Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de janeiro 2017

Em momento bom para PPPs, Ajuris ensina como fazer

30 de janeiro de 2017 0

Quer compreender melhor a legislação e outras questões que envolvem os contratos de Parcerias Público-Privadas (PPP)? A Escola da Ajuris vai promover, entre 7 de março e 11 de abril,  sempre às terças e quintas-feiras, um curso presencial sobre o assunto. As inscrições estão abertas até 3 de março.

Desde meados dos anos 2000, uma lei federal regula as Parcerias Público-Privadas no Brasil. Uma PPP é um contrato de prestação de obras ou serviços não inferior a R$ 20 milhões, com duração mínima de 5 e no máximo 35 anos, firmado entre empresa privada e o governo federal, estadual ou municipal.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

As Parcerias Público-Privadas surgiram na Inglaterra, no início da década de 1990, com um Programa Governamental de Incentivo ao investimento privado no setor público – Private Finance Initiative (PFI). Depois, os demais países do Reino Unido e, em seqüência, Canadá, Portugal, Chile, Itália, Alemanha, África do Sul, dentre outros, implementaram programas semelhantes.

No Brasil, o Estado de Minas Gerais foi o primeiro a instituir o seu Programa de Parcerias Público-Privadas. Como a própria sigla diz: “é uma parceria entre a Administração Pública e a iniciativa privada, com o objetivo de fornecer serviços de qualidade à população, por um largo período de tempo.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Momento é propício para as PPPs. Mas você sabe como fazer?

Em um cenário de grave crise nas finanças, as parcerias público-privadas (PPPs) surgem como alternativas para a manutenção dos serviços públicos e operação das empresas.  O coordenador do curso da Escola da Ajuris, Luis Fernando Oliveira,  procurador Nacional da Fazenda da 4ª Região, diz que todas as pessoas que vão atuar nessa área devem ter bom preparo e capacidade de analisar, fomentar e construir os contratos de forma eficiente. Ele explica que o curso será focado não apenas na discussão, mas na análise e resolução de problemas. Certo de que de as PPPs são iniciativas importantes entre as medidas possíveis para retomar o crescimento econômico, ele salienta que a crise fiscal não é vivida apenas pelos Estados mas também pela União.

Além da atualização sobre as normas em vigência no país, a capacitação fará a análise de casos em aula ministrada pelo secretário de Parcerias Estratégicas da Prefeitura de Porto Alegre, Bruno Vicente Becker Vanuzzi.  Procurador do Estado, Vanuzzi já atuou como agente setorial na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do RS e, desde o começo do ano, com a troca da gestão municipal, está no comando da pasta estratégica para a Capital.

Palestrantes do curso: Aloisio Zimmer Junior, Luciano Benetti Timm, Marcos Nóbrega, Mauricio Portugal Ribeiro, Milton Stella e Tarcila Reis

Inscrição e outras informações: http://www.escoladaajuris.org.br/esm/cursos-tematicos/product/171-parceria-publico-privada

Começa a diminuir pessimismo na indústria da construção

26 de janeiro de 2017 0

Os empresários da construção civil começam 2017 menos pessimistas do que em 2016. Na primeira quinzena de janeiro, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) fez uma pesquisa com 523 empresas da área da construção civil, sendo 159 pequenas, 238 médias e 126 de grande porte. Segundo o levantamento, diminuiu o pessimismo na indústra da construção, o que pode trazer um pouco de alívio ao setor, que enfrenta sucessivas quedas na atividade e no emprego e elevada ociosidade.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Embora todos os indicadores de expectativas para os próximos seis meses estejam abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa as perspectivas positivas das negativas, há uma melhora em relação a janeiro de 2016. O índice de expectativas sobre o nível de atividade subiu de 37,7 pontos em janeiro de 2016 para 47,4 pontos neste mês. No mesmo período, o indicador de expectativa de número de empregados aumentou de 37,0 pontos para 45,7 pontos e o de novos empreendimentos e serviços passou de 37,1 pontos para 46,6 pontos.

Se as perspectivas dos empresários para os próximos seis meses se concretizarem, o setor terá um “certo alívio” ao longo deste ano, segundo a pesquisa. De acordo com a economista da CNI, Flávia Ferraz, a situação da indústria da construção é muito delicada. A melhora das expectativas é resultado do desempenho de alguns indicadores da economia, como a queda da inflação e da taxa de juros. “A redução dos juros tem impacto direto na construção, porque o setor depende de financiamentos”, diz a economista.

As perspectivas menos pessimistas também se refletiram sobre a disposição dos empresários para investir. O índice de intenção de investimentos aumentou de 25,9 pontos em dezembro de 2016, para 27,7 pontos em janeiro de 2017. Mesmo assim, continua muito abaixo da média histórica, que é de 35,2 pontos. O índice varia de zero a cem pontos. Quanto maior o indicador, maior é a propensão para os investimentos.

Mesmo com a melhora nas perspectivas, a indústria da construção repetiu em dezembro de 2016 o fraco desempenho dos meses anteriores, com atividade e emprego em queda. O indicador de nível de atividade caiu para 37,9 pontos e o de emprego recuou para 36 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo dos 50 pontos indicam queda na atividade e no emprego.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Com isso, o setor operou, em dezembro, com 44% das máquinas, dos equipamentos e do pessoal parados. A utilização da capacidade de operação ficou em 56% pelo terceiro mês consecutivo. O percentual está 6 pontos abaixo da média histórica para o mês de dezembro.

O levantamento mostra ainda que os empresários da construção fecharam 2016 insatisfeitos com as finanças das empresas. O indicador de satisfação com o lucro operacional ficou em 31,7 pontos e o de satisfação com a situação financeira foi de 36 pontos no terceiro trimestre do ano passado. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo de 50 mostram que os empresários estão insatisfeitos.

Além disso, as condições para obtenção de financiamentos bancários pioraram. O índice de facilidade de acesso ao crédito caiu 3 pontos do terceiro para o quarto trimestre e ficou em 25 pontos, muito abaixo da linha divisória dos 50 pontos que separa a facilidade da dificuldade de acesso ao crédito.

OBSTÁCULOS

De acordo com a pesquisa, a demanda interna insuficiente, assinalada por 39,3% dos entrevistados, a elevada carga tributária, com 36,1% das menções, e as altas taxas de juros, com 34,9% das respostas, foram os principais problemas enfrentados pelo setor no quarto trimestre de 2016. Em seguida, os empresários citaram a falta de capital de giro e a inadimplência dos clientes.

 

Conheça 5 tendências da educação executiva

24 de janeiro de 2017 0

Por Maximiliano Carlomagno*

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

O primeiro treinamento corporativo a gente nunca esquece. O meu foi sentado numa classe que me lembrava o colégio, com apostila impressa e quadro branco. Um instrutor caído de paraquedas. Eu não havia sido preparado sobre o que eu iria encontrar, menos ainda sobre o que deveria fazer com o que saísse de lá. Resultado: Não lembro de absolutamente nada. Nunca apliquei o que deveria ter aprendido.

Não sei se você sabia mas as empresas gastam 100 bi de dólares por ano em treinamentos corporativos. Por incrível que pareça, muitos deles são feitos de modo similar ao que eu participei há 20 anos atrás.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

 

De lá pra cá, tive a oportunidade de vivenciar, praticamente, todos os formatos disponíveis de capacitação. Presencial, online, formal, informal, de curta e longa duração. Fiz desde cursos em Berkeley, Stanford, Columbia e MIT até programas da Perestroyka, Casa do Saber, Amana-Key e Academia Draft. Também tive experiências mais acadêmicas, como a pós graduação e o mestrado. Depois do mestrado, passei a ministrar aulas em programas de pós graduação na área de negócios. Por fim, na Innoscience, realizamos programas in company, online, palestras e workshops sobre inovação corporativa para grandes empresas. Sentei dos dois lados do balcão, digo, da sala de aula. Não é fácil identificar que os modelos atuais estão ultrapassados.

A educação, especialmente a executiva, está em profunda transformação em função da nossa mudança de comportamento e da revolução digital. Pesquisa recente com os principais responsáveis por treinamento e desenvolvimento em grandes empresas evidenciou desafios estruturais.

• Apenas 57% dos mais de 1.200 respondentes afirmaram que seus programas estão alinhados as prioridades estratégicas.
• Somente 52% entendem que seus programas de capacitação contribuem para o atingimento dos objetivos de negócios.
• Em torno de 40% entendem que suas iniciativas são ineficazes na redução do gap de competências de seus funcionários.

A experiência como professor e aluno, bem como o contato com novas tecnologias me estimularam a pesquisar e consolidar um conjunto de 5 tendências para a educação executiva ser mais eficaz, pertinente e adequada pra que traga os resultados que corporações e alunos almejam.

1. Blended entre on e off-line
O Online e Offline deixarão de ser alternativas excludentes. Os programas online crescem de forma exponencial em quantidade e alcance. Consolidam-se plataformas como MITOpenCourseware, EDX, Coursera, Udacity e tantos outras. Apenas como exemplo a Innoscience desenvolveu um curso sobre ‘Ferramentas Práticas para Inovar’ com a Endeavor que já teve mais de 15.000 participantes, algo impossível presencialmente. Além disso, veremos cada vez mais programas blended que mesclam momentos presenciais e online. Os programas de MBA executivo incorporaram definitivamente esse formato. Escolas como IE e IMD já oferecem essas soluções. A IE, uma das mais prestigiadas do mundo, já oferece um Doutorado em business nesse formato.

2. Mobile e Always on
Treinamento corporativo que desconsidera a plataforma mobile não entende o que está acontecendo com a sociedade. Não estamos mais on ou offline. Estamos sempre online, no smartphone. Segundo dados, a indústria de aprendizado via mobile, sozinha, irá crescer e atingir 37 bilhões de dólares até 2020. As pessoas já aprendem e se atualizam mais de forma mobile do que de qualquer outra. Somente os programas de capacitação e desenvolvimento não perceberam essa imensa ameaça e potencial oportunidade de complementar os programas com soluções mobile. Imagine o que será possível com recursos de geolocalização. Você num curso de marketing e, ao passar na frente do McDonald’s, recebe um push em seu celular o convidando para assistir a um vídeo sobre as novas tendências do marketing de varejo.

3. Experiencial no contexto presencial, virtual ou mixed
A eficácia da aprendizagem não passa unicamente pela disponibilidade do conteúdo mas, naturalmente, pela qualidade da experiência. Os recursos de realidade virtual e realidade aumentada devem catapultar as experiências em sala de aula e fora dela para um novo estágio. Já existem cursos que se utilizam de óculos de realidade virtual para desenvolver competências técnicas e comportamentais de profissionais. Essas plataformas permitem ainda mais a transformação da capacitação em um game, algo bem alinhado com o perfil dos executivos do futuro. O mercado de gamificação da experiência, outra forma de diferencia-la, irá atingir 3 bilhões de dólares em 2017. Sim, este ano!

4. Conectado com o trabalho do dia a dia
Não há dúvida de que a adoção de novos comportamentos exige distanciamento do dia a dia. O professor de Harvard Ronald Heifetz chama de “momento do balcão” a necessidade dos profissionais deixarem a “pista de dança” periodicamente para refletirem sobre seus comportamentos. Por outro lado, a aplicação imediata dos novos aprendizados é fundamental para sua adoção. Dessa forma, tenderemos a ver cada vez mais iniciativas intercaladas com capacitação, aplicação, avaliação de resultados, feedback e correção de rumos ao invés do “one shot” onde o aluno recebe uma carga de conteúdo e deve, sozinho, fazer a migração do conteúdo da sala de aula para o seu dia a dia.

5. Absolutamente personalizada
O modelo de “one size fits all” era útil quando havia homogeneidade das competências a serem desenvolvidas e o custo marginal para fazer outros treinamentos era alta. A demanda por competências mais sofisticadas e a disponibilidade de tecnologia muda tudo. Reduz custo e habilita o fornecimento de soluções totalmente personalizadas. Os recursos tecnológicos de big data podem potencializar a personalização das soluções de capacitação executiva. A projeção é que o mercado de big data e analytics de aprendizado alcance 48 bilhões de dólares em 2019. Pense num software que identifica onde um profissional tem maiores dificuldades e oferece customizadamente novas soluções.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Já estão disponíveis no mercado soluções aproveitando-se, em parte, dessas tendências. Os desafios empresariais e a necessidade de inovação continuada amplia as exigências de capacitação, formação e desenvolvimento. Configurar suas soluções de capacitação a partir dessas pode fazer toda diferença para tornar seus programas úteis para indivíduos e corporações. Há um novo ambiente digital, mobile, compartilhado, onde os usuários geram conteúdo. Programas personalizados, que aproveitem o mobile, o on e offline para gerar experiências incríveis, serão, definitivamente, inesquecíveis.

Até a próxima inovação

* Maximiliano Selistre Carlomagno, colaborador do Mundo dos Negócios na área de inovação, dá dicas e conta o que há de novo sobre o tema nas empresas no Brasil e no exterior. Sócio fundador da Innoscience, Consultoria em Gestão da Inovação, é autor do livro Gestão da Inovação na Prática e do e-book A Prática da Inovação. É mentor Endeavor e presidente do Comitê de Inovação da Amcham.

Abbraccio traz cozinha italiana contemporânea à capital gaúcha

19 de janeiro de 2017 0
Abraccio - Divulgação

Abraccio – Divulgação

Na próxima terça-feira, dia 24 de janeiro, Porto Alegre vai ganhar um novo restaurante italiano. A marca Abbraccio inaugura sua primeira unidade na capital, no Praia de Belas Shopping, a oitava da rede, já presente em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto e Brasília. A próxima inauguração será em Curitiba, no mês de fevereiro.  O plano de expansão é ambicioso e prevê a abertura de  mais de cerca de 50 unidades da rede no país nos próximos cinco anos. A marca, criada no Brasil, faz parte do portfólio da Bloomin’Brands Inc., com sede na Flórida, nos EUA, uma das maiores administradoras de redes de restaurantes casuais do mundo, com mais de 1.400 restaurantes em 20 países e cerca de 90 mil colaboradores.

A Bloomin’Brands é detentora das marcas Outback Steakhouse, Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar, Bonefish Grill e Carrabba’s Italian Grill. A marca Abbraccio é, inclusive, inspirada na rede americana Carraba’s, do mesmo grupo. A ideia inicial era trazê-la para o Brasil, mas uma pesquisa mostrou que o nome Carrabba’s, para os brasileiros, não remetia à comida italiana. Então, o grupo desenvolveu o Abbraccio (abraço, em italiano), resultado de dez meses de pesquisas realizadas em território brasileiro. Foram cerca de R$ 1 milhão investidos em estudos de design, menu, ambiente e nome da nova marca. “Todos os detalhes deste conceito foram testados para entender a aderência ao perfil do brasileiro”, diz Ricardo Carvalheira, executivo à frente da marca, com 25 anos de experiência no ramo de gastronomia e passagens pelo McDonald’s e Outback, entre outros.

A chegada do Abbraccio a Porto Alegre será comemorada com um jantar beneficente no dia 23, segunda-feira. A renda da venda dos convites será revertida à instituição Renascer da  Esperança, que atende crianças e adolescentes por meio de proteção integral, educação e estímulos para o desenvolvimento social. Os convites já estão à venda por R$120,00 e podem ser adquiridos na própria ONG, localizada na Avenida Macedônia, nº 199 ou com Laura Bier pelo telefone (51) 99997-0524. No valor dos ingressos estão inclusos aperitivos, prato principal, sobremesa e bebidas não alcoólicas. “Na chegada à capital gaúcha nos sentimos privilegiados em poder colaborar com o trabalho tão importante desenvolvido pela ONG Renascer da Esperança. Sabemos que nossa ajuda irá colaborar com o atendimento às 300 crianças e adolescentes que recebem educação, cultura e alimentação na instituição”, afirma Isabela Almeida, gerente de Marketing do Abbraccio Cucina Italiana Brasil.

Diversidade e Diferenciais

O Abbraccio tem pratos  da culinária italiana contemporânea, com um toque moderno e inovador. Ao chegar no restaurante, o cliente é surpreendido com uma cesta de pão quentinho para ser degustado com um exclusivo azeite extra virgem com uma mistura de ervas e uma garrafa de água. Cortesia da casa que agrada em cheio.

pão abbraccio

Pão italiano com azeite de oliva e ervas oferecido a todos os clientes – divulgação

A rede tem como lema ‘transformar o comum em extraordinário’.  Tem uma cozinha aberta, que permite aos clientes acompanharem a preparação dos pratos. São mais de 60 ítens no cardápio, com opções também de aperitivos para a happy hour com amigos. Tem pratos para crianças e menus especiais para famílias (pratos com tamanho maior e preço menor) e pizzas.

Alguns ingredientes prometem surpreender o paladar dos clientes, pois não são comuns no mercado brasileiro. Vieiras, mexilhões e alguns dos queijos utilizados nas receitas, como o mascarpone, são importados para garantir o sabor único dos pratos.

A carta de vinhos traz uma vasta opção importados e alguns vinhos da gaúcha Miolo. E há uma série de drinks especiais, com destaque para as sangrias.

sangria

Sangrias Abbraccio – divulgação

As sobremesas são um capítulo à parte, com destaque para os mini canolis e o Tiramissu. E uma curiosidade: enquanto vai ao toalette, o cliente pode aproveitar para aprender algumas expressões em italiano. Há um áudio com aulas do idioma no ambiente.

canoli

Mini Canolis – divulgação

O Abbraccio oferece ainda um menu especial para o horário do almoço, que é servido de segunda a sexta-feira das 12h às 15h, e inclui entrada e prato principal com acompanhamento por um preço fixo. A casa também possui um delicioso happy hour chamado Celebrare. Durante esse período especial – de segunda a sexta-feira (exceto feriados) das 17h às 20h –, as bebidas alcóolicas são servidas com 50% de desconto (exceto garrafas, quartino, jarras de sangria e cerveja importadas).

massa

Abbraccio – Divulgação

 

filettoMarsala

Abbraccio – Divulgação

Roupas e calçados venderam mais em dezembro

17 de janeiro de 2017 0
Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

As vendas dos segmentos de vestuário e calçados subiram quase 50% em dezembro frente ao mês de novembro. Os dados mais recentes do Termômetro do Varejo, índice mensal do Sindilojas Porto Alegre, mostram que roupas e sapatos tiveram o aumento nas vendas impulsionado pelo Natal. Já o segmento de materiais de construção melhorou apenas 0,6% em dezembro de 2016.

O Termômetro do Varejo é um índice de variação do volume de vendas divulgado mensalmente pelo Sindilojas Porto Alegre para os segmentos de material de construção e de vestuário e calçados em Porto Alegre.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Sobre o Sindilojas Porto Alegre

Fundado em 1937, o Sindilojas Porto Alegre é o representante legal dos comerciantes de Porto Alegre e Alvorada e reúne aproximadamente 18 mil estabelecimentos nas duas cidades. Além de atuar na representação e defesa da categoria, desenvolve ações que promovem o fortalecimento das empresas. O Sindicato realiza pesquisas no setor, qualificação profissional e oferece uma série de serviços voltados aos lojistas.

Cresce procura por carne de búfalo do RS

16 de janeiro de 2017 0
bufalo4

Foto de Roberto Cangussu

Já comentei aqui no blog sobre as vantagens da carne de búfalo e sobre o fato de pecuaristas do Rio Grande do Sul estarem investindo nos rebanhos de bubalinos. Os criadores estão apostando nas qualidades da carne e também no potencial da mozzarela de búfala para incrementar os negócios.

E o ano começou com boas perspectivas para a bubalinocultura no Rio Grande do Sul.  A Associação Sulina de Criadores de Búfalos (Ascribu), que em setembro próximo completará 39 anos, planeja firmar parceria para a instalação de um centro de manejo de búfalos no Estado. Além disso, a carne produzida pelos criadores está despertando interesse no mercado paulista de processamento de hambúrguer.

Um dos interessados na carne de búfalo gaucha é István Wessel, herdeiro de uma das mais respeitadas grifes de carne no Brasil. Hoje o blog publica uma reportagem escrita pelo jornalista Carlos Alberto Machado de Souza, que conversou com o especialista paulista:

 Carnes Wessel prepara novidades e cogita oferecer hambúrger de búfalo ao mercado

A Wessel, de São Paulo, prepara novidades para 2017, entre as quais não descarta lançar hambúrger de búfalo. Nascida na Hungria em 1830, a empresa está na quinta geração da família Wessel, que desembarcou no Brasil em 1957 – portanto, comemorará seis décadas de sua chegada ao país no novo ano.

István Wessel, membro da quarta geração da família, conhecido do grande público por comentários sobre carne na mídia e  recorrentes entrevistas a prestigiadas publicações, revela que está programado, por exemplo, o lançamento de hambúrger bovino com recheio, como bacon, queijo. “Por que não pensar em hambúrger de búfalo? Podemos pensar, sim. Também vamos lançar em breve hambúrger orgânico e nessa linha de produto um pouco diferente poderia entrar hambúrger de búfalo. Para isso, precisaria receber carne desossada no Sul”, diz ele.

Wessel teve uma experiência inesquecível com carne de búfalo, anos atrás, quando comprava bezerro do criador gaúcho João Ghaspar de Almeida, vice-presidente da Associação Sulina de Criadores de Búfalos (Ascribu). “Essa é uma carne muito boa”, declara o especialista, dando ênfase ao advérbio “muito”.

Para ele, aliás, não existe muita diferença de sabor e maciez entre a carne de búfalo e a bovina. A maciez, tanto de um como do outro, vai depender da idade com que o animal é abatido. Quanto ao sabor, como a diferença é pequena, ninguém vai comprar porque é mais e deixar de comprar porque é menos saborosa. “A carne de búfalo é uma boa carne, não há nada contra ela”, afirma Wessel sobre o produto que é reconhecido pela ciência por ter 40% menos colesterol, 12 vezes menos gordura; 55% menos de calorias; 12% a mais de proteína; e 10% a mais de minerais.

Istvan Wessel - arquivo pessoal

Istvan Wessel – arquivo pessoal

Domínio do hambúrguer

A Wessel trabalha com cerca de 250 toneladas de carne por mês, das quais pouco mais da metade (140 t) destina-se a hambúrger. Os principais mercados são São Paulo (a capital primeiro e depois o interior), Rio de Janeiro e Nordeste.  Mas o Rio Grande do Sul (na rede Zaffari), como outros estados, também recebem produtos da marca Wessel.

As novidades para 2017 não se limitam a produtos, mas também à ampliação de mercado. Wessel começa a mirar o exterior, preferindo atingir “o primeiro mundo do terceiro mundo”, como classifica China, Rússia, Egito. Ele descarta o primeiro mundo propriamente dito, caso dos Estados Unidos, porque acha que é para players com porte bem maior que o seu.

História

Desde a abertura do primeiro açougue Wessel, em 1830, na Hungria, passaram-se 186 anos. Os Wessel chegaram ao Brasil em 1957 a bordo do navio francês Provence, que atracou em Santos. Eles traziam uma já longa experiência com carnes, a coragem típica dos imigrantes e muita vontade de vencer.

Em pouco tempo, ajudaram a consagrar a picanha, assim como a arte do churrasco, como preferência nacional.

Hoje a empresa produz aproximadamente um milhão de hambúrgueres por mês e fornece carnes para restaurantes e hotéis.

Em 1969 introduziram a técnica da carne maturada, decretando o fim da carne dura. Esta foi a primeira grande mudança feita pela Wessel no mercado de carnes.

O carpaccio, que se encontra em inúmeros restaurantes pelo Brasil, foi outra inovação. Em 1980, a carne crua finíssima, criada no Harry’s Bar, em Veneza, agregaria um efeito até então impensável à Wessel. Em 30 anos, venderam nada menos do que 10 milhões de caixinhas de 250 g de carpaccio. Um case de sucesso.

“É com muito orgulho que dizemos que as carnes Wessel são escolhidas a dedo (e são mesmo), pois são produzidas de forma artesanal a partir de matérias-primas da melhor qualidade e com uma supervisão pessoal da família”, diz o empresário.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

A  CARNE DE BÚFALO

A carne de búfalo é mais magra e mais saudável que a carne bovina. E, apesar de terem sabor semelhante, a de búfalo ainda é vista com restrições. Puro preconceito. Estudos publicados pelo USDA (United States Department of Agriculture), no Hand Book número 8, Composition of Foods, demonstram que a carne de búfalo, em relação aos bovinos, tem 40% menos colesterol, 12 vezes menos gordura; 55% menos calorias; 12% a mais de proteína; e 10% a mais de minerais. Além disso, o búfalo tem uma grande velocidade de aumento na criação e é uma alternativa em pequenas propriedades, próximas a cidades, com uso de cerca elétrica e infestação de Capim Anoni. Considerado uma verdadeira praga, o Capim Anoni é aproveitado pelo búfalo, que mantém sua expansão dominada. No Brasil existem quatro raças: Murrah, Mediterrânea e Jafarabadi, que são as predominantes, além da raça Carabao, búfalo de pântano, existente basicamente na região Norte, maior produtora do país.

Moinho Estrela completa 50 anos e investe em modernização

13 de janeiro de 2017 0
Moinho1

Vista aérea da empresa – crédito Procine

Tradicional fabricante de farinhas de trigo de Canoas e um dos principais produtores de farinha de trigo do País, o Moinho Estrela completa meio século esta semana. De olho no futuro, a empresa anuncia investimento de R$ 10 milhões e prepara um salto tecnológico para os próximos anos. “Estamos investindo em modernização, com novos maquinários, para aumentar a produtividade”, diz Gerson Pretto, diretor industrial do Moinho Estrela. O atual investimento tem o objetivo de modernizar ainda mais os processos da empresa e fortalecer a marca que já está presente nos mercados de panificação e de varejo. “A ideia de agregar valor aos produtos, investir em sistema de gestão e reduzir custos é um constante. O incremento da automação deve melhorar os processos e o rendimento da fábrica”, diz Pretto. O Moinho Estrela tem capacidade de produção de 350 mil toneladas de farinha ao ano em duas unidades localizadas no município de Canoas. A modernização já se refletiu nas embalagens, que ganharam nova roupagem e o selo comemorativo dos 50 anos. As farinhas Panfácil Tradicional, Panfácil Premium, Panfácil Integral, Panfácil Massas Frescas e Panfácil com Fermento estão presentes em boa parte do Brasil. panfacil O investimento no Moinho se soma aos R$ 45 milhões aplicados nos últimos dois anos pelo Grupo Estrela, destinados ao Moinho Estrela e à construção de uma nova unidade da Panfácil, responsável pela produção de pães e mais de 70 itens congelados voltados, principalmente, ao segmento de padarias e supermercados. Fundada em 1967 pelo empreendedor Angelo Domingo Pretto, a empresa recebeu o nome de Moinho Estrela em homenagem à cidade de origem. Hoje, o Grupo Estrela é formado pelas empresas Moinho Estrela; a fábrica de pães congelados Panfácil; a Mesasul, especializada no fornecimento de cestas básicas e produtos de alimentação e higiene para a iniciativa privada e órgão públicos; e a Presete, do segmento imobiliário. A gestão das empresas é feita por membros da segunda e da terceira geração da família. Ao todo, o Grupo Estrela conta com 700 colaboradores diretos e 150 indiretos em suas operações. Em 2016, o Moinho Estrela cresceu 14% e registrou um faturamento acima de cerca de R$ 300 milhões. Para este ano, apesar da crise, a empresa mantém a confiança e espera manter o ritmo de expansão de vendas em mais de 10%.

Rede Madero anuncia expansão no RS

11 de janeiro de 2017 2
madero11

Madero Iguatemi – Foto Gerson Lima

Há menos de 10 meses a primeira filial da rede Madero, especializada em hambúrgueres e carnes, chegava a Porto Alegre, investindo R$ 4,5 milhões em seu primeiro restaurante no Rio Grande do Sul. Hoje são quatro unidades no estado: uma SteakHouse no Iguatemi e mais três conteîneres, um deles em Canoas. A meta é abrir mais dois contêineres no RS este ano.

O chef e empresário paranaense Junior Durski inaugurou sua primeira unidade gaúcha na expansão do Shopping Iguatemi. O empreendimento de 444 metros quadrados, tem capacidade de 166 lugares e oferece um cardápio completo de sanduíches gourmets e carnes especiais que já acumula diversos prêmios gastronômicos. “Quase tudo que servimos é feito no Madero e nossas receitas são livres de qualquer tipo de conservantes ou corantes”, explica Durski. O hambúrguer do Madero é elaborado com 100% carne bovina selecionada e de origem certificada, o que assegura a qualidade do produto. “Temos o cuidado de oferecer um alimento que seja sempre muito saudável, sem abrir mão do sabor diferenciado das receitas artesanais que trouxe de família”.

madero12

Interior Madero Iguatemi – Foto Gerson Lima

O cardápio inclui uma linha FIT, com três versões de cheeseburgers – Fit, Vegetariano e Low Salt -, saladas funcionais, o primeiro prato Madero a base de peixe e uma massa integral que pode ser combinada com molho de frango ou camarão. Além do Sorvete de Framboesa com calda de Frutas Vermelhas Diet e Light, com 0% de gordura e sem lactose.

O projeto do Madero é assinado pela arquiteta Kethlen Ribas Durski, que deu a fachada uma releitura do restaurante original, o primeiro, inaugurado em 2005 em Curitiba – PR. No interior, tijolos aparentes e madeira, materiais sempre presentes nas filiais.

A boa receptividade dos gaúchos, motivou a empresa de Durski a ampliar a presença no RS. O Madero iniciou sua expansão com restaurante Container no Boulevard Laçador, em agosto de 2016, com investimento de R$ 1,5 milhão e área total de 144 metros quadrados. O formato Madero Container foi lançado em 2014, como um dos principais focos da expansão da rede no Brasil e hoje já conta com mais de 20 unidades no país. Ele é construído com containers reaproveitados. “É um processo ambientalmente responsável, pois utilizamos containers que não podem mais ser usados no transporte de carga, mas que ainda são úteis para a construção civil”, explica Durski. Além disso, o Madero Container tem uma obra limpa, rápida e custa 1/3 de um restaurante Steak House.

madero13

Madero Laçador – Foto Gerson Lima

O cardápio é mais enxuto que o dos restaurantes. Oferece entradas, sanduíches e sobremesas. O carro chefe é o premiado Cheeseburger Madero, feito com os melhores cortes de carne e pão crocante, assado na hora no próprio restaurante. Também estão no cardápio o tradicional Chopp na Caneca Congelada e o Petit Gâteau de Doce de Leite. Para facilitar as escolhas dos clientes, o Madero Container também conta com combos com opções de cheeseburgers, batata frita e refrigerante.

A segunda operação do formato container na capital está localizada na Avenida Anita Garibaldi e foi inaugurada em outubro. Para a pré-inauguração, o restaurante realizou um jantar beneficente em prol da Fundação Pão dos Pobres, na noite do dia 31 de outubro. Toda a renda da noite foi revertida para a entidade, que atualmente atende 1,7 mil crianças e adolescentes em seus projetos.

Localizado em um ponto de grande movimento na Zona Leste, junto ao Posto Vip, o Madero Container Anita Garibaldi teve como premissa tirar o máximo partido da forma e do conceito industrial do container, agregando a ele características importantes que já fazem parte dos projetos dos restaurantes da rede. A estrutura de 250 metros quadrados do Madero Container Anita Garibaldi é formada por três containers e conta com 94 lugares, entre área interna e um deck coberto.

O ambiente sustentável também é outro destaque neste projeto, já que o próprio container tem esta característica. A separação do lixo, o reaproveitamento da água e a captação de energia natural estão entre os propósitos que estarão cada vez mais inseridos na rotina do Madero.

Após inaugurar duas operações container em Porto Alegre, o Madero abriu, em novembro do ano passado, uma filial em Canoas. O local escolhido foi a Avenida Getúlio Vargas, 4663, junto à BR 116, uma das vias mais importantes e de maior fluxo no Rio Grande do Sul. O Madero Container Canoas é um dos maiores do Brasil, com 8 containers, área total de 350 metros quadrados e capacidade para 108 pessoas.

No total, foram investidos R$ 4,5 milhões nos três restaurantes containers. Este ano, serão abertos pelo menos outros dois restaurantes com este conceito.

Sobre o Madero

Em 2005, o chef Junior Durski inaugurou o primeiro restaurante Madero, no centro histórico de Curitiba, com o slogan de “O Melhor Cheeseburger do Mundo”. Hoje são 80 restaurantes espalhados em diversas cidades do país, nos Estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Em 2014, o Madero faturou R$ 164 milhões, aparecendo na 29ª posição na lista das empresas que mais cresceram no Brasil pela revista Exame PME. Em 2015 o faturamento foi de R$ 334,5 milhões, crescimento 56,1% maior que 2014. A meta era fechar 2016 com crescimento de  40% seu faturamento.

Atenção estudantes: há vagas para estágio no RS

10 de janeiro de 2017 0

A época de férias é um bom período para buscar uma chance no mundo do trabalho. O Centro de Integração Empresa Escola do Rio Grande do Sul (CIEE-RS) está com 1.400 vagas de estágio à disposição de estudantes do Ensino Superior, Ensino Médio e Técnico. Segundo o Indicador de Vagas do Estágio, divulgado mensalmente, há 900 vagas na capital e região metropolitana, 550 delas em Porto Alegre. Nas demais regiões do Estado há 500 opções de estágio.

CIEE

CIEE RS – Divulgação

 
Com mais de 100 unidades de atendimento no Estado, a instituição já beneficiou mais de 1.500.000 jovens, integrando-os ao mundo do trabalho através dos programas de Estágio e da Aprendizagem. A organização conta com mais de 100.000 jovens inscritos e mais de 36.000 usuários em estágio/aprendizagem. (Mais informações pelo portal www.cieers.org.br​).
 
Estagiários e aprendizes têm acesso à Rede de Benefícios com CIEE Card

Instituído para facilitar o acesso a uma rede de benefícios em produtos e serviços, o CIEE Card foi utilizado em 2016 por 9.825 usuários entre estagiários, aprendizes em estabelecimentos conveniados com o CIEE-RS. Os cursos de qualificação como o aprendizado de idiomas e serviços como farmácia, odontologia e laboratório de exames clínicos foram os mais procurados por adolescentes e jovens.

A Rede de Benefícios é uma ação complementar do CIEE-RS e que tem 18 anos de atividades. Por meio de parcerias já beneficiou mais de 133 mil usuários nesse período.

 

 

Construção Civil aposta em 2017

09 de janeiro de 2017 0

MRV1

Um dos setores mais sensíveis em momentos de crise, a construção civil também é uma das primeiras áreas a absorver mão-de-obra quando a economia começa a reagir. Por isso, sempre que se fala em novos empreendimentos imobiliários, o blog acompanha com atenção. Em 2017, a MRV Engenharia, por exemplo, promete investir bastante no Rio Grande do Sul. Com crescente participação entre os gaúchos, a mineira MRV totalizou seis novos projetos em 2016. E a expansão segue em alta. A companhia quer ampliar em 116,6% o número de novos empreendimentos: serão 13 lançamentos em solo gaúcho, localizados em Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Gravataí, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Sapucaia do Sul, que somam 4.332 unidades e um VGV estimado de R$ 662,8 milhões. Os avanços também projetam o aumento no número de postos de trabalho: cerca de 40 vagas serão geradas por mês.

SENSE13

SENSE – Divulgação

Já aUghini Empreendimentos traz ao mercado, o Sense Xangri-lá, um condomínio de alto padrão no litoral gaúcho, com projeto urbanístico inovador,  num dos balneários mais valorizados do litoral,  inspirado em resorts e hotéis de lazer, unindo áreas de moradia, convivência, entretenimento e esporte. “O Sense chega, em uma das melhores localizações do litoral norte, para proporcionar uma alternativa diferenciada das opções até então existentes. A originalidade e sofisticação do empreendimento podem ser percebidas nos ambientes, nas linhas e materiais da arquitetura, no urbanismo, e em todos os detalhes de paisagismo e interiores. É um projeto intimista e ao mesmo tempo completo”, explica Ivo Ughini,presidente da Ughini Empreendimentos.O condomínio foi apresentado ao mercado imobiliário em uma convenção de vendas realizada, na SABA, em Atlântida, no final de novembro.

O Sense Xangri-lá integra natureza e urbanismo e está planejado a partir de um eixo-central, distribuído entre três ilhas projetadas às margens de um aprazível lago e interligadas por passarelas suspensas.A valorização do espelho d’água resultou num condomínio no qual 92% dos terrenos, com áreas entre 450 m2 e 608 m2, estão voltados ao lago.

SENSE11

SENSE divulgação

Com infraestrutura completa de alto padrão, o espaço Club House conta com concierge, lounges internos e externos, resto lounge, piscina externa de borda infinita, espaço kids e área hangout para os adolescentes. As áreas de lazer e esportes foram pensadas para atender os moradores no verão ou no inverno, com infraestrutura fechada e ambientes ao ar livre. O Wellness Center foi projetado com recantos perfeitos para relaxar e se divertir: piscina térmica, SPA, sauna, Espaço Fitness e deck para a prática fitness ao ar livre.

Na área Sports & Fun,quadras de tênis cobertas, quiosques com churrasqueiras e playground. O condomínio tem ainda seu Beach Club à beira mar em Xangri-lá, com estrutura para guardar equipamentos de praia, bicicletário, vestiários e chuveiros, armários e piscina.

O Sense está localizado no acesso principal a Xangri-lá, com pórtico voltado à Rua Rio Jacuí e conta com apenas 144 terrenos, um empreendimento mais intimista e exclusivo. A ambientação interna das áreas de lazer foi desenvolvida pela BG Arquitetura e está projetada em sinergia com premiado projeto arquitetônico, agregando aos três materiais base do Sense Xangri-lá, o cimento aparente, a madeira e o vidro, detalhes em corda náutica, pedra e móveis de design. Como resultado, ambientes contemporâneos, amplos e funcionais que estimulam a convivência.

O empreendimento conquistou a reconhecida premiação inglesa InternationalPropertyAwards 2016, categoria Condomínios de Lazer. A originalidade, o bom gosto e a ampla oferta de espaços e serviços voltados ao bem-estar dos moradores do condomínio da Ughini Empreendimentos foram diferenciais-chave para a conquista do prêmio.