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Posts de dezembro 2015

Primeiro 'crowdfunding imobiliário' atrai pequenos investidores

20 de dezembro de 2015 0

Hoje é dia de falar de empreendedores e a história que conto aqui pode interessar bastante aos leitores do blog. Talvez vocês não conheçam, mas é gaúcha a empresa que desenvolveu a primeira plataforma brasileira de crowdfunding (financiamento coletivo) imobiliário: a URBE.ME. Agora, qualquer um vai poder investir em novos empreendimentos imobiliários diretamente num site e, o melhor, pode aportar valores a partir de mil reais. O primeiro prédio no país a ser financiado pelo crowdfunding é o VN Cardoso de Melo, lançado pela Vitacon Incorporadora e Construtora, na Vila Olímpia, em São Paulo.

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Empreendimento em São Paulo – Divulgação

O administrador Paulo Deitos, um dos fundadores e sócio do URBE.ME, viu nessa ideia uma forma de democratizar o investimento imobiliário, antes uma possibilidade restrita a grandes incorporadoras e grandes investidores. “A nossa plataforma permite que um número bem maior de pessoas participe do desenvolvimento de novos projetos imobiliários”, diz Deitos. O crowdfunding possibilita que uma pessoa invista num percentual do empreendimento e não necessariamente numa sala ou apartamento e seu retorno será proporcional ao valor aplicado. “Estamos oferecendo uma nova opção, acessível a pequenos investidores”, diz Deitos.

Para as construtoras também é uma boa ideia. O setor imobiliário passa por momentos turbulentos e a possibilidade de pulverizar a captação de recursos, pode viabilizar o lançamento de novos empreendimentos.  Tanto isso é verdade, que em poucos meses de funcionamento, o URBE.ME já está sendo procurado por incorporadoras com projetos para os quais estão procurando investidores. “Também reduzimos os riscos para quem investe em imóveis porque quem participa do fundo, não está adquirindo um imóvel nem é sócio do empreendimento”, afirma Deitos. O terreno é a garantia do investidor. Caso a obra não siga em frente, ele não ganha, mas também não perde o valor colocado no negócio porque é um credor do empreendimento. Antes da criação do crowdfunding, quem quisesse investir no mercado imobiliário precisava ter pelo menos uns 500 mil reais e conhecer o incorporador Além disso, o crowdfunding é regulado pela CVM – Comissão de Valores Imobiliários.

Já há plataformas semelhantes nos Estados Unidos e na Inglaterra. Segundo os sócios da URBE.ME, a terceira torre do World Trade Center, em Nova York, está sendo financiada, em parte, por um crowdfunding.

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Para garantir maior confiança aos investidores, uma característica interessante do modelo de negócio da URBE.ME é o critério na escolha dos projetos. A plataforma só oferece empreendimentos viáveis, que garantam renovação urbana. “Queremos dar utilidade a terrenos que não são foco das grandes incorporadoras, mas as pequenas normalmente não têm recursos para investir e eles acabamo virando terrenos baldios nas grandes cidades”, diz Deitos.

A plataforma levou dois anos para ser desenvolvida e começou a funcionar em abril deste ano. O primeiro empreendimento, em São Paulo, foi lançado há 45 dias. “Há mais pessoas investindo pela nossa plataforma do que imaginávamos. Em um mês e meio, o primeiro empreendimento conquistou cerca de 100 investidores só com divulgação boca a boca. A meta é arrecadar um milhão de reais e já estamos na metade”, diz Deitos.

A média dos investimentos tem sido de 10 mil reais. Mas há gente que investiu 250 mil. E se você ficou curioso para saber se vale a pena investir num negócio desses, os sócios lembram que, atualmente,a rentabilidade tem que ser pelo menos superior a Selic, ou maior que 15%. Cada vez que a incorporadora fatura com a venda de uma sala ou um apartamento do empreendimento, o investidor ganha proporcionalmente ao valor que colocou na obra.

Nos primeiros 12 meses, os sócios pretendem lançar pelo menos seis empreendimentos. Inicialmente, esperavam lançar quatro, mas a grande surpresa  – considerando que o mercado imobiliário é extremamente conservador — foi a adesão das incorporadoras que tem procurado a URBE.ME diariamente para colocar seus projetos na plataforma.

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Não tá fácil pra ninguém: roubaram a loja da Gwyneth Paltrow

15 de dezembro de 2015 0

Por Fernando Naiditch*

A atriz Gwyneth Paltrow virou uma empresária de sucesso. Desde o lançamento de sua marca Goop, em 2008, Paltrow mostrou que além de atriz premiada, tem dom para os negócios. Goop foi inicialmente lançada como uma newsletter semanal em que Paltrow coletava e dividia dicas de lifestyle, fitness, saúde, alimentação, moda. Com o tempo, a atriz foi introduzindo pessoas, a quem se refere como mentores, e acabou criando uma equipe e uma marca – tudo online (http://goop.com/).

Fazendo uso de seu status de celebridade e de sua amizade com nomes da moda, Paltrow estabeleceu colaborações com seus designers favoritos para criar peças únicas para o site. Como estratégia de marketing, a atriz aderiu também as chamadas pop-up stores, lojas temporárias criadas para estabelecer uma conexão com os consumidores sem o compromisso ou os gastos de uma loja fixa. As pop-up stores se tornaram presença certa, principalmente durante a época de fim de ano ou em datas como Halloweeen ou Páscoa, quando os consumidores buscam artigos específicos e presentes. Paltrow abriu uma dessas lojas em Nova York no dia 23 de novembro deste ano para entrar na onda das festas de fim de ano. Essa é a primeira pop-up store da Goop em Nova York.

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Gwyneth Palrtrow na inauguração da loja em NY – Associated Press

 

Paltrow já tinha lançado a mesma ideia anteriormente em Dallas, Chicago e Los Angeles. As lojas pop up da Goop recebem o nome de Goop MRKT. Para a loja em Nova York, o lugar escolhido foi Columbus Circle, mais especificamente o Time Warner Center, um shopping center de lojas de luxo.

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Imagem do Time Warner Center no Columbus Circle em Manhattan – Bloomberg/Getty Images

Em menos de duas semanas desde que abriu, a loja foi roubada, às 5:30 da tarde em pleno horário de funcionamento com a loja e o shopping cheios às vésperas do Natal.

Três homens entraram na loja e simplesmente arrombaram um armário cheio de mercadorias, principalmtente jóias. Ninguém ficou ferido. A ação rápida dos assaltantes foi testemunhada por consumidores e pelos atendentes da loja, que acionaram a polícia imediatamente. Mesmo assim, os ladrões conseguiram fugir antes da chegada dos policiais.

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Fachada da loja no Time Warner Center – Getty Images

Os assaltantes levaram mercadorias avaliadas em aproximadamente U$173 mil dólares. A polícia ainda não prendeu os assaltantes e a investigação continua, mas a segurança da loja e do shopping foi reforçada desde então.

Em nota divulgada à imprensa, a direção da loja afirma que este foi um incidente isolado e se diz agradecida por ninguém ter se ferido. “Apesar da loja estar cheia em um dos dias de maior movimento, a polícia respondeu rapidamente, nossos funcionários e consumidores estão bem e nós permanecemos abertos com segurança apropriada” diz a nota.

Para a loja de Nova York, Paltrow caprichou nos artigos de luxo, destacando-se sua colaboração com o estilista Valentino e seu time, que inclui os designers Maria Grazia Chiuri e Pierpaolo Piccioli. A criação que mais chama a atenção é uma coleção inspirada na Mulher Maravilha, considerada um ícone feminino da década de 1940, quando foi criada pelo DC Comics.

Entre os artigos à venda, encontram-se vestidos de U$8.900, tênis brancos por U$ 1.075 e até uma jaqueta de couro no estilo motociclista à venda por U$10.500. Entre os artigos mais baratos, um bracelete de couro por U$275.

A Goop MRKT fica aberta até o dia 24 de dezembro.

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Imagem do interior da loja

*Fernando Naiditch é doutor em Educação Multilingue e Multilcultural pela Universidade de Nova York (NYU). Mora em Nova York ha 16 anos e atualmente é professor na Montclair State University.

 

 

Executivos financeiros apontam cenário ruim

10 de dezembro de 2015 0

O clima no almoço oferecido pelo Instituto Brasileiro de Finanças (IBEF-RS) para os executivos que se destacaram em 2015, não era de euforia. Na verdade, para a maioria dos presentes no evento da quinta-feira no Centro de Eventos do Plaza San Rafael, em Porto Alegre, o futuro próximo não deve trazer boas notícias para a economia. Conversei com alguns sobre juros, inflação, dólar e PIB e apresento aqui no blog algumas das previsões.

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‘Equilibrista’ 2015 – Foto Alx Bandeira

Francisco Olinto Velo Schmitt, diretor financeiro e de relações com investidores da Grendene, considerado o executivo de finanças do ano pelo IBEF-RS, recebeu o troféu Equilibrista. Diz ele:

“O dólar deve superar os R$4,00 e, com certeza, vai chegar ao final de 2016 próximo dos R$5,00 e os juros, se não se mantiverem no mesmo patamar, vão subir, considerando que não haja nenhum espécie de interferência do governo. As questões políticas afetam a volatilidade, mas não a tendência. O processo político – e isso é minha opinião particular e não da empresa – não aponta nenhuma razão para que o real se valorize e os juros caiam. É preciso direção e vontade política, mas isso não funciona de forma instantânea. Vai levar uns dois ou três anos para as coisas mudarem. Enquanto persistirem os desequilíbrios na economia por falta de decisão política, haverá pressão na inflação, juro alto, real desvalorizado e o Brasil será pouco atrativo para investidores estrangeiros. A solução do imbrolio político será somente o começo da virada. “

O Ibef também homenageou os destaques de 2015, responsáveis por projetos relevantes na área financeira. Os escolhidos foram Gerson Luis Müller, diretor superintendente da Vibra Agroindustrial S.A., João Francisco Sanchez Tavares, diretor executivo de Administração e Finanças do Banco Cooperativo Sicredi e Jorge Luiz Tonetto, secretário municipal da Fazenda de Porto Alegre.

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Premiados Ibef-RS 2015 – Foto Alx Bandeira

Gérson Muller: “Acredito que o dólar vai se manter na faixa dos R$4,00, a taxa de juros pode aumentar e a inflação deve ficar na casa dos 10,5%. Não importa qual seja o desfecho dos problemas políticos, mas precisamos uma definição. É essa indefinição que trava o país. Não podemos mais planejar, trabalhamos cada dia, conforme os acontecimentos. Isso é muito ruim.”

 

Ademar Schardong, presidente do Ibef-RS:  “Prevemos uma queda ainda maior do PIB em 2016, algo como 4% negativo, a inflação entre 10 e 11% e o dólar em torno dos R$4,00. Os juros ainda devem subir para 14,75% ou 15%. A insegurança política agrava a expectativa negativa e reduz o tempo para a economia reagir. Na melhor das hipóteses, se mudar a expectativa em 2016, com as questões políticas definidas, vamos ver a reação em 2017. Se as coisas continuarem assim, até 2017 estará comprometido”.

Em busca do vestido perfeito

07 de dezembro de 2015 0

Você que curtiu a história do Dudu das Caipiras, que contei aqui no Blog na semana passada, vai gostar também de conhecer o negócio criado por Andrea Perna e Giovanna Araújo, mãe e filha, também em Porto Alegre: o ‘The Perfect Dress’. Há exatos 12 meses, pouco antes das festas do final de 2014, elas abriram as portas de uma empresa que aluga vestidos de luxo e assessórios para todos os tipos de eventos.

Andrea Perna e Giovanna

Andrea Perna e Giovanna Araújo – Divulgação

Andrea já trabalhava como representante comercial de várias marcas de roupas e estava envolvida no universo da moda há mais de 20 anos. A filha, Giovanna, havia se formado em Direito. Enquanto aguardava as provas da OAB, ela foi trabalhar com a mãe e se apaixonou por moda. Como já tinha um sócio no seu negócio de representação, Andrea foi pesquisar outros segmentos para atuar junto com a filha. “Percebi que roupa de festa é um produto difícil para os lojistas porque se eles vendem somente roupa de festa, não conseguem vender volume. Se vendem todo o tipo de roupa, oferecem poucas opções“, diz Andrea. Além disso, as pessoas não gostam de repetir roupas de festas. E fica muito caro investir num vestido de marca para usar apenas uma vez.

As sócias descobriram um negócio similar ao que pretendiam abrir em São Paulo. Mas logo perceberam que, na capital gaúcha, o modelo teria que sofrer alterações.Para preservar a identidade das consumidoras – que ainda podem ter algum preconceito com o aluguel, os vestidos não são expostos no site ou nas redes sociais e nem há possibilidade de aluguel online. Elas preferem atender cada cliente como se ela estivesse num atelier de alta costura. Andrea e Giovanna chamaram a arquiteta Lívia Bortoncello para criar o ambiente onde cada uma é atendida com hora marcada e individualmente.  A boutique fica numa sala na rua Lucas de Oliveira.The Perfect Dress - Divulgação

The Perfect Dress – Divulgação

No início, eram cerca de 200 exemplares no estoque, com etiquetas de grifes como Valentino, Roberto Cavalli, Armani, Ralph Lauren e Le Lis Blanc. Hoje são mais de 400 vestidos que podem ser complementados com clutches e semijoias também para alugar. Há opções do tamanho 34 ao 46. A cliente pode escolher entre modelos com renda francesa inteiramente bordados para um casamento ou algo mais clássico para uma formatura. “No momento de crise que atravessamos, é uma ótima opção. Você aluga um modelo exclusivo, de grife, por uma média de 400 reais.”, diz Andrea. Há vestidos que custam mais de dez mil reais no acervo.

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Quando as portas do The Perfect Dress abriram em dezembro passado, Andrea e Giovanna recebiam uma visita por dia. Hoje, são pelo menos 10 clientes diariamente. Quem tiver interesse, pode entrar em contato pelo site www.theperfectdress.com.br 

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Acessório – divulgação

CIEE-RS reforça cidadania

04 de dezembro de 2015 0

A edição 73 da Revista do CIEE-RS traz uma matéria muito interessante e que mostra a importância do Centro de Integração Empresa-Escola no que diz respeito ao exercício da cidadania, principalmente para comunidades carentes. A matéria principal da publicação – produzida pela froés, berlato associadas com supervisão da área de Relações Institucionais do CIEE-RS — mostra a contribuição da instituição na garantia dos direitos e deveres da cidadania.

A contribuição do CIEE-RS para a geração de oportunidades se revela em diferentes programas e serviços à disposição da comunidade. Há o Programa de Integração ao Mundo do Trabalho – Estágio e Aprendiz Legal, o Serviço de Desenvolvimento Socioeducativo com oficinas para auxiliar na preparação dos usuários, o programa de inclusão digital Cidadania e Talento.com, o Programa de Assessoramento contribuindo para integração das redes que trabalham com assistência social, além do Núcleo de Assistência Social, do Serviço de Al-fabetização e do Grupo de Convivência de Idosos. Cada um abriga inúmeras e diferentes histórias de superações e conquistas e alcança ainda o reconhe-cimento daqueles que têm expertise nas respectivas áreas.

Capa Revista CIEE - Divulgação

Capa Revista CIEE – Divulgação

A cada dois meses, por exemplo, ocorre uma formatura do Programa Cidadania e Talento.com no CIEE.  Esta rotina se repete há 10 anos, cada vez que um grupo de  jovens entre 16 e 26 anos, a maioria de baixa renda, conclui  a preparação para o mundo do trabalho oferecida pelo CIEE.

Criado em 2004, o programa promove atividades que envolvem inclusão digital e abordam assuntos como sexualidade e planejamento familiar, direitos e garantias fundamentais, prevenção ao uso de drogas e outros temas. A importância do Cidadania e Talento.com pode ser percebida por vários exemplos citados na revista, como o da jovem Siegrit Fernanda Andrades da Silva, que estava no primeiro grupo, em 2004. Na época com 17 anos, a estudante de escola pública, que cursava o ensino médio, nunca havia feito um curso de informática. As atividades de inclusão digital incentivaram a buscar outras oportunidades após a conclusão. “A participação no Cidadania abriu muitas portas, entre elas um estágio na Caixa Econômica Federal”, diz ela. Atualmente, com 27 anos de idade, é aeroviária, profissão que exerce há quatro anos. E deve alçar novos voos em breve. Siegrit comemora a aprovação recente em um processo seletivo para comissária.

Ao todo já passam de 1950 participantes, que se distribuem em quatro Centros de Convivência e Capacitação (Higienópolis, Centro, Glória e Restinga) ao longo de uma década. De acordo com Sérgio Correa da Silva, dirigente da Associação Comunitária Núcleo Esperança, onde funciona, na Restinga, o programa foi muito bem recebido na comunidade. “Os jovens, na maioria de baixa renda, não tinham condições financeiras para ir de ônibus ao Centro mais próximo”, diz e comemora o resultado, confirmando que antes do primeiro grupo concluir as atividades já havia lista de interessados para formar o próximo.

Formatura Cidadania - Divulgação

Formatura Cidadania – Divulgação

Cidadãos em desenvolvimento, adolescentes e jovens, ao mesmo tpo em que vivenciam diariamente o desafio de construir a sua identidade, são compelidos a pensar no futuro pessoal e profissional. É nessa fase de construção de conhecimentos e competências que organizações como o CIEE têm um papel importante ao gerar oportunidades para que tenham condições de exercer os direitos da cidadania e cumprirem com os deveres.

Ao completar 18 anos, Caroline Hahn da Silva ganhou um presente inesquecível, a contratação pela empresa GJP Administradora de Hotéis Ltda, na qual já havia cumprido a etapa do Programa Aprendiz Legal. “É meu primeiro emprego”, diz a assistente do Departamento de Pessoal. Moradora de Canela, a jovem, que agora tem 20 anos e está cursando Administração de Empresas, conta que o período de aprendizagem foi importante nas descobertas do mundo do trabalho e, principalmente, para saber buscar soluções para os desafios.

O papel do CIEE tem sido determinante na trajetória de muitos adolescentes e jovens. Foi o que aconteceu com Thaynã Peronio, de 21 anos, que, por conta própria, decidiu procurar a instituição para compartilhar os resultados da sua dupla experiência, como aprendiz e estagiário. Ele foi aprendiz do CIEE em Santo Ângelo, em 2011. “Fui efetivado na empresa em questão de cinco meses.” Mas, como estava cursando Administração, resolveu buscar uma vaga para estágio na sua área. Novamente, o CIEE foi o responsável pela inserção, desta vez em uma empresa terceirizada dos Correios. “O CIEE contribuiu muito com meu crescimento profissional, não só com as oportunidades, mas também o conhecimento adquirido enquanto era aprendiz.” Atualmente, ele faz estágio na empresa Universo dos Móveis. “Essas oportunidades são imprescindíveis para milhares de jovens como eu, que além da maior facilidade de iniciar no mundo do trabalho, tem o suporte ideal da instituição”, complementa.

Luiz Muller, diretor da Secretaria Extraordinária para Superação da Extrema Pobreza, ligada ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, disse para a publicação do CIEE que “a aprendizagem profissional é o melhor programa para possibilitar aos jovens unir educação e experiência no trabalho, incentivando a permanência na escola. Já para as empresas, na medida em que a metodologia possibilite a customização, é a oportunidade de formar quadros profissionais de qualidade, comprometidos com a cultura de sua empresa e de seu setor econômico.”

Gustavo Soares Santana, de 17 anos, e a irmã Michelle, de 20 anos, começaram pelas oficinas do programa de inclusão digital Cidadania e talento.com a trilhar um novo caminho de conquistas. Primeiro foi Gustavo que, com os conhecimentos adquiridos nos módulos, ficou melhor preparado para alcançar a vaga de aprendiz no Shopping Iguatemi. Ele influenciou a irmã e o resultado também foi a posterior inserção no mundo do trabalho por meio do Programa Aprendiz Legal, desta vez no Hospital de Clínicas.

O CIEE também tem programas voltados à qualificação e aperfeiçoamento de profissionais que atuam nos equipamentos de assistência social. As oficinas são elaboradas de acordo com a temática e a duração demandadas pela própria entidade que solicitou a ação. O objetivo principal é o fortalecimento da rede socioassistencial. Assistente de Desenvolvimento Familiar, Maria Fajardo do Nascimento atua nas Aldeias Infantis e afirma que a parceria com o CIEE  ajudou a dar corpo ao acompanhamento que as mães sociais já estavam solicitando. “A equipe do CIEE veio até aqui, conversaram e conheceram a nossa realidade e a participação nas oficinas provocou mudanças de atitudes, ampliou a visão e nos permitiu sair para outro espaço”.

Coordenadora do Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional no Rio Grande do Sul, a auditora Denise Brambilla González reforça que todos os adolescentes e jovens têm direito à profissionalização. Ela considera que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar ao adolescente e jovem, com absoluta prioridade, o direito à profissionalização. “Como sociedade (CIEE) e Estado (Auditores Fiscais do Trabalho) todos lutamos para que todo adolescente e jovem do RS tenha a oportunidade da profissionalização através da Lei da Aprendizagem”, diz. “Apesar de estar na Consolidação das Leis do Trabalho, a obrigação para que todas as empresas contratem, no mínimo, cinco por cento (5%) da totalidade de seus empregados, que demandem formação profissional, desde 1943, verificamos que somente hoje esse direito e dever se consolidam”.

 

 

O que faz a Paim Comunicação num Parque Tecnológico?

03 de dezembro de 2015 0

A Paim é a primeira agência de publicidade a ingressar no Tecnopuc, Parque Científico e Tecnológico da PUCRS, em Porto Alegre.  O Paimlab funcionará como laboratório experimental e possibilitará à agência mergulhar na atmosfera de estímulo à pesquisa, inovação e empreendedorismo da universidade. Intrigada com a novidade, essa blogueira conversou com Rodrigo Pinto, vice-presidente da Paim para entender esse movimento inusitado da agência de comunicação.

Paimlab - Divulgação

Paimlab – Divulgação

O Tecnopuc conta hoje com mais de 120 operações nacionais e internacionais. A Paim agência estará junto a grandes companhias como Microsoft, Apple, Dell e HP, além da RAIAR – incubadora de empresas que atualmente abriga 24 startups dentro do parque.

A iniciativa surgiu após a imersão de dois colaboradores da empresa no Vale do Silício, em 2014. Animados com os exemplos de empresas instaladas na Universidade de Stanford, com novas metodologias de trabalho e cases de inovação, eles encontraram no ambiente da universidade uma grande oportunidade.

Projetado para ser também um espaço alternativo ao público interno da agência, o Paimlab é uma forma de repensar o atual modelo de trabalho. Uma das intenções da agência é desafiar seus funcionários a participar do novo ambiente, desenvolvendo ideias que possam contribuir não só para o negócio, mas para o mundo. A base está no conceito de multidisciplinaridade, possível no ambiente universitário e de colaboração entre as empresas do Tecnopuc. Desta forma, a troca entre diversas áreas do conhecimento, como engenharia, computação, comunicação e antropologia, possibilitará novas formas de construir, mais colaborativas e complementares.

A estreia do Paimlab se dará a partir de dois projetos. O 60+Digital tem foco em grupos de terceira idade – homens e mulheres acima de 60 anos -, a iniciativa busca entender e gerar insights sobre como a geração se relaciona com o digital, os gadgets e suas ferramentas. O resultado será documentado em um relatório comportamental disponibilizado ao mercado.

O outro é um trabalho em conjunto com o Laboratório de Pesquisa em Mobilidade e Convergência Midiática da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS (Ubilab). A ideia é identificar contextos de propaganda e produção de conteúdo, a fim de traçar o futuro da “comunicação onipresente” na publicidade. Com a entrada nesse ecossistema tecnológico e sustentável, a Paim pretende melhorar sua percepção de inovação da tecnologia.

A seguir, a entrevista com Rodrigo Pinto:

1. Como está sendo a adaptação ao ambiente do Tecnopuc? Como as equipes da agência estão utilizando o novo espaço?

A Paim está se adaptando muito bem, além de estar muito feliz com o novo endereço. O fato de estarmos fisicamente dentro da Universidade nos abre um mundo de possibilidades. Parece que, quando estamos no Paimlab, nada é impossível, não existem barreiras entre o mercado e a universidade. O espaço está sendo utilizado para nossos projetos em andamento, reuniões importantes e brainstorms. Como é um ambiente multiuso e com muitas possibilidades para explorar, estamos incentivando, cada vez mais, o uso deste espaço. O objetivo é que ele reforce o espírito colaborativo da Paim e propicie um ambiente diferenciado e provocador para nossa equipe, academia e mercado.

2. Embora seja um laboratório experimental, o que a agência espera conquistar em termos práticos a partir dessa experiência?

A ideia principal é gerar projetos multidisciplinares e integrados de diversos temas e sob diferentes abordagens. Em um cenário de muitas mudanças, entendemos que passa a ser nossa função, enquanto agência criativa, fomentar nosso mercado com mais informações, insights e novos pontos de vista. Queremos atuar ainda mais na produção de conteúdo. Sabemos que será através disso e do compartilhamento que vamos conseguir fomentar o mercado e incentivar que outras empresas desenvolvam o conhecimento como um todo.

3. Como está sendo desenvolvida a pesquisa do Digital 60+ ?

Recentemente, foi realizado o encontro 60+Digital (este é o nome do projeto). Esse foi o primeiro experimento do nosso Lab. Estamos em parceria com a Produtora Gana, que acompanhou a nossa equipe neste encontro, e a Choice Lab, que se propôs a desenvolver a próxima etapa do estudo. Queremos compartilhar um pouco do que aprendemos em breve.

4. Estar ali também ajuda a aproximar a agência de clientes potenciais na área de tecnologia e entendê-los melhor?

Estamos também conduzindo um projeto na área de tecnologia, em conjunto com o Laboratório de Pesquisa em Mobilidade e Convergência Midiática da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS (Ubilab). O objetivo é identificar contextos de propaganda e de produção de conteúdo, no intuito de traçar o futuro da “comunicação onipresente” na publicidade. Com a entrada nesse ecossistema tecnológico e sustentável, a Paim pretende melhorar sua percepção de inovação da tecnologia. Como objeto de estudo, buscamos entender como os wearables redefinem a maneira como as marcas impactam o comportamento social e o consumo. Por enquanto, nossa ideia é a colaboração e a parceria para desenvolver projetos interessantes com as empresas que estão dentro do parque, que hoje possui mais de 120 empresas e start-ups de diversas áreas, entre elas as do segmento de tecnologia. Em função desta proximidade geográfica, a condução, acompanhamento e novos insights se tornam muito mais fáceis e colaborativos.

O PaimLab está no prédio Portal do Tecnopuc, na sala 803. Para mais informações acesse www.paim.com.br .

PaimLab - Divulgação

Paimlab – Divulgação

Debut histórico leva Adele ao topo da indústria da música

01 de dezembro de 2015 0

Por Fernando Naiditch*

Não foram só os críticos que se renderam mais uma vez à voz delicada, mas potente, da cantora inglesa Adele. Os fãs da cantora também mostraram devoção e dedicação na forma como receberam o último trabalho de sua musa. Em menos de duas semanas desde que foi lançado, o álbum 25 já entrou para a história da música com números impressionantes. A midia anda louca atrás de Adele para entrevistas, fotos, reportagens. Nos Estados Unidos, Adele virou capa de várias revistas, incluindo a tradicional Rolling Stone e a popular People. Adele virou assunto também em programas diversos no rádio e na TV, e até pauta para revistas especializadas em economia e negócios, como a Forbes.

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Imagem: Columbia Records

O álbum 25 já se tornou o mais vendido do ano e Adele é, sem dúvida, a cantora do momento. Números compilados pela Billboard atestam o poder da voz que conquistou o planeta.

Confira:

3.38 Milhões: Número de cópias vendidas do álbum 25 em sua primeira semana de lançamento só nos Estados Unidos, de acordo com a companhia de pesquisas de consumo Nielsen. Este é o maior número de vendas de um álbum desde que a Nielsen Music começou a computar vendas de música em 1991. Adele passou na frente do grupo *NSYNC que detinha o recorde desde 2000 com a venda de 2.42 milhões de cópias em uma semana do álbum No Strings Attached. 25 é também o único álbum a vender mais de 3 milhões de cópias em uma só semana.

335: Número de cópias que o álbum 25 vendeu por minuto nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento.

41%: 25 é responsável por 41% de todos os discos vendidos na semana passada nos EUA. No total da semana, 8.2 milhões de álbuns foram vendidos nos EUA. Sendo assim, os 3.38 milhões de cópias vendidas do disco de Adele representam 41% de todos os álbuns vendidos na semana. A venda de discos nos EUA desde o final de agosto até meados de novembro de 2015 flutuou entre 3.5 e 4.2 milhões de cópias por semana. A semana mais baixa de vendas, segundo a Nielsen, foi a semana de 11 a 17 de setembro, quando somente 3.51 milhões de discos foram vendidos.

25 vendeu mais de duas vezes o total combinado de todos os discos na lista de mais vendidos da semana, ou seja, não só atingiu o número 1 em vendas de discos, mas o número de cópias vendidas foi maior que o dobro do resto da lista combinados. A lista de mais vendidos inclui os 100 álbuns mais vendidos na semana e o disco de Adele vendeu mais que todos eles somados – do número 2 ao número 100. O álbum Purpose, de Justin Bieber (número 2 da lista) vendeu 184.000 cópias na semana passada e o numero 100 da lista, a trilha Sonora de Descendants vendeu 5,000 cópias. Somados os números de 2 a 100 na lista, o total vendido foi de 1.48 milhões de cópias na semana, enquanto Adele sozinha vendeu 3. 38 milhões de cópias.

25 é o único álbum a vender pelo menos 2 milhões de cópias durante o ano de 2015: 25 é somente o quarto disco a vender um milhão de cópias em 2015 e imediatamente se tornou o mais vendido do ano todo. Para entender o significado deste número, basta lembrar que em 2014, somente dois discos venderam mais o ano todo do que 25 vendeu em uma só semana: o disco 1989 de Taylor Swift (3.66 milhões de cópias vendidas) e a trilha sonora do filme Frozen da Disney, que vendeu 3.53 milhões de cópias.

1.71 milhões de CDs vendidos: Do total dos 3.38 milhões de cópias vendidas, 1.71 milhões de cópias foram vendidas em formato de compact disc (CD). 25 representou 38% de todos os CDs vendidos na semana.

1.64 milhões de álbuns digitais vendidos: 25 vendeu 1.64 milhões de cópias digitais, o que também representa um recorde para vendas de álbuns digitais (download sales). Adele passou a frente da cantora Lady Gaga, que detinha o recorde de vendas de cópias digitais desde o lançamento de Born This Way, que vendeu 662,000 cópias digitais na semana final de maio de 2011 – uma diferença de quase 1 milhão de cópias.

49%: 25 é responsável por 49% de todos os discos digitais (download sales) vendidos na semana passada nos EUA. No total da semana, 3.43 milhões de álbuns digitais foram vendidos (baixados de sites de vendas na Internet, como iTunes). Os 1.64 milhões de downloads de 25 equivalem a 49% de todas as vendas de álbuns digitais na semana.

22.000: número de cópias vendidas em Vinyl (LP):  o terceiro maior número em vendas semanais na história da Nielsen para um disco em vinyl. Os dois únicos discos em LP que venderam mais que 25 em uma semana foram Lazaretto de Jack White (40,000 cópias vendidas) e Vitalogy do Pearl Jam (34.000 cópias vendidas).

Adele foi também atração principal no famoso programa humorístico semanal Saturday Night Live (SNL) da rede NBC um dia após o lançamento de 25. Sua popularidade chegou até a mesa dos americanos durante o feriado de Thanksgiving (Dia de Ação de Graças). Uma esquete do SNL coloca uma família na mesa celebrando o feriado e entrando em discussões com assuntos que variam desde as eleições presidenciais, questões raciais, refugiados, até pessoas transgêneras.

A família só encontra paz quando a música Hello de Adele toca no CD player. A esquete contou ainda com a participação do ator Matthew McConaughey. A presença de Adele no programa elevou o número de espectadores e a esquete já foi vista no YouTube por mais de dez milhões de pessoas. Vale a pena conferir

 

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Imagem: Columbia Records

*Fernando Naiditch é doutor em Educação Multilingue e Multilcultural pela Universidade de Nova York (NYU). Mora em Nova York ha 16 anos e atualmente é professor na Montclair State University.

 

Jorge Gerdau diz que brasileiro tem que manifestar insatifação nas ruas

01 de dezembro de 2015 0

Nesta segunda-feira à noite, num evento do Instituto de Estudos EmpresariaisIEE – no hotel Sheraton Porto Alegre, fui surpreendida com uma declaração do presidente do Conselho Consultivo da Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter. Para o empresário, a corrupção no País tomou grandes proporções e é hora da população demonstrar sua indignação. “Tem que ir pra rua, tem que demonstrar a insatisfação”, disse ele a uma platéia de cerca de 200 convidados. O empresário também falou do atual conflito entre Eduardo Cunha e a presidente Dilma. “São inimigos com um objetivo comum: empurrar as coisas com a barriga“.

Gerdau contou que enxergou uma luz no final do túnel ao participar de uma reunião do Movimento Brasil CompetitivoMBC -, com governadores de vários estados na última semana, entre eles, o do Rio Grande do Sul, do Paraná, do Mato Grosso, de Goiás, São Paulo e Rondônia. “Eles estão desesperados com a situação e querem mudanças estruturais. Isso dá uma esperança. Acho que algo pode vir desses governadores”. O empresário também defendeu a aposentadoria aos 65 anos para homens e mulheres. Ele citou países em que esta é a idade mínima, como Chile, Argentina e Portugal. E outros em que é ainda maior. Nos Estados Unidos, é de 67 anos. “Simplesmente não podemos pagar”, disse.

Jorge Gerdau Johhanpeter

Jorge Gerdau Johhanpeter

Jorge Gerdau Johannpeter , que tem forte atuação na busca pela qualidade da gestão nos setores público e privado, é fundador do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade e do Movimento Brasil Competitivo e membro das Academias Internacional e Brasileira da Qualidade, além de integrar o Conselho da Fundação Nacional da Qualidade, lembrou que a competitividade mundial exige competência da gestão pública, o que não ocorre no país, onde o governo não cabe no seu orçamento e se perde na sua própria burocracia. Para ele, é preciso uma revolução na estrutura do governo para que volte a funcionar, o que não é possivel com coisas como 39 ministérios e mais de 40 partidos políticos, além de uma carga tributária de quase 40%.

Alberto Carlos Almeida

Alberto Carlos Almeida

Alberto Carlos Almeida é diretor do Instituto Análise, empresa de consultoria, pesquisa e estudos sobre o Brasil. É articulista do jornal Valor Econômico, autor do best-seller A Cabeça do Brasileiro e de diversos livros que abordam os valores e comportamentos dos brasileiros. Ao longo de várias décadas de trabalho, ele desenvolveu uma metodologia de análise, utilizando dados antecedentes e qualitativos, que o diferenciam no mercado. Seu serviço é demandado por altos executivos, assim como instituições financeiras interessadas na dinâmica do Brasil, do consumo e da sociedade. Para Almeida, ‘a agenda política do Brasil foi sequestrada pela operação Lava-Jato‘. Mas, apesar da situação do país, ele não vê condições para um impeachment da presidente. Para o estudioso, há quatro condições necessárias para isso e apenas uma está acontecendo, que é a impopularidade da governante. Ao contrário do que ocorreu com o ex-presidente Fernando Collor, Dilma tem apoio da maioria no Parlamento, não está enfrentando diariamente manifestações de rua e seu substituto, Michel Temer, do PMDB,não teria apoio nem do PT nem do PSDB, o que o isolaria e tornaria a situação ainda pior. “Tirar a Dilma resolveria? Temer faria?

O outro palestrante, Bruno Garschagen, é autor do best-seller Pare de Acreditar no Governo – Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado, graduado em Direito, mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford (visiting student), professor de Ciência Política, tradutor, podcaster e membro do conselho editorial da MISES: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia. Ele deu a mensagem liberal da noite. Disse que a presença estatal é asfixiante, o que ajuda a alimentar a corrupção. “É preciso uma mudança cultural para que a população estabeleça uma nova relação com o Estado”.

Os Colóquios promovidos pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) têm como objetivo manter ativos os debates do Fórum da Liberdade, ampliando a reflexão e a troca de ideias sobre temas de relevância para a sociedade. Com o tema ‘Brasil: um problema cultural?’, o 6º Colóquio do Fórum da Liberdade buscou aprofundar o exame sobre a sociedade brasileira e sua relação com o contexto econômico e político atual”, afirma o presidente do IEE, Ricardo Heller.