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Conheça o primeiro clube de queijos e vinhos do Brasil

18 de abril de 2017 0

Depois de mais de 37 anos atuando na produção e comercialização de queijos nacionais e importados, produtos lácteos (como manteiga e creme de leite), azeites, aceto balsâmico, além de vasta trajetória na área da fruticultura, a RAR/Rasip, , de Vacaria (RS), está lançando o Clube RAR Queijos e Vinhos (iniciais do fundador Raul Anselmo Randon).

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Já há diversos clubes de vinhos no país, mas o Clube RAR é o primeiro a oferecer um rótulo em harmonização com queijo. O clube começará a operar no final da primeira quinzena de abril e será apresentado durante a APAS SHOW 2017, em São Paulo (que ocorre 02 a 05 de maio). “Trata-se de mais um canal que amplia o contato com os consumidores que buscam uma experiência gastronômica customizada e completa e que, para isso, contam com a extensa linha oferecida pela RAR/Rasip”, diz o diretor-superintendente, Sérgio Martins Barbosa.

Inicialmente, serão oferecidos aos assinantes dois kits: um contendo um vinho ou um espumante e um queijo (R$ 99,00 mensais) e outro com um vinho ou um espumante, mais um queijo e outros produtos RAR ou de parceiros que complementarão a experiência gastronômica (R$ 145,00 mensais). RAR/RASIP  também lança linha de presunto e salame italiano, queijo, vinhos na APAS A nova linha será, inicialmente, composta por três itens: Prosciutto Identico Di Parma, Prosciutto Crudo e Salame Milano, todos em fatias extrafinas.

O Prosciutto Identico Di Parma é produzido exclusivamente na Província de Parma e recebe cuidados especiais desde a criação do suíno até o processamento, que passa por um longo período de cura de 1 a 2 anos, resultando em uma carne tenra e de aroma característico. Para o Prosciutto Crudo, a desidratação da carne se dá, em média, em 11 meses. É ideal para o preparo de lanches, pizzas, bruschettas e saladas e pode ser degustado com aspargos, legumes grelhados, e harmonizado com os vinhos e espumantes .

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Prosciutto Identico Di Parma Arte Isla design estratégico

Já o Salame Milano Fatiado é obtido a partir da moagem do pernil, da paleta e da gordura suína, recebendo uma condimentação específica mais apurada. Em média, são necessários de 90 a 120 dias de amadurecimento do salame que tem coloração vermelho rubi pálido.

O vinho Reserva Merlot e o Espumante Brut Reserva são os mais novos integrantes da família RAR, o que eleva para 10 o número de rótulos produzidos nos vinhedos de Raul Anselmo Randon em Muitos Capões (RS), nos Campos de Cima da Serra, uma das mais altas vitícolas do Brasil, com 1000 metros de altitude. O terroir que vem da combinação do solo e do microclima contribui para o nascimento de um tipo de uva de qualidade e tipicidade especiais resultando em um vinho diferenciado.

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Vinho Reserva Merlot Crédito foto: Arquivo Rasip/Lote75

Aproveitando o palco da APAS 2017, a RAR/RASIP, já reconhecida pela fabricação do primeiro queijo tipo Grana no Brasil (Gran Formaggio), amplia seu portfólio e faz o pré-lançamento do Parmesão RAR Gourmet. O Parmesão, que será apresentado aos visitantes da Feira, tem chegada prevista nas prateleiras para julho, e se somará à manteiga e ao creme de leite que já fazem parte da linha RAR Gourmet. O novo produto será comercializado nos formatos fracionado, ralado – seco e fresco – e forma inteira, de, aproximadamente, oito quilos e estará disponível em pontos diferenciados do varejo, como empórios, delicatessens, restaurantes e supermercados.

Para a fabricação desse novo produto, a empresa investiu mais de R$ 1,5 milhão em máquinas e equipamentos e, ainda, na modernização do parque fabril, com a construção de novas câmaras de armazenamento. A produção inicial do Parmesão RAR Gourmet será de 50 toneladas/mês. O parmesão é um dos queijos mais consumidos no mundo. Entre seus diferenciais estão o sabor acentuado, ligeiramente picante, textura consistente e rico em cálcio, conquistados graças ao tempo mínimo de maturação de seis meses. A marca RAR também comercializa queijos italianos importados Grana Padano, Parmigiano Reggiano, Pecorino Romano e Parmesano.

Lojistas estão mais otimistas com vendas de inverno

05 de abril de 2017 0
Imagem Pixabay

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Pesquisa realizada pelo Sindilojas Porto Alegre com lojistas da capital indica a retomada da confiança para os próximos meses. Cerca de 45% deles acreditam que as vendas de produtos de vestuário para as estações outono e inverno irão aumentar neste ano, em comparação a 2016. Os produtos que serão mais vendidos no período são casacos, calças, blusas, botas, jaquetas e moletons. A expectativa dentre os lojistas é de que o aumento atinja quase 6%. Menos de um mês depois do início do outono, 94,6% dos lojistas do setor já percebem que há clientes comprando itens para as estações mais frias do ano. Veja abaixo alguns dos motivos citados pelos empresários para esse comportamento: – a crise não é tão grande, – a venda de pijamas aumenta nesta época, – as lojas estão fazendo ações específicas para atrair o consumidor, – as lojas já estão com coleções masculinas completas.

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De acordo com o vice-presidente do Sindilojas Porto Alegre, Arcione Piva, o Rio Grande do Sul é favorecido pelo clima. Com estações mais definidas, há maior necessidade de adquirir diferentes peças de vestuário. “As pessoas precisam se aquecer e o nosso comércio conta com roupas que suprem esta necessidade – o que acaba aquecendo também as vendas. Temos uma expectativa muito boa para este ano”, diz.

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Acordo de cooperação une criadores de búfalos gaúchos e argentinos

03 de abril de 2017 0
Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Nesse momento em que se discute a qualidade da carne produzida no Brasil, acordos como o recém firmado entre criadores gaúchos e argentinos de búfalos são muito bem vindos. A carne de búfalo é uma excelente opção de proteína animal  e tem recebido muito cuidado da cadeia produtora. Poucos sabem, mas a carne de búfalo é mais magra e mais saudável que a carne bovina. E, apesar de terem sabor semelhante, a de búfalo ainda é pouco consumida no país. Estudos publicados pelo USDA (United States Department of Agriculture), demonstram que a carne de búfalo, em relação aos bovinos, tem 40% menos colesterol, 12 vezes menos gordura; 55% menos calorias; 12% a mais de proteína; e 10% a mais de minerais.

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Divulgação Ascribu

Nesse contexto favorável à carne de búfalo, criadores gaúchos e argentinos firmaram convênio de cooperação que envolverá integração de produtores e atividades e trocas de informações científicas e comerciais de interesse comum. O acordo foi assinado no sábado (1º/4) pela Associação Sulina de Criadores de Búfalos (Ascribu) e Associação Argentina de Criadores de Búfalos (AACB), por meio do presidente Delfino Beck Barbosa e do diretor Carlos Maria de Llano, respectivamente.

A assinatura ocorreu durante dia de campo da Ascribu em São Borja, na cabanha Santa Bárbara, onde se reuniram cerca de 60 criadores, com a presença de representantes das províncias (estados) argentinas de Corrientes, Formosa e Chaco, diretamente comprometidas com o convênio intitulado Programa Búfalo Gaúcho.

O tema do dia de campo foi “A experiência do campo até o varejo de carnes”, com apresentação do produtor Pedro Costa, que atua em toda a cadeia e chega ao mercado com a marca Búfalo Nobre. O abate na propriedade de Costa gira em torno de 600 novilhos por ano.

Em abril, acontecem o remate com búfalos em Glorinha (dia 6) e a Feira de Búfalos de Corrientes (de 21 a 23). O próximo dia de campo da Ascribu está marcado para 17 de setembro, na Fazenda São João, de João Amantino, em Passo Fundo.

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Divulgação Ascribu

 

Empresa conquista mercado com ritmo sertanejo

01 de abril de 2017 0
Show de Chitaozinho e Xororó

Show de Chitaozinho e no Wood’s – Divulgação

Hoje o blog conta um ‘case’ de empreendedorismo que ilustra bem como enxergar com antecedência uma tendência de mercado pode fazer diferença na hora de criar um novo negócio. A história do Wood’s Bar, maior rede de casas de shows do país, começou em 2005, na cidade de Curitiba (PR), aproveitando a ascensão da música sertaneja para apostar em uma opção de entretenimento totalmente dedicada ao gênero.

Hoje, o Rio Grande do Sul é o segundo estado com maior presença do Wood´s. São três casas: uma em Atlântida, no Litoral Norte, e duas em Porto Alegre. Na capital gaúcha, o  grande destaque é o Wood´s Arena, projeto da rede voltado para shows maiores, que teve início justamente aqui no estado.

Você pode gostar ou não, mas tem que admitir que a música sertaneja, seja romântica, universitária ou de raiz, definitivamente invadiu rádios, festas e programas de televisão no Brasil e não pára de crescer. No ano passado, o IBOPE fez um estudo nas principais capitais e regiões metropolitanas do país durante  sete dias. No período, 73% da população havia escutado rádio. Alem de traçar o perfil dos ouvintes brasileiros, o instituto divulgou os ritmos de música que são mais tocados no país. Adivinhe: a música sertaneja ficou em primeiro lugar, com 58% das preferências.

O grupo WDS é um dos maiores exemplos nacionais de estruturação de plano de negócio, difusão de conceito e consolidação de marca. Doze anos depois da inauguração do primeiro Wood’s, a empresa alcançou um feito inédito: é a única rede de casas de shows presente nas cinco regiões brasileiras. São 16  unidades distribuídas em dez estados (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Pará, Espírito Santo e Rio Grande do Norte).

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Wood’s – divulgação

O Wood’s surgiu no mesmo ano em que o sertanejo universitário começava a ganhar força no país, com duplas como César Menotti & Fabiano, João Bosco & Vinícius e Fernando & Sorocaba alcançando os primeiros lugares nas rádios de todo o Brasil. Inspirados por modelos de casas noturnas de sucesso em outros segmentos, a ideia de quatro jovens empresários era investir em uma estrutura inédita que oferecesse conforto, qualidade de atendimento e as melhores opções de consumo aos fãs de música sertaneja.

A rapidez em preencher uma lacuna que acabava de ser criada no mercado do entretenimento, fez a casa se tornar precursora de um formato que seria difundido e reproduzido diversas vezes a partir daquele momento. “O nosso pioneirismo nos transformou em referência. Por muito tempo fomos a única opção de alto padrão dedicada ao gênero sertanejo”, afirma Charles Bonissoni, um dos sócios fundadores do Wood’s Bar.

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Divulgação

Mais do que iniciar o negócio no tempo certo, o sucesso do Wood’s deve ser atribuído também ao cuidadoso processo de planejamento e fortalecimento de marca. Os sócios se preocuparam em fidelizar o público e alcançar resultados efetivos para então iniciar a expansão com a abertura do Wood’s Balneário Camboriú, em Santa Catarina, no ano de 2008.

A última casa, inaugurada em Natal (RN), no final do ano passado, traduziu significativamente a quebra de paradigmas conquistada pelo Wood’s. “A nossa história traça um paralelo com a história do sertanejo universitário, e abrir uma casa no Nordeste mostra não só a força que o gênero conquistou no Brasil todo, mas também que o conceito de balada representado pelo Wood’s Bar ultrapassou barreiras”, diz Bonissoni.

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Wood’s Natal – divulgação

Atualmente, o grupo WDS, detentor da marca Wood’s Bar, também é responsável pela WS Brazil, casa curitibana dedicada ao samba e pagode. Além disso, o Wood´s Bar possui diversos projetos de eventos realizados fora dos perímetros da casa, como o “Wood’s On Board”, cruzeiro marítimo próprio que leva shows de renomados artistas sertanejos para dentro de um navio luxuoso, e o Wood’s Tour, que promove eventos itinerantes em diferentes estados brasileiros. Recentemente, o Wood´s passou a promover shows de grande porte fora do Brasil, entre eles apresentações de Michel Teló em Punta del Este, no Uruguai; da dupla Chitãozinho & Xororó, na cidade de Orlando, nos Estado Unidos; e de Wesley Safadão em Lisboa, em Portugal, sua primeira apresentação no continente europeu.

 

Sinais de retomada do crescimento ainda geram cautela

30 de março de 2017 0
Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Num evento realizado pelo Sindilojas Porto Alegre na quarta-feira, 29, reuniu lojistas na Fundação Iberê Camargo para discutir a retomada do crescimento econômico. Afinal, já há sinais animadores? “Analisando os dados do ponto de vista econômico, o PIB caiu mais que o emprego no Brasil”, afirmou a economista Patricia Palermo, palestrante do evento. Embora exista um alto índice de desemprego no País, a grande questão, segundo ela, é que as empresas não estão recontratando para repor seus quadros de funcionários justamente por uma economia retraída e uma queda do Produto Interno Bruto que atingiu percentuais, em 2015 e 2016, de mais de 3% negativos.

De acordo com a economista, a crise foi muito profunda e chegou em empresas que não estavam preparadas para enfrentar este tipo de situação. “Em alguns casos, por exemplo, um gestor de expansão teve que se tornar um gestor de crise, algo que requer outra competência e experiência”, diz. Aos poucos, a curva da queda já apresenta sinais de retomada. “É um processo lento e gradual. A retomada do crescimento é garantida, mas de uma maneira muito frágil, fraca e devagar. Para esse ano já estimamos um crescimento de 0,48%, o que depois de dois anos de queda é um sinal positivo”, explica.

Além de uma retomada do crescimento em ritmo lento, a incerteza gerada pelo cenário político (tanto interno como externo do Brasil) é algo que está refletindo nesse cenário. Conforme Patricia, a economia está fragilizada devido às constantes mudanças no campo político. E o medo de ficar desempregado pela instabilidade brasileira gera a desconfiança do consumidor e isso reflete diretamente no seu poder e vontade de comprar.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Um processo de desinflação também começa a ser percebido no País. Embora os preços não estejam caindo (o que geraria um processo de deflação), a elevação dos valores em um ritmo menor possibilita que, aos poucos, a economia consiga se equilibrar garantindo que o reajuste de remuneração dos trabalhadores acompanhe esse crescimento. Assim, quando a renda dos consumidores for igual ou superior que o índice da inflação, aumentará o poder de consumo. “O crescimento virá do consumo, ou seja, virá do momento em que as pessoas tiverem segurança em seus empregos”, diz Palermo.

A economista-chefe da Fecomércio-RS incentivou os lojistas a buscarem soluções que podem realizar dentro da loja e medidas que podem ser tomadas independentemente da situação econômica do País. Ela garantiu que a lição começa dentro das lojas, quando se consegue identificar os fenômenos de curto (que estão relacionados à crise) e longo prazo (relacionados a uma estratégia inadequada) e engajar, reconhecer, desafiar e remunerar adequadamente a equipe e, por último, ao revisar os custos de operação.

Sobre o Sindilojas Porto Alegre

Fundado em 1937, o Sindilojas Porto Alegre é o representante legal dos comerciantes de Porto Alegre e Alvorada e reúne aproximadamente 18 mil estabelecimentos nas duas cidades. Além de atuar na representação e defesa da categoria, desenvolve ações que promovem o fortalecimento das empresas. O Sindicato realiza pesquisas no setor, qualificação profissional e oferece uma série de serviços voltados aos lojistas.

Conheça os principais desafios da capital gaúcha

27 de março de 2017 0
Por do Sol no Guaíba - Imagem Pixabay

Por do Sol no Guaíba – Imagem Pixabay

No mês em que a Porto Alegre do lindo por do sol no Guaíba completa 245 anos, o blog publica um levantamento feito pela Agenda 2020. Trata-se de um diagnóstico da nossa capital. “Os maiores desafios estão na educação – os resultados qualitativos das escolas públicas municipais são ruins - a na segurança, que necessita de ações integradas com o Governo do Estado e também com a segurança privada”, diz Ronald Krummenauer, diretor executivo da Pólo RS – Agência de Desenvolvimento (ONG) – e também diretor executivo da Agenda 2020.

A Agenda existe desde 2006 e gaúchos de todos os setores atuam nos seus 11 Fóruns Temáticos, organizando propostas para transformar o Rio Grande do Sul — e também Porto Alegre — num lugar melhor para se viver e trabalhar.

Para isso, a Agenda 2020 apresenta a Sinaleira 2020. Mais de 50 indicadores socioeconômicos são avaliados com as cores das sinaleiras ilustrando se estamos no vermelho, amarelo ou verde.  Saiba mais sobre a Sinaleira aqui mesmo no blog. E, abaixo, veja as avaliações feitas sobre os indicadores de Porto Alegre:

POPULAÇÃO E ECONOMIA

A população de Porto Alegre, representa 13.12% da população do Rio Grande do Sul. Entre 2005 e 2015 a variação da população gaúcha foi de 5% enquanto o número de habitantes do município cresceu 3,6%. A contribuição de Porto Alegre no PIB estadual é de 17,88%. (Fonte: Fundação de Economia e Estatística e Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil).

Conforme as projeções da Fundação de Economia e Estatística (FEE), a população total do Estado deverá continuar crescendo cada vez com menores taxas até meados de 2025, quando atingira uma população de cerca de 11,07 milhões. Até 2050,a população se reduzirá para 9,7 milhões. Tais projeções levam em consideração variáveis como mortalidade, fecundidade e migrações.

Além disso, irão ocorrer outras alterações na estrutura demográfica do RS. A população de idosos, com 65 anos ou mais, que em 2010 representava em torno de 9,3% da população do Estado, em 2050 será de aproximadamente 21%.

A população potencialmente ativa, representada por pessoas entre 15 e 64 anos, sofrerá uma redução a partir da próxima década e em 2050 deverá ser 58% do total da população gaúcha. Em 2010 era de 69,9%. Na mesma direção, o número de jovens (até 14 anos) também irá diminuir, passando de 21% da população, em 2010 para menos de 12%, em 2050.

Pib per capita

Em Porto Alegre, o sinal está verde pois o PIB per capita do município está classificado no limite superior, com o valor de R$ 43.457,67. Está bastante acima das médias do Rio Grande do Sul e do Brasil, que são R$31.927 e R$ 28.046, respectivamente. O PIB per capita do município poderá se elevar por conta da queda da população e não pelo aumento da geração de PIB propriamente. Como meta para o RS se considerada a média dos países da OCDE que é de aproximadamente US$ 24 mil. (Fonte: Fundação de Economia e Estatística e Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Em 2015 o IBGE divulgou diversas mudanças conceituais e metodológicas no cálculo do PIB dos municípios, tendo como referência o ano de 2010).

*Nota: Sinal Vermelho – municípios com PIB pc até R$17.717,00. Sinal Amarelo – municípios com PIB pc de R$ 17.718,00 à R$ 36.435,00. Sinal Verde – municípios com PIB pc superior a R$ 36.436,00. A descrição da metodologia está disponível na área de Indicadores e Critérios.

 Renda per capita

O sinal está verde porque a renda per capita média de Porto Alegre, R$ 1.758,27, está classificada na faixa superior dentre os municípios gaúchos. Novamente, o valor do município é bastante superior as médias do Brasil e Rio Grande do Sul, R$ 793,00 e R$ 959,00, respectivamente. A meta da Agenda 2020 é que o Estado dobre sua renda domiciliar média no período de 20 anos. (Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil).

*Nota: Sinal Vermelho – municípios com Renda pc até R$ 492,00. Sinal Amarelo – municípios com renda pc de R$ 493,00 à R$ 1.054,00. Sinal Verde – municípios com Renda pc superior a R$ 1.055,00.

IDESE (Índice de Desenvolvimento Socioeconomico)

O sinal está verde porque a pontuação obtida pelo município está classificada na área de desenvolvimento alto. Composto por três blocos, o indicador relativo a renda que parte de uma base mais alta merece destaque pois obteve a maior elevação entre os temas abordados. A área da saúde que também parte de um patamar elevado teve seu desempenho praticamente estagnado ao longo da série, assim como o bloco de Educação que permaneceu com resultados similares no decorrer dos anos. A cada nova edição da pesquisa o município está alcançando melhores resultados. (Fonte: Fundação de Economia e Estatística).

*Nota: Sinal Vermelho – municípios com IDESE menor ou igual a 0,499 – baixo nível de desenvolvimento. Sinal Amarelo – municípios com IDESE maior ou igual a 0,500 e menor ou igual a 0,799 – médio nível de desenvolvimento. Sinal Verde – municípios com IDESE maior ou igual a 0,800 – alto nível de desenvolvimento.

 Índice de Gestão Fiscal – IFGF

O sinal está AMARELO pois o índice do município está classificado entre 0,8 e 0,6, com Conceito B , considerado boa gestão. Para receber o conceito A ou Gestão de Excelência o município deverá marcar de 0,800 a 1 ponto. Os conceitos C é D são atribuídos para as cidades com resultados inferiores a 0,6, isto é, com a gestão municipal em dificuldades ou crítica. Os resultados dos dois último anos, 2014 e 2015, foram os mais baixos já obtidos pelo município. Os indicadores que avaliam os investimentos e os gastos com pessoal contribuíram para piorar o desempenho de Porto Alegre. (Fonte: FIRJAN)

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

O sinal está verde por o município apresentar o percentual de despesas com pessoal dentro do nível estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Recebem advertência as cidades com índices de comprometimento entre o limite de alerta de 48,60% da receita corrente líquida, RCL e o limite máximo, de 54%. Isto é, estás cidades serão classificadas com sinal amarelo. As Prefeituras com gastos superiores a 54% da RCL encontram-se acima do limite de comprometimento legal, portanto, recebem sinal vermelho. (Fonte: Tribunal de Contas do Estado do RS – Por conta da deduções de valores como das pensões, da assistência médica, do Imposto de Renda, do auxílio alimentação, do auxílio funeral, entre outros, os percentuais disponibilizados pelo TCE não serão idênticos aos apresentados no Relatório de Gestão Fiscal dos municípios).

EDUCAÇÃO

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IDEB – Séries Iniciais (até a 4ª série)

O sinal está vermelho porque o município de Porto Alegre não atingiu a meta prevista pelo MEC para as séries iniciais nas escolas estaduais e nas escolas da rede municipal. (Fonte: INEP)

*Nota: A média do RS é em relação às escolas públicas do estado, pois não há disponibilidade de uma média das escolas municipais para os estados.

IDEB – Séries Finais

O sinal está vermelho porque o município de Porto Alegre não atingiu a meta projetada pelo MEC e também teve resultados inferiores a média brasileira e gaúcha, tanto nas escolas públicas quanto na rede municipal. (Fonte: INEP)

*Nota: A média do RS é em relação às escolas públicas do estado, pois não há disponibilidade de uma média das escolas municipais para os estados.

Em relação a escolaridade da população adulta (25 anos ou mais) aproximadamente 42% dos residentes não tem ensino médio completo, classificando-se entre fundamental incompleto e analfabeto (2,6%), fundamental incompleto e alfabetizado (23,9%) e fundamental completo e médio incompleto (15,7%). Com ensino médio completo e superior incompleto o percentual é de 31,8 e com curso superior completo é 25,9% da população referida. (Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil).

SAÚDE

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Leitos Hospitalares

O sinal está verde pois o município atingiu a meta estipulada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que estabelece uma média de 3 a 3,5 leitos hospitalares para cada 1.000 habitantes. No entanto, sendo a capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre recebe inúmeros pacientes vindos do interior do Estado. (Fonte: Datasus).

Nota: Sinal Verde: 3 ou mais leitos por 1.000 habitantes. Sinal Amarelo: 2,3 a 2,9 leitos por 1.000 habitantes. Sinal Vermelho: Abaixo de 2,3 leitos por 1.000 habitantes.
Taxa de Mortalidade

O sinal está AMARELO porque a taxa de mortalidade de Porto Alegre está no nível intermediário, ou seja, entre 5,7 e 12 mortes para cada mil nascidos vivos. No RS e no Brasil este número é de 12 e 15 mortes por mil crianças nascidas vivas, respectivamente. Este indicador reflete a existência de prevenção e as condições gerais de desenvolvimento do município. A meta desejada são 5,6 mortes por mil nascidos vivos que é a média dos países de alta renda da OCDE. (Fonte: Datasus)

Nota: Sinal Verde: Igual ou abaixo a 5.6 mortes para cada mil nascidos vivos. Sinal Amarelo: De 5,7 a 12 mortes para cada mil nascidos vivos. Sinal Vermelho: Acima de 12 mortes para cada mil nascidos vivos.

Dentre os recursos aplicados em saúde em Porto Alegre, por volta de 44,25% do total foi investido pelo próprio município, enquanto os 55,75% restantes são de responsabilidade federal. Em valores absolutos, o município investiu R$ 420,44/hab, enquanto as transferências federais totalizaram R$ 529,57/hab, no ano de 2014. (Fonte: Datasus)

Taxa de mortalidade em acidentes de trânsito

O trânsito é uma das principais causas de morte e representa um enorme encargo para as economias e para as famílias em todo o mundo. Por sua importância, integra as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS que estabelece uma redução de 50% das mortes e traumatismos ocasionados pelo trânsito até 2020. No Brasil, a taxa de mortalidade foi de 23 mortes para cada 100 mil habitantes, em 2015. No Rio Grande do Sul, este número foi de 15,5 e em Porto Alegre 7,9. Em todo mundo, a taxa de mortalidade é de 17,4 mortes para cada 100 mil habitantes, sendo que os melhores exemplos são os da Europa com 9,3 e os piores da África 26,6 óbitos em 100 mil habitantes (OMS, 2013). (Fonte: Detran e OMS)

*Nota: São consideradas vítimas fatais pessoas que faleceram em razão das lesões decorrentes do acidente de trânsito, no momento ou até 30 dias após a ocorrência do mesmo. Sinal Verde: abaixo de 12 mortes/100 mil hab – Sinal Amarelo: entre 12 e 20 mortes/100 mil hab – Sinal Vermelho: acima de 20 mortes/100 mil hab.

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SEGURANÇA

Homicídios

O sinal está VERMELHO porque o número de ocorrências em Porto Alegre foi superior à meta estipulada de 10 homicídios para cada 100 mil habitantes. Acima desta marca a Organização Mundial da saúde considera nível de epidemia. A taxa de homicídio vem aumentando a cada ano desde 2013, atingindo o maior nível da série em 2016. (Fonte: Secretária de Segurança Pública do RS).

*Nota: Sinal Verde: até 10 homicídios para cada 100 mil habitantes; Sinal Amarelo: de 10 até 13 homicídios para cada 100 mil habitantes; Sinal Vermelho: Acima de 13 homicídios para cada 100 mil habitantes.
Tráfico de Drogas

O sinal está vermelho por conta do enorme crescimento das ocorrências de tráfico de drogas no município nos últimos anos. Entre 2002 e 2016 houve um aumento de aproximadamente cinco vezes no número de casos. A meta da Agenda 2020 é que os casos de tráfico de drogas, por estarem excessivamente atrelados ao aumento da criminalidade e da violência, sejam reduzidos em 50% nos próximos 5 anos. (Fonte: Secretária de Segurança Pública do RS).

*Nota: Os municípios que conseguiram estabilizar as ocorrências no decorrer da série histórica, receberam sinal amarelo.

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ATIVIDADE ECONÔMICA, EMPRESAS E EMPREGOS

A atividade econômica do município está concentrada no setor terciário, com grande participação do comércio e dos serviços na economia local. O setor primário contribui apenas 1% na atividade econômica do município, sendo que a indústria de transformação e a construção civil, integrantes do setor secundário, juntas representam quase 12% da economia do município. (Fonte: Sebrae/RS).

A respeito do porte das empresas, a grande maioria dos estabelecimentos são empreendedores individuais e microempresas, as pequenas empresas representam em torno de 10,7% e as médias e grandes menos de 2%. Quase 70% das empresas do município têm mais de 3 anos de atividade e vale lembrar que o período de maior risco de fechamento para as empresas é em até um ano de atividade. A taxa de sobrevivência dos estabelecimentos nesta faixa no RS é de 83,4% e no Brasil de 81,7% (IBGE, 2013). Fonte: Sebrae/RS

EMPREGOS

O sinal está verde porque o número de vínculos empregatícios formais no município atende a 70% ou mais da população em idade produtiva. Os municípios com desempenho entre 40% e 70% recebem sinal amarelo e abaixo de 40%, sinal vermelho. Ressalta-se que Porto Alegre, por ser a capital do Estado, recebe muitos trabalhadores das cidades vizinhas e também tem grande oferta de vagas no setor público. Mesmo assim, de 2013 a 2015 houve uma queda de mais de 5% no número de empregos formais em relação a população ativa do município. (Fonte: MTE/Caged).

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SANEAMENTO
Índice de Perdas na Distribuição da Água

O sinal está AMARELO porque os níveis de perda de água do município estão no limite intermediário, com perdas de água entre o intervalo de 21% e 31%. Apesar de ser a meta estipulada no Plano Nacional de Saneamento Básico, ainda está acima dos níveis considerados satisfatórios pelos institutos de pesquisa e conforme critérios internacionais que consideram aceitáveis níveis abaixo de 20%.

No Brasil, aproximadamente 83% da população é atendida com abastecimento de água tratada e a cada 100 litros de água coletada e tratada, cerca de 63% são consumidos. Isto é, 37% da água tratada é perdida, seja com vazamentos, roubos e ligações clandestinas, falta de medição ou medições incorretas no consumo de água. O prejuízo resultantes destas perdas estimado pelo Instituto Trata Brasil é de R$ 8 bilhões. (Fonte: Trata Brasil/2014. Verde – abaixo de 20% de perdas de água (critério internacional) Amarelo – entre 21% e 31% (meta para 2033 do PLASAB) Vermelho – acima de 31% (acima da meta do PLASAB).

Índice de Coleta e Índice de Tratamento de Esgoto

O sinal está AMARELO porque os níveis de coleta e de tratamento do esgotamento sanitário do município não atingem a meta estipulada pelo Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento – PNUD que é de 75%. Entretanto, de todo esgoto gerado em Porto Alegre, 63,3% são coletados e destes, 44,2% são tratados. Isto é, o nível geral de coleta e de tratamento do esgoto sanitário do município é de 28% e pertence ao intervalo classificado com sinal amarelo.

No RS, os níveis de coleta e tratamento de esgoto são da ordem de 15%. Ou seja, 15% da população tem seu esgoto coletado e encaminhado para alguma estação de tratamento de esgoto. O RS está muito atrás da situação do Brasil que possui mais de 40% de níveis de coleta e tratamento de esgoto. (Fonte: Ministério das Cidades/SNIS e Trata Brasil)

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MOBILIDADE URBANA

O número de veículos registrados em Porto Alegre teve um aumento de 47% nos últimos dez anos e o índice de motorização, que indica o número de veículos para cada 100 habitantes, aumentou aproximadamente 45%. Em 2006, para cada 10 habitantes havia 3,9 veículos. Em 2015, para os mesmos dez habitantes havia 5,7 veículos. (Fonte: Denatran)

*Nota: Indica o número de veículos para cada 100 habitantes.

Imagem Agenda 2020

Imagem Agenda 2020

Aeroporto

A ampliação da pista para 3,2 mil metros é esperada há 20 anos e fundamental para viabilizar pouso e decolagens de aeronaves que poderiam transportar produtos gaúchos a custo mais baixo. Hoje, itens como calçados e material elétrico precisam ser levados de caminhão até os aeroportos de Viracopos e Guarulhos, em São Paulo, antes de serem exportados.

O grupo alemão Fraport AG Frankfurt venceu o leilão de disputa pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, em concorrência realizada pela Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). A empresa apresentou a maior proposta para assumir a administração do Salgado Filho pelos próximos 25 anos, prorrogáveis por mais cinco.

O valor total que será pago pelo Salgado Filho é de R$ 382 milhões, sendo R$ 290 milhões pagos de imediato ao governo federal, no ato de concessão (correspondentes a 25% sobre o valor mínimo de outorga, que era R$ 123 milhões, mais o ágio, que é a diferença sobre o preço mínimo). Conforme a Anac, é o maior ágio de valor que será pago imediatamente dos quatro aeroportos leiloados, chegando a 852% sobre o valor original de R$ 31 milhões. No total, a União irá arrecadar R$ 3,720 bilhões com o leilão.

Dia Mundial da Água: Ambev lança água mineral para ajudar região da seca

21 de março de 2017 0

No Dia Mundial da Água, comemorado nesta quarta-feira, 22 de março, três cidades no interior do Ceará começam a receber água potável por meio de um projeto liderado pela Ambev. A empresa lançou a Água Mineral AMA e está revertendo 100% do lucro das garrafas vendidas para levar acesso à água potável à população do semiárido brasileiro. A AMA já está à venda nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e online pelo Emporio.com. Até o fim do ano, a AMA estará disponível nas redes varejistas de todo o país. “Estamos muito felizes de lançar a AMA. Essa é uma inovação única no mercado brasileiro porque, quando alguém compra uma garrafa de AMA, 100% do lucro vai para projetos que ajudam quem mais precisa de água”, destaca Bernardo Paiva, presidente da Ambev.

Rótulo da Água Mineral AMA - Divulgação

Rótulo da Água Mineral AMA – Divulgação

Três comunidades, que reúnem juntas cerca de 3 mil pessoas no interior do Ceará, estado que atualmente mais sofre com a seca no Brasil, vão inaugurar projetos de acesso à água potável na quarta-feira, Dia Mundial da Água. As comunidades ficam nas cidades de Aiuaba, Jaguaruana e Capistrano. Todas elas se localizam em áreas rurais de grave escassez hídrica.

Os projetos receberam investimentos da AMA para dar andamento a iniciativas locais de abastecimento. A verba investida pela cervejaria viabilizou obras para a perfuração de poços de água e a instalação de micro usinas de energia solar que diminuem consideravelmente o custo de distribuição da água. Depois que os projetos forem inaugurados, eles serão geridos pela própria comunidade.

O parceiro local da Ambev, responsável por administrar a maioria dos sistemas de água rurais do Ceará e que coloca em prática os projetos nas três comunidades, é o SISAR – Sistema Integrado de Saneamento Rural. Equipes técnicas formadas por especialistas em recursos hídricos e assistentes sociais dão a essas comunidades todo o suporte necessário para que as iniciativas se desenvolvam de forma sustentável. O trabalho é reconhecido pelo Banco Mundial como um dos melhores sistemas de gestão de água rural existentes.

Com o apoio da Fundación Avina, ONG que trabalha em prol do desenvolvimento sustentável na América Latina, a Ambev pretende ampliar o programa de apoio para todo o semiárido brasileiro.

Como surgiu a AMA

A AMA começou a nascer no final de 2015, quando o time de sustentabilidade da Ambev  buscava um novo projeto para expandir seus programas de preservação e uso consciente de água. Depois de reunir diversas áreas da empresa e fazer uma parceria com o Yunus Corporate Action Tank, promovido pela Yunus Negócios Sociais, que estimula as empresas a pensarem em negócios que já nascem para resolver um problema social, surgiu a ideia de criar uma água engarrafada que tivesse 100% dos lucros investidos no acesso à água potável.

Com o lançamento da AMA, a cervejaria contribui para que o sexto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU seja concretizado: garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos. A Ambev faz ainda parte do CEO Water Mandate, que reúne empresas comprometidas com o problema da escassez de água e da falta de saneamento em todo o mundo.

A AMA não vai só financiar projetos que aumentem o acesso à água potável, mas vai, também, ser uma forma de conscientizar mais pessoas, de trazer atenção para esse problema, de conectar as pessoas que vivem hoje em um mundo tão polarizado e individualizado”, diz Renato Biava, diretor de sustentabilidade da Ambev.

Todas as etapas do projeto AMA são apresentados por meio de uma plataforma digital (www.aguaama.com.br) com todas as informações do produto, prestação de contas periódicas sobre o lucro obtido com as vendas, investimentos e andamento de cada projeto.

Imagem Pixabay

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A Ambev trabalha para diminuir seu impacto no meio ambiente com ações que também contribuem para a perenidade do negócio. Para recuperar e preservar as principais bacias hidrográficas do Brasil, em 2010, a cervejaria lançou o Projeto Bacias. Em 2015, a Ambev ampliou esse trabalho e anunciou a participação na Coalizão Cidades pela Água, uma iniciativa liderada pela ONG The Nature Conservancy, que pretende aumentar a disponibilidade de água para mais de 60 milhões de brasileiros em 12 regiões metropolitanas do país. Na prática, nos próximos anos, o grupo trabalhará para que a preservação de rios e nascentes seja incorporada na gestão dos recursos hídricos de 243 municípios.

Para compartilhar conhecimento e também ajudar micro e pequenas empresas a economizarem água, a cervejaria lançou recentemente o SAVEhSistema de Autoavaliação de Eficiência Hídrica. Fruto de uma parceria com as ONGs Fundación Avina e Carbon Trust e com o Pacto Global da ONU, o programa é desenvolvido por meio de uma plataforma online totalmente gratuita, na qual qualquer empresa pode ter acesso ao sistema de gerenciamento hídrico da cervejaria.

Com base na realização de um auto-diagnóstico, as empresas cadastradas podem identificar suas lacunas e selecionar ações para evolução das suas práticas, construindo um plano de ação personalizado que pode ser acompanhado mensalmente.
A ferramenta possibilita, ainda, a criação de relatórios customizados pelas empresas para acompanhamento dos indicadores e divulgação dos resultados para o público interno, clientes, fornecedores, entre outros.

Desenvolvido com base na ampla experiência e conhecimento acumulados pela Ambev nas últimas décadas, o SAVEh alia a reconhecida gestão da companhia a boas práticas operacionais amplamente testadas e implementadas nas suas centenas de cervejarias, no Brasil e no mundo. Para se ter uma ideia, o sistema de gestão utilizado internamente pela Ambev contribuiu, nos últimos 13 anos, para uma redução de mais de 40% no consumo de água da cervejaria.“Estamos alinhados com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU para garantir a gestão sustentável da água. Ela só é possível por meio da união de parceiros em um trabalho em rede, por isso, reunimos esforços dentro e fora dos nossos muros”, diz Renato Biava, diretor de relações corporativas da Ambev.

Imagem Pixabay

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Ao estimular outras empresas a aumentarem sua eficiência hídrica, o SAVEh complementa os esforços da Ambev relacionados ao CEO Water Mandate, iniciativa estabelecida pelo Pacto Global da ONU que reúne empresas comprometidas com o problema da escassez de água e da falta de saneamento em todo o mundo. A Ambev e o Pacto Global da ONU também promoverão workshops para treinamento das empresas sobre a utilização da plataforma. Para um grupo de 12 empresas, será concedida ainda consultoria técnica e acompanhamento pessoal.Para se cadastrar, basta acessar www.saveh.com.br.

A Ambev tem sede em São Paulo e está presente em 19 países. No Brasil, tem mais de 32 mil colaboradores. Além de cervejas, o portfólio da empresa conta com refrigerantes, chás, isotônicos, energéticos e sucos, de marcas como Antarctica, Brahma, Skol, Budweiser, Wäls, Colorado, Guaraná Antarctica e Do Bem.

Rede Brasil do Pacto Global da ONU

Lançado em 2000, o Pacto Global da ONU é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa voluntária do mundo. Reúne mais de 12 mil signatários – entre empresas (pequenas, médias e grandes) e organizações – em quase 170 países com o objetivo de alinhar os negócios a dez princípios nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. Criada em 2003 e hoje a quarta maior rede do mundo e a maior das Américas, com 700 signatários, a Rede Brasil do Pacto Global é vinculada ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

A iniciativa promove ações colaborativas lideradas pelo setor privado, por meio da construção de parcerias com diversos setores, como a sociedade civil, governos e agências da ONU. Para os signatários, há o acesso a diversas informações, oportunidades de capacitação e networking, além da possibilidade de participação nos Grupos Temáticos – Água, Agricultura e Alimentos, Anticorrupção, Direitos Humanos e Trabalho e Energia e Clima – e na Comissão de Engajamento e Comunicação (CEC). Até 2030, o Pacto Global tem o desafio de ser o porta-voz da ONU para promover os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) junto ao setor privado.

Imagem Pixabay

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Vinícolas gaúchas apresentam novidades

19 de março de 2017 0

 

Parreiral

Parreiral Santana do Livramento – Divulgação Salton

A Vinícola Salton  está comemorando a safra 2017. Ao todo serão 17 milhões de quilos recebidos, com foco em uvas viníferas para elaboração de vinhos e espumantes premium A primeira etapa do recebimento de uvas já está encerrada, com a colheita das uvas de acidez perfeita para vinhos brancos e espumantes. Agora, a vindima, que se estende até final de março, dá lugar aos frutos tardios, com alta graduação de açúcar, ideal para os vinhos premium da empresa centenária. A safra está sendo considerada muito boa devido a fatores como o rigor do departamento de Viticultura e as condições climáticas do último ano, com a ocorrência do fenômeno La Niña antes da maturação da uvas precoces.

Com períodos secos intercalados em todo o ciclo vegetativo, o inverno de baixas temperaturas e o verão quente, a safra deste está proporcionando uvas de qualidade – aromáticas e com boa acidez, excelentes para a elaboração de espumantes. Na Campanha, a vinícola irá colher cerca de 3 milhões de quilos de Chardonnay, Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Tannat e Merlot, de vinhedos próprios e de mais 40 fornecedores. Na Serra, serão 14 milhões de quilos de uvas para espumantes, vinhos e sucos.

Para a Salton, a safra que chega ratifica o direcionamento que a empresa tem tomado nos últimos anos, com foco na elaboração de bebidas com os diferentes terroirs brasileiros.  “Temos investido constantemente na excelência, sempre nos baseando em padrões internacionais. (Buscando melhor técnica para se conseguir uvas de qualidade) Com uma safra de qualidade satisfatória, de uvas superiores, conseguimos traduzir ainda mais esse cuidado com nossos produtos”, diz o presidente Daniel Salton.

Colheita  - Divulgação Salton

Colheita – Divulgação Salton

Em Santana do Livramento há outro diferencial quando o assunto é a colheita. Totalmente mecanizada, a ela ganha agilidade. “A tecnologia aplicada permite que os frutos sejam colhidos de maneira mais eficiente que a manual, porém com o mesmo cuidado, e sendo feito no período mais propicio do dia, quando as temperaturas estão mais baixas”, explica o Engenheiro Agrônomo e responsável técnico do departamento de Viticultura, Maurício Copat.

Copat, que responde por toda a estrutura de vinhedos próprios, assim como pela relação com fornecedores da matéria-prima, acrescenta que na Fronteira Oeste já estão sendo plantadas mais variedades tintas. “Começamos a canalizar as uvas para espumantes e suco na Serra e uvas para vinho na Campanha. Estamos fazendo isso por questão de solo e de clima. Com o passar dos anos e estudos aprofundados, percebemos que a média de chuvas e de insolação em Santana do Livramento tem condições melhores pra segurar a uva mais madura, para vinhos de maior teor alcoólico e mais estruturados. Em contrapartida, as uvas colhidas na Serra são excelentes para a produção de espumantes”.

Novidades Vinícola Aurora - Divulgação

Novidades Vinícola Aurora – Divulgação

A Vinícola Aurora  inicia neste domingo sua participação na maior feira de vinhos do mundo, projetando aumentar suas exportações para todos os continentes, Para isso, leva novidades à 23ª Prowein Düsseldorf, na Alemanha. O evento conta com mais de 6.250 expositores, de 60 países, e estima receber 550 mil visitantes durante os 3 dias de atividades.

Segundo a gerente de Exportação e Importação da Vinícola, Rosana Pasini, a vinícola gaúcha tem muitas reuniões já agendadas com importantes compradores internacionais em  seu espaço, situado no estande do Projeto Wines of Brasil, organizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho-Ibravin, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Em 2016, as exportações da Aurora somaram 158 mil garrafas, e 32% desse total seguiu para a Ásia, seu maior comprador no ano passado.

A maior e mais premiada vinícola do Brasil reserva para a Prowein 2017 o lançamento dos vinhos Brazilian Soul Premium Selection Chardonnay, Brazilian Soul Premium Selection Merlot e o Brazilian Soul Cabernet Sauvignon. Esses novos rótulos vão completar a linha de exportação Brazilian Soul, que a Aurora lançou há 4 anos justamente na Prowein.

Além dessas novidades, a Vinícola mostrará na Prowein todos os vinhos tintos, brancos e espumantes da marca Aurora, inclusive o espumante Aurora Pinto Bandeira Método Tradicional, com Indicação de Procedência.

Saint-Gobain reforça presença no país com a aquisição da Tumelero

02 de março de 2017 0

A filial brasileira do grupo francês Saint-Gobain finalmente anunciou a aquisição da Tumelero Materiais de Construção, cujas negociações se arrastavam desde meados de 2016. O valor da transação não foi divulgado. Com a aquisição da empresa que é referência no setor no Rio Grande do Sul, a Saint-Gobain reforça sua presença no mercado brasileiro e consolida sua liderança entre os home-centers no país, com o maior número de lojas, totalizando 70 pontos de venda em 46 cidades.

Tumelero - Divulgação

Tumelero – Divulgação

A chegada da Saint-Gobain ao varejo de materiais de construção gaúcho permite ao grupo  se tornar a maior rede em pontos de vendas desse mercado no país, onde opera com as bandeiras Telhanorte, Telhanorte Conceito, Pro Telhanorte e Tumelero, em 46 cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

A rede Tumelero atua há 50 anos no estado do Rio Grande do Sul e tem 29 lojas. É a marca líder no varejo de materiais de construção na região, além de ter sido pioneira no estado na implantação do autosserviço e a primeira rede de lojas a implantar o conceito e formato home-center. 

De acordo com o presidente da Saint-Gobain para o Brasil, Argentina e Chile, Thierry Fournier, a nova aquisição representa uma das grandes apostas do Grupo no Brasil. “Consideramos de grande importância poder entrar no varejo de materiais de construção em uma região tão relevante do país, como a Sul, por meio da maior rede local. A Tumelero é sinônimo de qualidade por sua ampla oferta de produtos e excelência no padrão de atendimento. Esta aquisição está em linha com a nossa estratégia de continuar investindo no mercado brasileiro, como temos feito nos últimos anos, e queremos com ela somar ainda mais forças e levar aos consumidores gaúchos a melhor experiência na hora de construir ou reformar”, diz o presidente.

A marca Tumelero será mantida, assim como os projetos em andamento, incluindo a modernização das lojas, a expansão da rede e a geração de novos empregos na região.

O diretor-geral da Saint-Gobain Distribuição Brasil, Manuel Corrêa, diz que o objetivo é fortalecer a operação e a presença na região, mantendo e respeitando as características e o modelo de negócios da rede Tumelero. “Importante lembrar que a divisão de Distribuição do Grupo Saint-Gobain opera com diferentes modelos em diversos países, com experiência na manutenção da identidade e independência das marcas”, diz Corrêa.

Esta aquisição está em linha com a estratégia da Saint-Gobain de desenvolver em longo prazo sua atividade de Distribuição no Brasil. A operação foi aprovada pela autoridade da concorrência brasileira, o CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

Sobre a Saint-Gobain Distribuição Brasil

Multiespecialista em construção e reforma, a divisão de varejo do Grupo Saint-Gobain no Brasil opera com as bandeiras Telhanorte, Telhanorte Conceito, Pro Telhanorte e Tumelero. A operação é composta por 70 lojas, sendo 34 no estado de São Paulo, 4 em Minas Gerais, 3 no Paraná e 29 no Rio Grande do Sul, além do Canal Televendas e E-Commerce. Suas lojas são voltadas para os melhores padrões de qualidade e abastecidas com 45 mil itens para fornecer a melhor solução para o consumidor. A Saint-Gobain Distribuição Brasil dispõe ainda de 7 Centros de Distribuição e conta com cerca de 4 mil colaboradores.

Sobre a Saint-Gobain

A Saint-Gobain projeta, fabrica e distribui materiais e soluções para construções e casas.  É líder mundial em construção sustentável e vendeu €39.6 bilhões em 2015. Opera em 67 países com mais de 170.000 funcionários.

Sobre a Saint-Gobain no Brasil

A Saint-Gobain atua há 80 anos no Brasil com um portfólio diversificado de marcas como Brasilit, Isover, Norton, PAM, Placo, Sekurit, Telhanorte e Weber quartzolit. O Grupo possui cerca de 17 mil funcionários diretos e indiretos no País, vendas anuais de R$ 8,7 bilhões em 2015 e 57 fábricas, 43 centros de distribuição, 10 mineradoras, 41 lojas, 23 escritórios comerciais e 1 centro de pesquisa e desenvolvimento.

 

Pequenas e médias empresas exportam cada vez mais

01 de março de 2017 0

Nem só de más notícias vive nossa combalida economia. As exportações de alimentos e bebidas industrializados realizadas em 2016 pelas pequenas e médias empresas integrantes do Projeto Brazilian Flavors da A.B.B.A. (Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas), apoiado pela Apex-Brasil ( (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), cresceram 77,1% , atingindo um valor próximo aos 50 milhões de dólares. As vendas foram realizadas para 62 países por micros, pequenas e médias empresas produtoras de alimentos e bebidas industrializados com diferenciais de qualidade e apelo de brasilidade.

Brasilian

O Brazilian Flavors tem o objetivo de abrir oportunidades e fomentar os negócios no varejo internacional para os Alimentos e Bebidas brasileiros processados, secos, resfriados ou congelados, produzidos por micros, pequenas e médias empresas. São produtos que refletem a diversidade da culinária brasileira, ingredientes de alta qualidade, predominantemente saudáveis e naturais, em preparações que transmitem a “brasilidade” através de sabores únicos. Estes atributos são muito valorizados pelos consumidores internacionais, sendo iguarias classificadas nas categorias de produtos “premium”, “specialty” ou “gourmet” nos diferentes mercados.

Ações e vitrine digital

Para o novo biênio (2017/ 2019), o Projeto focará as ações promocionais de apoio às suas atuais 50 empresas Associadas (e novas entrantes) nos mercados alvo selecionados. Segundo Raquel de Almeida Salgado, presidente-executiva da A.B.B.A. e gerente do Brazilian Flavors, entre as ações previstas para os próximos dois anos estão a realização de Projetos Compradores para promover a vinda de Agentes Comerciais ao Brasil; desenvolvimento de ações de pontos de venda em lojas de redes internacionais nos países destino; participações em feiras mundiais de relevância, entre outras.

Vamos também reforçar as ações voltadas às empresas iniciantes nas exportações e as iniciadas para ampliar as suas maturidades exportadoras”, explica a presidente-executiva, destacando ainda o lançamento de uma vitrine digital dos produtos representados pelo Brazilian Flavors, em breve. “Vamos lançar essa nova plataforma de negócios, que reforçará o suporte de inteligência de mercado do nosso Projeto, pois abrirá canais diretos das empresas com os mercados internacionais”.

Em sintonia com a nova campanha “Be Brazil”, lançada pela Apex-Brasil, o Projeto Brazilian Flavors se apresentará como um protagonista nos desafios de mostrar ao mundo um Brasil diferente, capaz de surpreender os paladares mais exigentes. Assim, nas suas ações promocionais presenciais e virtuais convidará os consumidores ao redor do mundo: “Be Brazilian Flavors”.
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