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Atual momento impacta gestão e qualidade

Mundo dos Negócios convidou Luiz Ildebrando Pierry,  Secretário Executivo do Programa...

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Bourbon Shopping lança concurso de inovação para estudantes

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Bourbon Shopping lança concurso de inovação para estudantes

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Franquia espanhola iniciada no RS anuncia expansão

14 de setembro de 2016 0
TEA

Tea Shop Brasil Divulgação

A Tea Shop Brasil, marca espanhola de chás gourmet,  inaugurou sua primeira operação no Brasil em 2013, em Porto Alegre. Trazida pelo Tea Sommelier Michel Bitecourt, a primeira loja funcionou como incubadora de um novo modelo de negócio. Depois de três lojas inauguradas em Porto Alegre – Shopping Praia de Belas, Shopping Iguatemi e Pátio Ivo Rizzo –, chegou a vez de duas outras capitais brasileiras receberem as primeiras lojas da franquia.

Em agosto, abriu em Salvador o primeiro quiosque Tea Shop, no Salvador Shopping. Este mês, inaugura a franquia em São Paulo, localizada no Shopping Morumbi.

Os espaços nas duas cidades contarão com mais de 80 blends da marca espanhola de chás gourmet, além de acessórios exclusivos. Servidas quentes e frias, as bebidas são funcionais. Há chás relaxantes, digestivos, energizantes, detox, isotônicos, emagrecedores, antioxidantes, entre outros que compõem a lista de produtos das lojas Tea Shop.

Os quiosques são uma operação inédita, mas têm como destaque as mesmas latas douradas exclusivas da marca, fabricadas na Itália, onde os chás gourmets são oferecidos totalmente frescos. A expectativa, segundo Michel Bitencourt, é chegar a seis unidades franqueadas até o final de 2016.

Além da inauguração de novas operações em outros estados, a loja do Shopping Iguatemi, em Porto Alegre, passou por uma renovação e agora está situada em local mais atrativo, em frente à praça de alimentação do shopping.

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Tea Shop Divulgação

Sobre a Tea Shop

Fundada em 1990 em Barcelona, e com mais de 60 lojas espalhadas por dois continentes, a Tea Shop lança o programa de franquias no país em plena crise. A marca possui um completíssimo portfólio de produtos renovado por coleções, com mais de 100 tipos de chás e acessórios exclusivos. Naturais e com diversas funcionalidades, os produtos da Tea Shop prometem saúde e bem estar, além da experiência de compra diferenciada no ponto de venda. As lojas seguem o padrão internacional da marca, com a mesma ambientação e atendimento.

Missão gaúcha a Macau deve gerar muitos negócios

07 de setembro de 2016 0
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Macau – China

Entre 17 e 27 de outubro, a Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) comandará uma missão de empresários a MACAU, CHINA, para participar da 21ª Feira Internacional de Macau, que acontece de 20 a 22 de outubro no Centro de Convenções e Exposições do Venetian Macao Resort Hotel, e assinar instrumento de parceria com o Instituto do Comércio e do Investimento de Macau. Representantes da entidade estiveram na Associação, em Porto Alegre, no mês de maio, com grupo de 22 empresários de diversas áreas (setor financeiro, comércio, imobiliário, varejo de carnes, produtos minerais e material de construção).

Naquela ocasião, o presidente da ACPA, Paulo Afonso Pereira, acertou a formatação de protocolos de cooperação entre as duas cidades para assinatura durante a Feira Internacional. “Queremos ser facilitadores de possíveis negócios entre os empresários de Macau e de Porto Alegre e centralizar os contatos na Associação Comercial. A ACPA quer ser a casa de negócios com Macau”, explicou Pereira.

Quando esteve na capital gaúcha, o presidente do Ipim, Jackson Chang, que também esteve em São Paulo, falou do interesse em promover a cooperação econômica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa.

Em 1999, o território deixou de ser colônia portuguesa depois de mais de 400 anos e foi entregue à China, mas tem uma certa autonomia administrativa. Macau é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China (RAEM), assin como Hong Kong. A língua portuguesa continua sendo falada em Macau, além do cantonês.

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Conforme Chang, os empresários de Macau possuem um bom conhecimento dos mercados da China e dos Países de Língua Portuguesa. “Estas vantagens contribuem para o aprofundamento do papel de Macau como a plataforma de serviço entre a China e os países de língua portuguesa.”

Para aperfeiçoar a base das infraestruturas financeiras, o Banco Central da China autorizou Macau como plataforma de liquidação do RMB (Renminbi, moeda chinesa) nas transações entre a China e os países de língua portuguesa. O representante do Banco da China, um dos quatro maiores bancos comerciais chineses, Zhao Hao, revelou que em 2015 o montante de liquidação de RMB cresceu em 22,81% em relação ao ano anterior. No Brasil o Banco da China tem sucursais em São Paulo e Rio de Janeiro.

Negócios

Para os empresários gaúchos que ainda têm dúvida de que a missão à Macau pode gerar bons negócios, os representantes de empresas que estiveram em Porto Alegre em maio, não deixam dúvida. O presidente da empresa Nam Kwong, Cheng Ying Jun, por exemplo,busca fornecedores de carnes e considera que produtos alimentares representam um grande mercado para gaúchos na China.

Existe também interesse em instalar uma montadora de motos. O projeto seria vender as motos no Brasil e demais países da América Latina. Os chineses querem também abrir lojas de conservas no Brasil, principalmente de peixe. A proposta é adquirir produtos prontos.

O vice-presidente da ACPA, Raul Cohen, também presente ao encontro, chamou a atenção dos empresários de Macau sobre o potencial da Região Metropolitana de Porto Alegre como uma plataforma de produção de semicondutores (chips) em parceria com as universidades.

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Macau – português e chinês

Comércio BRASIL e CHINA

Em 2015, o Brasil exportou para a China um total de US$ 35,6 bilhões e importou daquele país US$ 30,7 bilhões (contra US$ 40,6 bilhões e US$ 37,3 bilhões em 2014, respectivamente), obtendo, como resultado, superávit no comércio bilateral de US$ 4,9 bilhões. Desde 2009, o Brasil acumula um superávit com a China de quase US$ 46 bilhões.

A Feira Internacional de Macau

Com o tema “Cooperação – Chave para Oportunidade de Negócios”, esta edição tem por objetivo proporcionar aos visitantes a oportunidade de fomentar investimentos e negócios com o país, além de promover as regiões do Pan-Delta, Rio das Pérolas e regiões Central e Oeste da Província de Guangdong.

Na ocasião serão organizados B2B’s, através de uma plataforma de serviços on-line chamada de Bolsa de Contatos, além de outras ações, no intuito de apoiar os expositores, empresários e investidores provenientes de diversas partes do mundo na dinamização do intercâmbio e cooperação com o interior da China.

Na edição anterior, participaram 350 delegações econômicas e comerciais de mais de 60 países e regiões, tendo sido realizados 1.502 contatos.

Atual momento impacta gestão e qualidade

05 de setembro de 2016 0

Mundo dos Negócios convidou Luiz Ildebrando Pierry,  Secretário Executivo do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade , o PGQP, para escrever aqui no blog sobre o novo momento que se apresenta para as lideranças e os novos desafios do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade.

PGQP

Luiz Ildebrando Pierry Crédito Foto: Mathias Cramer

Por Luiz Ildebrando Pierry

Vivemos um momento de mudanças aceleradas com impactos na área da gestão e da qualidade. Com a agilidade da comunicação e a importância indiscutível da transparência e de bom relacionamento com todos os stakeholders das organizações, fortalecer suas redes de lideranças e reputação  se torna fator chave para a manutenção no mercado.

Ao mesmo tempo que imprescindível, manter a reputação das empresas frente aos clientes internos e externos nunca foi tão difícil. Em tempos de redes sociais e toda a avalanche de informações que elas provocam, uma experiência ruim com uma marca pode estar em poucos minutos na rede e atingir bilhões de usuários em todo o mundo.

Na economia da reputação, um erro local pode se tornar um dano global. A perda, em uma crise, é muito maior do que a falha, pela velocidade das interações em que uma informação é multiplicada. Hoje, o que vale é a qualidade da exposição, e não a quantidade. Não basta apenas conhecimento técnico, pesquisa e desenvolvimento, a organização precisa ser reconhecida de forma genuína pelo mercado.

É nesse cenário que o Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade se reinventa a cada dia, buscando maior interação com seus públicos, identificando demandas, criando novos programas, produtos, serviços e valorizando as práticas de excelência por meio de reconhecimentos, buscando incentivar uma cultura empreendedora, através da inovação para a sustentabilidade.

Vivemos um cenário político e econômico que exige lideranças sensíveis, e é fundamental compreender que passamos por uma transição dos líderes de ontem para os jovens de hoje. Com 25 anos de internet no Brasil, temos no mercado a primeira geração de nativos digitais, que apresentam iniciativas modernas e com a versatilidade que o mercado e o cliente exigem. Unir as experiências e o conhecimento de gerações distintas e buscar o equilíbrio pode contribuir para a identificação das melhores soluções e para pensar em novas formas de aplicação do conhecimento e dos recursos, para atender às necessidades que se multiplicam.

Na área da pesquisa, o PGQP estruturou novas alianças e parcerias estratégicas, em um momento em que as organizações precisam se reinventar e buscar alternativas para tornar a crise uma oportunidade de desafio para evolução. Com o objetivo de orientar as organizações de forma personalizada, o Programa fortalece sua atuação com a Academia. Para isso, a secretaria executiva do movimento busca instalar postos avançados em parcerias com as universidades, como fez com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), executando projetos de grande interesse do setor produtivo. A mudança visa desenvolver estudos, projetos e programas que reúnam os diversos interessados, lideranças e suas equipes, com otimização de recursos, processos sustentáveis e de acordo com as necessidades e demandas de cada cliente.

A união entre as gerações de lideranças, assim como o intercâmbio entre empresas e as áreas de pesquisa das universidades, pode contribuir para uma mudança gradativa em busca de maior competitividade e diferenciação no mercado, além de mais qualidade de vida em nosso Estado.

 

Panfácil investe em pães e lanches congelados

01 de setembro de 2016 0

Uma boa notícia para a tão combalida economia gaúcha: a Panfácil Alimentos, empresa do Grupo Estrela, acaba de abrir uma nova fábrica em Canoas, na Grande Porto Alegre. A empresa investiu 45 milhões de reais nos últimos quatro anos, ampliando suas unidades produtivas, mas a fábrica recém inaugurada é uma das mais modernas da América Latina e tem capacidade para produzir até 3,6 mil toneladas de produtos, seis vezes mais que a anterior. Somente nessa linha de produção da Panfácil foram aplicados 28 milhões de reais em área construída, equipamentos, máquinas com tecnologia de ponta, pesquisa e desenvolvimento.

E mais: a nova fábrica apresenta ao mercado um novo modelo de produção de pães e lanches congelados para grandes redes de varejo, mercados e padarias. Com ela, a marca torna-se potencial parceira nacional desses segmentos. A ideia é que grandes redes passem a  adquirir pães congelados, deixando de produzi-los 100% em suas lojas.

A Panfácil está localizada no município de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), em um espaço de 15 mil metros quadrados junto à área do Moinho, que tem 30 mil metros quadrados. No total, são 45 mil metros quadrados no complexo industrial. A inauguração da nova fábrica representa um avanço no conceito de negócio do pão francês, o carro-chefe da linha de produção. “A Panfácil recebe diretamente do Moinho Estrela sua principal matéria-prima: a farinha de trigo. As mesclas de alto padrão desse ingrediente foram estrategicamente pensadas para atender às necessidades da linha de produção e de seus mais de 70 itens”, diz Bernardo Pretto, diretor comercial da operação de pães congelados da Panfácil.

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Imagem: Fillipo Jr.

Todos os equipamentos foram estudados e adaptados para produzir um pão francês ao gosto do brasileiro. “A aquisição da tecnologia francesa foi uma decisão que envolveu inúmeras variáveis, entre elas, uma montagem praticamente inédita no que diz respeito à receita e às normas de segurança alimentar, além, claro, de sabor e da qualidade superiores para os pães, justamente, por conta da qualificação do Moinho”, explica o executivo. Com a nova fábrica, a produção em grande escala e automatizada reforça atributos da marca, como confiabilidade, padronização e rigoroso cumprimento técnico/normativo sobre os produtos.

Ao longo dos últimos quatro anos de planejamento até a inauguração da unidade de congelados, os executivos e os sócios do Grupo Estrela, que vai completar 50 anos em 2017, confirmaram tendências que já eram percebidas por eles no Brasil e no exterior. “Produzir alimentos com eficiência nos processos e sem elevar custos é um desafio enorme. No caso dos pães, o modelo de negócio baseado nos congelados (que chegam ao varejo prontos para descongelar, assar e vender) significa atender a um mercado em expansão”, observa Jaime Pretto, diretor do Grupo Estrela. Segundo ele, o varejo de pães passa por um momento econômico complexo, pois, além da exigência de uma mão de obra especializada e escassa, há estruturas e equipamentos que requerem um investimento planejado e difícil, mesmo para grandes empresas.

A tendência apontada pelos diretores da Panfácil se reafirma também na análise da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP). Há uma indicação de que, nos próximos 10 anos, o processo de congelamento de pães irá auxiliar na qualidade final dos produtos. “O estoque de pães congelados dentro da padaria deverá permitir ao empresário gerenciar esse volume e assim diminuir perdas e servir pães quentes em sintonia com a demanda”, sublinha a ABIP em seu plano estratégico.

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Divulgação

Dados do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria e de Massas Alimentícias e Biscoitos do Rio Grande do Sul (Sindipan-RS) apontam o aumento de consumo de pães em 10% no período de 15 anos no Estado (2000-2015), devido ao advento das indústrias de pães congelados. Esses fabricantes abastecem um maior número de pontos de vendas, como os minimercados, que antes não serviam pães assados na hora, ampliando a oferta e o acesso a esse tipo de alimento. O Sindipan-RS também registrou a ampliação no número de empregos diretos envolvidos no negócio, já que o comércio de alimentos contrata mão de obra dedicada para assar e servir. O consumo per capita de pão francês no Rio Grande do Sul é de 43 kg a 45 kg ao ano, bem acima da média nacional, de cerca de 33,5 kg anuais, segundo a ABIP.

Da fábrica ao forno 

A marca de pães congelados Panfácil completará 18 anos de atividade em 2017. Desde 1999, é responsável pelo abastecimento para redes de supermercados e padarias da região Sul. “A visão e a perspectiva de que o mercado de pães congelados no Brasil ainda vai crescer muito se confirma diante do alto índice de vendas que temos, apesar do cenário de recessão”, analisa Bernardo. “Antes mesmo de inaugurar a nova fábrica já tínhamos 100% da unidade antiga produzindo. Durante a construção dessa nova linha, já previmos espaços e infraestrutura suficientes para duplicá-la quando necessário. Nossa estimativa é de que isso ocorra em cinco anos”, confirma a diretora industrial, Ivete Pretto. A antiga Panfácil, localizada no centro do município de Canoas, foi desativada e seus 115 funcionários foram transferidos. Ao todo, o Grupo Estrela soma 650 empregos diretos e 100 indiretos.

A partir da inauguração, a Panfácil poderá produzir exclusividades para grandes redes de supermercados, que demandam volumes em altas escalas. “De acordo com as possibilidades que surgirem, temos condições para desenvolver novos produtos que atendam os diferentes desejos do consumidor brasileiro. Linhas com ingredientes variados até já temos, como, por exemplo, o pão de queijo multigrãos”, diz o diretor comercial Bernardo Pretto.

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No caso do pão francês, no Brasil, a receita da Panfácil utiliza tecnologia fracesa, porém com adaptações culturais locais. A área de nutrição, pesquisa e desenvolvimento esclarece a necessidade da diferenciação em relação ao pão feito na França, não somente no visual, mas no formato e até mesmo na questão de umidificação da massa. O resultado é a crocância da casca e o miolo fofo, características das exigências locais. “O controle de padrão e de qualidade é essencial. Não por acaso, apesar de nossas vendas serem de pães congelados crus, a sala de testes está em constante atividade com fornos e outros equipamentos necessários para controle. A dosagem de ingredientes é 100% automatizada e o contato humano é mínimo, mais voltado à degustação”, diz a diretora industrial.

Sobre o Grupo Estrela:

O Grupo Estrela  faturou de 270 milhões de reais em 2015 e projeta crescimento de 10% em 2016. Hoje, 650 colaboradores diretos e 100 indiretos atendem às quatro empresas da Holding Mesapart e suas unidades nas cidades de Canoas e Cachoeirinha: Moinho Estrela (indústria de moagem de trigo com atuação nacional nos segmentos industrial, panificação e varejo), Panfácil (pães e lanches congelados), Mesasul (fornecimento de cestas básicas, produtos de alimentação e higiene para órgãos públicos e privados) e Presete (empresa do segmento imobiliário). Em 2017, o Grupo Estrela completará 50 anos.

Pan

 

 

Moinho

Triciclo econômico e funcional chega ao estado

30 de agosto de 2016 0
Moto

Divulgação

 

Novidade apresentada na 39a Expointer, em Esteio(RS), o triciclo produzido pela Motocar tem motor de motocicleta, estrutura de caminhão de pequeno porte e é economico (faz de 25 a 30 quilômetros/litro) e versátil. Ideal para pequenos e médios empreendedores, pela mobilidade maior nos grandes centros, é seguro, desenvolve velocidade máxima de 60 km/h, tem cinto de segurança e kit de manutenção (com extintor, chave de roda e macaco). Os condutores precisam ter habilitação A, a mesma exigida para motocicletas comuns. O triciclo Motocar é o único homologado e licenciado pelo DENATRAN e IBAMA.

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Divulgação

 

Em tempos de recessão econômica, o triciclo é uma alternativa aos empreendedores de diversos setores. Os três modelos desenvolvidos pela montadora brasileira (dois de carga e um de transporte de passageiros) têm uma estrutura leve e preço médio para venda que varia de R$ 16 mil, para o modelo que transporta até três pessoas, a R$ 19 mil, para as variações com capacidade para cargas de no máximo 350 Kg. O veículo é produzido na Zona Franca de Manaus, onde são fabricadas 800 unidades mensais.

O triciclo já está  presente em vários centros urbanos brasileiros como Goiânia, Brasília e Rio de Janeiro, onde é utilizado também para o turismo. O modelo MTX 150, para passageiros – que lembra os Tuc Tuc  indianos – acomoda duas pessoas sentadas, além do motorista, e ainda tem espaço para pequenas bagagens. Já os modelos MCF 200 e o MCA 200, com motor de 200cc, foram desenvolvidos para o transporte de cargas.

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Divulgação

 

O veículo tem um ano de garantia, oficinas especializadas, mecânicos treinados pela fábrica, peças genuínas a pronta entrega, e já no próximo mês, haverá uma concessionária e revendas no Rio Grande do Sul.

 

Sabores da cozinha internacional chegam à batata frita

26 de agosto de 2016 0

Por Fernando Naiditch*

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Imagem: masslive.com

Já parou pra pensar como levar o sabor da cozinha internacional para uma batata frita? Pois é. Essa é a nova proposta de uma linha de batatas fritas lançada recentemente pela Frito-Lay americana (do grupo PepsiCo).

Lançada inicialmente em quatro sabores, a edição limitada chamada de Passport to Flavor Collection (Coleção Passaporte para o Sabor) já chegou aos supermercados americanos e tem feito sucesso por aqui.

A ideia do produto e da campanha publicitária que acompanha o lançamento é de traduzir os sabores da cozinha internacional num dos símbolos da cozinha americana, a batata frita. A promoção também pegou carona no sucesso das Olimpíadas no Brasil.

Os países inicialmente destacados na campanha foram o Brasil, a China, a Grécia e a Índia, com sabores que ressaltam aspectos da culinária de cada país A campanha da Frito-Lay também inclui sorteios de viagens aos consumidores para os países representados, além de destinos nacionais e outros prêmios. Em cada embalagem, o consumidor encontra códigos para serem transformados em milhas num passaporte virtual no site da empresa.

O sabor escolhido para representar o Brasil foi o da picanha. Alguns consumidores, porém, comentaram o fato do sabor picanha ter uma infusão do molho chimichurri, que é mais associado ao Uruguai e à Argentina, onde o molho acompanha grelhados. Teve consumidor até sugerindo que a Frito-Lay desenvolvesse um sabor que incluísse a farofa ao invés do chimichurri.

Os outros sabores são Tikka Masala (Índia), o molho Tzatziki (Grécia) e o Frango Szechuan (China). Esta não é a primeira vez que a Frito-Lay inventa sabores para combinar com a batata frita. Já estão no mercado os sabores ketchup, sal e vinagre, molho de barbecue, molho de mostarda com mel, limão, nata com cebola, molho ranch, e queijo cheddar, por exemplo.

Além disso, uma campanha anual da Frito-Lay conhecida como Do Us a Flavor (Faça-nos um sabor) convida os consumidores a desenvolverem novos sabores para a batata frita. Os vencedores têm seus sabores lançados no mercado, além de uma recompensa financeira que chega até um milhão de dólares para o sabor vencedor.

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Imagem: extratv.com

Através dessa promoção, a batata da marca Lay’s já lançou batata frita com sabor de sriracha (um molho bem apimentado de origem asiática, provavelmente da Tailândia), frango com waffles (uma combinação típica do sul dos Estados Unidos), pão com alho e queijo, mac & cheese com bacon, gengibre e wasabi (outro molho apimentado feito a partir da raiz da planta no Japão) e até mesmo sabor cappuccino.

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Imagem: latimes.com

Com a presença de tantas culturas nos Estados Unidos, os sabores refletem de certa forma essa diversidade e, todo ano, os consumidores participam da promoção com sugestões inusitadas. Alguns dos escolhidos ficam por tempo limitado nas prateleiras. Outros entram na linha oficial da batata Lay’s, como o pão com alho e queijo, que fez sucesso entre os consumidores.

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Imagem: amazon.com

Os sabores que não pegaram incluem, por exemplo, molho de broccoli com queijo, Kentucky bourbon (uma idéia que mistura batata frita com bebida alcólica), peanut butter and jelly (outro sabor americano que mistura pasta de amendoim com geléia), peixes diversos com atum e bacalhau, gazpacho (uma sopa de tomate servida gelada) e bacon coberto com chocolate. Teve até consumidor sugerindo o sabor marijuana!

A mistura de doce com salgado é outra tendência da culinária internacional que também já chegou à batata frita. A Frito-Lay lançou uma versão de batata frita coberta com chocolate. A inovação, lançada já pensando nas festas de final de ano, traduz outra proposta da Frito-Lay de elevar a batata frita a novos patamares, desenvolvendo sabores gourmets e transformando esse que é um dos aperitivos ou salgadinhos favoritos dos americanos em sobremesa.

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Imagem foxnews.com

*Fernando Naiditch é doutor em Educação Multilingue e Multilcultural pela Universidade de Nova York (NYU). Mora em Nova York ha 16 anos e atualmente é professor na Montclair State University.

 

Número de fusões e aquisições cai no primeiro semestre

25 de agosto de 2016 0

 

Acaba de sair do forno um relatório da PwC Brasil que aponta que o número de fusões e aquisições no primeiro semestre mantém ritmo de queda em relação a 2015. No período, foram anunciadas 329 negociações, número 28% inferior ao do mesmo período do ano passado, quando houve 460 fusões ou aquisições. Os dados mostram que o mercado voltou praticamente aos mesmos índices de 2009, período de crise econômica mundial, ano que teve apenas quatro negócios a menos no primeiro semestre.

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O relatório ainda revela que a Região Sudeste do Brasil continua atraindo a preferência de investidores, com 61% das transações, 220 no total do semestre. São Paulo mantém a liderança com 47%, representado por 155 transações (257 transações em 2015), sendo 127 transações na capital e 28 no interior do Estado.

Ainda conforme o documento, a Região Sul mantém o segundo posto em número de fusões e aquisições no Brasil, com 16%. Foram efetuadas 54 negociações, apenas 2% inferior ao mesmo período de 2015 (55 transações).

Já as transações efetuadas fora do País representam 9% do total, com 29 no total.

Tecnologia da Informação e investimentos nacionais se destacam

Repetindo a tendência observada desde o inicio de 2014, o setor de Tecnologia da Informação continua sua consolidação, com uma fatia de 20% do total de transações. Foram realizados 61 negócios neste ano, 16% inferior ao apresentado em 2015 (76 transações). Os setores de Serviços Auxiliares (35 transações) e o Financeiro (31 transações) figuram entre o segundo e terceiro lugares, respectivamente, nas preferências dos investidores.

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Imagem Pixabay

Pela quinta vez em 2016, os investidores nacionais foram os que mais realizaram negócios de fusões e aquisições no País. Com 54% de participação nas transações concretizadas até o mês de julho de 2016, os investimentos de origem nacional tiveram 161 transações, uma queda de 23% quando comparado ao mesmo período de 2015 (208 transações). Com 139 negociações, os investidores estrangeiros tiveram uma redução de 33% em relação ao mesmo período de 2015 (206 transações). Estados Unidos, França e Canadá foram responsáveis por 51% do total de transações envolvendo capital estrangeiro no período acumulado com 146 negócios de janeiro até agora.

Destaques do primeiro semestre

 Entre as transações de destaque do primeiro semestre deste ano em cada um dos principais setores estão:

Tecnologia da Informação

- A Callisto e a VM System realizaram uma fusão, criando a Visto Sistemas, do segmento de softwares para gestão de cadeia;

-A Viasoft realizou a compra da Korp, companhia de Curitiba especializada em software para o setor industrial.

Serviços auxiliares

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Imagem Pixabay

- O grupo Ghelfond realizou a aquisição do controle da concorrente Imedi Diagnósticos;

- A empresa catarinense Selbetti, de gestão de documentos, realizou aquisição da carteira de contratos de outsourcing da Premier IT, sediada em Curitiba.

 Financeiro

- A BM&F BOVESPA realizou a compra de 2% da Bolsa de Comercio de Santiago, pelo valor de R$ 8,4 milhões;

- A Azimut Brasil Wealth Management realizou a aquisição da BRZ Gestão de Patrimônio, controlada pela GP Investimentos, sem valores anunciados.

Químico

- A Croda International realizou a aquisição da Inventiva Ltda, do setor de cosméticos e personal care, sediada em Porto Alegre, sem valores anunciados;

- A Stepan Company, por meio de sua subsidiária brasileira, realizou a aquisição do negócio comercial da Tebras Tensoativos e a planta de produção de sulfonato sediada em São Paulo.

Mineração

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Imagem Pixabay

- A Statoil ASA realizou a aquisição de 66% da offshore BM-S-8, anteriormente da Petrobras, pelo valor de USD 2,5 bilhões, localizada em Carcará;

- A companhia americana TriStar Gold realizou a aquisição do projeto Castelo dos Sonhos (CDS) no Pará, pelo valor de USD 800 mil.

Sobre a PwC

Network de firmas presente em 157 países com mais de 208.000 profissionais  das áreas de Auditoria e Asseguração, Consultoria de Negócios e Tributária. Para saber mais  acesse www.pwc.com.br

 

#DiaE leva conhecimento para estudantes

23 de agosto de 2016 0

EDIA

Nesta quarta-feira, dia 24, a partir das 19 horas, o Centro de Integração Empresa Escola do Rio Grande do Sul (CIEE/RS) comemora o dia do estudante com um evento gratuito, que vai reunir cinco palestrantes de diferentes perfis mas que têm em comum a capacidade de mobilizar o seu entorno com ideias e ações inovadoras e colaborativas. Com apresentação do comunicador Rodrigo Adams, o #Dia E abordará temas como estágio e empreendedorismo, educação e arte, comunicação e cultura pop, novas tecnologias e liberdade de criação.

Confira o time de palestrantes:

-Antonia Wallig (gestora cultural no Vila Flores);

- Suzana Jung ( idealizadora dos projetos Tô na Rua e Orla Vive, voltados à ocupação de espaços públicos, à união do comércio local e à economia compartilhada);

- Gustavo Mini (publicitário e músico falará sobre comunicação conectada à cultura contemporânea);

- Ana Emilia Cardoso (jornalista, socióloga e feminista, autora do livro Mamãe é Pop); Francisco Estivallet (apresentará inovações tecnológicas, internet das coisas, 3D e nanotecnologia).

O principal objetivo do encontro, que está em sua 5a edição, é promover a reflexão e conectar saberes.

Serviço
O que: #DiaE
Quando: dia 24/agosto
Horário: 19h
Local: Teatro CIEE, Rua Dom Pedro II, 861
Inscrições: http://diae.cieers.org.br/

 

Rede americana Shake Shack dá 10 mil sanduíches de graça

18 de agosto de 2016 0

 

Por Fernando Naiditch*

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Imagem: entrepreneur.com

A disputa é antiga e não há consenso. Todo mundo adora dizer qual é o melhor lugar para se comer um hamburger. Nos últimos anos, restaurantes como Five Guys, 5 Napkin, Lucky’s Famous Burger, Steak ‘n Shake, e Shake Shack têm disputado o paladar e o dinheiro do consumidor, afirmando vender o melhor hamburger do mundo. (Porto Alegre sofre da mesma mania e a rede Madero chegou a estampar em letras garrafais que também faz o melhor hamburger do mundo).

Mas a verdade é que gosto não se discute – cada um tem o seu e todos adoram dar palpite quando se trata do melhor produto. Os milhões de turistas que visitam Nova York todo ano buscam sempre o melhor lugar para se comer qualquer coisa, de hamburger a donut, de cachorro quente a pretzel, de bagel a batata frita. Nos últimos tempos, a rede nova-iorquina Shake Shack vem caindo no gosto do consumidor brasileiro.

Esta semana, o Shake Shack provocou furor na cidade e em todos os estados onde tem lojas pelos Estados Unidos. Para celebrar a abertura de sua centésima loja, a rede fez uma promoção em que deu 100 hamburgeres de graça para os primeiros 100 consumidores em cada uma de suas localizações nos Estados Unidos antes do meio-dia.

Como todo mundo adora comida de graça, as filas começaram a se formar ainda de madrugada. A maioria das lojas já tinha distribuido os seus 100 hamburgeres bem antes do meio dia (as lojas abriram as 10:30 da manhã) e a promoção aumentou ainda mais a popularidade da rede, com mensagens em twitter, fotos compartilhadas no Facebook e, é claro, notas na imprensa e reportagens nas redes de televisão.

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Imagem: Shake Shack/Instagram

O Shake Shack tem uma história interessantre. A primeira loja abriu no Madison Square Park em 2004. Até hoje, uma câmara mostra a fila em tempo real e os consumidores podem acessar as imagens pelo computador antes de sairem de seus escritórios. Assim, eles podem evitar filas e escolher o melhor momento de ir buscar seu almoço.

Outra sacada do Shake Shack é o tipo de carne utilizada. Os animais não recebem hormônios ou antibióticos. A última novidade ficou por conta da gorjeta, que agora é incluida no preço para que não haja problemas, principalmente com os turistas que não compreendem a cultura da gorjeta nos EUA e a forma de calcular seu valor.

Mas a noticia mais positiva para a rede é a capacidade de seus consumidores, a maioria da geração conhecida como ‘millennials’, em divulgar fotos de seus hamburgers em redes sociais e, quem diria, poder fazer subir até mesmo o valor das ações da empresa no mercado de ações.
O Wall Street Journal publicou matéria referente a uma análise da Goldman Sachs que comprova que o Shake Shack tem 100 vezes mais sucesso que o McDonald’s nas redes sociais, principalmente no Instagram e no Vine, e que isto afeta o valor das ações da empresa.

A fórmula da Goldman Sachs, medida pelo que eles chamam de ‘seguidores por system sales’ (um cálculo que leva em conta consumidores e consumo, e o total das vendas de todas as lojas) na América do Norte, comprova que o McDonald’s tem 11 seguidores por system sales, enquanto a Shake Shack tem um número surpreendente, 1.808 seguidores. Claro que o número de lojas afeta o cálculo, mas o McDonald’s tem uma presença histórica muito maior nos EUA e cerca de 14 mil lojas e quiosques no país.

A grande diferença é que o consumidor do Shake Shack é mais jovem, mais ligado em redes sociais e mais preocupado com a origem de seu alimento.

A loja de número 100 do Shake Shack abriu também nesta terça-feira em Boston e a rede segue crescendo. A loja 101 abre em seguida em King of Prussia, na Pennsylvania, o atual maior shopping center dos EUA. O Shake Shack já marca presença em 15 estados americanos, além da capital, Washington, e está presente também em Londres, Tokyo, Istambul, Dubai, Moscou e Seul.

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Imagem: eater.com

*Fernando Naiditch é doutor em Educação Multilingue e Multilcultural pela Universidade de Nova York (NYU). Mora em Nova York ha 16 anos e atualmente é professor na Montclair State University.

 

Bourbon Shopping lança concurso de inovação para estudantes

17 de agosto de 2016 0

O  Innovation Shop Award  é um programa de inovação aberta, voltado à cocriação de ideias para produtos, serviços e experiências alusivas ao calendário varejista da rede de shoppings do grupo Zaffari. O concurso é voltado a estudantes de pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado), que poderão participar através da elaboração de um calendário de ações para as principais datas comerciais dos Bourbon Shopping, como Liquidação, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Natal. Os projetos deverão ter como pilares a criatividade, a inovação e a satisfação dos clientes da marca, com a experiência gerada pelas ações.

inovação

As inscrições poderão ser realizadas até o dia 21 de agosto, no site bourbonshopping.com.br. Ali, você também pode encontrar o regulamento completo. Os vencedores serão revelados no início de setembro.

A rede Bourbon Shopping vê o Innovation Shop Award como uma excelente oportunidade colaborativa entre a empresa e a academia, proporcionando aos estudantes e também professores a vivência de situações reais do varejo, ampliando as oportunidades de aprendizado, capacitação tecnológica, além de permitir participação na gestão de todo o processo”, diz o gerente de marketing do Bourbon Shopping, Juan Pablo Boeira.

Os projetos inscritos serão avaliados pela equipe de marketing do Bourbon Shopping, além do Diretor de Criação da Agência Matriz, Maurício Oliveira, e o professor universitário Fernando Santini. A equipe vencedora, que poderá ser composta por até três pessoas, ganhará uma viagem para Austin, no Texas (Estados Unidos), para acompanhar o South by Southwest (SXSW), em março de 2017, evento que reúne festivais de cinema, música e tecnologia.