escala ou não encontra um modelo de negócio para capturar valor fica para trás.

A terceira fase envolve a maturidade da oportunidade e é onde o jogo muda, dado que uma série de players está presente e a eficiência passa a dominar o jogo.

A quarta e última fase trata do declínio da atratividade de determinada oportunidade e da possibilidade de obter vantagem com o mesmo modelo de negócio. Nesse momento não adianta você querer fazer melhor. É preciso entender quando a oportunidade acabou. Um aparelho de Fax mais rápido, menor e mais fácil de usar não iria garantir consumidores quando estes migravam para o email e outras formas de comunicação. O desenvolvimento de um programa de email mais bonito, colorido ou que organize melhor suas pastas não irá proteger sua empresa do impacto que o WhatsApp http://innoscienceblog.com.br/2014/10/07/por-que-o-facebook-comprou-o-whatsapp/ teve na comunicação um-a-um e entre grupos.

O valor migra entre oportunidades num mesmo setor. Por exemplo, na indústria de microcomputadores, a oportunidade migrou do hardware para o software. Na telefonia foi da voz para dados. Por isso você precisa ter um processo estruturado de identificação de oportunidades e fontes de vantagem antes que a sua solução atual tenha se deteriorado. Mas além disso, você precisa entender quando o seu negócio está perdendo performance porque está com execução ineficiente e quando ele está estruturalmente ultrapassado. O equivoco nessa análise pode levar você a não saber a hora de “pular da barca” e sair da oportunidade com ótimos resultados e acabar desperdiçando todo resultado tentando melhorar algo que já não tem mais potencial.

Até a próxima inovação,

Maximiliano Selistre Carlomagno, colaborador do Mundo dos Negócios na área de inovação, dá dicas e conta o que há de novo sobre o tema nas empresas no Brasil e no exterior. Sócio fundador da Innoscience, Consultoria em Gestão da Inovação, é autor do livro Gestão da Inovação na Prática e do e-book A Prática da Inovação. É mentor Endeavor e presidente do Comitê de Inovação da Amcham.

ATENÇÃO:

Hoje, o Mundo dos Negócios traz para você uma apresentação do nosso colaborador na área de inovação, Maximiliano Carlomagno, no TEDx. Não Perca.  Clique aqui para assistir.


				

Congresso do PGQP termina com apresentação da Orbe. Saiba o que é

19 de julho de 2015 0

O lançamento oficial da ferramenta colaborativa Orbe será em outubro deste ano, quando o PGQP comemora 23 anos, mas ele foi apresentado durante o 16º Congresso Internacional da Gestão. O secretário-executivo do PGQP, Luiz Ildebrando Pierry, explicou o conceito do aplicativo. A ferramenta é desenvolvida pelo PGQP, em parceria com a Joker e a Lung.

A Orbe tem como objetivo ampliar o engajamento, as experiências, os desafios e soluções das pessoas e empresas em torno da gestão de negócios, estimulando os usuários a resolverem desafios e compartilhar soluções já aplicadas em situações semelhantes e que deram certo, colaborando e compartilhando com a Orbe, métodos e experiências. “As empresas tinham uma cultura de segredo. E isto mudou. Hoje há um novo conceito, onde o conhecimento é transmitido em alta velocidade, e iniciativas apostam em fórmulas compartilhadas, sejam de problemas, ou sejam de oportunidades”, afirmou Pierry.

O executivo disse que a idealização da Orbe irá aumentar a qualidade e a produtividade das organizações. “Nossa iniciativa representa o mundo da qualidade disponível a todos. Sem limitação de uso ou de acesso”. Partindo do princípio de que a globalização exige qualidade, inovação, governança e sustentabilidade, Pierry explicou que um novo mundo está chegando: “Construímos este evento pensando em inaugurar este novo momento, em que grandes empresas priorizam o conceito de co-criação, e recebem conteúdos para auxiliar na tomada de decisão”, concluiu.

Ao final da apresentação, foi exibido um vídeo no telão, instalado no Teatro do Sesi, com o empresário e presidente do Conselho Superior do PGQP, Jorge Gerdau Johannpeter, convidando os presentes a aderirem a nova ferramenta do PGQP. “Gostaria de debater todos os problemas que possuímos sobre gestão, e toda a sociedade tem uma colaboração para propor”, finalizou.

 

Mathias Cramer / Temporealfoto.com

Mathias Cramer / Temporealfoto.com

O painel POA Digital abriu o último dia do 16º Congresso Internacional da Gestão do PGQP.  Thiago Xavier Ribeiro, jornalista e membro do grupo desenvolvedor de aplicativos e interatividade da prefeitura de Porto Alegre falou sobre suacriação, a plataforma que tem como objetivo interagir horizontalmente com a sociedade da capital gaúcha. A POA DIGITAL já é vista como referência nacional no mercado digital. Ela permite ações como o “POA TUITADA”, onde cidadãos de Porto Alegre foram convidados a fazer posts na rede social twitter sobre a cidade, o que se transformou em uma publicação distribuída gratuitamente em eventos como a Feira do Livro.

Lançada em 2013, a plataforma monitora o sentimento social da população de Porto Alegre através de Crowdsourcing e ações interativas, obtendo um resultado cada vez mais satisfatório d e inteiração urbana. Entre as ações desenvolvidas pelo grupo, podemos dar destaque também ao “POA Fotografada” e ao Projeto “Piano Livre”, que disponibilizou diversos pianos revitalizados pela cidade abertos ao público.

Com grandes parcerias no mundo digital como a empresa Google, IBM, o aplicativo WAZE e o aplicativo New York Digital, o POA Digital já desenvolveu diversos aplicativos que facilitam a vivência do cidadão, como o Porto Alegre App, que contém diversas informações sobre a cidade, o aplicativo do PROCON, que facilitou o acesso da população a dados e funções previamente resolvidas na sede do PROCON e também o aplicativo “Tarfia Táxi Poa”, que simula trajetos de táxi indicando os valores que seriam gastados pelo usuário.

O POA Digital também é responsável pelo DATA POA, site informativo que contém 68 conjuntos de dados sobre Porto Alegre. Com esta iniciativa Porto Alegre se tornou a primeira cidade brasileira a disponibilizar dados publicamente e a ter uma legislação sobre estes dados livres. POA DIGITAL é visto atualmente como referência nacional no meio digital e recebeu reconhecimento com prêmios internacionais como menção honrosa no World Smart Cities Awards, evento mundial que premia projetos inovadores em prol as cidades, sediado em Barcelona.

——————————————————————————————————————————

Franklin Schargel, fundador da Schargel Consulting Group, chamou a atenção do público presente no último dia do evento que ocorreu na FIERGS: “Não falem que vocês estão mudando o Brasil. Vocês estão melhorando o Brasil”, disse ele, que falou sobre ‘Educação: Construindo a economia global do Brasil da escola ao local de trabalho‘. Schargel trouxe exemplos de empresas e países comparando com o Brasil, no sentido de propor soluções para melhorias no sistema educacional brasileiro e, consequentemente, para o ambiente de negócios nacional.

A Schargel Consulting Group promove o desenvolvimento pessoal nas áreas de liderança escolar, criando culturas educacionais positivas, estabelecendo salas de aula de alto desempenho e trabalhando com alunos em situação de risco. Para o norte-americano, é necessário questionar o que as escolas têm oferecido aos educandos para obter melhores resultados: “Precisamos de alunos que estejam engajados no seu aprendizado. A competitividade começa nas escolas e, por isso, precisamos questionar o método em que a educação tem sido aplicada”.

Schargel salientou que a educação é a solução para a maioria dos problemas que são encontrados na sociedade, como a violência, a pobreza, a falta de conhecimento e, dessa forma, a competitividade das empresas. Apesar da melhoria nas escolas como um todo, o palestrante afirma que há ainda um grande caminho a ser trilhado. “As escolas têm melhorado, mas não tão rapidamente quanto o mercado de trabalho precisa. A informação está diferente, as crianças estão diferentes. O mundo está mudando”, enfatizou.

O palestrante tem 33 anos de experiência lecionando em ensino médio, aconselhamento escolar e oito anos de supervisão e administração escolar. Segundo ele, a diferença de hoje para dez anos atrás é bastante evidente, e os graduados competem com o mundo todo, em um ambiente globalizado. Por isso, tanto o Brasil, como o resto dos países, precisam atuar em um processo de melhoria contínua. “Não precisamos de mudança contínua, mas de melhoria contínua. Quando perguntarem para vocês, não falem que vocês estão mudando o Brasil. Vocês estão melhorando o Brasil”, indicou.

Sobre a globalização, Schargel lembrou que é tão fácil beber um café brasileiro nos Estados Unidos, quanto uma Coca-Cola – de origem norte-americana – no Brasil. Também citou o exemplo da Gerdau, empresa sediada em Porto Alegre, mas que possui operações nas Américas, na Europa e na Ásia, criando, assim, uma reputação no mundo inteiro. “Precisamos entender que os negócios são globais, e a educação precisa ser também”, exemplificou.

Para Schargel, a educação pode ser melhorada em todos os países e isso trará benefícios individuais e gerais. “Precisamos fazer a diferença um por um. Precisamos ter a educação para a vida toda, ela precisa vir da base, e isso proporcionará mudanças em várias áreas”, concluiu.

———————————————————————————————————————————-

Richard Barret, fundador do Barret Values Center, debateu os valores importantes para uma boa liderança. “O Novo Paradigma da Liderança” foi um dos destaques internacionais do 16º Congresso Internacional da Gestão, promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP). Com uma abordagem dinâmica, Richard Barret mostrou que conceitos como a “apreciação” são fundamentais para uma liderança de sucesso.

Realçando a importância do Capital Cultural, Barret indicou que a habilidade de conexão entre os líderes e funcionários de uma organização é uma relação chave para o seu funcionamento. Com a frase “Culture eats strategy for breakfast” (cultura come estratégia de café da manhã), o palestrante mostra a importância de fundamentos culturais na estrutura de um negócio, que são mais relevantes que a própria estratégia usada para a criação deste.

Barret destacou a existência de valores positivos e negativos que são considerados pelos empresários atuais. Aspectos como a burocracia, a busca do poder e a reputação (quando aplicada apenas para sustentação do ego) são valores “limitantes” e acabam prejudicando o funcionamento empresarial, que deve se basear em valores como a honestidade, o coletivo e o retorno à sociedade para atingir o sucesso pleno. Com três perguntas, o palestrante propôs um exercício à plateia, que foi instruída a comentar com a pessoa ao lado sobre os valores que o motivam no trabalho, os valores que o motivam em sua casa e se é possível fazer uma conexão entre esses valores no seu ambiente de trabalho.

Com uma abordagem interativa, Richard Barret mostrou a importância da troca do “eu” pelo “nós”, onde o ego deve ser desconsiderado e substituído por ações em prol da comunidade ou dos funcionários de uma organização. O conceito “entropia cultural” – a sustentação de valores limitantes na base de uma empresa – foi discutido pelo palestrante, que mostrou dados que indicam que quanto maior a entropia, menor o engajamento dos funcionários perante sua empresa. Este resultado é criado diretamente da imagem e visões fundamentadas pelos chefes nas empresas.

“Podemos basear o sucesso de uma organização nos seguintes ‘mantras’, o capital cultural é a nova fronteira da vantagem competitiva e a cultura de uma organização é reflexo da consciência de seu líder”, sustentou Richard Barret na palestra, mostrando assim, que a conexão e a contribuição são as principais chaves para o sucesso.

 

Porto Alegre discute qualidade no 16º Congresso Internacional da Gestão do PGQP

17 de julho de 2015 0

Hoje vou contar aqui no blog tudo que aconteceu no primeiro dia do 16º Congresso Internacional da Gestão, evento referência mundial nas áreas da qualidade e gestão, que encerra nesta sexta-feira em Porto Alegre. Promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), o evento acontece na FIERGS e traz à capital gaúcha nomes internacionais e nacionais, palestrantes reconhecidos nas áreas de inovação, gestão e qualidade, como o presidente da Barrett Values Centre, Richard Barret, e o presidente da Schargel Consulting Group, Franklin Schargel.

PGQP!

Mathias Cramer / Temporealfoto.com

APLICATIVO

Uma novidade que chamou a atenção no Congresso do PGQP foi o lançamento da Orbe – aplicativo colaborativo para ampliar a mobilização, experiências, desafios e soluções como forma de fortalecer os interesses de coletividade. A nova ferramenta estimula as pessoas a resolver suas dificuldades empreendedoras e ao mesmo tempo compartilhar formas de soluções com os demais. Quanto mais o usuário colabora, mais pontos ele soma. O aplicativo, que tem como essência a troca de experiências, possibilitará o contato e a divisão de conhecimentos entre pessoas de diferentes perfis, e em qualquer lugar do mundo.

PREMIAÇÃO

Hoje à noite, também será realizada a entrega do 20º Prêmio Qualidade RS (PQRS), o grande momento de reconhecimento às organizações que se destacam em suas práticas e resultados na qualidade da Gestão. A premiação será entregue, juntamente com a 5ª edição do Prêmio Inovação PGQP. O PQRS é reconhecido como o Oscar da Qualidade por sua credibilidade e critérios rigorosos de avaliação.

O FUTURO DOS NEGÓCIOS: estratégias, parcerias e a causa que nos une!

O painel mediado pelo secretário-executivo do PGQP, Luiz Ildebrando Pierry, teve a participação do presidente do Conselho Diretor do Programa, Ricardo Felizzola; do diretor executivo da Agenda 2020, Ronald Krummenauer; do diretor superintendente do Sebrae-RS, Derly Cunha Fialho; e do coordenador do Comitê de Inovação do PGQP, Eduardo Guaragna. Eles apresentaram modelos para a gestão e desenvolvimento das empresas, usando exemplos que demonstram a importância da produtividade para o crescimento das mesmas.

De acordo com Felizzola, o Congresso tem um papel fundamental na gestão das pessoas: “É um trabalho de conscientização e educação, onde os palestrantes poderão ensinar fundamentos de aprimoramento da qualidade para o público”. O empresário ainda destacou o momento de crise é um ambiente de oportunidades. “Não existe empresa boa em lugar ruim. Lugar ruim não sustenta protagonismo e desenvolvimento, principalmente hoje, em um ambiente tão competitivo que clama por inovação. Por isso, se a comunidade sabe o que é qualidade, tudo funciona. No PGQP, temos a consciência muito forte de que a qualidade é um meio, não o fim. O fim é a qualidade de vida do cidadão”, afirmou.

Como mediador do primeiro painel, Luiz Ildebrando Pierry comentou a importância do 16º Congresso Internacional da Gestão na difusão de ideias e práticas positivas. “É necessário sensibilizar e mobilizar mais empresas e pessoas nessa caminhada que não tem fim”, afirmou. Segundo Pierry, é preciso continuar o trabalho que o PGQP tem desenvolvido no Estado por pelo menos mais 20 anos, para que se possa consolidar todo o esforço realizado até aqui. “Temos ainda um longo caminho pela frente”, completou.

Eduardo Guaragna, destacou a importância do PGQP em quase 23 anos de fundação. Segundo ele, foram mais de 11 mil adesões, mais de 1,3 milhão de pessoas, mais de 800 organizações reconhecidas e um total de R$ 7 bilhões em economia na administração pública. Por isso, a atual situação do Rio Grande do Sul permite interferência para torná-lo novamente referência em diversos aspectos. “Os desafios do Estado exigem uma ação conjunta, coordenada e integrada entre os agentes (pessoas físicas e jurídicas), os quais atuam na melhoria da qualidade, produtividade e competitividade sustentável”, completou.

Segundo Ronald Krummenauer, é necessário construir uma rede com boa conexão para ela se tornar complementar e colaborativa na gestão das empresas. “O que a sociedade espera é que os governos funcionam. Por isso, a Agenda 2020, o Sebrae-RS e o PGQP são entidades fundamentais e complementares”. De acordo com ele, é necessário a aplicação de mais recursos em todas as áreas, mas, especialmente, que eles sejam empregados de uma maneira melhor para estimular a produtividade.

Para Derly Cunha Fialho, o dia a dia das grandes cidades funcionam em torno das micro e pequenas empresas. “Não existem mais grandes companhias surgindo todos os dias. Não tem mais espaço para as pessoas que querem entrar no mercado de trabalho sem pensar em abrir o seu próprio negócio”, sinalizou. Segundo Fialho, a sobrevivência do empreendedorismo se baseia no aumento da escolaridade dos empreendedores, nos seus esforços e na visão da melhoria na capacitação. “Todos terão que aprender a empreender”, completou. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae, no Brasil existem cerca de 10 milhões de empreendedores. Só no RS são mais de 1,2 milhão. Cerca de 99% das empresas gaúchas são de pequeno porte, e representam 33% do PIB do Estado, 66% dos empregos formais e 46% dos salários da iniciativa privada”.

Soluções Logisticas integradas para a gestão da indústria

A palestrante francesa Ekaterini Kranioti, diretora de mercado da empresa GEFCO, falou sobre “Soluções Logísticas Integradas para a Gestão da Indústria”. Ela mostrou as vantagens da combinação de segmentos antes comprados separadamente, para a redução de custos industriais.

Com a apresentação de exemplos mundiais, a palestrante apresentou soluções de distribuição, armazenamento e abastecimento, usando técnicas de integração das empresas e distribuidores envolvidos. “Precisamos compartilhar conhecimentos e buscar soluções integradas para melhor funcionamento de nossas empresas”, disse Ekaterini.

Como exemplo, ela citou uma distribuidora de carros na Argentina, que para melhor funcionamento e velocidade na entrega de seus produtos, criou uma rede única de distribuição que recebe materiais vindos do mundo inteiro e simplificou o sistema de entregas da empresa criando espaços para o armazenamento de seus produtos.

Além deste exemplo, Ekaterini contou sobre uma empresa Russa, onde foi estabelecido um novo formato de armazenamento de materiais, que são recebidos em sedes da empresa fora do país, e quando completos, são direcionados para as fábricas Russas, estabelecendo uma grande economia na cadeia de abastecimento.

A palestrante também defende a necessidade de uma boa relação e de conhecimento pleno da empresa perante seus distribuidores.

A empresa GEFCO atua solucionando problemas de logística há 16 anos e atualmente conta com uma rede de 11.500 profissionais na sua equipe, atuando em 75 países. Conhecida principalmente no ramo automobilístico, a GEFCO apresenta ideias irreverentes de logística integrada reduzindo os custos que seus clientes têm nas diversas áreas de distribuição, armazenamento e abastecimento necessárias para o seu funcionamento.

PGQP! 2

Mathias Cramer / Temporealfoto.com

Soluções para governança e sustentabilidade 

Governança e Sustentabilidade: somando forças ao Pacto Global da ONU foi o tema da palestra de Norman de Paula Arruda Filho, presidente do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE) e Membro no Brasil do Pacto Global da ONU. O palestrante apresentou diversas mudanças na relação entre os cenários empresariais e de sustentabilidade levando em consideração as perspectivas para o ambiente de negócios.

“Estamos vivendo um momento de transformação e isso altera a maneira de fazer negócios. O futuro exige novas competências”, afirmou Norman de Paula Arruda Filho. De acordo com o palestrante, a discussão se baseia no novo ciclo de conhecimento, onde é imprescindível que haja a compreensão e entendimento do que está acontecendo para ocorrer o engajamento.

Além disso, ele salientou que atualmente está ocorrendo uma mudança nos valores dentro do ambiente de negócios. “A sociedade como um todo está começando a repensar esse modelo alucinante de competição que nos acostumamos a viver. Hoje, ser sustentável é altamente rentável e uma recente pesquisa apontou que 97% dos CEOs acreditam na importância da sustentabilidade para o futuro dos negócios”, completou. E destacou, ainda, a importância da educação e da inovação como diferenciais para solucionar arestas deixadas pelas empresas. “A excelência na educação não pode ser restrita, ela tem que ser espraiada. Além disso, a inovação é uma das virtudes para quem quer se diferenciar”, finalizou.

Pesquisa sobre competitividade sustentável 

A pesquisa do Laboratório de Competitividade Sustentável (LACOS), executada em parceria entre o PGQP e a PUCRS, aponta a visão das empresas gaúchas e brasileiras sobre a competitividade sustentável. O professor e pesquisador da PUCRS, Peter Bent Hansen, divulgou os principais objetivos e resultados da pesquisa, focada no estudo do desenvolvimento da gestão e inovação para a sustentabilidade das organizações.

Com um total de 300 empresas envolvidas, o projeto se baseia na tomada de decisões e ações voltadas a elevar a competitividade sustentável nos aspectos sociais, ambientais, na eficiência, uso de recursos inovação e governança. Dentro dos resultados da pesquisa, Peter Hansen apresentou a visão das empresas que participaram do projeto, que realçam que a sustentabilidade “é orientar aspectos das organizações em uma perspectiva de longo prazo” e tem como objetivo primordial a melhora na reputação da marca. Já em uma pesquisa executada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a visão das empresas internacionais aponta a sustentabilidade como um recurso para a inovação e melhoria interna das próprias empresas.

Como principal obstáculo para a implementação de estratégias sustentáveis, foi apontada a insuficiência de incentivos econômico do governo e órgãos responsáveis. A pesquisa, implantada há 2 anos, tem como objetivo propor soluções para problemas indicados nas empresas, o treinamento e capacitação de gestores e se tornar referência nacional de conhecimento no ramo de pesquisas.

Ao final da palestra, Peter Bent Hansen convidou o gerente de investimentos da diretoria de engenharia da Braskem, Gustavo Horbach, uma das empresas envolvidas no projeto, para comentar sobre os resultados e a experiência de participar da pesquisa. “Podemos ressaltar a importância do LACOS em três aspectos: primeiro o compartilhamento de experiência com os demais envolvidos, fazendo uma troca de conhecimentos extremamente importantes para a competitividade sustentável. Em segundo, o envolvimento com universidades, que atualmente detém 85% dos doutores brasileiros em seus currículos, e, finalmente, por último, o orgulho de participar desta pesquisa que está se tornando referência para o nosso país e para o mundo” citou Horbach.

Conselheiro da Mercur apresenta modelo de gestão baseado nas pessoas

Jorge Hoelzel Neto enfatizou a importância em dar destaque aos colaboradores para aprimorar a gestão das empresas. A importância de questionar a gestão das empresas com a intenção de melhorar a relação do trabalho com a vida pessoal foi a temática apresentada pelo Conselheiro de Administração da Mercur. Ao longo da apresentação do case MERCUR: questione sua empresa, mude vidas!, o convidado falou sobre as mudanças que a empresa teve em seus modelos de gestão ao longo dos anos para criar relações mais próximas com seus colaboradores.

“Construímos o compromisso institucional de unir pessoas e organizações para criar soluções sustentáveis”, afirmou Jorge Hoelzel Neto. Segundo ele, a empresa em que atua não apresenta um modelo definido de gestão: “O nosso modelo está em contínua construção”. O organograma da Mercur passou, nos últimos anos, de um modelo segmentado e tradicional para outro onde os colaboradores circulam de uma área para outra e onde todos podem interagir entre si.

Segundo Hoelzel Neto, a visão anterior e a atual da empresa são bastante diferentes, também estimulando as equipes de maneiras distintas. “No olhar anterior tínhamos como objetivo máximo maximizar a rentabilidade do capital investido a partir do ‘mais do mesmo’, do crescimento, da competição, do ‘fazer parar’, da visão global, opressora, individual e do pensamento no ‘eu’. No olhar atual, o objetivo claro é servir as causas das pessoas, por meio do ‘menos e melhor’, da evolução por meio da qualificação, da colaboração, do ‘fazer com’ e da visão do coletivo”, afirmou.

Para o palestrante, é importante que haja a conscientização de que a empresa não é o único lugar para viver, e sim, de que ela é apenas um pequeno pedaço da vida. “Temos alguns direcionadores, que são os nossos princípios de negócios. Atuamos em função das pessoas, buscamos soluções relevantes com simplicidade, somos éticos em todos os nossos relacionamentos, preservamos para a posterioridade e atuamos em mercados éticos que valorizam a vida”, finalizou.

pgqp! 3

Mathias Cramer / Temporeotoalfoto.com

Novo Empreendedorismo: Movimento empreendedor corporativo

Sérgio Detoie, diretor executivo da empresa Empreenda.vc e André Coutinho, Diretor da Symnetics Brasil defenderam o estímulo das grandes empresas em novos empreendedores. Coutinho apresentou as tendências de novos modelos de negócios dando ênfase no movimento colaborativo e nas tecnologias emergentes no mercado brasileiro. Como exemplo, citou a multinacional 3M, reconhecida como empresa n° 1 em inovação do mundo, que explora novas ideias associando-se a startups espalhadas no mundo inteiro. Atualmente, a 3M investe cerca de 100 milhões de reais anualmente em novas empresas como Startups.

Detoie indicou que a geração atuante no mercado de trabalho se preocupa mais em entender a experiência dos clientes e usuários do que em seguir os modelos tradicionais de empresas de negócios. Detoie realçou a importância do engajamento de grandes empresas no incentivo de novos empreendimentos, usando como exemplo a empresa NOKIA, que conta com um fundo de investimento direcionado para startups inovadoras.

No final da palestra, foi apresentado um vídeo dos empresários suíços Alexandre Grutman e Colin Turner, executivos da empresa Inno Fuel, que direciona fundos para empresas de variadas áreas, tendo como critérios inovação e retorno à sociedade. No vídeo, Grutman aconselha grandes empresas a buscar novos empreendedores nas universidades e incubadoras espalhadas no mundo. Grutman indica que o Brasil tem grande potencial de inovação e que necessita de estímulos para o novo empreendedorismo, tanto por parte do governo quanto pelas empresas de grande porte.

O debate reforçou que a visão do empreendedorismo como comportamento mostra ser a chave para o sucesso de novos negócios. Dando-se ênfase a inovação, ao posicionamento, ao reconhecimento e a comunicação, novas empresas tendem a melhorar continuamente. Segundo os palestrantes, a pesquisa e o desenvolvimento deve ser constante e a oxigenação (criação de startups) deve ser cada vez mais estimulada.

 CASES DE SUCESSO 

Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música, SENAI CETEPO e Fuhro Souto Consultoria Imobiliária encerraram o primeiro dia de evento
apresentando os modelos de gestão e histórias de sucesso dessas três organizações premiadas pelo Programa e ganharam aplausos do público presente, em painel mediado pelo coordenador do Comitê de Inovação do PGQP, Eduardo Guaragna, e pelo membro do Comitê de Inovação do PGQP, Günther Staub.

A gerente de operações do SENAI CETEPO – organização vencedora do Prêmio Inovação PGQP 2015 -, Viviane Meyer Lovison, apresentou o projeto que visa prover à indústria soluções inovadoras para melhoria da sua competitividade e sustentabilidade. “Para nós, inovação é oportunidade de transformar ideias e necessidades em novos ou melhores processos, produtos e sistemas, capazes de serem implementados e sustentáveis”, afirmou a gerente. A empresa atua com foco na oferta de serviços tecnológicos avançados para atender as demandas de melhoria da eficiência da indústria.

Para o diretor executivo da Fuhro Souto Consultoria Imobiliária – organização vencedora do Troféu Ouro e Placa Qualidade com Inovação 2014 -, Fabrício Borges Sorondo, o grande diferencial da empresa são os seus colaboradores: “A nossa maior fortaleza é ter construído uma equipe com uma série de diferenciais para melhor atender os seus clientes”. Sorondo apresentou uma pesquisa que mostra o índice de satisfação dos funcionários com o ambiente de trabalho. “100% dos funcionários tem confiança nas lideranças, 100% enxergam os líderes como exemplos 98,5% tem alinhamento de objetivos pessoais com os profissionais e 97% acreditam que a empresa seja um modelo de gestão”, sinalizou.

Já o diretor do Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música – cujo case Fábrica de Gaiteiros foi agraciado com o Reconhecimento Inovação Empreendedora 2015 -, Rodi Pedro Borghetti, apresentou o projeto que mantém com o seu filho, o músico Renato Borghetti. “A região da Serra Gaúcha já teve 20 fábricas de gaitas, e hoje em dia não tem nenhuma. Meu filho queria ensinar as crianças a tocarem o instrumento para que, depois de 100 anos, fizessem uma pesquisa aqui no Rio Grande do Sul que mostrasse que esse é o Estado que mais toca gaita”, brincou.

A Fábrica de Gaiteiros é um projeto voltado à sociedade que forma construtores e alunos de acordeão diatônico, instrumento conhecido popularmente na região sul do Brasil como gaita de oito baixos. Toda a confecção é realizada com madeira certificada de eucalipto proveniente de plantios renováveis. O projeto atualmente acontece nos municípios de Guaíba, Barra do Ribeiro, Porto Alegre, Tapes, Butiá, São Gabriel e Bagé, com a participação de mais de 200 crianças/adolescentes entre 7 e 15 anos. Ao final da palestra, um grupo de pequenos gaiteiros se apresentou e emocionou o público ao som de Canto Alegretense.

SOBRE O PGQP

O Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) tem a missão de promover a competitividade sustentável do Rio Grande do Sul para melhoria da qualidade de vida das pessoas através da busca da excelência em gestão. Criado em 1992, o PGQP tem como presidente do Conselho Superior Jorge Gerdau Johannpeter e do Conselho Diretor Ricardo Menna Barreto Felizzola. Considerado referência internacional, por sua disseminação e capacidade de mobilização, o PGQP soma mais de 1,3 milhão de pessoas envolvidas, com adesão de mais de 11 mil organizações associadas e uma rede de 80 comitês setoriais e regionais, permeando o estado do Rio Grande do Sul e diversos setores da economia gaúcha, com a capacitação de mais de 250 mil pessoas nos fundamentos da qualidade.

 

Guerra de Gigantes do varejo americano acontece nesta quarta

15 de julho de 2015 0

 

Imagem: money.cnn.com

Imagem: money.cnn.com

Por Fernando Naiditch*

O mês de julho costuma ser fraco em vendas para as grandes lojas nos Estados Unidos. O verão americano e as férias escolares afastam o consumidor das lojas. Para garantir um fluxo de caixa, os grandes varejistas estão apostando agora no que já está sendo chamado pela imprensa americana de “Christmas in July” (Natal em julho).

Para comemorar seu aniversário de 20 anos, a gigante Amazon promote aquecer o jogo nesta quarta-feira, dia 15 de julho, com Prime Day, um dia inteiro dedicado a vendas online com preços que, segundo a rede, serão melhores que os da Black Friday.

Imagem: techradar.com

Imagem: techradar.com

O serviço Prime da Amazon funciona como uma espécie de clube. Consumidores pagam 99 dólares ao ano para garantir produtos e serviços exclusivos da empresa, como frete mais rápido (a entrega chega em até dois dias), livre acesso a milhares de filmes e séries americanas, e agora também serviço de música que compete com o iTunes. Estudantes pagam somente 49 dólares pelo serviço.

Para esta quarta-feira, a Amazon promete ofertas imbatíveis para o consumidor, como os famosos fones de ouvido da marca Bose a preços nunca antes oferecidos, e laptops Chromebook por 199 dólares. Outras ofertas já divulgadas pela Amazon para esta quarta-feira incluem 60 dólares de desconto no Kindle Fire HD 7 (30 dólares de desconto no Kindle tradicional) e mais de 50% de desconto em dois modelos da máquina de fotografia Nikon COOLPIX.

As vendas de televisões também devem esquentar com pacotes como TV4K de 50 polegadas por menos de mil dólares e uma Smart TV de 32 polegadas de uma marca conhecida que a Amazon só divulga amanhã por menos de 200 dólares.

A ideia é oferecer preços promocionais em todos os departamentos, o que inclui desde eletrônicos, brinquedos, video games, DVDs, roupas, artigos para casa e jardim, esportes e até alimentos.

Imagem: blackfriday.fm

Imagem: blackfriday.fm

Outra gigante americana, o Walmart, não deixou por menos e para competir com a Amazon anunciou seu “Special Atomic Deals” (ofertas especiais atômicas) para o mesmo dia, prometendo mais de 2000 produtos em ofertas. A imprensa americana já apelidou o dia de Cyber Smackdown, uma espécie de competição cibernética entre as empresas rivais, já que todas as ofertas somente serão válidas para compras online (a Amazon só funciona online e o Walmart já anunciou que suas ofertas só serão válidas online e não nas lojas físicas).

A ideia é atrair consumidores o dia inteiro com ofertas relâmpago e a promessa de novos itens sendo oferecidos ao longo do dia. A expectativa dos varejistas é grande e eles esperam atrair a atenção e o dinheiro dos consumidores que andam um pouco tímidos nas compras de verão.

No mês de junho, inclusive, as vendas no varejo americano cairam 0.3%, de acordo com o Departamento Americano de Comércio. Este foi o resultado mais fraco desde fevereiro deste ano e o resultado de fevereiro foi atribuído a um inverno rigoroso com tanta neve que afastou os consumidores das ruas e das lojas. No mês de maio, as vendas cresceram 1%, mas a partir de junho já começaram a cair novamente, o que reflete que o consumidor americano está cauteloso apesar do crescimento no nível de emprego projetado pelo Departamento do Trabalho. Os dois itens mais cortados pelo consumidor americano, segundo a Associated Press, foram compras em lojas e idas a restaurantes, já que comer fora de casa também não está barato por aqui.

A competição entre o Walmart e a Amazon chegou a fechar o tempo quando o Walmart criticou o serviço pago Prime da Amazon ao postar em sua website que a ideia de pedir ao consumidor que pague mais para poder usufruir de descontos promocionais não faz sentido.

Imagem: hip2save.com

Imagem: hip2save.com

A Amazon não deixou barato e respondeu a altura dizendo que cobrar mais dos consumidores nas lojas do que online para os mesmos produtos também não faz sentido.

Esta guerra entre as duas gigantes está animando o consumidor, que promete ficar ligado online durante todo o dia, esteja onde estiver, para não perder nenhuma promoção. Segundo os economistas, esta guerra de gigantes reflete a prática e a tendência cada vez mais comum entre os americanos de fazer suas compras online e não nas lojas fisicas.

Outra gigante, a Best Buy, está de olho nos resultados das vendas da Amazon a do Walmart amanhã e já planeja um esquema de vendas parecido para a semana que vem.

 

 

Nunca foi tão fácil abalar a reputação de uma marca

14 de julho de 2015 0

Por Fernando Naiditch*

No novo mundo virtual, consumidores podem abalar a reputação de uma marca num clic. Foi o que aconteceu recentemente com a rede de fast food KFC (Kentucky Fried Chicken). O americano Devorise Dixon, da California, visitou uma das lojas da rede em Los Angeles e comprou um dos famosos “baldes de frango frito,” uma combinação de pedaços de frango a milanesa.

Imagem: investorplace.com

Imagem: investorplace.com

Ao chegar em casa, Devorise se deparou com o que acreditou ser o inimaginável. Devido à forma do pedaço de frango, ele pensou tratar-se de um rato frito. E usou sua página do Facebook para denunciar a empresa, afirmando que tinha recebido um pedaço de rato frito ao invés do frango que teria comprado na rede americana. A foto divulgada por Devorise mostrava um pedaço de carne na forma de um rato com uma extensão que parecia ser o rabo do rato.

Imagem: Deviorise Dixon Facebook Page

Imagem: Deviorise Dixon Facebook Page

 

Imagem: Deviorise Dixon Facebook Page

Imagem: Deviorise Dixon Facebook Page

 

Imagem: animalstown.com

Imagem: animalstown.com

Devorise Dixon, de 25 anos, ainda descreveu em detalhes a sensação de estar comendo um pedaço com consistência de borracha. Em pouco tempo, a imagem e as acusações do rapaz se tornaram virais e a imagem já tinha sido compartilhada mais de 121. 000 vezes. Neste processo, Devorise também teria feito novos amigos ao redor do mundo – 4.000 – que o contataram via Facebook para expressar desgosto com a rede e apoio ao consumidor.

Devorise afirmou, ainda no Facebook, que teria retornado ao restaurante para conversar com o gerente e que esse teria confirmado se tratar de um rato, oferecendo desculpas e uma nova refeição gratuita. A empresa nega esta afirmação.

Como se não bastasse a comoção virtual, o caso acabou chamando a atenção da mídia e matérias em jornais e redes de televisão noticiaram o fato.

A rede KFC diz que tentou contatar o cliente diversas vezes e que pediu para que ele se comunicasse com a empresa para averiguar a história. Baseada nas fotos divulgadas por Devorise, a KFC divulgou uma análise prévia apontando para detalhes (como a presença de carne branca) que indicariam ser um pedaço de frango e não de rato, como afirmava o consumidor.

Imagem: KFC/ABC News

Imagem: KFC/ABC News

Depois que o caso já tinha repercutido bastante, Devorise finalmente concordou em entregar o material para testes em um laboratório independente através de seu advogado.

Os resultados feitos pelo laboratório confirmaram que a carne é mesmo de frango.

Em entrevista à rede de televisão ABC, o representante da rede KFC, Rodrigo Coronel, afirmou que o questionamento do cliente quanto à qualidade do produto KFC resultou em uma publicidade considerável dada a natureza da acusação. “O produto já foi testado por um laboratório independente que confirmou que a carne é mesmo um pedaço de frango. A coisa certa para o cliente fazer agora é se desculpar e parar de fazer falsas acusações sobre a marca KFC”, disse Coronel.

Ele insistiu, ainda, que o ocorrido não se trata de uma estratégia de marketing e que, ao contrário, a empresa toma essa e qualquer outra acusação seriamente. Muitos agora acusam Devorise de querer chamar a atenção e se aproveitar dessa situação para uma espécie de publicidade ou marketing pessoal.

As duas partes estão estudando possíveis ações legais, mas independente do resultado, a lição que fica é que, em tempos de redes sociais e comunicação virtual, não há regras. Uma palavra mal dita, uma foto inusitada ou um comentário inadequado podem causar sérias consequências. Neste caso, a imagem da empresa ficou abalada e, mesmo que tenha sido provado o contrário, o dano já está feito. A idéia de um rato frito já se instalou no imaginário popular e, consequentemente, muita gente deve evitar comprar na rede a partir de agora.

 

*Fernando Naiditch é doutor em Educação Multilingue e Multilcultural pela Universidade de Nova York (NYU). Mora em Nova York ha 16 anos e atualmente é professor na Montclair State University.

Você sabia que, em plena crise, há oportunidades?

14 de julho de 2015 0

 O Mundo dos Negócios está garimpando oportunidades em meio à crise. Acredite, existem postos de trabalho à vista. Começamos hoje com alguns exemplos de empresas que estão expandindo atividades no Rio Grande do Sul e prometemos indicar novas oportunidades em outros posts. Acompanhe:

Os planos de expansão do Grupo Dimed em 2015 levam a empresa a criar novos postos de trabalho em toda a Região Sul. Por meio da Panvel Farmácias, a maior das empresas que compõem o grupo, 13 lojas já foram inauguradas este ano e a previsão é que mais 20 sejam abertas até dezembro entre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. De acordo com a supervisora da área de Recursos Humanos, Nathalia Tagliani, estão sendo contratados cerca de  300 novos colaboradores por mês este ano para  todo o Grupo Dimed. A maior demanda concentra-se no varejo. A maior rede de Farmácias do Sul do País tem oportunidades de trabalho, especialmente, nas áreas Farmacêutica e de Atendimento ao Cliente. Os interessados em fazer parte da equipe da Panvel ou das outras empresas que compõem o Grupo Dimed podem se cadastrar por meio do site www.grupodimed.com.br.

panvel

Após cinco anos ausente, a Casas Bahia retoma as operações no Rio Grande do Sul, conforme anunciou o presidente da Via Varejo, Líbano Barroso, na última semana em palestra na Federasul. Ele ressaltou que o retorno está balizado pela humildade, liderança e proximidade com os clientes. A instalação da unidade em Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre, faz parte da estratégia de expansão da holding Via Varejo, que planeja abrir em três anos 210 lojas das marcas Ponto Frio e Casas Bahia no Brasil. “A boa notícia é um exemplo de gestão que acredita no potencial do País e do nosso Estado”, destacou o presidente da Federasul, Ricardo Russowsky, elogiando a decisão do empresário de continuar investindo.

A decisão foi pautada por um levantamento que apontou o baixo aproveitamento da Via Varejo no Estado, através somente das lojas Ponto Frio. “Identificamos aqui potencial para crescimento. Enquanto o RS contribui com 8% do PIB,  nossa participação no varejo local é de 3%”, revelou Barroso ao contar que a nova unidade está em fase final de autorização, possui 1.100 m², investimento aproximado de R$ 3,0 milhões. Para alavancar as vendas e oferecer mais opções aos clientes, a rede aposta no crediário próprio, promoções e showroom com produtos da chamada Linha Branca, móveis e mobile.

Atualmente, a maior rede varejista do Brasil está presente no RS com 26 lojas do Ponto Frio e conta com um Centro de Distribuição de 8 mil m². No total, emprega cerca de 500 colaboradores. Para dar suporte à operação está em construção um novo Centro de Distribuição, também em Cachoeirinha.

                                                                 casas-bahia

 O Programa Líderes do Walmart Brasil está em busca de novos talentos no Rio Grande do Sul. Há vagas para diretor distrital de operações, diretor de loja trainee e gerente de loja trainee. Os candidatos devem ter Ensino Superior completo, experiência no setor varejista e disponibilidade para viagens e transferências. Entre os benefícios oferecidos estão: assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, refeição no local, vale-transporte e participação no lucro da empresa.

Há 12 anos o Walmart Brasil investe em ações de desenvolvimento de liderança com o objetivo de capacitar e desenvolver as novas gerações de líderes de operações em competências técnicas e para garantir a estratégia e sustentabilidade do negócio.  Mais de  cinco mil funcionários já passaram por esse treinamento e hoje ocupam cargos de diretores e gerentes de loja. Os interessados devem cadastrar currículo até o dia 24 de julho no site do Walmart Brasil http://www.walmartbrasil.com.br/carreiras/trabalhe-conosco

                                                                           walmart