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Posts de maio 2016

Livro sobre H.Stern tem lançamento em Porto Alegre

31 de maio de 2016 0

Quem nunca parou em frente a uma vitrine da H.Stern para admirar o design — mundialmente conhecido — de suas joias, presentes em 32 países através de 280 pontos de venda? O que poucos sabem é que por trás dessa marca brasileira de sucesso internacional há uma grande história humana e de superação. É esse o mote de ‘H.Stern – a história do homem e da empresa’ que terá sessão de autógrafos na próxima quarta-feira, 1º de junho, na livraria Saraiva do Moinhos Shopping, em Porto Alegre, a partir das 18:30.  Escrito pela jornalista Consuelo Dieguez, o livro conta a fuga de Hans Stern da Alemanha, com os pais, em razão da perseguição nazista. “Eles deixaram tudo para trás e aqui, Hans construiu a primeira multinacional de varejo brasileira”, diz a autora.

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Divulgação

Trata-se também, de uma crônica de época .“Ele escreveu cartas para os amigos espalhados pelo mundo, que revelam o Rio de Janeiro dos anos 40 pelo olhar de um jovem judeu alemão. São cartas fascinantes e muito bem humoradas”, diz Dieguez, atualmente repórter da Revista Piauí. Por vários anos, a jornalista foi chefe da sucursal da Revista Exame no Rio de Janeiro.

O livro, publicado pelo Record em 2015, revela, ainda, a construção da joalheria e as inovadoras técnicas de marketing criadas por Hans. É também um livro de estratégia empresarial, ao mostrar como, a partir dos anos 90, a empresa precisou se recriar para sobreviver no mercado. “Eu diria que é um livro para quem gosta de história, para quem gosta de joias e para quem gosta de negócios! Acho que esses interesses estão todos contemplados ali”, diz a autora.

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A jornalista Consuelo Dieguez – Divulgação

Consuelo Dieguez também é autora de Bilhões e Lágrimas, a economia brasileira e seus atores’, que conta a história econômica e empresarial do Brasil nos anos Lula e Dilma, e as consequências de todas as estratégia adotadas (boa parte do que está acontecendo agora foi previsto ali). A jornalista também é co-autora do livro de humor ‘Cuidado. Seu príncipe pode ser uma Cinderela!, um guia prático para indentificar um ‘gay’ no armário.

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H.STERN. UMA ESTRELA DE BRILHO ETERNO

Presente nas principais capitais do mundo, como Nova York, Paris, Londres, Moscou, São Paulo, Rio de Janeiro, Frankfurt, Seoul e Shangai, a H.Stern, retratada no livro de Consuelo Dieguez, é uma empresa familiar, fundada no Rio de Janeiro em 1945 por Hans Stern (1922-2007). A empresa faz internamente todas as etapas de produção de suas joias, desde a busca das melhores gemas e metais, passando pela concepção e design, confecção artesanal das joias, até o lançamento das coleções em suas lojas. As joias são criadas e desenvolvidas por cerca de 300 artesãos, muitos deles criados na casa, onde desenvolvem sua arte há décadas.

À frente da marca está Roberto Stern, filho mais velho de Hans Stern, responsável pelas grandes mudanças ocorridas na H.Stern ao longo das últimas duas décadas. Sob sua gestão, a joalheria deixou de ser reconhecida exclusivamente pela qualidade das pedras preciosas de suas joias para ser lembrada também como empresa de design. Temas como moda, comportamento, arte e arquitetura passaram a inspirar as coleções da marca e parcerias criativas com personalidades de universos distantes do mundo das joias trouxeram ideias inimagináveis para o antes tradicional mercado joalheiro.

Se Hans Stern fundou as bases para o sucesso da empresa, nos anos 40, criando e promovendo o interesse internacional por pedras preciosas coloridas brasileiras, Roberto renovou a imagem da marca. Seu irmão, Ronaldo, divide com ele a condução da empresa, como vice-presidente da organização que conta com quase 3000 funcionários.

Hans Stern - foto site da empresa

Hans Stern – foto site da empresa

 

 

Como transformar uma empresa estabelecida em 'inovador serial'

29 de maio de 2016 0

Por Maximiliano Carlomagno*

Emergiu, recentemente, um mito no campo da gestão da inovação. De que a inovação é exclusividade das startups pois a produtividade da inovação depende da forma como são gerenciados os projetos inovadores. As grandes empresas são indutores decisivos dos avanços tecnológicos e de negócios. Mas, para transformar uma empresa estabelecida em inovador serial, é necessário mais do que um conjunto de novas técnicas de gestão de projetos.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Os últimos anos foram pródigos em disseminar uma nova abordagem e ferramentas para suportar o desenvolvimento de novas ideias e a gestão de projetos inovadores. Se você leu sobre design thinking, lean startup ou business model canvas já sabe que, para atingirem bons resultados, os projetos inovadores precisam ser gerenciados de forma distinta das atividades rotineiras.

Uma série de teorias se consolidaram nesse sentido. Como disse o professor Bob Sutton, de Stanford, o trabalho rotineiro precisa ser previsível, evitar erros e garantir eficiência. Já a inovação lida com a incerteza, erros e variabilidade. A solução passa por aplicar métodos ágeis, que usem da experimentação como forma de gerar conhecimento onde não existe. Você deve buscar insights no campo, entrevistando, observando e imergindo no contexto de seus usuários, como defende Tom Kelley da IDEO. Depois disso, deve identificar as incertezas e ir validando suas hipóteses, claro, como defendeu Eric Eies. Seu projeto inovador terá melhores chances ao tratar todo o modelo de negócio como fonte de oportunidades, como destacou Osterwalder.

E isso funciona? Sem dúvida.

É suficiente para transformar sua empresa em inovador serial? Não.

 

A mecânica de gestão de projetos inovadores envolve uma das dimensões que impactam a produtividade da inovação. Ou seja, aquilo que faz sair mais inovação a cada esforço colocado. A inovação é um fenômeno organizacional dependente de outros elementos que formam um sistema necessário para faze-la acontecer. Dominar o processo e as ferramentas de gestão de projetos é uma das partes desse sistema.

O OCTÓGONO DA INOVAÇÃO

Octógono da Inovação - Innoscience

Octógono da Inovação – Innoscience

A Innoscience consolidou esses elementos numa teoria robusta e aplicada. Denominamos de Octógono da Inovação o conjunto de elementos que compõe esse sistema. Compreender as teorias, pesquisadores e suas prescrições para essas dimensões pode ser decisivo para obter ou não resultados da inovação.

O primeiro passo é ter uma estratégia clara de negócios que permita posicionar o papel da inovação para direcionar que tipo de inovações priorizar. Os melhores inovadores, como defendem Hamel e Markides, pesquisadores da London Business School, são aqueles que estabelecem plataformas para focar a empresa na busca por inovações.

A inovação é uma mentalidade mais do que qualquer outra coisa. Como enfatiza o professor Bill Aulet, com quem tive a oportunidade de estudar na Sloan School do MIT, a cultura come a estratégia no almoço. Inovação requer uma visão distinta dos gestores sobre semear o futuro hoje, mesmo quando isso não lhes beneficia diretamente. Sem a mentalidade adequada, o dia a dia e a operação liquidam a inovação.

O adubo dessa semeadura são as lideranças da empresa que alocam o recurso mais escasso de seus times: a atenção gerencial. Um dos grandes gargalos da inovação é o modelo de time de projeto part-time, onde ninguém é totalmente dedicado. Quanto mais radical é a inovação em relação ao modelo de negócio existente, mais autonomia e separação o time deve ter em relação a estrutura vigente para ter chances de prosperar. O professor Christensen, de Harvard, fez essa prescrição quando estudou a inovação disruptiva no setor de disk drives. Não há como disputar medalha em Olimpíadas treinando 3h, terças e quintas feiras, contra alguém que treina 8h, diariamente. Não há como criar algo realmente novo na sobra de tempo.

Falando em times, sem as pessoas adequadas, cumprindo os diferentes papéis de idealizador, refinador, experimentador e executor, a inovação não acontece. A nossa teoria das competências individuais para inovar evidencia que gerar novas ideias é a parte fácil da inovação. Sem execução, a inovação vira alucinação. Para tanto, é decisivo identificar as competências do seu time e capacita-lo com as ferramentas adequadas para inovar.

No entanto, o dia a dia tira esse sistema de giro mesmo quando ele foi adequadamente estruturado. É nesse momento que a governança dessa estrutura é mais necessária. Não importa se você tem ou não um ‘ministério da inovação’, o importante é ter as atividades e responsáveis claros e estabelecidos.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Time dedicado, estrutura separada, execução e capacitação demandam recursos para sua realização. A forma como as empresas avaliam as oportunidades de inovação e alocam funding precisa condizer com o nível de incerteza, imprevisibilidade e agilidade dos projetos inovadores. Juntar inovação e operação no processo de priorização de oportunidades reduz a chance dos projetos inovadores como atesta a professora Rita McGrath, de Columbia.

O mais interessante é que os recursos financeiros e de conhecimento não estão todos dentro de sua empresa assim como muitas de suas ideias poderão ser melhor monetizadas por outras organizações. Colaborar com universidade, clientes, fornecedores, startups e institutos de pesquisa para aproveitar seus relacionamentos é a melhor forma de se manter sensível às oportunidades e de transformar essas oportunidades em resultado, praticando a ideia do professor Henry Chesbrough de inovação aberta.

Se você já tem clientes, produtos e faturamento, não desanime. Isso é tudo que um empreendedor gostaria de ter. Manter e crescer o seu negócio exigirá que você aborde a inovação de forma estratégica e gerenciada, abrangendo todo sistema que compõe a inovação.

Para tanto será importante ir além do design thinking e lean startup e configurar adequadamente os 8 elementos do Octogono da inovação. Contar com as melhores teorias aumenta a chance de você ter os melhores resultados. Ou prepara-se para ser suplantado por uma startup.

Maximiliano Selistre Carlomagno, colaborador do Mundo dos Negócios na área de inovação, dá dicas e conta o que há de novo sobre o tema nas empresas no Brasil e no exterior. Sócio fundador da Innoscience, Consultoria em Gestão da Inovação, é autor do livro Gestão da Inovação na Prática e do e-book A Prática da Inovação. É mentor Endeavor e presidente do Comitê de Inovação da Amcham.

 

Conheça as marcas mais lembradas no RS

24 de maio de 2016 0

A revista AMANHÃ, em parceria com a Segmento Pesquisas, apresentou hoje os resultados da 26ª edição da mais tradicional pesquisa de lembrança espontânea de marcas. Este ano, o Top of Mind Rio Grande do Sul reconhece as grifes campeãs – e aponta suas desafiantes – em um total de 124 categorias de produtos e serviços. Foram ouvidas 1.200 pessoas em todo o Rio Grande do Sul, que apontaram sua primeira lembrança sobre as marcas.

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Na categoria número 1 da pesquisa – “Grande Empresa/Marca do Rio Grande do Sul” – a primeira lembrança dos gaúchos continua sendo a Gerdau. Líder há 12 anos ininterruptos, a companhia siderúrgica com sede em Porto Alegre e operações em 14 países foi citada por 10,3% dos consumidores.

Há, no entanto, uma novidade no topo. A segunda posição, que pertencia à Tramontina, foi conquistada desta vez pela GM. A montadora instalada em Gravataí acelerou de 5,2% na pesquisa anterior para 8,1% na edição de 2016 e já aparece no retrovisor da líder Gerdau. Mesmo ultrapassada pela GM, a Tramontina não deixa o pódio das grandes marcas. A companhia de Carlos Barbosa, referência mundial em cutelaria, é a terceira colocada, com 5,3% das citações.

Nesta edição do Top of Mind novas lideranças surgiram. A Sodexo passou a ser a marca de convênio refeição com maior presença na memória da população, alcançando 10,2% e ultrapassando a campeã da pesquisa passada, a Refeisul, que atingiu 7,1%. A Samsung consolidou o crescimento dos últimos tempos e assumiu o topo entre as marcas de telefones celulares, com 36,3%, com vantagem de 11,7 pontos percentuais sobre a Nokia, que perdeu 16,1 pontos percentuais em relação à sondagem anterior. A Carraro volta a ocupar o primeiro lugar entre as grifes de móveis mais lembradas, com 19,4%, posição que havia perdido para a Kappesberg na pesquisa anterior.

É interessante observar que entre as marcas de tecnologia, as mudanças acontecem primeiro entre os mais jovens. A Samsung confirmou o crescimento, assumiu a liderança e quebrou a hegemonia da Nokia que, no entanto, permanece líder entre o público com 40 anos ou mais”, diz Ramiro Freire, diretor na Segmento Pesquisas. O cenário é parecido na categoria Computador. “A não lembrança entre pessoas com mais de 40 anos é de cerca de 30%. Esse dado sinaliza para as empresas que é mais fácil conquistar o espaço que não é ocupado por ninguém do que disputar a atenção dos jovens que pulverizam sua atenção entre diversas marcas”. A Dell é campeã com 17,3%, seguida de perto pela Positivo, com 16,8%.

A Farmácias São João é destaque na pesquisa. A rede ultrapassou a Panvel na edição passada e aumentou a vantagem este ano, mas o desempenho da marca está concentrado no interior, vencendo em todas as regiões. A Panvel permanece imbatível em Porto Alegre e na Região Metropolitana.

Outra empresa gaúcha que abre uma diferença importante em relação à segunda posição é a Termolar, há 57 anos no mercado. A garrafa térmica é a mais lembrada por 61,6% dos gaúchos, o que garante 47,6 pontos percentuais de vantagem sobre a Invicta, que detém 14% de nível de lembrança.

“A pesquisa não faz nenhum tipo de indução, mostra o que está na consciência imediata, na ponta da língua da população”,  diz Eugênio Esber, diretor de redação da revista AMANHÃ.

COMO É FEITA A PESQUISA

A Segmento Pesquisas convidou os consumidores a responder à pergunta “Quando eu falo em… qual é a primeira marca que você lembra?”. Dividida entre as categorias Produtos, Serviços, Comunicação, Grande Empresa e Corporativo, a sondagem abrangeu 1200 pessoas com idades entre 16 e 65 anos, de todas as classes sociais, e residentes nas sete mesorregiões do Estado, conforme parâmetros do IBGE.

RESULTADOS TOP OF MIND 2016

GRANDE EMPRESA
1º – Gerdau
2º – GM
3º - Tramontina
4º – Zaffari
5º – Banrisul

TOP CORPORATIVO
Empresa Preocupada com o Meio Ambiente – NATURA

Empresa Pública eficiente – CORREIOS

Empresa que gostaria de trabalhar – RBS

Empresa que Investe na Cultura – RBS

Instituição de Credibilidade – APAE

COMUNICAÇÃO
Blog –  Pretinho Básico

Colunista de Jornal – Paulo Sant’ana

Comunicador de Rádio –  Sérgio Zambiasi

Comunicador Local de TV – Cristina Ranzolin

Emissora de Rádio de Notícias – Gaúcha

Emissora de Rádio de Música – Atlântida

Emissora de TV/Rede de Televisão – RBS/GLOBO

Jornal – Zero Hora

Locutor Esportivo de Rádio – Pedro Ernesto Denardin

Portal de Internet -Google

Programa Local de TV – Jornal do Almoço

Rede Social – Facebook

TV por Assinatura – Sky

PRODUTOS 

Água Mineral – Água Da Pedra

Aparelho celular – Samsung

Ar condicionado – Consul

Arroz – Tio João

Automóvel – Gol

Biscoito – Isabela

Café – Melitta

Caminhão – Mercedes-Benz

Carne – Friboi

Cerveja – Skol

Chocolate – Nestlé

Cimento – Votoran

Colchão – Ortobom

Computador – Dell

Erva-mate – Vier

Ferramentas – Tramontina

Frango – Sadia

Garrafa Térmica – Termolar

Isotônico – Gatorade

Leite – Elegê

Máquina agrícola – Massey Ferguson

Motocicleta – Honda

Massa – Isabela

Móveis – Carraro

Pão – Nutrella

Perfume – O Boticário

Pisos e azulejos – Eliane

Queijo – Santa Clara

Refrigerante – Coca-cola

Sapato Feminino – Azaléia

Sapato Masculino – Pegada

Tablet  - Samsung

Talheres – Tramontina

Tênis –  Nike

Tintas – Renner

Tubos e Conexões – Tigre

Vinho – Jota Pe

SERVIÇOS
Agência de Viagem  - CVC

Banco – Banrisul

Banda Larga – Oi

Caderneta de Poupança – Caixa Econômica Federal

Cartão de Crédito – Visa

Companhia Aérea – Tam

Consórcio – Colombo

Cooperativa de Crédito – Sicredi

Empresa de ônibus intermunicipal – Unesul

Máquina pagamento eletrônico – Cielo

Montadora – Chevrolet/GM

Operadora de Telefonia Celular – Vivo

Operadora de Telefonia Fixa – Oi

Plano de Saúde – Unimed

Plano Odontológico – Uniodonto

Previdência Privada – Bradesco

Rede de Farmácias – São João

Rede de Lojas de calçados – Paquetá

Rede de Lojas de eletrodomésticos – Colombo

Rede de Lojas de roupas – Renner

Rede de posto de gasolina – Ipiranga

Refeição Convênio – Sodexo

Seguradora – Bradesco

Supermercado – Big

Time de futebol – Grêmio

Transportadora – Mercúrio

Universidade privada PUCRS

Universidade pública – UFRGS

Top Porto Alegre está de volta
AMANHÃ e Segmento voltaram a unificar as pesquisas Top of Mind Rio Grande do Sul e Top of Mind Porto Alegre em uma mesma edição e um mesmo evento de premiação. A pesquisa na capital gaúcha ouviu 600 consumidores sobre grifes incorporadas ao cotidiano da cidade.

Veja os resultados:

Bar – Bar do Beto

Clínica Médica – Unimed

Centro Cultural – Casa de Cultura Mário Quintana

Centro de Eventos – FIERGS

Churrascaria – Barranco

Cinema – GNC

Clube Social – Sogipa

Colégio – Júlio de Castilhos

Construtora/Incorporadora – Goldsztein

Cursos de Línguas – Yázigi

Cursos Pré Vestibular – Unificado

Empresa de Mudanças – Granero

Empresa de ônibus – Carris

Empresa de Segurança – Rudder

Empresas de Estacionamento – Safe Park

Escola de Samba – Imperadores do Samba

Hospital – Hospital de Clínicas

Hotel – Plaza São Rafael

Imobiliária – Guarida

Laboratório de Análises Clínicas – Weinnmann

Lavanderia – Chuá

Livraria – Globo

Locadora de Veículos – Localiza

Loja de Cozinhas – Colombo

Loja de Decoração – Tok Stok

Loja de Material Esportivo – Paquetá

Loja de Roupa Jovem – Gang

Loja Especializada em Vinhos – Zaffari

Motel – Botafogo

Museu – PUC

Óptica/Joalheria – Diniz

Restaurante – Tirol

Revenda de Automóveis – Panambra

Revenda de Carro Importado – Hyundai

Shopping Center – Iguatemi

Teatro – São Pedro

Cerimônia de Premiação - O jantar de premiação dos vencedores acontece no Salão de Festas da Sogipa, dia 31 de maio, às 19h. A cerimônia reúne empresários e executivos das mais importantes empresas gaúchas.

Data: 31 de maio de 2016
Local: Sogipa | Salão de Festas – Rua Barão do Cotegipe, 415 – Porto Alegre/RS
Horário: das 19h às 21h (os agraciados deverão chegar às 18h30)
Formato: Jantar com premiação dos vencedores do Top of Mind RS 2016.
Traje: Passeio Completo
Ingressos:
Para adquirir ingressos avulsos ou mesas para o evento de premiação, basta entrar em contato pelo telefone 51.32303519 ou pelo e-mail bruna@amanha.com.br.

Acesse os resultados completos em www http://topofmindamanha.com.br/

Como reter taletos? E proteger sua empresa contra 'cyber attacks'?

21 de maio de 2016 0

Perguntas como essas, muito atuais e de  interesse de empresas das mais diferentes áreas, tem sido o ponto de partida para seminários promovidos pela Amcham Porto Alegre. Esses eventos tem atraído um grande público e o Mundo dos Negócios conta aqui um pouco do que tem sido discutido por lá para que você, leitor, conhecer novas ideias. Katy Zambotto,  gerente de recursos humanos da Natura, por exemplo, falou essa semana que as empresas devem ter muita flexibilidade para manter talentos.

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Katy Zambotto – Divulgação Faro Comunicação

Segundo a palestrante, identificar e qualificar talentos é fundamental e , para isso, a trajetória pessoal do candidato é fundamental. Ela revela afinidades com a cultura da empresa tanto ou mais importantes que o conhecimento técnico. “A pessoa não deixa a vida pessoal de fora. Ela leva essa bagagem para dentro do trabalho”, disse. Psicóloga, ela abordou as expectativas das novas gerações e o uso das redes sociais, sobretudo o whatsapp. As ferramentas tornam as decisões mais dinâmicas, mas podem ser exclusivas se não trabalhadas da forma correta nas empresas. Para  Zambotto, muitos jovens têm mais consciência do seu papel em um negócio do que pessoas mais experientes.

Utilizando o exemplo da Natura, ela defendeu que grandes empresas precisam se reestruturar para alcançar as pessoas certas nos processos seletivos. O modelo tradicional de “comando e controle” das equipes foi criticado. “A nova geração não responde a esse modelo”, diz a gestora. Flexibilidade e compreensão das necessidades individuais dos funcionários é fundamental, já que com mais qualidade de vida, a equipe produz melhor.

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Seminário Amcham – Divulgação Faro Comunicação

Outro seminário abordou estratégias de proteção contra cyber attacks e vazamento de informações, uma pauta que está entre as principais preocupações de grandes empresas. Ilton Duccini, Gerente Sênior de Cybersecurity na EY, apresentou a Pesquisa Global da EY sobre Segurança da Informação e debateu com Jeferson Prevedello, Gerente de Segurança da Informação na GetNet, e o empreendedor da área de TI Carlos Dottori. O coordenador do Comitê, Edson Fonseca, mediou o seminário.

Ilton Duccini criticou a estagnação de estratégias e defendeu que as empresas devem investir em formas de antecipar os ataques, pois novas ameaças do setor digital surgem diariamente. O gerente da Cybersecurity ainda ressaltou que o setor de segurança da informação e a diretoria devem manter um bom diálogo: “É necessário que o tecnologuês seja traduzido para o executivês”, brincou. Com mais conhecimento sobre o tema, a diretoria é capaz de tomar a frente de decisões estratégicas.

O estudo revelou que as empresas têm se preocupado mais com organizações criminosas, que buscam roubar dados de clientes. Há dois anos, acreditava-se que os próprios funcionários eram a principal ameaça. Informações detalhadas sobre os resultados da pesquisa podem ser acessados em: ey.com/giss.

De acordo com Prevedello, os ataques são praticamente inevitáveis e, por isso, busca-se impedir que os invasores saiam do sistema, a fim de identificá-los. O acesso a informações pessoais, através das redes sociais, foi apontado como um dos principais problemas de segurança. Coletando dados dos funcionários, é mais fácil enganá-los com e-mails falsos, por exemplo. A dica dos experts é manter as informações bloqueadas na rede.

 

Vinícola gaúcha é 1a da América Latina 100% movida a energia solar

19 de maio de 2016 1
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Painéis Solares – Vinícola Guatambu – foto: Alexandre Teixeira

Um parque solar com mais de 600 placas (painéis foto-voltaicos) está em funcionamento desde meados de maio na Guatambu Estância do Vinho, em Dom Pedrito. A segunda edição do vinho Épico iniciou seu envase com 100% de energia limpa. O parque tornou a Guatambu a primeira vinícola da América Latina a ser movida a energia solar. O projeto esteve em período de teste a partir de 2013, com 18 painéis instalados fornecendo parte da energia para as instalações.

A radiação solar na região da Campanha Gaúcha é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, que é um dos líderes no uso da energia fotovoltaica. Apesar dessas condições favoráveis, o uso de energia solar para geração elétrica ainda é pouco considerado como uma opção para alimentar indústrias e residências. “Na região da Campanha, temos em média 3.200 horas de sol durante o ano, uma energia que chega de forma gratuita, limpa, silenciosa e inesgotável”, conta o sócio-proprietário da Guatambu, Valter José Pötter. “Para se ter uma ideia, uma hora de sol na superfície da Terra contém mais energia do que o planeta utiliza em um ano”.

O principal objetivo do projeto de energia solar é fazer  com que o empreendimento seja gerador da sua própria energia, aproveitando a nova resolução normativa da ANEEL. Ela estabelece o sistema de compensação de energia elétrica no Brasil, possibilitando que os consumidores possam reduzir custos de eletricidade construindo seus próprios geradores com até 1MW de potência instalada e realizem uma compensação do que foi produzido e trocado com a rede de distribuição, abatendo mensalmente os valores na fatura de energia.

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Familia Potter – Foto: Alexandre Teixeira

O investimento de R$ 1,5 milhões tem previsão de retorno em oito anos. Além de economia de energia elétrica, o sistema registra a redução na emissão de CO2 e devolverá à rede de energia a produção sobressalente que não for utilizada. “Nosso consumo no pico é de 20 mil quilowatts por mês. Com a instalação do sistema fotovoltaico, vamos garantir uma economia financeira, de energia e ganhos ecológicos”, afirma Pötter. “Nossa trajetória empresarial sempre foi norteada pela inovação e sustentabilidade econômica, social e ambiental dos empreendimentos. No caso da vinícola não poderia ser diferente”. As placas também servirão como cobertura do estacionamento, na entrada da propriedade. Todos equipamentos foram importados de empresas da Itália e Alemanha.

O próximo passo é tornar o negócio vitivinícola pioneiro na utilização do Selo Solar. “É muito importante destacar nossa preocupação com o meio ambiente aos nossos clientes. Com o selo, ele terá a informação de que está consumindo um produto fabricado utilizando a energia limpa”, diz.

A vinícola também busca a sustentabilidade no fornecimento de água do local. Reservatórios foram construídos para captar água da chuva, que é utilizada, por exemplo, para a irrigação dos jardins. Outra parte segue para estação de tratamento, construída dentro dos padrões da Organização Mundial da Saúde, produzindo 500 litros de água potável por hora, que é utilizada para no complexo industrial e enoturístico. Nos vinhedos, em 2014, a sócia-proprietária e enóloga da Guatambu, Gabriela Hermann Pötter, implementou um projeto-piloto com uma técnica sustentável e ecológica no controle de doenças fúngicas, com a utilização de micro-organismos que combatem naturalmente os fungos sem o uso de químicos.

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Parque Solar – Foto: Alexandre Teixeira

 

Vantagens da energia solar

· Redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida;

· Baixo impacto ambiental ;

· Fornecimento de maiores quantidades de eletricidade nos momentos de maior demanda (ex.: o uso de condicionadores de ar e dos sistemas de refrigeração dos tanques e câmaras frias é maior no verão, quando há maior incidência solar e, consequentemente, maior geração elétrica solar);

· Rápida instalação, devido à sua grande modularidade e curtos prazos de instalação

· Energia limpa, sem resíduos

· Sem ruídos

· Inesgotável

· Ilimitada

Desvantagens

· Investimento alto – em média R$7.500,00/Kwp

· Retorno a médio prazo

· Variações de produção conforme luminosidade

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Sobre a Guatambu

Com sede em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, coração do pampa, na fronteira com o Uruguai, a Guatambu é uma vinícola boutique com administração familiar, que produz em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas desde 2003.

A empresa conta com um complexo enoturístico, que engloba área de produção, auditório, sala de degustação, salão com parrilla para eventos e loja.

Empresas de comércio e serviço querem retomada do crescimento

19 de maio de 2016 0

O que acontece quando sete entidades que representam mais de 20% dos empregos formais do país, cerca de 16% do PIB, com R$ 1 trilhão de faturamento, mais de 90% das vendas do food service, 83,7% das vendas da indústria de alimentos e bebidas, quase 65% das vendas por meios de cartões de crédito e débito no Brasil se unem? Elas ganham força. E é com essa representatividade que a União Nacional de Entidades do Comércio e Serviço (UNESC) pretende atuar para reverter uma crise que afeta em cheio as empresas desses setores. Esse foi um dos principais recados deixados pelo presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), George Teixeira Pinheiro, que esteve em Porto Alegre esta semana e , na quarta-feira, falou no Tá na Mesa, Federasul. A CACB é uma das entidades que integra a União e, sozinha, representa 2 milhões de empreendedores no País, mais de duas mil Associações Comerciais e 27 Federações. “Nós representamos uma enorme força econômica, mas não tínhamos peso correspondente nas decisões nacionais”, diz Pinheiro. “Juntos, podemos lutar como fazem as grandes empresas”.

UNECS

A UNESC foi criada há menos de dois anos, mas está ganhando força com a participação de representações de todos os estados na Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo da Câmara Federal, criada em 2015, com o objetivo de organizar uma força legislativa que auxilie na formulação de diretrizes que apoiem os setores de Comércio e Serviços, tais como: simplificação da carga tributária, regulação dos meios de pagamento, estímulo à qualificação profissional, empreendedorismo e desburocratização, entre outros. “Essa iniciativa nasceu do esforço das sete entidades empresariais que criaram a União de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS) para atuar junto aos parlamentares, via lobby transparente e legítimo, na melhoria dos ambientes dos negócios”, diz Pinheiro. Para ele, o governo de Michel Temer tem plenas condições de promover o crescimento porque “o Brasil tem pressa”.

FEDERASUL - Porto Alegre, RS - 18/05/2016.

Pinheiro e a Presidente da Federasul, Simone Leite Foto: Divulgação

Entre as bandeiras da UNECS estão, ainda, a redução de impostos, a flexibilização da legislação trabalhista com atividade intermitente e a redução das taxas cobradas pelas operações de cartão de crédito e débito. “Precisamos sair da posição cômoda de criticar para apoiar e acompanhar a proposição de leis que melhorem o ambiente para os negócios”, defendeu Pinheiro.

O palestrante do “Tá na Mesa” também destacou que é preciso que os governos locais, estaduais e Federal facilitem a abertura e manutenção das empresas, que muitas vezes são inviabilizadas pela alta carga tributária. E também lembrou que é assustador o número de empresas que estão fechando no Brasil inteiro por causa da crise. “Somente nos shopping centers há 12.300 lojas fechadas no Brasil”, diz. E há outros 53 shoppings em construção ou já prontos com lojas desocupadas.

UNIÃO TAMBÉM É  FOCO DA NOVA PRESIDENTE DA FEDERASUL

Unir e integrar as associações comerciais de todo o Rio Grande do Sul é a meta da nova presidente da Federasul, Simone Leite. Além de ser a primeira mulher à frente da entidade, ela é a primeira dirigente que vem de uma associação comercial do interior (Canoas) em 88 anos. A Federasul congrega 190 associações que representam 70 mil empresas em todo o Rio Grande do Sul, divididas em 24 regiões. “Eles precisam ter voz ativa”, diz Leite. “O silêncio e a omissão não são mais tolerados”.  O Blog Mundo dos Negócios vai mostrar posteriormente como a Federasul vai atuar para integrar os empresários de todo o estado para fortalecer a luta de todos eles por melhor infra-estrutura no estado, menos impostos e mais ética. “Num momento de crise, o Rio Grande do Sul aumentou impostos, afugentando investimentos e há até empresas deixando  o estado“, lembra a presidente.

 

 

Conheça SPROUT, o lápis que se planta

16 de maio de 2016 0

Por Fernando Naiditch*

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Imagem: blazeweek.com

O empreendedor Michael Stausholm sempre soube reconhecer um bom negócio no meio de tantas ideias e produtos que aparecem no mercado americano a toda hora. Em 2012, quando ele viu uma Kickstarter lançada por três alunos do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ele sentiu que estava diante de algo não só inovador, mas com um futuro garantido. A ideia dos alunos do MIT parecia simples: um lápis feito com madeira sustentável que pode ser plantado após o uso. Na ponta do lápis, onde tradicionalmente se encontra uma borracha, agora se encontra uma cápsula que dissolve facilmente espalhando sementes na terra.

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Michael Stausholm, o CEO da SPROUT – Imagem: money.cnn.com

Na época, Michael trabalhava como consultor de várias indústrias que buscavam formas de se adaptar aos novos tempos e desenvolver projetos de sustentabilidade, produção responsável e ecologicamentre apropriada. Muitas empresas americanas, de olho nas mudanças no mercado e nas atitudes do consumindor, passaram a se preocupar com sustentabilidade, mas nem todo mundo ainda entende o que isso significa ou como efetivamente desenvolver ideias e produtos que sejam sustentáveis.

De acordo com a agência de proteção ambiental americana (EPA – Environmental Protection Agency), sustentabilidade é baseada em um princípio simples: tudo o que necessitamos para a nossa sobrevivência e bem-estar depende, direta ou indiretamente, do meio ambiente. Sustentabilidade implica em criar e manter as condições necessárias para que homem e natureza possam co-existir em uma harmonia produtiva que garanta a preservação de ambos nesta e em futuras gerações.

O que está em jogo é o futuro do planeta que habitamos. Se, por um lado, todos parecem compreender a importância de atos como reciclagem e reaproveitamento de materiais e produtos, por outro, é preciso criar políticas que protejam o meio ambiente e desenvolver práticas que garantam maior impacto ambiental, social e econômico.

Esta é exatamente a ideia da SPROUT e, como diz Michael, “o lápis SPROUT é uma excelente ilustração do princípio de sustentabilidade. Ele representa a forma como utilizamos um produto e quando ele não tem mais utilidade, ao invéz de jogar no lixo, nós o reaproveitamos. No caso do lápis, você o planta e literalmente está dando a ele uma vida nova.”

Michael comprou a SPROUT e adquiriu os direitos e a patente do design do lápis. Ele hoje dirige a empresa com escritórios em Boston e na Dinamarca, sua terra natal. Em 2015, a SPROUT vendeu 1.7 milhões de lápis e em 2016, os lucros devem chegar a 1 milhão de dólares.

O gráfico abaixo demonstra como é simples utilizar o lápis da SPROUT. Depois de ser usado, o lápis é plantado na terra e se transforma em uma variedade de ervas, vegetais e até mesmo flores comestíveis:

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O Começo

A verdade é que Stausholm chegou a duvidar de si mesmo ao investir na ideia dos alunos do MIT. Muitos empresários o desencorajaram e muitos amigos achavam que investir em um lápis plantável era uma coisa maluca. O primeiro ano foi realmente difícil e demorou até a empresa começar a dar algum lucro e a ter visibilidade.

Mas o apelo ecológico do lápis e a versatilidade em se transformar em vários tipos de plantas se tornou um apelo “fashion” e quem achava que ninguém mais usa lápis acabou se enganando. Só em 2015, mais de 13 bilhões de lápis foram produzidos no mundo. Numa sociedade cada vez mais tecnológica, as pessoas parecem querer dar uma pausa, e o lápis acabou se tornando um instrumento útil nessa busca de serenidade. É o que explica o tamanho sucesso que fizeram os livros para colorir. A SPROUT não deixou por menos e criou uma linha de lápis coloridos para os apreciadores da moda de colorir como forma de combater o stress ou mesmo como forma de lazer.

O Sucesso

O revival do lápis se dá também nas escolas, principalmente as primárias, onde ainda se ensinaa ler e a escrever utilizando um lápis.
Além disso, vários professores viram na ideia um potencial para o ensino de ciências e, é claro, de trazer a discussão sobre sustentabilidade para dentro das salas de aula. A SPROUT vende lápis para diversos distritos escolares e secretarias de educação que vêem na empresa uma possibilidade de transformar o lápis em currículo escolar. A SPROUT também é uma das patrocinadoras do Earth Day (22 de abril) nos Estados Unidos.

Os lápis coloridos custam em média US$19.61 para o conjunto com oito. O conjunto de oito lápis pretos sai por US$18.09, e uma combinação com três lápis sai por US$7.45. Veja, por exemplo, a combinação abaixo para quem quer iniciar uma pequena horta. No pacote tem cilantro, hortelã, manjericão, salsinha, salva, alecrim, tomilho e aneto.

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Imagem: pencilrevolution.com/2014/07/review-of-sprout-pencils

Todos os lápis da SPROUT são feitos de madeira de cedro sustentável, o que significa que para cada árvore derrubada, uma nova é plantada. A ideia é que o consumidor se engage no processo de produção e plante seu lápis após utilizá-lo.

Apesar de serem vendidos em 60 países, o mercado principal dos lápis SPROUT ainda é a Europa. Mas a empresa está crescendo rapidamente e novos produtos estão sendo criados. Por exemplo, o que você faz com os milhares de cartões de Natal que você recebe todo final de ano? Bem, se você comprar os cartões da SPROUT é só plantá-los e você pode transformá-los numa horta particular. Os cartões, testados neste último Natal, agora serão lançados para qualquer ocasião. As sementes são colocadas dentro do papel reciclado que é utilizado para fazê-los.

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Imagem: money.cnn.com

“A maioria das empresas que desenvolvem processos do sustentabilidade focam em reciclagem. Mas nós não vemos muitos produtos com um uso totalmente diferente do original no mercado,” afirma Michael Stausholm, “Nós não podemos salvar o mundo, mas nós podemos tentar fazer uma diferença a cada dia comprando produtos orgânicos e sustentáveis.”

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Imagem: blazeweek.com

*Fernando Naiditch é doutor em Educação Multilingue e Multilcultural pela Universidade de Nova York (NYU). Mora em Nova York ha 16 anos e atualmente é professor na Montclair State University.

Aurora lança campanha com arte feita de vinho

13 de maio de 2016 0

As peças da nova campanha da Marcus James, da Vinícola Aurora – criada pela Paim Comunicação – têm desenhos feitos com o vinho tinto da marca pelo artista plástico Moisés Lessa Bettim. Elas reproduzem o conceito “Menos regras, mais Marcus James” e é um convite para os consumidores quebrarem regras.

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A ideia é mostrar que não é preciso ser enólogo para apreciar um bom vinho e que a vida pode ser mais leve e descontraída quando se deixa de lado alguns rituais. As peças ainda revelam a variedade de vinhos da marca, elaborados com diferentes varietais.

Vinícola tem dois espumantes no TOP 100 do mundo em 2016

Pelo terceiro ano consecutivo, a Aurora tem dois de seus rótulos no ranking da Associação Mundial dos Jornalistas e Escritores de Vinho (WAWWJ). A eleição dos 100 melhores vinhos do mundo é baseada no desempenho apresentado em concursos internacionais durante o ano passado. A Aurora aparece com dois dos quatro vinhos brasileiros nessa seleção. Este ano, os vinhos da Aurora no TOP 100 do mundo são os espumantes Aurora Chardonnay Brut e o Aurora Moscatel Branco.

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De acordo com as informações divulgadas no site da WAWWJ, a entidade apurou os resultados de mais de 400 concursos e um total de 680.930 amostras que deles participaram. A Vinícola Aurora é a mais premiada do Brasil nos concursos internacionais, com 519 medalhas conquistadas até hoje.

Novo Gerente Regional da Amcham acredita em reversão de ânimo

12 de maio de 2016 0

O novo Gerente Regional da Amcham (American Chamber of Commerce for Brazil), está confiante de que a mudança do comando em Brasília pode significar uma retomada econômica para o país. “Se o novo governo conseguir injetar um novo ânimo nas pessoas, vai reativar a economia e conseguir virar a página”, diz Marcelo Borges Rodrigues, um advogado de apenas 29 anos, que está cursando o mestrado em Direito Internacional dos Negócios na UFRGS e tem um tremendo espírito empreendedor. E, se você pensa que ele é muito jovem, saiba que a média de idade dos membros de sua equipe é de 23 anos. Rodrigues assume o comando da entidade, da qual já foi treinee, num momento turbulento mas, segundo ele, cheio de oportunidades.

Marcelo Borges Rodrigues – foto: Ana Paula Dixon

A Câmara Americana de Comércio sempre procurou contribuir em áreas decisivas para influenciar políticas públicas e promover as melhores práticas empresariais, como já mostramos anteriormente aqui no blog. “Nosso foco é melhorar o ambiente de negócios e criar conexões no mercado,  diz Rodrigues. “A gente acredita que conectando pessoas das mais diferentes áreas que participam dos eventos que oferecemos, vamos disseminar informações relevantes para os negócios de todas elas“. Um grande diferencial da Amcham é não ser uma entidade setorial. Ela conta com 560  empresas associadas dos mais diversos setores da economia e promove cerca de 15 eventos por mês! Nessas ocasiões, mais ou menos 20 mil empresários e executivos se relacionam.

O CEO Fórum,  por exemplo, o maior evento promovido pela Amcham, reune mais de mil pessoas e já contou com palestrantes como os consultores indianos Ram Charan (autor de ‘O líder criador de líderes’,  entre outros títulos) e Raj Sisodia (cofundador do Capitalismo Consciente, corrente que incentiva líderes a repensar porque as empresas existem) e David Ulrich, a maior autoridade em liderança e Recrusos Humanos da atualidade. “Esse é um evento de altíssimo nível para discutir pautas empresariais“, diz Rodrigues. A próxima edição do CEO Fórum ocorre em junho (aguarde novidades aqui no blog).

Empreendedorismo no sangue

O novo Gerente Regional da Amcham foi sócio-diretor e um dos fundadores da Egalitê Recursos Humanos Especiais, empresa que promove a inclusão de pessoas com necessidades especiais no mercado de trabalho, vencedora de prêmios de inovação. Além de ajudar a revelar as habilidades das pessoas com deficiência, ela ajuda o empregador a receber esses trabalhadores. Mais recentemente, criou a Vaga Exata, uma spin-off da Egalitê, focada no mercado de recrutamento de pessoas por meio de software on line.

 

 

Sarandi aposta na inovação contra a crise

10 de maio de 2016 0

 

 

Novas embalagens - divulgação

Novas embalagens – divulgação

O principal produto da empresa gaúcha Sarandi ainda é a mesma água mineral da fonte descoberta na década de 40 pelo fundador Mário José Zandoná. Mas às vésperas de completar 70 anos, a terceira geração da família à frente da companhia está investindo numa nova identidade visual e em novos produtos para garantir um crescimento estimado em 20% sobre o faturamento de 150 milhões de reais de 2015. “Vamos ficar lamentando ou vamos enfrentar esse negócio?”, pergunta o diretor comercial Jairo Alberto Zandoná. Ele mesmo tem a resposta: “Estamos mudando todas as embalagens, rótulos e logomarcas e lançando novos produtos”.

Com sede na pequena Barra Funda, a 12 quilômetros de Sarandi, no norte do Rio Grande do Sul,  região do Alto Uruguai, a empresa é responsável por mais de 10% dos empregos na cidade de  2.500 habitantes e por 60% da arrecadação do município.

 

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Da água à cerveja

A água mineral, das marcas Sarandi e Floresta, é responsável por 40% do faturamento da empresa. Outros 40% são provenientes da venda de sucos, refrigerantes e energéticos e 20% da cerveja da marca Província. A Sarandi entrou no segmento de cerveja apenas em 2013, com a aquisição de uma fábrica de Santa Maria, mas pretende crescer muito com ele.

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Para modernizar suas marcas, a empresa contratou um dos designers de embalagens de maior destaque no país, Lincoln Seragini, e investiu 3,5 milhões de reais em pesquisa, desenvolvimento, maquinário, tecnologia e marketing. Também contratou 50 novos funcionários nos últimos 12 meses. “É o maior projeto da empresa em 70 anos, uma reformulação completa focada no crescimento e fortalecimento de mercado”, diz Zandoná.

As novidades

A empresa redesenhou totalmente sua linha de água mineral e refrigerantes. O novo formato das garrafas, além de facilitar o manuseio, proporcionou redução no peso total do produto e menos consumo de PET (plástico utilizado na confecção das garrafas). “Vamos economizar 250 toneladas de PET por ano com as novas embalagens”, diz Zandoná.  Somente na garrafa de dois litros de refrigerante, a empresa vai utilizar 4 gramas a menos de plástico, sem comprometer sua firmeza. “Serão as embalagens com menor peso em uso no Brasil”.

A Sarandi também está lançando a água mineral Floresta Ativa, com uma embalagem inovadora, projetada para quem pratica exercícios. A garrafa é anatômica, vem com uma alça e está disponível nas cores rosa, verde, azul e cristal. Este novo produto, voltado para o crescente mercado de fitness, será comercializado em todo o país. Atualmente, a marca está presente nos três estados do Sul, além de São Paulo e Mato Grosso.

A campanha de lançamento – que inclui anúncios, jingles e material de ponto de venda – foi criada pela agência gaúcha Martins+Andrade.

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