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O amor está na vitrine

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Mulheres da Restinga aprendem a trabalhar em obras

26 de junho de 2016 0
Imagem Pixabay

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Nesta segunda, começa uma oficina profissionalizante muito legal, que pode ajudar a mudar a vida de muitas mulheres moradoras do bairro Restinga, em Porto Alegre. Trata-se de uma capacitação na área da construção civil que visa dar uma oportunidade para melhoria da qualidade de vida das mulheres em vulnerabilidade social. Com a capacitação, elas podem fazer reformas na própria casa, trabalhar como autônomas e conquistar emprego em canteiros de obras. O curso tem o sugestivo nome de  Cimento e Batom.

A iniciativa de ensinar mulheres a trabalhar em obras é da ONG Mulher em Construção”em parceria com o Fundo Fale Sem Medo, da Avon, e apoio da OSC Themis.

É uma oportunidade para que as mulheres em vulnerabilidade social, muitas delas chefe de família, conquistem mais qualidade de vida própria e para seus dependentes.

As aulas teóricas e práticas de alvenaria, cerâmica, pintura, hidráulica e elétrica, vão até 15 de julho, sempre de segunda a sexta, e serão realizadas nas sedes da Associação de Mães Rita Yasmin (AMRY) e Associação de Moradores da Vila Restinga (AMOVIR), ambas localizadas no bairro Restinga. As alunas vão praticar fazendo melhorias nas dependências internas e externas das duas associações, incluindo a creche da AMOVIR.

Imagem Pixabay

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As aulas teóricas e práticas, sempre das 13h às 17h, ocorrem simultaneamente nas duas entidades, AMRY e AMOVIR (Rua Engenheiro Oscar de Oliveira Ramos, 1411 – Restinga).

Mulheres que trabalham em canteiros de obras já foram tema aqui no Mundo dos Negócios. Relembre, clicando aqui.

Imagem Pixabay

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Luxo ganha espaço no mercado imobiliário

24 de junho de 2016 0

Um jantar no Instituto Ling na noite de sexta-feira – com menu assinado pelos chefes Lúcio Moraes e Marco Behar — vai marcar o lançamento de mais um empreendimento de luxo em Porto Alegre, com presenças anotadas a dedo por Vitor Raskin, editor da coluna ‘Deu o Chic’, do jornal Zero HoraOs irmãos Eduardo e Paulo Dib, donos da Construtora Dib & Dib, que já lançaram o exclusivo prédio IMPERADOR, também no bairro Bela Vista, convidaram a DJ, modelo e princesa Paola Bourbon de Orleans e Bragança, tetraneta de Dom Pedro II e trineta da Princesa Isabel, para o lançamento do IMPERATRIZ.

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Paola Bourbon de Orleans e Bragança – Divulgação

Projetado num dos bairros mais nobres da capital, o IMPERATRIZ segue uma tendência do mercado imobiliário: a opção pelo luxo, um mercado que exibe força diante da crise econômica que atinge o país. Enquanto grande parte das empresas do ramo projeta redução nas atividades e no número de pessoal para os próximos meses, quem constrói empreendimentos de alto padrão não tem do que reclamar.

Os valores podem ser tão superlativos quanto o tamanho dos empreendimentos, variando entre R$ 1,5 milhão e R$ 30 milhões – dependendo da localização e metragem. São apartamentos esculpidos para um público que não sofre com a crise e que quer opções de investimento cada vez mais rentáveis e seguras. “Os consumidores de serviços e produtos de luxo conseguem manter reservas financeiras, independentemente dos altos e baixos de mercado. Clientes com maior poder aquisitivo também enxergam a crise como oportunidade, ótimo momento para investir, comprar bem, projetando rentabilidades acima da média no médio longo prazos”, diz o engenheiro Reinaldo Gabardo, da equipe da Dib&Dib, responsável pelas vendas do IMPERATRIZ. “Investimentos imobiliários são rentáveis, mas não possuem liquidez de curto prazo, portanto investir na crise para colher muitos frutos no futuro, faz parte das estratégias do consumidor de alto luxo”.

Imóveis de luxo viraram marca registrada da Incorporadora Dib&Dib após o lançamento do IMPERADOR. Mesmo com uma velocidade de giro menor do que em vendas de produtos voltados à classe média, a decisão de produzir imóveis de luxo já faz parte das decisões estratégicas da empresa. “Giro maior não significa rentabilidade maior, desde que a empresa possua ferramentas de gestão e construção de última geração como é o caso da nossa”, diz Gabardo. 

O empreendimento

O IMPERATRIZ  será construído em terreno de 3.383 m2, com fachadas para as ruas Tito Lívio Zambecari e Artur Rocha, e amplas áreas verde e de lazer. São duas torres — com plantas diferenciadas para receber um apartamento por andar com espaços privativos com mais de 300 m2–, ambas com vista panorâmica para o Rio Guaíba. A empresa investe num conceito residencial que privilegia segurança, inovação e qualidade de vida. A sofisticada construção terá fachada em granito nobre, pele de vidro fumê e plaquetas de revestimento Marca Gailé estruturada com a tecnologia canadense de painéis com sistema Building Shell.

Empreendimento Imperatriz - Divulgação

Empreendimento Imperatriz – Divulgação

Os apartamentos terão quatro amplas suítes, sendo que a suíte máster contará com espera para dois closets e banheiros individuais. A planta das 27 unidades conta com gabinete, living para três ou quatro ambientes, área gourmet com churrasqueira, isolamentos acústico e térmico, piso aquecido nos banheiros, tubulações de água quente e fria tipo PEX, usualmente utilizadas no mercado europeu e que garantem qualidade, conforto e diminuição de problemas pós-instalação, além de esquadrias PVC e vidros duplos nos dormitórios, proporcionando qualidade visual e vedação. Portas blindadas nos apartamentos e sistema de elevadores com biometria buscam mais segurança aos proprietários. Todos os apartamentos têm quatro vagas para carros e depósito. E, de olho no futuro, há espera individualizada de energia para carros elétricos.

A área de lazer do empreendimento foi planejada com circuito interno para caminhadas, piscinas externa para adultos e crianças, piscina térmica com raia semiolímpica, saunas úmida e seca, fitness center, espaço zen, quadra esportiva, bicicletário com compressor de ar, brinquedoteca, salão de festas, playground, espaço gourmet, salão de jogos, entre outras estruturas desenhadas para satisfazer toda a família. A segurança também foi planejada à área comum e o empreendimento oferece gerador de energia condominial, monitoramento total por câmeras e sensor infravermelho no gradil, entrada restrita para entregas, espaço para funcionários, escadarias a prova de fumaça, sistema de vedação fire stop e outras exclusividades.

Piscina do empreendimento - Divulgação

Piscina do empreendimento – Divulgação

Fundada em 1993 pelos engenheiros Eduardo Spieker Dib e Paulo Spieker Dib, a Construtora Dib & Dib tem foco em projetos exclusivos e sofisticados e administra e acompanha as obras de todos os empreendimentos lançados. Um pool de investidores faz parte do modelo de negócio da empresa, que busca facilitar as vendas, estudando opções de negociação que compreendem como parte do pagamento até o financiamento com a próprio. Em breve, a empresa vai lançar o terceiro empreendimento de luxo, o IMPÉRIO.

UMA TAMBÉM APOSTA NO LUXO

Outro exemplo dessa tendência do luxo no mercado imobiliário da capital é o recente lançamento de um empreendimento da UMA Incorporadora junto a uma das mais belas casas do bairro Moinhos de Vento. Projetada pelo arquiteto espanhol Fernando Corona, no início do século passado, agora levando o nome Paço Santo Inácio, esse marco da história do Moinhos será restaurado e aberto à comunidade. O casarão, que pertenceu à família Bica, será mantido junto ao empreendimento e abrigará um charmoso café bistrô, salas de reuniões, salas de exposições e ainda um memorial do bairro Moinhos de Vento.

Já o prédio, terá 27 exclusivos apartamentos de 77 a 255 metros quadrados, todos com alto padrão de construção e acabamentos. A fachada do prédio, em linhas retas, foi idealizada com materiais contemporâneos, com o objetivo de não contrastar com a arquitetura histórica do casarão.

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Paço Sto.Inácio – Divulgação

Todo o projeto foi pensado para que as características de uma mansão familiar sejam mantidas. Os moradores do residencial poderão sentir o espaço como uma extensão de suas casas.

Com sede em Porto Alegre, no bairro Moinhos de Vento, em um revitalizado imóvel da década de 40, a UMA nasceu com uma proposta de atuação diferente, focando seus empreendimentos em projetos de arquitetura arrojada, construídos com produtos e materiais inovadores, e sempre mantendo a alta qualidade nos acabamentos. Tudo isso em excelentes localizações, dentro de bairros nobres da capital gaúcha.

 

 

É hora de diversificar seus mercados

22 de junho de 2016 0
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44º Prêmio Exportação RS – Foto: Fabiano Panizzi

Aqui no blog, temos mostrado o que as empresas brasileiras estão fazendo para driblar a crise econômica do país ou, pelo menos, diminuir seus efeitos sobre os negócios. Internacionalização e exportação fazem parte da receita que muitas empresas gaúchas estão seguindo à risca. Algumas foram bastante eficientes e acabam de receber aquele que é considerado o principal reconhecimento na área de comércio exterior no Rio Grande do Sul, o Prêmio Exportação RS, promovido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS). Em sua 44º edição, o prêmio valoriza empresas que obtiveram os melhores resultados mercadológicos e desenvolveram estratégias inovadoras para expor e comercializar seus produtos no mercado internacional. Este ano, o tema foi “Vence quem pensa longe”.

É o caso da STHIL Brasil, líder no mercado brasileiro de ferramentas motorizadas, portáteis que recebeu o Prêmio Exportação RS 2016, na categoria Diversificação de Mercados, destinada às companhias que se destacaram pelo número de países-alvo para os quais exportam seus produtos. “Ser reconhecido pelo Prêmio Exportação RS é muito gratificante, pois é um reflexo de todas as ações que a STIHL vem realizando para se fortalecer cada vez mais nos mercados em que atua. Para ampliar as vendas no mercado externo, a STIHL conta com a competência, flexibilidade e criatividade de sua equipe no Brasil, somada à experiência e tecnologia inovadora da matriz, que fica na cidade de Waiblingen, na Alemanha. Este reconhecimento prova que estamos no caminho certo para nos consolidarmos a cada dia mais como referência entre nossos clientes“, afirma o vice-presidente de Marketing e Vendas da STIHL, Romário Britto.

Dentre os principais produtos exportados pela fábrica da STIHL no Brasil, 47,5% são cilindros, principal componente comercializado para as unidades produtivas do Grupo, 16% são motosserras, 13% são roçadeiras e 12,1% são pulverizadores e 11,5% outros produtos. Em 2015, 51% da produção da fábrica no Brasil foi vendida no exterior e a empresa registrou receita líquida de R$ 1,2 bilhão.

“A diversificação da exportação para a STHIL do Brasil é muito importante porque gera para nós um equilíbrio econômico na empresa. Nós estamos presentes há 43 anos no Brasil e exportamos para mais de 60 países. As exportações representam 51% do nosso faturamento”, diz Cláudio Guenther, presidente da empresa.

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Vice-presidente da STHIL Brasil, Selina Stihl Foto: Andre Pasquali

Sobre a STIHL

A STIHL lidera o mercado brasileiro de ferramentas motorizadas portáteis. Com produtos destinados ao mercado florestal, agropecuário, construção civil, de jardinagem e doméstico, a empresa oferece uma ampla linha de ferramentas motorizadas portáteis que podem ser encontradas em mais de 3 mil pontos de venda distribuídos pelo Brasil. A fábrica está localizada em São Leopoldo (RS), onde trabalham aproximadamente 2,2 mil colaboradores. A matriz do grupo fica na cidade de Waiblingen, na Alemanha. Reconhecida pela sua liderança tecnológica, inovação e qualidade de seus produtos, a empresa está presente em mais de 160 países por meio de canais de distribuição formados por mais de 40 mil pontos de vendas no mundo. Para atender ao mercado global, a STIHL conta com unidades produtivas na Alemanha, Brasil, EUA, Áustria, Suíça e China. Desde 2008, a STIHL Brasil é certificada com a ISO 14001 e a OSHAS 18001, ambas recertificadas em 2015. O Grupo STIHL é certificado com a ISO 9001.

PRÊMIO EXPORTAÇÃO RS – ADVB

A 44ª edição do Prêmio Exportação RS homenageou as 37 empresas que obtiveram os melhores resultados mercadológicos e desenvolveram estratégias inovadoras para expor e comercializar seus produtos no mercado internacional. Além de valorizar as atividades exportadoras e a comunidade empresarial gaúcha, o Prêmio Exportação RS é o reconhecimento à competência de mercado e à visão de negócios das empresas que buscam novas fronteiras e contribuem para o fortalecimento socioeconômico do Estado e do País.

O Prêmio foi concebido e apresentado pela ADVB/RS em 1973, na gestão do presidente Günther Staub. Após 1980, com a evolução do cenário econômico no Estado, mais empresas receberam destaque a cada edição. A partir de 2000, novas categorias foram criadas.

O mais tradicional prêmio exportador do País ampliou ainda mais sua representatividade em 2008, graças a reformulações como o aperfeiçoamento dos critérios seletivos e a criação de um Conselho Consultivo, composto por representantes das mais importantes instituições relacionadas ao comércio exterior.

Assim, o Prêmio Exportação RS transformou-se em uma iniciativa não só da ADVB/RS, mas de todas as entidades que fazem parte do Conselho e do cenário econômico do Rio Grande do Sul.

Fazem parte do Conselho as seguintes instituições:

• Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil – ADVB/RS
• Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil
• Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento – AGDI
• Agenda 2020
• Badesul
• Banco do Brasil
• Banco do Estado do Rio Grande do Sul – Banrisul
• Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE
• Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul – FARSUL
• Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul – Federasul
• Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul – Fecomércio-RS
• Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul – FIERGS
• Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul – FEE
• Movimento Brasil Competitivo – MBC
• Porto do Rio Grande
• PwC
• Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade – PGQP
• Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – SDECT
• Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS

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44º Prêmio Exportação RS Foto: Andre Pasquali

Este ano, a distinção especial “Exportador Diamante”, foi uma homenagem às vencedoras em dez edições  (CMPC Celulose Riograndense) e o troféu “Exportador Ouro”, às empresas vencedoras nas últimas cinco edições (Keko Acessórios).

Uma das principais distinções do Prêmio – o Troféu Destaque Exportador – foi conferida à companhia que alcançou a primeira posição no ranking das maiores exportadoras gaúchas em 2015, a Braskem, que ostenta o título desde 2012. Somente no ano passado, a receita com o mercado externo representou 43% da receita total da empresa, ou seja, R$ 10,2 bilhões advindos das exportações.

O título de Personalidade Competitividade Internacional 2016  homenageou o empresário Alexandre Grendene, presidente do Conselho de Administração da Grendene S.A, principal exportadora de calçados do Brasil, com 11 fábricas no País e exportações para mais de 100 países em todos os continentes.

Nestas quatro décadas de prêmio, atravessamos crises e desencontros, mas nossos empresários souberam vencer os desafios do comércio com outros países e, com impressionante obstinação, abriram fronteiras, rasgaram horizontes e deram exemplo de como expandir mercados”, diz Renato Malcon, presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS.

 

VENCEDORES DO 44º PRÊMIO EXPORTAÇÃO RS

 

CATEGORIAS QUANTITATIVAS:

1.Trajetória Exportadora Master

Celulose Riograndense (Guaíba)

 

2.Destaque Exportador

Braskem S/A (Porto Alegre)

 

3.Diversificação de Mercados

EPCOS do Brasil (Gravataí)

STHIL (São Leopoldo)

CONSERVAS ODERICH (São Sebastião do Caí)

AGROPECUÁRIA SCHIO (Vacaria)

EXICON TRADING (Porto Alegre)

 

4. Dinamismo Exportador

AEL SISTEMAS (Porto Alegre)

FENICIA IMPORTADORA E EXPORTADORA LTDA (Rio Grande)

 

CATEGORIAS QUALITATIVAS:

1.Dinamismo Exportador Trading

WALLAUER (Santa Rosa)

STARVISION (Porto Alegre)

DBServer (Porto Alegre)

2. Destaque Setorial

Autopeças

Priority Componentes Automotivos Ltda. (Caxias do Sul)

Keko (Flores da Cunha)

Maxiforja Componentes Automotivos(Canoas)

Alimentos

PAMPAFOODS (Porto Alegre)

Olfar S/A (Erechim)

Bebidas

Miolo Wine Group (Bento Gonçalves)

Vinícola Aurora (Bento Gonçalves)

Móveis

Móveis Kappesberg (Tupandi)

TREBOLL MÓVEIS (Flores da Cunha)

Químico

FONTANA S/A (Encantado)

Madeira/Derivados

FLOSUL MADEIRAS (Capivari do Sul)

Maquinas e Equipamentos

STEMAC Grupo Geradores (Porto Alegre)

Metalúrgico

MARCOPOLO S/A (Caxias do Sul)

Têxtil

BASE TECIDOS E MALHAS LTDA (Novo Hamburgo)

Plástico

Empresas InBetta (Esteio)

 

3. Destaque Mercadológico

BIA BRAZIL (Porto Alegre)

CALÇADOS BIBI (Parobé)

SIERRA MÓVEIS (Gramado)

 

4. Destaque Serviços de Suporte à Exportação

Euro-América International Freight Forwarders (Novo Hamburgo)

CONEXO (Novo Hamburgo)

Termasa (Rio Grande)

TECON Rio Grande S.A. (Porto Alegre)

KUEHNE + NAGEL SERVIÇOS LOGÍSTICOS LTDA. (Porto Alegre)

 

5. Pequeno Desbravador Internacional

NG DE FRANCE (Porto Alegre)

APIARIOS ADAMS (Taquara)

Constantine Beachwear (Porto Alegre)

 

DISTINÇÕES ESPECIAIS:

1.Exportador Ouro

Keko Acessórios

 

2.Exportador Diamante

CMPC Celulose Riograndense

 

3. Personalidade Competitividade Internacional 2016

Alexandre Grendene

Empresas brasileiras buscam internacionalização contra a crise

21 de junho de 2016 1

Algumas empresas brasileiras estão expandindo sua atuação para o mercado americano para fugir da crise local.

A rede de tortarias gaúcha Bella Gula, com  32 lojas espalhadas em 5 estados do Brasil, é uma das que pretendem fincar sua bandeira nos Estados UnidosBernardo Thomaz, franqueador e fundador da marca, está reunindo investidores interessados em participar do processo de internacionalização da marca que vai começar pelo estado da Florida.

Quatro franqueados brasileiros já se dispuseram a investir numa das 10 cotas de US$ 50 mil dólares cada para viabilizar o processo de expansão. “Fizemos uma primeira apresentação do nosso processo de internacionalização e o resultado foi positivo. Vimos que possíveis investidores reconhecem os diferenciais da Bella Gula, como os produtos exclusivos e artesanais de altíssima qualidade, como ferramenta para conquistar o consumidor norte americano”, diz Thomaz. “Se tudo correr como o plano, até agosto de 2017 a Bella Gula estará com a primeira loja própria em Miami e, em 3 anos abrirá mais três lojas próprias na cidade”. Durante esse período será criada a franqueadora americana para vendas de franquias a partir de 2019.

Segundo o franqueador, o valor total (US$ 500 mil dólares) é o investimento necessário para a pesquisa e a implementação da primeira loja e da fábrica.

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Bernardo Thomaz – Divulgação

A escolha da Florida

- se fosse um país, seria a 15ª economia do mundo

- é um dos estados americanos que cresce mais rapidamente, com um mercado consumidor em veloz expansão e um mercado de trabalho aquecido

- atrai milhares de visitantes todos os anos, seja dos Estados Unidos como do mundo todo, e serve igualmente como polo de atração para negócios nacionais e internacionais

- além do desenvolvimento econômico próprio, este estado serve de plataforma para o comércio internacional e para todas as Américas

- a localização geográfica, combinada com a estabilidade econômica e política, coloca a Florida no centro das atividades comerciais (exportação e importação) e financeiras no hemisfério.

A escolha de  Miami

- nessa cidade existe uma grande quantidade de estrangeiros, seja por razões de turismo de lazer como turismo de negócios

-  visibilidade mundial para as marcas, associada à possibilidade de se levar seus conceitos para outros países – trata-se de uma excelente “janela para o mundo”

Etapas do Projeto (até abertura de loja piloto):

- Pesquisa de mercado

- Posicionamento de entrada

- Plano de Negócio

- Implementação

- Abertura da Loja Piloto

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Doce da Bella Gula Foto Johny Partos / Moca Estúdio

Os motivos para acreditar no sucesso da Bella Gula nos EUA:

- Incentivo de órgãos competentes (ABF e APEX);

- A Bella Gula é uma franquia referência no mercado nacional, e possui as condições ideais para trabalhar novos mercados;

- Aceleração do processo de internacionalização;

- Difícil momento político e econômico no Brasil;

- Retomada da economia Americana;

- Mudança de foco.

- Êxito intensificado de várias marcas nacionais do franchising no mercado Internacional;

- 2015: 134 marcas em 53 países com mais de 1080 unidades instaladas;

- 2016: Estimativa de 160 marcas exportando seus conceitos e seus produtos.

A empresa em 2015:

- Faturamento de 27,3 milhões

- Crescimento de 14% em relação a 2014, considerando o aumento do faturamento total

- Com a mesma base de lojas o crescimento foi de 10%

Projeção para 2016 :

- Crescimento de 10% no faturamento

- Abertura de 7 lojas.

Além da marca Bella Gula, com seus dois formatos de franquia – “Tortaria & Café” e “Restaurante & Tortaria” – Bernardo Thomaz administra uma segunda marca, a Balanceado, uma rede de alimentação saudável. “É essa experiência no mercado de varejo de alimentos que pretendemos aplicar no potente e promissor mercado dos EUA”, diz Thomaz.

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A Florida também foi o estado americano escolhido para o primeiro empreendimento internacional da Lancelot Incorporações. Mas a cidade eleita foi Orlando, também uma das que mais crescem nos Estados Unidos. A empresa está investindo 40 milhões de dólares no Summerville Resort.

De acordo com a National Association of Realtors (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis), os brasileiros representam 9% dos compradores internacionais no estado da Florida. Já ocupam o lugar no hanking de estrangeiros que mais compram imóveis nos Estados Unidos. Orlando, Miami e Los Angeles são os destinos mais procurados por 33% das pessoas que buscam uma residência de lazer ou para obter uma renda extra com o aluguel.

De olho neste potencial de mercado, a Lancelot Incorporações, grupo empresarial com sede no Rio de Janeiro, está lançando em Orlando um empreendimento residencial para brasileiros. É o primeiro da empresa no exterior. Das 98 unidades, 20% já foram comercializadas. Os investidores gaúchos se destacam entre os que procuram imóveis na Florida.

Ao contrário do que se possa imaginar, o momento econômico e político do Brasil tem estimulado os brasileiros a procurar mercados com moedas mais fortes do que o Real, como o Dólar Americano, buscando maior segurança para seus investimentos”, diz o CEO da Lancelot, José Roberto Vasconcelos.É a forma mais barata e eficaz de investir dinheiro fora do Brasil”.

Segundo ele, os brasileiros também são atraídos pela qualidade de vida, estabilidade e a possibilidade de conseguir renda extra através de locações temporárias, como é o caso do empreendimento que está sendo lançado. A possibilidade de financiamento com juros baixos também contribuem para a definição da Florida como destino. “A localização privilegiada do Summerville Resort – a 3,2 km da entrada dos parques temáticos da Disney e próxima de shoppings e restaurantes- é outro grande diferencial na decisão de compra”, diz Vasconcelos.

Com investimento de U$ 40 milhões, o Summerville Resort é um condomínio de 98 casas duplex e triplex, no estilo colonial americano, com 3, 4, 5 e 6 suítes e áreas de 151 m²; 166 m²; 200 m² e 280 m², respectivamente. Todas as plantas contam com uma suíte no piso térreo, além de lavabo, churrasqueira, hot tub e estacionamento.

Com uma moderna infraestrutura de resort, o Summerville tem um clubhouse (piscina aquecida, playground, fitness center, sala de reuniões, coffee bar etc.) e serviços de concierge, permitindo o conforto e a segurança das famílias e dos hóspedes em geral. O custo de condomínio gira em torno de US$ 400 por mês, para os serviços de manutenção, administração, TV a cabo e internet.

Os valores dos imóveis começam de US$259 mil, com 3 suítes. “Com 35% de entrada, há possibilidade de financiamento pelo Banco do Brasil Américas, amortizando em até 30 anos”, diz o execuitivo. A taxa de juros na Florida Central varia de 4,25% a 5,5%, dependendo do programa de empréstimo.

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Piscina do empreendimento – Divulgação

Sobre a empresa

A Lancelot atua na área de construção civil e incorporação imobiliária, com empreendimentos que se diferenciam pelo padrão de qualidade, do projeto até o acabamento. Atuam no mercado de residências de alto padrão. Após 10 anos de sucesso no mercado do Rio de Janeiro e, sentindo a necessidade dos clientes em buscar investimento em mercados fora do país, a empresa se voltou para os Estados Unidos, onde o setor imobiliário apresenta forte valorização em função da recuperação da crise imobiliária de 2008.

 

 

A grande empresa pode ser uma startup fracassada

14 de junho de 2016 0

Por Maximiliano Carlomagno*

Eu estava num voo da TAM, as 15:33 da tarde de uma sexta feira, voltando de Vitória no Espírito Santo para São Paulo. Decidi abrir a Revista Exame de 27 de abril, com o Temer na capa – ‘O Pós Dilma’. Lembrei que já havia lido a revista, especialmente a matéria que fala dos Hackathons, mas não me lembrava da reportagem sobre a VIVO. A matéria tratava dos passos do presidente da companhia, reconhecido pela criação e scale-up da GVT e posterior venda e atuação como CEO da empresa compradora para transformar a VIVO numa empresa ágil, desburocratizada e inovadora. A analogia usada pela revista e compartilhada por muitos “especialistas” é de que, para tanto, é necessário se transformar em uma startup.

Definitivamente, discordo dessa ideia. É uma perigosa simplificação.

Não há nenhum mal em querer ser uma grande empresa inovadora, pelo contrário, é cada vez maior a necessidade das grandes empresas de equilibrarem seu foco no hoje ao mesmo tempo em que criam o amanhã. O equívoco está em acreditar que a solução para isso está em se transformar numa startup.

A pior forma para inovar numa empresa estabelecida é tentar copiar uma startup. Para entender essa inadequação é preciso saber o que é uma grande empresa e o que é uma startup. A partir disso, podemos compreender como inovar em grandes empresas.

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Quem é quem?

Uma startup é uma organização temporária, dedicada a criar novos produtos e serviços sob condição de extrema incerteza, enquanto que uma grande empresa é uma organização dedicada a operar com eficiência e previsibilidade um modelo de negócio existente. A VIVO é uma organização temporária? Não. Nem ela, nem qualquer outra das grandes empresas brasileiras. A VIVO opera sob condições de extrema incerteza? Sim e não. Há partes de seu negócio que não enfrentam essa circunstância. Essa é a grande diferença das grandes empresas.
Startup não é um modelo de gestão, mas um período na vida de um novo negócio. Confundir isso poderá gerar dois impactos absolutamente negativos:

a) fragilizar a operação existente, que exige uma abordagem de gestão tradicional

b) não turbinar a inovação, que exige uma abordagem de gestão empreendedora

Há grandes empresas que perceberam que é cada vez mais necessário criar seu futuro antes do que o necessário. Essas grandes empresas têm obtido bons resultados ao compatibilizar uma abordagem ambidestra de gestão, aplicando eficiência naquilo que precisa de previsibilidade e experimentação onde demanda inovação.

O grupo Telefônica é uma dessas organizações que, por meio da Aceleradora Wayra e do programa Global Open Future, tem conseguido relevantes evoluções. A Coca-Cola, por exemplo, tem nos EUA uma estrutura chamada de VEB – Venture Emerging Business, totalmente dedicada a desenvolver novas oportunidades, adquirir startups e estabelecer relação com agentes do ecossistema empreendedor.

Essa estrutura não é responsável pela venda da Coca-Cola no restaurante em Vitória no Espirito Santo, onde eu havia almoçado antes de pegar o voo de volta a SP. Da mesma forma, a unidade de negócios de refrigerantes não tem como responsabilidade desenvolver uma nova tecnologia de esfriamento de latas para ser usada na beira da praia de Ipanema daqui a 15 anos.

Pensemos agora nas startups. Há milhares delas que não são modelo para a VIVO, Itaú, Natura ou qualquer empresa de grande porte brasileira. Por um único motivo. Nunca alcançaram qualquer impacto. Para ser mais preciso, 90% delas não chegam a lugar nenhum. Não têm produto, receita, clientes ou funcionários. Tenho a oportunidade de conhecer algumas, como mentor da Endeavor e investidor na aceleradora WOW onde, junto a outros investidores, adquiri participação em 20 startups.

A despeito do ótimo trabalho de nosso time de gestão, já é possível identificar aquelas que irão, logo, ficar pelo caminho. Uma delas tem tido dificuldades de identificar qual o real problema do cliente que está tentando resolver. Assim, não tem conseguido elaborar uma proposta de valor única para ganhar tração e adquirir novos usuários. Mas elas não foram ágeis, abertas e pouco burocráticas? Sim, tudo isso e mais um pouco. E atingiram resultados extraordinários? Não.

Cada contexto uma abordagem

Onde há alta incerteza, a abordagem empreendedora, mais ágil, flexível e experimental tem melhores resultados. Nos contextos onde a escala, eficiência e aversão a erro são necessários, a abordagem tradicional de análise, execução e controle tem resultados superiores.
Não se trata de grande empresa ou startup, mas de alta ou baixa incerteza. Na startup não há baixa incerteza, pois quando isso ocorre ela deixa de ser uma. Por outro lado, na grande empresa há ambos contextos e o desafio é gerenciar cada um a sua maneira de modo a sua coexistência.

Não é preciso ser uma startup para inovar. Até porque, a preponderante maioria delas, ou quase sua totalidade, não são sinônimo de inovação. Não deveriam ser benchmark para ninguém. Se você é gestor de uma grande empresa, cuide bem dos modismos e faça uma análise crítica das prescrições gerenciais, especialmente aquelas baseadas em simplificações. A gestão é uma ciência contextual. A vontade de encontrar benchmarks universais já fez de Enron, OGX, Circuit City, Kodak, Peixe Urbano exemplos pouco úteis para potenciais inovadores.

Acredito firmemente que o time da VIVO – e de outras grandes empresas brasileiras – pode ser ágil e inovador. Questionar os paradigmas, buscar novas tecnologias, entender os problemas e necessidades não reveladas dos clientes e desenvolver soluções novas e economicamente viáveis. Isso não é exclusividade de startups ou de grandes empresas, mas daqueles que entendem as precondições necessárias para inovar dadas as SUAS circunstâncias.

Pense nisso!

Até a próxima inovação.

Maximiliano Selistre Carlomagno, colaborador do Mundo dos Negócios na área de inovação, dá dicas e conta o que há de novo sobre o tema nas empresas no Brasil e no exterior. Sócio fundador da Innoscience, Consultoria em Gestão da Inovação, é autor do livro Gestão da Inovação na Prática e do e-book A Prática da Inovação. É mentor Endeavor e presidente do Comitê de Inovação da Amcham.

 

Vinícola usa resíduos para alimentar ovelhas

13 de junho de 2016 0

 

Estância Guatambu - Divulgação

Estância Guatambu – Divulgação

O Departamento de Biologia da UFPel, em parceria com a Vinícola Guatambu, GPEP (UFRGS) e projeto PECUS da Embrapa, desenvolveu durante todo o ano passado, uma pesquisa envolvendo a alimentação de ovinos com  resíduos provenientes do processo da vinificação – sementes e cascas de uva. Os 40 animais selecionados para amostra são do plantel da Estância Guatambu, de Dom Pedrito, RS, onde fica a vinícola.

Um dos resultados mais legais dessa pesquisa veio da avaliação das emissões de metano pelos animais, gás que contribui para o aquecimento global e vem despertado diversas discussões sobre a produção e o consumo de carne.  As ovelhas que tiveram incluído o bagaço de uva nas dietas apresentaram uma redução das emissões de gases, indicando não somente a aceitabilidade pelos animais de um produto antes utilizado como adubo, como também as vantagens ambientais e sua utilização como fonte nutricional.

Pesquisa Ovinos - Divulgação

Pesquisa Ovinos – Divulgação

A pesquisa, realizada com recursos provenientes do CNPq, desenvolveu estudos para avaliar técnicas de reaproveitamento de resíduos gerados no processamento de alimentos da maneira mais eficiente possível.  De acordo com a pesquisadora coordenadora do projeto, Profª Drª Fernanda Medeiros Gonçalves, os resultados obtidos refletem a necessidade de desenvolver pesquisas aplicadas e em parceria com a indústria: “Este projeto mostra como podemos ampliar ganhos em todas as áreas, em especial a preservação ambiental. O êxito na resposta implicará na concepção de novos projetos com diferentes coprodutos da indústria”.

O bolsista de mestrado da Capes- Embrapa, Rodrigo Chaves Barcellos Grazziotin, mediu as emissões de metano e revela que o intuito foi conciliar dois problema ambientais em uma única solução. “Nosso objetivo era encontrar maneiras de aproveitar o alto volume de bagaço de uva gerado no processo de vitivinificação, uma grande preocupação das indústrias atualmente, e a questão das emissões de metano pela pecuária”, conta.

A utilização de coprodutos da vitivinificação na alimentação de ruminantes possui, ainda, um grande apelo em relação à redução de custos com alimentação e, adicionalmente, atende normas ambientais referentes ao descarte de resíduos. A pesquisa abre espaço para novas investigações que procurem aproveitar resíduos agroindustriais na alimentação animal, em especial, na de ruminantes, que possuem a capacidade de aproveitar fontes ricas em lignocelulose para produzir carne e leite.

Detalhes da Pesquisa

O projeto envolveu a análise nutricional dos coprodutos gerados durante o processamento da uva e seu potencial de utilização na alimentação de ruminantes. O bagaço da uva possui algumas propriedades que são benéficas para esses animais e, portanto, auxiliam na sua digestão, fazendo com que liberem menores teores de metano na atmosfera.

Foto Pixabay

Foto Pixabay

O estudo também proporciona a divulgação do potencial de utilização de alimentos alternativos aos concentrados nas dietas abrindo uma nova frente em termos de nutrição animal sustentável. Considerando a tropicalidade do Brasil, o estudo ainda agrega o caráter de inovação tecnológica, envolvendo a pesquisa de métodos para a conservação destes coprodutos que permitam a utilização dos mesmos nas épocas de escassez alimentar.

Segundo o médico veterinário e proprietário da Estância, Valter José Pötter, o projeto vem de encontro com a busca pela sustentabilidade em todas as atividades da estância e da vinícola: “A parceria com universidades é uma das características da história da Guatambu. Sempre proporcionamos o diálogo entre a produção e a pesquisa. Além disso, encontrar alternativas sustentáveis para nossas atividades é uma de nossas maiores metas”, declara.

Sobre a Guatambu

Situada em Dom Pedrito, no coração do pampa gaúcho, a Estância Guatambu é uma empresa familiar dedicada a gerar produtos primários e agroindustriais. Com aptidão de solo e clima privilegiados, a estância produz uma grande diversidade de produtos. Destaca-se pela utilização de tecnologia de ponta, tanto na agricultura quanto na pecuária, sendo suas atividades centradas na integração de ambas. A pecuária de corte é desenvolvida com bovinos Polled Hereford e Braford e ovinos Texel. Os produtos desta atividade são touros reprodutores superiores e carne de alta qualidade proveniente de animais precoces abatidos dos 14 aos 24 meses de idade, além dos cordeiros pampeanos. Na agricultura, destaca-se a produção de arroz irrigado, milho irrigado com pivô central, soja, sorgo, sementes forrageiras e uvas viníferas.

Desde maio de 2016 a vinícola funciona com 100% de energia solar, tornando-se o primeiro empreendimento da área na América Latina movida através de energia limpa.

 

Novo presidente do IEE quer 'menos estado, menos ideologia e menos esperteza'

08 de junho de 2016 0
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Thobias Zamboni, Tiago Tellechea, Ramon Crivellaro, Rodrigo Tellechea, Joanna Maldonado Renner, Paulo Fuchs e Júlio Lamb. Crédito Tiago Trindade

Mais de 200 pesssoas prestigiaram a cerimônia de posse da diretoria 2016/2017 do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) esta semana, em Porto Alegre, entre elas, o vice-governador do Rio Grande do Sul, José Paulo Cairoli. Rodrigo Tellechea Silva, 35 anos, advogado, doutor em direito comercial pela USP e sócio do escritório Souto Correa Advogados, assumiu como presidente do Instituto no lugar de Ricardo Heller.

O ex-presidente do Banco Central do Brasil e ex-Ministro da Fazenda, Pedro Malan foi o convidado especial e reforçou a importância de um compromisso firme com a política fiscal no Brasil: “A conta chegou e agora temos que lidar com isso”, disse. Para ele o debate político traz novas evidências para a atual conjuntura político-econômica e as pessoas mudam, sim, de opinião e podem rever seus conceitos. Segundo Malan, há três valores essenciais para realizar as mudanças necessárias na sociedade. “Se há um valor que vale a pena viver é a liberdade”. O ex-ministro destacou, ainda, a busca por mais justiça social, com igualdade perante a lei e igualdade de oportunidades; e como terceiro ponto, citou a eficiência e a produtividade, “imprescindíveis para criar um ambiente propício para evoluir”, destacou.

O Instituto de Estudos Empresariais foi fundado em Porto Alegre há mais de 30 anos. A entidade tem como objetivo a formação de jovens lideranças empresariais que se comprometam com um modelo de organização social e política para o Brasil baseado no ideal democrático voltado para a defesa das liberdades individuais, da economia de mercado e da livre-iniciativa. Além do presidente Rodrigo Tellechea, a nova diretoria é composta pelo vice-presidente, Paulo Costa Fuchs; e os diretores Joanna Maldonado Renner, Tiago Silva Tellechea, Ramon Bastos Crivellaro, Thobias Zamboni e Júlio César Bratz Lamb. Também foram empossados os integrantes do Conselho Fiscal e do Conselho Deliberativo para a gestão 2016/2017.

Rodrigo Tellechea destacou o compromisso do instituto em formar líderes empresariais: “O IEE tem um papel protagonista na formação de lideranças para contribuir para um país com pessoas e instituições fundadas nos valores da liberdade, da eficiência e da meritocracia. Um indivíduo solidamente formado tem consigo um arsenal bem definido de valores e de argumentos necessários para garantir sua honestidade intelectual e continuar sua caminhada em direção a própria felicidade”. Tellechea enfatizou a importância da iniciativa privada no cenário atual do país, “A reinvenção do país passa por mais iniciativa privada e menos estado. Mais empreendedorismo e menos ideologia. Mais ética e menos esperteza”, defendeu.

Gestão do Instituto de Estudos Empresariais – 2016/2017

Diretoria: Presidente: Rodrigo Tellechea Silva

Vice-Presidente: Paulo Costa Fuchs

Diretor de Formação: Thobias Zamboni

Diretor Financeiro: Ramon Bastos Crivellaro

Diretora de Comunicação: Joanna Maldonado Renner

Diretor de Eventos: Tiago Silva Tellechea

Diretor de Relações Institucionais e Fórum da Liberdade: Júlio César Bratz Lamb

30 Anos de Fórum da Liberdade

Um dos principais desafios da nova diretoria do IEE será a organização do Fórum da Liberdade que, em 2017, completa 30 anos de existência. Consagrado nacionalmente e considerado o maior evento liberal da América Latina, o Fórum já recebeu diversos ganhadores de Prêmio Nobel de Economia, ministros de Estado, escritores, políticos e jornalistas consagrados. Há, portanto, uma grande expectativa sobre as novidades e personalidades que serão apresentadas nas comemorações de três décadas do principal evento da entidade.

Plástico Verde gaúcho ganha espaço no Japão

08 de junho de 2016 0

A empresa Asahi Soft Drinks, umas das principais fabricantes de refrigerantes do Japão, começou a utilizar o Polietileno Verde da Braskem, produzido no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). A resina, produzida pela empresa brasileira a partir de cana-de-açúcar, será utilizada nas tampas das garrafas de 1,5 litro de Mitsuya Cider. A adoção é resultado da parceria com a Toyota Tsusho Corp, que desempenha um importante papel na distribuição e expansão do Plástico Verde na Ásia e Oceania.

Com a decisão de adotar o Plástico Verde I’m green™ nas embalagens de seus produtos, a Asahi reforça seu compromisso de reduzir o impacto ambiental de suas atividades e as emissões de gás carbônico (CO2) em aproximadamente 23% na comparação com as garrafas usadas atualmente.

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Imagem: site Asahi Soft Drinks

 

O Plástico Verde chegou ao Japão em março em tampas de garrafas PET da Suntory, a fabricante de bebidas líder no Japão e de atuação global, que passou a usar polietileno de origem renovável em 26 milhões de garrafas por ano. Com a adoção de Plástico Verde nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml, o Polietileno Verde representa 30% do plástico usado nas tampas da água Suntory Aso Tennensui. A empresa japonesa foi a primeira do mundo a adotar a resina em tampas de garrafas PET.

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Imagem: Suntory Holdings Limited

OUTROS CLIENTES

Mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

A Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil. Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

A gaúchaFlorense foi a  primeira fabricante de móveis a usar plástico bolha produzido com matéria-prima renovável. A empresa inovou ao fazer embalagens com Plástico Verde da Braskem para proteger seus produtos.

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Imagem Braskem

 

O PLÁSTICO VERDE

O polietileno verde I’m greenTM é fruto da combinação de inovação, tecnologia e sustentabilidade. Após alguns anos dedicados à pesquisa e desenvolvimento, a planta de eteno verde da Braskem, inaugurada em setembro de 2010, marcou o início da produção do polietileno verde em escala industrial e comercial, conferindo à empresa a liderança mundial no mercado de biopolímeros. A unidade industrial recebeu investimento de US$ 290 milhões e tem capacidade para produzir anualmente 200 mil toneladas de polietileno verde.

Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

O polietileno verde I’m greenTM é um plástico produzido a partir do etanol de cana-de-açúcar, uma matéria-prima renovável, ao passo que os polietilenos tradicionais utilizam matérias-primas de fonte fóssil, como petróleo ou gás natural. Por esta razão, o polietileno verde I’m green TM captura e fixa gás carbônico da atmosfera durante a sua produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa.

Além disso, o cuidado com a sustentabilidade está presente na relação da Braskem com os seus fornecedores do etanol. Desde a plantação da cana-de-açúcar até a produção de etanol, os fornecedores devem atender a princípios de desenvolvimento sustentável presentes no “Código de Conduta para Fornecedores de Etanol” elaborado e implementado pela Braskem e que cobre aspectos como respeito à biodiversidade e boas práticas ambientais.

O polietileno verde I’m greenTM mantém as mesmas propriedades, desempenho e versatilidade de aplicações dos polietilenos de origem fóssil – o que facilita seu uso imediato na cadeia produtiva do plástico. Por este mesmo motivo, também é reciclável dentro da mesma cadeia de reciclagem do polietileno tradicional.

Site Braskem

Site Braskem

Sobre a Braskem
Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, é a maior produtora mundial de biopolímeros – polietileno derivado do etanol de cana-de-açúcar(Plástico Verde), com capacidade de 200 mil toneladas anuais. Com o propósito de melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

 

O amor está na vitrine

03 de junho de 2016 0

Junho é o mês dos namorados e os lojistas estão cada vez mais criativos para atrair a atenção de homens e mulheres dispostos a presentear os seus pares. O Dia dos Namorados deve movimentar este ano R$ 70 milhões no comércio da capital e região metropolitana. Segundo o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, o varejo está confiante e acredita que as projeções se confirmem. “O companheiro nunca deixa de ser agraciado na comemoração e o presente tem um valor intangível e simbólico, de ter que representar o amor do namorado. Além disso, quando o Dia dos Namorados cai em um domingo, a tendência é que a comemoração se estenda por todo o final de semana e, logo, que os casais gastem mais com a data”, afirma. De acordo com o presidente da CDL POA, Alcides Debus, a estimativa de faturamento com a data considera, especialmente, as vendas entre 1º e 11 de junho. “O ticket médio deve ficar em torno de R$ 180,00″, diz.

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Imagem: Pixabay

VOCÊ CONHECE BEM SEU AMADO?

Uma pesquisa de intenção de compras, encomendada pela CDL POA e Sindilojas Porto Alegre, mostra a preocupação em acertar no presente, afinal, errar na escolha pode significar que não se conhece bem o companheiro. A  pesquisa que traça o perfil dos consumidores gaúchos para o 12 de junho, mostra que os presentes mais procurados são roupas (38%), artigos de perfumaria ou maquiagem (16%), acessórios (15%), calçados (11%) e eletrodomésticos e eletrônicos (5%)”. A maioria dos entrevistados (67%) planeja pagar à vista em dinheiro. Em segundo lugar (22,5%), ficou a opção ‘no cartão de crédito parcelado’, 4,9%  ‘à vista em cartão de débito’ e 3,5%  ‘no cartão de crédito em parcela única’. O levantamento foi realizado pela Zooma Consumer Experience, entre os dias 18 e 29 de abril.

LOJA FÍSICA OU ‘ON LINE’?

Mesmo em época de tecnologia móvel, 73% dos entrevistados ainda pretendem pesquisar preços em lojas físicas. Quanto ao local da compra, 52% deverão comprar em lojas de rua e 40% em shoppings. Para aqueles que preferem comprar o presente do Dia dos Namorados em lojas de rua, os principais motivos que levam à esta escolha são os preços mais baixos (36%), a variedade em geral (11%) e a proximidade do trabalho (9%). Os que optam pelas lojas de shopping, o fazem devido à segurança (41%), variedade de lojas (15%) e variedade em geral (7%).

Poucos apontaram inclinação para comprar algo extra (28%). Entre aqueles que costumam dar um complemento ao presente, as flores aparecem como a principal opção (14%), seguidas de chocolate (5,2%) e jantar (6,3%).

Apesar de o presente do Dia dos Namorados ser considerado como um dos mais especiais entre as datas comemorativas e ser programado com antecedência, os apaixonados ainda deixam para comprá-lo em cima da hora. Do total de consultados, 52% afirmaram que deixarão para adquiri-lo nos últimos sete dias que antecedem a data.

SHOPPINGS ATRAEM NAMORADOS COM PROMOÇÕES

Campanha Dia dos Namorados Moinhos Shopping

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Levar o casal para uma ilha em formato de coração em Fiji, é o apelo do Moinhos Shopping para os namorados que procuram presentes. A ilha de Tavarua, incrustrada no Oceano Pacífico, abriga o Tavarua Island Resort, local onde os vencedores da ação, que segue até o dia 13 de junho, passarão sete noites.

Além de desfrutar da estrutura do resort e da culinária local, os ganhadores poderão aproveitar as águas cristalinas e os exuberantes corais que circundam a ilha para a prática de esportes aquáticos, como scuba diving e snorkling, e curtir passeios de barco. A ilha também é próxima de sete pontos de surf, sendo que o Cloudbreak é o mais conhecido e motivo de peregrinação de surfistas de todo o mundo.

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No shopping Praia de Belas, a ideia é adoçar a vida dos namorados. Entre os dias 1º e 12 de junho, notas fiscais de compras que somem R$ 150,00 darão direito à troca por um exclusivo copo com Bib’s. Os clientes poderão escolher entre seis sabores dos confeitos da Neugebauer: chocolate ao leite, chocolate branco, amendoim, cereja, laranja e menta. Para cada copo – uma embalagem especial em comemoração ao 12 de junho – os clientes poderão selecionar os sabores de sua preferência. O limite diário é de 3 itens por CPF cadastrado durante o período da promoção.

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O Shopping Total lançou a campanha ‘Toda Forma de Amor’, pensando em todas as formas de relacionamento. O objetivo é valorizar a diversidade. Os clientes  concorrem a prêmios diários, além de participar do sorteio do dia dos namorados que acontecerá dia 13/06 às 14h. Também participarão dos sorteiros os cupons que não foram sorteados no dia das mães.

A cada R$ 100 reais em compras, o cliente troca sua nota por um cupom e concorre a 50 mil reais em prêmios — vale compras de 50 reais para utilizar no shopping — , mais 2 cartões de 10 mil reais a serem sorteados em 13/06. A Campanha  vai até 12/06.

O shopping Iguatemi está sorteando R$ 100 mil em compras na sua promoção de Dia dos Namorados. E uma novidade: quem participou da Promoção do Dia das Mães também está participando deste sorteio. A cada R$ 300 em compras, o cliente ganha um cupom para concorrer. Ao trocar as notas nas segundas e terças-feiras, o público ganha cupons em dobro. O sorteio será realizado no dia 15 de julho.

Campanha Vegas Party Crédito Divulgação

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O Bourbon Shopping entra no clima de Las Vegas com  uma ação, que teve início no dia 30 de maio e será marcada pela Vegas Party, que ocorre no Pavilhão de Exposições da Fiergs no dia 11 de junho, às 23h, com ingressos limitados. Com inspiração na magia e no encanto que Las Vegas exerce em casais e solteiros, a festa terá dois espaços: o Stage 1 Green Valley e o Stage 2 Village Lovers ´n’ Singles. Eleito duas vezes como o melhor club do mundo pela revista britânica DJ Mag, o Green Valley assina o Stage 1, que contará com 300m² em telões de LED, efeitos especiais, palco 360°, iluminação diferenciada e line-up com “Life is a Loop” e os DJs Constantine, Isquier, Double S e Milena Scheide.

O Stage 2 Village Lovers ´n’ Singles, ganha ares de cassino e contará com um bar ambientado no melhor estilo Rock ´N’ Roll. A discotecagem ficará por conta dos DJs Edu Santos, Piá e Camila Vargas, além de performances ao vivo das artistas Aline Stoffel e Lara Rossato. Para a experiência ser ainda mais completa, uma típica capela de casamento será montada no local, para que festeiros corajosos aproveitem a ocasião e façam um casamento típico de Las Vegas, numa cerimônia conduzida por um sósia de Elvis Presley. Para garantir a autenticidade, performers virão com exclusividade diretamente da fabulosa cidade norte-americana para agitar a festa.

Os clientes do Bourbon Shopping devem trocar de 30 de maio a 11 de junho, R$ 400,00 em notas fiscais por um ingresso, que dará acesso aos dois espaços da festa. O Stage 2 Green Valley estará aberto ao público em geral com ingressos limitados no valor de R$ 200,00. A ação tem apoio da Loop Discos. Participam da ação os shoppings Bourbon Shopping Assis Brasil, Country, Ipiranga, Wallig, Novo Hamburgo e São Leopoldo, além do Porto Alegre CenterLar. A classificação etária do evento é de 18 anos.

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O BarraShoppingSul pretende reforçar seu conceito de cada vez mais oferecer experiências para os consumidores. Por isso, entre os dias 30 de maio e 19 de junho, a cada R$ 250 em compras, os clientes vão ganhar uma caixa de Nhá Benta da Kopenhagen (estoque de 10 mil caixas, limite de 1 por CPF), e ainda concorrem, na hora, a 1.800 pares de ingressos para um show de Stand Up comedy com Leandro Hassun, cujas apresentações exclusivas acontecem no dia 28 de junho, no Centro de Eventos do BarraShoppingSul. Os participantes ganharão, ainda, cupons para participar do sorteio de 2 automóveis Subaru que será realizado no dia 20 de junho, às 10h, na Praça Rosa dos Ventos.

O Boulevard Assis Brasil  preparou uma programação para quem ama rir a dois. No sábado (11), véspera do Dia dos Namorados, o comunicador da rádio Atlântida, Duda Garbi, fará um show de stand up comedy na Praça de Alimentação do shopping, às 20h. No show, Duda interage com o público e apresenta seus três principais personagens: Jeiso, Britinho e Santaninha. A entrada é franca.

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Livro sobre H.Stern tem lançamento em Porto Alegre

31 de maio de 2016 0

Quem nunca parou em frente a uma vitrine da H.Stern para admirar o design — mundialmente conhecido — de suas joias, presentes em 32 países através de 280 pontos de venda? O que poucos sabem é que por trás dessa marca brasileira de sucesso internacional há uma grande história humana e de superação. É esse o mote de ‘H.Stern – a história do homem e da empresa’ que terá sessão de autógrafos na próxima quarta-feira, 1º de junho, na livraria Saraiva do Moinhos Shopping, em Porto Alegre, a partir das 18:30.  Escrito pela jornalista Consuelo Dieguez, o livro conta a fuga de Hans Stern da Alemanha, com os pais, em razão da perseguição nazista. “Eles deixaram tudo para trás e aqui, Hans construiu a primeira multinacional de varejo brasileira”, diz a autora.

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Trata-se também, de uma crônica de época .“Ele escreveu cartas para os amigos espalhados pelo mundo, que revelam o Rio de Janeiro dos anos 40 pelo olhar de um jovem judeu alemão. São cartas fascinantes e muito bem humoradas”, diz Dieguez, atualmente repórter da Revista Piauí. Por vários anos, a jornalista foi chefe da sucursal da Revista Exame no Rio de Janeiro.

O livro, publicado pelo Record em 2015, revela, ainda, a construção da joalheria e as inovadoras técnicas de marketing criadas por Hans. É também um livro de estratégia empresarial, ao mostrar como, a partir dos anos 90, a empresa precisou se recriar para sobreviver no mercado. “Eu diria que é um livro para quem gosta de história, para quem gosta de joias e para quem gosta de negócios! Acho que esses interesses estão todos contemplados ali”, diz a autora.

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A jornalista Consuelo Dieguez – Divulgação

Consuelo Dieguez também é autora de Bilhões e Lágrimas, a economia brasileira e seus atores’, que conta a história econômica e empresarial do Brasil nos anos Lula e Dilma, e as consequências de todas as estratégia adotadas (boa parte do que está acontecendo agora foi previsto ali). A jornalista também é co-autora do livro de humor ‘Cuidado. Seu príncipe pode ser uma Cinderela!, um guia prático para indentificar um ‘gay’ no armário.

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H.STERN. UMA ESTRELA DE BRILHO ETERNO

Presente nas principais capitais do mundo, como Nova York, Paris, Londres, Moscou, São Paulo, Rio de Janeiro, Frankfurt, Seoul e Shangai, a H.Stern, retratada no livro de Consuelo Dieguez, é uma empresa familiar, fundada no Rio de Janeiro em 1945 por Hans Stern (1922-2007). A empresa faz internamente todas as etapas de produção de suas joias, desde a busca das melhores gemas e metais, passando pela concepção e design, confecção artesanal das joias, até o lançamento das coleções em suas lojas. As joias são criadas e desenvolvidas por cerca de 300 artesãos, muitos deles criados na casa, onde desenvolvem sua arte há décadas.

À frente da marca está Roberto Stern, filho mais velho de Hans Stern, responsável pelas grandes mudanças ocorridas na H.Stern ao longo das últimas duas décadas. Sob sua gestão, a joalheria deixou de ser reconhecida exclusivamente pela qualidade das pedras preciosas de suas joias para ser lembrada também como empresa de design. Temas como moda, comportamento, arte e arquitetura passaram a inspirar as coleções da marca e parcerias criativas com personalidades de universos distantes do mundo das joias trouxeram ideias inimagináveis para o antes tradicional mercado joalheiro.

Se Hans Stern fundou as bases para o sucesso da empresa, nos anos 40, criando e promovendo o interesse internacional por pedras preciosas coloridas brasileiras, Roberto renovou a imagem da marca. Seu irmão, Ronaldo, divide com ele a condução da empresa, como vice-presidente da organização que conta com quase 3000 funcionários.

Hans Stern - foto site da empresa

Hans Stern – foto site da empresa