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Posts na categoria "empreendedorismo"

Prima Horta traz hortas urbanas a Porto Alegre

20 de abril de 2017 0

 

Imagem Pixabay

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Hoje o blog vai falar de um projeto inédito que está chegando a Porto Alegre e no qual eu tenho a honra de estar envolvida. Somos três sócios nesse novo negócio: eu, a engenheira agrônoma Helena Shanzer, do blog Jardim de Helena, e o publicitário Gustavo Fávero. Empresas, universidades, shopping centers e construtoras que querem tomar a dianteira numa ação de grande impacto ambiental, social e de marketing,  agora podem contar com a ‘PRIMA HORTA’.  Nós desenvolvemos projetos de compostagem e produção de alimentos, dando destino ecologicamente correto ao lixo orgânico, um dos grandes problemas das grandes cidades em todo o mundo. Qual o nosso conceito básico? – definição de um local, com base na produção de lixo; – reciclagem, com aproveitamento dos resíduos orgânicos; – plantio de verduras, hortaliças, temperos, frutas, chás etc; – consumo otimizado de água e energia.

Shopping Eldorado SPO - divulgação

Shopping Eldorado SPO – divulgação

A ‘PRIMA HORTA’ faz projetos inspirados em casos como o do Shopping Eldorado, que existe desde 2012. Ali, é reciclada cerca de 1 tonelada de lixo orgânico gerada diariamente em suas praças de alimentação. As sobras de alimentos são transformadas em adubo usado em uma horta no telhado do empreendimento, onde são produzidos legumes e verduras livres de agrotóxicos e destinados aos próprios colaboradores do Eldorado. A horta, construída na parte superior do shopping, também pretende deixar a temperatura interna do local mais amena, reduzindo assim o desperdício de água utilizada nos equipamentos de refrigeração de ar. No espaço são produzidos legumes e verduras, como berinjela, jiló, cebola, pimentões, pimentas, salsinhas, alfaces, gengibre, tomates, manjericão, morango, pepino e abobrinha. E também há o que eles chamam de ‘Farmácia Viva’, onde são plantadas capim-cidreira, hortelã, erva doce, carquejo, malva, sálvia, alecrim, bálsamo e poejo.

No coração de Tel Aviv, em Israel, uma horta orgânica capaz de produzir cerca de 10 mil maços de folhas verdes por mês, é uma verdadeira fazenda urbana no telhado de um shopping da capital israelense e virou uma das grandes atrações do local. Batizado de Green in the City, a fazenda urbana conta com duas estufas, que somam 750 metros quadrados de áreas de cultivo, onde são plantados 17 tipos diferentes de vegetais e ervas em rotação. O sistema garante que todos os meses a colheita seja de mais de 10 mil “pés”. Todos os alimentos são produzidos de forma orgânica, sem que sejam usados pesticidas ou fertilizantes artificiais. Para garantir a demanda, toda a produção é hidropônica. Apesar da grande quantidade de alimentos produzida, o principal intuito do projeto é a conscientização. O espaço recebe workshops, oficinas educativas e projetos de sensibilização. A maior parte da produção é vendida a restaurantes locais e aos moradores da região, que recebem os alimentos em casa, através de entregas feitas em bicicletas. horta1

Quer saber mais sobre a PRIMA HORTA? Entre em contato através do primahorta@gmail.com.

Imagem Pixabay

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Maior rede de sorveterias do Brasil faz parceria com a Nestlé®

09 de abril de 2017 0

Nessa época, é comum entrar nos supermercados e se deparar com uma montanha de ovos de chocolate. Este ano, os lançamentos da Páscoa não se restringem a esse modelo tradicional de doce. Com cinco lojas no Rio Grande do Sul – duas delas em Porto Alegre, além de Santa Rosa, Ijuí e Santo Ângelo –, a Chiquinho Sorvetes, maior rede de sorveterias do Brasil uniu-se à Nestlé® para apresentar lançamentos com conhecidos chocolates da empresa. A partir dessa parceria inédita, neste mês de abril, os consumidores começam a degustar novos produtos que serão disponibilizados nas mais de 400 lojas da rede em todo o país, unindo a tradicional receita dos sorvetes Chiquinho com os mais conhecidos chocolates da Nestlé®.

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Nova linha de sorvetes – divulgação

 

Entre os lançamentos, estão os sabores da linha Novo Mix, compostos por sorvete Chiquinho e chocolates Nestlé® Charge® e Chokito®, além do famoso biscoito Negresco®. “A parceria era um desejo de ambas as empresas. Por quase um ano, negociamos essa união e, agora, conseguimos firmá-la. Quem ganha com isso são os consumidores”, afirmou Isaias Bernardes de Oliveira, presidente da Chiquinho Sorvetes.

A rede de sorveterias, que até hoje usa a receita do fundador para a fabricação de seu sorvete, tem um mix de produtos bastante variado. Oferece mais de 100 opções no cardápio, como Casquinhas, Milk Shakes, Sundaes, o exclusivo Shake Mix e o recente lançamento Chiquinho no Pote, que tem 980 ml e cinco sabores, que podem ser levados a qualquer lugar.

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A parceria entre Chiquinho Sorvetes e a empresa suíça foi efetuada via Nestlé® Professional®, divisão de produtos para uso profissional da Nestlé®, que oferece opções de culinários, chocolates, sobremesas, lácteos, além de bebidas e máquinas. Dentre as marcas de produtos que compõem o portfólio de Nestlé® Professional® estão Maggi®, Moça®, Nescafé®, Suflair®, Negresco®, Alpino®, Nescau®, Charge®, entre outros, desenvolvidos em formatos e embalagens ideais para atender estabelecimentos de alimentação e gastronomia, além de transformadores informais.

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Sobre a Chiquinho Sorvetes:

A empresa começou na década de 80, quando “O Chiquinho” abriu uma modesta sorveteria na cidade de Frutal-MG para seu filho Isaias Bernardes e o sorvete produzido por ele, caiu nas graças dos moradores e visitantes da cidade. Após 5 anos, inauguraram a filial na cidade de Guaíra, interior de São Paulo e, nos anos seguintes, a rede cresceu ao ser compartilhada com familiares.

Em 1996 o sorvete tipo soft virou hit no país e a Chiquinho Sorvetes não ficou de fora. A empresa desenvolveu uma fórmula para a base do sorvete, que representa, até hoje, o grande diferencial da marca. Em 2010, já com 80 lojas, a companhia entrou para o segmento de franchising e ganhou o Brasil com a CHQ Companhia de Franchising, empresa criada para gerir a marca Chiquinho Sorvetes.

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Bolsas gaúchas feitas com restos de couro estão no maior festival de criatividade do mundo

14 de março de 2017 1

Hoje o blog conta mais um ‘case’ de empreendedorismo. A Mole Bags, de Caxias do Sul, está mostrando suas bolsas feitas a partir de upcycling (o processo de transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor) na SWSX 2017 (South by Soutwest)em Austin, nos Estados Unidos. Além de mostrar os produtos e serviços mais inovadores e diversos, o evento tem muitas exposições com foco na economia sustentável.

A representante da moda sustentável do Rio Grande do Sul, que produz bolsas a partir do reaproveitamento do couro, é uma das empresas brasileiras de economia criativa selecionadas pela Apex-Brasil para participar da SWSX. A Mole Bags faz parte da maior delegação brasileira já presente neste evento, com 1.100 participantes.  A edição 2017 da South by Soutwest  (SWSX), vai até o dia 19 de março.

Bolsa Mole Bags - divulgação

Bolsa Mole Bags – divulgação

Criada em outubro de 2015, a Mole Bags  já nasceu com vocação exportadora, tanto que um dos primeiros pontos de venda a comercializar os produtos da marca fica em Nova York.  Como o Rio Grande do Sul tem um dos mais importantes polos calçadistas do País, a empresa encontrou uma opção farta e sustentável de matéria-prima a partir do upcycling.As bolsas são confeccionadas com couros reaproveitados da indústria e cuidadosamente selecionados”, diz Fernanda Daudt, uma das sócias da empresa.

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Fernanda e Márcia Garbin investiram em um design básico e atemporal para compor os sete modelos de bolsas que se multiplicam a partir das diferentes texturas e cores do couro e da costura feita a mão. “Como trabalhamos com material excedente dos fabricantes de calçados e das indústrias de couro, temos bolsas exclusivas”, diz Márcia.

A sustentabilidade também está no trabalho artesanal de confecção das bolsas. Márcia conta que as peças são costuradas por artesãos locais que, a partir desse trabalho, conseguem gerar renda, com flexibilidade, e sem sair de casa.

Mas um dos grandes diferenciais da Mole Bags está na prospecção de mercado. Desde o princípio, há menos de dois anos, a marca buscou estar presente em pontos de venda diferenciados tanto no Brasil, quanto no exterior. Lojas como Feena Boutique, Berlin 65 e Jill Lindsey, em Nova York, comercializam as bolsas, que também estão disponíveis em pontos de venda do México. No Brasil, as criações da empresa podem ser encontradas em espaços como Fina Stampa e Débora Quer, em São Paulo; Dona Coisa, Casa Ipanema e Papel Craft, no Rio de Janeiro; e na Histórias na Garagem, em Porto Alegre.

Divulgação

Divulgação

As sócias também levam a marca para alguns dos principais eventos de artigos criativos do País, como O Cluster, no Rio de Janeiro, a Feira Rosenbaum e a Puro Design, em São Paulo. Com ações como essas, além da participação na SWSX, nos Estados Unidos, a expectativa é ganhar força para continuar crescendo. “Devemos dobrar a produção, que atualmente é de 1.800 bolsas anuais, ainda em 2017. E, com isso, planejamos gerar novas oportunidades de trabalho e renda para pessoas da comunidade e também para refugiados que estão morando na região de Caxias do Sul”, revela Fernanda.

Está mais fácil abrir empresas no RS

07 de fevereiro de 2017 0

Em 2009 foi instituído o Comitê Estadual de implantação da Redesimples (Rede Nacional de Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios) no Rio Grande do Sul. De lá para cá, muita coisa mudou para aqueles que se aventuram a abrir ou mesmo fechar uma empresa. Em dezembro último, foi divulgada a marca de 80 municípios gaúchos integrados à Rede, incluindo Porto Alegre. Essas localidades simplificaram seus processos de abertura e fechamento de empresas.

Antes da implatação das mudanças, a burocracia envolvida na abertura de uma nova empresa, por exemplo, consumia cerca de três meses. Agora, segundo dados da Junta Comercial, Industrial e  de Serviços, o tempo médio para obter o alvará provisório nos municípios credenciados passou de 90 dias para uma semana. E o tempo total para obter a formalização é de cerca de um mês.

A Rede estabelece as diretrizes e os procedimentos para simplificar e integrar os processos de abertura, alteração, baixa e legalização de empresários e de pessoas jurídicas. O procedimento é feito por meio de um sistema informatizado e integrado de informações e processos, que possibilita uma entrada única de dados e documentos, reduzindo a burocracia.

REFLEXOS DA REDESIMPLES

No Brasil, foram criadas 1.963.952 novas empresas em 2015 representando aumento de 5,3% comparado com os novos empreendimentos registrados em 2014, segundo a Serasa Experian. “Das novas empresas, 76% são de microempreendedores individuais (MEIs) e, desse dado, pode-se concluir que se trata de reflexo dos altos índices de desemprego”, afirma o advogado Cristiano Diehl Xavier.Por isso, pela falta de preparo, de planejamento e gestão, um terço dessas empresas fecham em dois anos no Brasil, conforme estudo da Fundação Getúlio Vargas em parceria com o Sebrae. Esses dados são para contextualizar e apontar a relevância da Redesimples na simplificação da abertura e fechamento de empresas no País”.

Segundo o profissional da Xavier Advogados, especializada em direito tributário, entre outros, a burocracia e morosidade descreviam o Brasil quando o assunto era abrir e fechar empresas. “Reunir vários documentos, realizar uma verdadeira peregrinação entre órgãos, secretarias e afins era a realidade dos corajosos. Muito tempo transcorria até que se obtivesse a legalização dos processos. Porém, a Redesimples propôs mudar esse cenário, facilitando a vida do empreendedor. Bom para todos:  para os novos empresários e também para o Brasil, que se beneficia no contexto internacional como país que busca a simplificação e desburocratização da vida do empreendedor”, diz Diehl Xavier. “Além, claro, do fomento ao empreendedorismo e o benefício aos municípios que têm menos burocracia nos processos, maior facilidade de fiscalização e arrecadação, reduzindo assim a informalidade na economia”.

Imagem Pixabay

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Abaixo, algumas vantagens da Redesimples, segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas):

- Procedimentos compatibilizados e integrados;
- Redução de exigências documentais;
- Garantia da linearidade do processo, da perspectiva do usuário;
- Entrada única de dados cadastrais e de documentos;
- Informações compartilhadas;
- Redução do tempo para registro e legalização de empresas;
- Aumento do número de formalizações de empresas e negócios;
- Segurança na formalização de novas empresas.
- Parceiros e documentação

Conheça os órgãos que integram a Redesimples:

Secretaria da Micro e Pequena Empresa
Receita Federal do Brasil
Juntas Comerciais
Órgãos licenciadores: Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Meio Ambiente
Secretarias de Fazenda dos Estados
Prefeituras municipais
Sebrae

Você precisa de um motoboy?

01 de dezembro de 2016 0

Quem nunca precisou de um motoboy para fazer uma entrega qualquer? Pode parecer algo simples, mas há muitas questões envolvendo este tipo de serviço: onde encontrar um profissional de confiança, que cumpra o prazo, que possa ser acessado a qualquer momento? Como acompanhar o andamento da entrega? Profissionalizar esse mercado foi o desafio que inspirou dois jovens irmãos empreendedores – o especialista em computação André Kautz e o advogado Eduardo Kautz – a criar a Play Delivery, uma plataforma de entregas online que está qualificando esse tipo de serviço, com vantagens para o motoboy e para o cliente.

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Aplicativo Play Delivery – divulgação

Os irmãos começaram a planejar em casa como poderiam melhorar um serviço essencial e, ao mesmo tempo, fazer disso um negócio. André, responsável pela tecnologia e inovação, conta que a plataforma foi 100% desenvolvida internamente e possui uma capacidade de atualização de uma semana para novas necessidades dos clientes. Lançada em março de 2015, o aplicativo já contabiliza 30.200 clientes atendidos por 5.800 motoboys cadastrados. A empresa, hoje comandada pelos irmãos e mais um sócio, Marcos Knewitz,  já recebeu quatro rodadas de aportes de investidores individuais e fundos de investimento. O serviço cobre Porto Alegre, Região Metropolitana e a operação já iniciou em outras cidades gaúchas. Os pagamentos podem ser feitos com cartão de crédito, dinheiro (diretamente para o motoboy) e boleto bancário para empresas.

Um dos segredos do sucesso dos empreendedores é a aposta em um nicho carente de atendimento diferenciado, ágil, seguro e econômico. Entre as vantagens para os clientes está a cobrança pela distância e não por bairros, o que torna o pagamento mais econômico. Com a plataforma, as chamadas são atendidas mais rapidamente – o tempo de retorno é de em média 35 minutos – porque o aplicativo irá localizar o motoboy mais próximo do cliente e definir a melhor rota a ser seguida.

O ticket médio é de R$ 9,00, um custo muito baixo se comparado com investimento de tempo, gasto de combustível e estacionamento se uma pessoa tiver de sair do trabalho para fazer qualquer busca ou entrega. Outra facilidade é o acompanhamento on line da entrega, o que dá mais segurança ao cliente.

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Os sócios Marcos Knewitz, Edu Kautz e André Kautz – Divulgação

Para os motoboys, a Play Delivery é uma oportunidade diferenciada de trabalho autônomo mais organizado que está atraindo quem se dedica a essa atividade. É uma opção de renda extra em tempos de crise e empregos escassos. Para os profissionais que aderiram ao aplicativo, aumentaram as possibilidades de trabalho. Em vez de passar um dia todo numa determinada empresa, esperando que haja demanda, ele tem um leque grande de opções devido à abrangência da plataforma que atende pessoas físicas, empresas, restaurantes e farmácias. A Play Delivery não exige exclusividade, o que é uma grande vantagem, pois o motoboy não precisa abandonar o trabalho que vinha fazendo. “Trata-se uma oportunidade de aumentar o trabalho e a renda”, afirma Edu Kautz.

Como se trata de um aplicativo, o motoboy precisa ter um celular com tecnologia Android a partir da versão 4.2, internet e GPS. A documentação exigida é a que está estabelecida na legislação para esse serviço – Lei 12.0009. A Play Delivery opera agenciando as entregas para os motoboys, que deixam para a empresa o valor de 20% de cada entrega. A principal facilidade é que não há cobrança de nenhum tipo de mensalidade ou fidelidade, ou seja, o interessado faz o cadastro sem pagar nada e só irá contribuir com o percentual das entregas que forem realizadas.

Por ser um sistema que utiliza geolocalização, quem mais ganha com a operação é o motoboy, pois as entregas que são sugeridas a ele estão bem próximas do local da coleta, o que diminui consideravelmente o consumo de combustível, tempo e desgaste da moto.

Quando decidiram criar a Play Delivery, mesmo acreditando no potencial do novo serviço, os sócios não imaginavam que em pouco mais de um ano já pensariam na sua expansão e na incorporação de outros serviços, que, por enquanto, ainda são segredo.

Os números da Play Delivery:

+ 30.200 clientes cadastrados: 7.500 empresas e 23 mil pessoas físicas
+ 1 milhão de entregas realizadas
+ 5.800 motoboys cadastrados

Condomínio de Empresas é inaugurado na PUC

11 de novembro de 2016 0

Foi inaugurado nesta sexta-feira o condomínio de empresas Inovapucrs, um espaço que tem como objetivo completar o ciclo de formação das empresas no Tecnopuc. O complexo contou com investimentos de R$ 3 milhões em recursos do Programa Gaúcho de Parques Científicos e Tecnológicos (PGTEC) e da PUCRS.

Inovapucrs - foto de Camila Cunha

Inovapucrs – foto de Camila Cunha

No evento de lançamento do Condomínio de Empresas também foram apresentadas as novas instalações do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da PUCRS (Ideia) e o Free Zone, que passam a ocupar salas no novo prédio.

Para Jorge Audy, pró-reitor de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento da PUCRS, o Inovapucrs é a consolidação de um ciclo representativo para a Universidade, que se propôs a prover infraestrutura e um modelo de atuação que fomenta a inovação e o empreendedorismo. “Estes ambientes, no conjunto dos espaços do Tecnopuc, estabelecem uma plataforma para a efetivação do posicionamento estratégico da PUCRS e, com eles, uma bela perspectiva de futuro se apresenta, com a PUCRS cada vez mais inserida na comunidade e atendendo às demandas da sociedade, tendo por base a sólida tradição educativa Marista”, diz Audy.

Rafael Prikladnicki, diretor do Tecnopuc, avalia que o condomínio Inovapucrs representa mais um passo na qualificação da geração de empreendimentos inovadores dentro do ecossistema do Parque. “Trata-se de um local para instalação de empresas com potencial de crescimento empreendedor e que precisam se transformar em um empreendimento capitalizado”, afirma.

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Foto: Bruno Todeschini – Ascom PUCRS

 
COMO FUNCIONA  O INOVAPUCRS

O Condomínio de Empresas Inovapucrs abrigará startups recém-saídas do processo de incubação, consolidando a capacidade empresarial e preparando-as para a introdução efetiva da inovação tecnológica. O modelo integra-se ao processo de pós-incubação, gerido pela Incubadora Raiar, no qual a proposta é intensificar a conexão das startups pré-incubadas e incubadas com os empresários graduados, fortalecendo o ecossistema de inovação da Universidade. Leandro Pompermaier, gerente da Raiar, observa que a proposta do Condomínio alinha-se ao conceito de formação de empreendimentos que a Raiar segue. “A incubação, a aceleração de negócios e o acompanhamento da maturidade das empresas são determinantes para que o impacto social gerado seja dimensionado”, diz Pompermaier.

O Inovapucrs também abrigará o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da PUCRS, estrutura que gerencia todos os laboratórios e equipamentos destinados à pesquisa na Universidade, possibilitando o uso compartilhado dessas estruturas, tanto pela comunidade acadêmica, como por empresas instaladas no Tecnopuc e também pelo público externo.

Além da mudança para o Condomínio, o Ideia, que completa uma décadas neste ano, passa a oferecer uma estrutura inédita para a Universidade: o Free Zone, espaço equipado com impressoras 3D, serras, furadeiras e outras ferramentas que possibilitem ao empreendedor produzir sua primeira ideia, esgotando-a até a fase do protótipo. “O Free Zone será uma área de experimentação inicial, oportunizando um ambiente de maior liberdade de criação ao inventor”, diz Carlos Nelson dos Reis, diretor do Ideia.

Empresa gaúcha vai investir em startups da saúde

18 de outubro de 2016 0

Primeiro venture builder de tecnologia para a saúde do Brasil, HealthPlus é uma captação criada pela GrowPlus Ventures, empresa com sede em Porto Alegre, para fomentar novas ideias para o futuro da medicina e da saúde. A empresa está investindo em startups emergentes que podem melhorar a qualidade, reduzir custos, gerar valor e propiciar mais inovações. Se você é um empreendedor nessas áreas, eis uma oportunidade.

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As inscrições estão abertas para projetos inovadores que buscam investimento. As escolhas serão feitas através de quatro workshops que ocorrerão no mês de novembro em Porto Alegre (dia 03/11), Belo Horizonte, Recife e São Paulo.

O valor máximo de investimento em cada startup selecionada será de R$ 300 mil, com participação proporcional ao resultado da prevaluation (pré avaliação). Além disso, a HealthPlus irá investir smart money (dinheiro inteligente), realizando investimentos indiretos em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. As startups interessadas em participar já devem ter um modelo de negócio testado no mercado e não podem faturar mais de R$ 4 milhões por ano.

Caso a startup ainda não esteja faturando, precisa apresentar indicadores quantitativos de tração e/ou monetização, para provar sua capacidade de crescimento exponencial.

Para participar as incrições devem ser feitas através do site http://growplus.com.br/workshophealthplus até o dia 03 de novembro.

 

 

 

Maison de luxo abre as portas na Zona Sul

07 de outubro de 2016 0
Maison Jump - Divulgação

Maison Jump – Divulgação

Apesar de existir desde setembro de 1997, a partir da próxima semana a Jump será uma novidade na Zona Sul da capital. A loja foi concebida inicialmente como uma grife vanguarda de sapatos e funcionava na avenida Wenceslau Escobar, no bairro Tristeza. Agora, reposicionada como uma grife de luxo, a marca abre uma Maison em novo endereço no mesmo bairro. Em um casarão antigo totalmente reformado, a grife se volta para o  mercado da alta moda.

O coquetel de abertura para 200 convidados exclusivos ocorre no dia 10 de outubro, com festa luxuosa na rua Dr Armando Barbedo, ao lado do Machry Armazém & Bistrô, responsável pelas comidinhas do evento, que ainda terá show de vídeo mapping – projeção de vídeos na fachada.

O conceito escolhido para o evento de abertura traz a simbologia das grandes chaves antigas usadas para abrir mansões. As convidadas que ‘abrirem’ as primeiras compras acima de R$ 500,00 recebem uma chave que abre um armário antigo com objetos numerados. Ao final da festa, à meia-noite, o número sorteado será contemplado com uma bolsa estilo Cluch, de pele de Python Reticulatus, da Ásia, no valor de R$ 2.000,00.

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Segundo Kelly Pouzada, diretora criativa e empresária à frente da Jump, o novo negócio traz para a cidade uma loja única, ao estilo das maisons europeias, e que além de produtos originais e diferenciados em sapatos, bolsas e acessórios para homens, mulheres e jovens, oferece também peças exclusivas em peles exóticas importadas da Ásia, certificadas e autorizadas pelo IBAMA.

No ambiente interno, sofá capitonê, revestimentos italianos, cortinas de veludo alemão e um lustre artístico em área nobre todo composto por metal e modelitos de sapatos estilo Alexander Mcqueen, ambientam o luxo da nova loja. A inauguração tem a curadoria, direção e supervisão criativa do Coletivo Moda com Filtro, dos diretores criativos gaúchos Carlos Paiva e Milene Bordini.

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Ex-jogador da seleção sub 20 expande incorporadora criada no interior

30 de setembro de 2016 0

Apesar da crise, há gente disposta a investir e crecer. Uma nova incorporadora, nascida no interior do Rio Grande do Sul, chega à capital com os primeiros empreendimentos de sua cartela, mesclando a arquitetura contemporânea em construções de médio e alto padrão elaboradas com cuidado artesanal e acabamento arrojados e diferente. A TSS Incorporadora, iniciou suas atividades em 2010, na cidade de Taquari. Usando novas tecnologias que permitem mais velocidade na execução das obras, permite flexibilização nas plantas.

Tiago Silva, um  empreendedor

O empreendedor Tiago Silva já brilhou nos gramados. Aos 37 anos, ex-jogador de futebol com passagem pela Seleção Brasileira sub 20 e Palmeiras, ele criou a TSS Incorporadora inspirado em seu pai, Manoel, que era pedreiro. O primeiro empreendimento da empresa foi o segundo prédio com elevador de Taquari, com apartamentos grandes e um valor mais elevado em relação ao mercado local. Apenas um apartamento foi vendido na planta, mas Tiago seguiu em frente, tranquilo com o fato de a construção ter sido erguida apenas com capital próprio. Após um ano da entrega, o prédio foi completamente comercializado, gerando lucro satisfatório sobre o investimento. Era a motivação que faltava para o ex-jogador partir para a capital e, depois, para um condomínio de luxo, único no Vale do Taquari. Confiante e em ascensão apesar da crise, Tiago Silva pretende lançar um novo empreendimento em Florianópolis (SC).

TSS

TSS- Divulgação

O grande diferencial da TSS é trabalhar de forma artesanal, com projetos arquitetônicos contemporâneos, eficiência, qualidade, comprometimento, padronização e redução de custos administrativos e operacionais. Para tanto, destaca-se o cuidado da empresa no canteiro de obras, com funcionários e fornecedores. No campo da proteção coletiva, a TSS trabalha para excluir todo e qualquer risco aos quais os trabalhadores possam estar expostos. Os fornecedores passam por rigoroso processo de seleção para garantir produtos e serviços certificados e dentro dos padrões das normas de qualidade e segurança. O primeiro empreendimento em Porto Alegre, tem arquitetura moderna, uma  fachada arrojada e fica no bairro Jardim Botânico. Deve ser entregue em dezembro deste ano. Há unidades de um e dois dormitórios, com suíte e 4 apartamentos por andar. O perfil do proprietário é o de primeiro apartamento, perfeito para casal jovem ou gente solteira, com baixo custo condominial.

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TSS – Divulgação

Triciclo econômico e funcional chega ao estado

30 de agosto de 2016 0
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Novidade apresentada na 39a Expointer, em Esteio(RS), o triciclo produzido pela Motocar tem motor de motocicleta, estrutura de caminhão de pequeno porte e é economico (faz de 25 a 30 quilômetros/litro) e versátil. Ideal para pequenos e médios empreendedores, pela mobilidade maior nos grandes centros, é seguro, desenvolve velocidade máxima de 60 km/h, tem cinto de segurança e kit de manutenção (com extintor, chave de roda e macaco). Os condutores precisam ter habilitação A, a mesma exigida para motocicletas comuns. O triciclo Motocar é o único homologado e licenciado pelo DENATRAN e IBAMA.

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Em tempos de recessão econômica, o triciclo é uma alternativa aos empreendedores de diversos setores. Os três modelos desenvolvidos pela montadora brasileira (dois de carga e um de transporte de passageiros) têm uma estrutura leve e preço médio para venda que varia de R$ 16 mil, para o modelo que transporta até três pessoas, a R$ 19 mil, para as variações com capacidade para cargas de no máximo 350 Kg. O veículo é produzido na Zona Franca de Manaus, onde são fabricadas 800 unidades mensais.

O triciclo já está  presente em vários centros urbanos brasileiros como Goiânia, Brasília e Rio de Janeiro, onde é utilizado também para o turismo. O modelo MTX 150, para passageiros – que lembra os Tuc Tuc  indianos – acomoda duas pessoas sentadas, além do motorista, e ainda tem espaço para pequenas bagagens. Já os modelos MCF 200 e o MCA 200, com motor de 200cc, foram desenvolvidos para o transporte de cargas.

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O veículo tem um ano de garantia, oficinas especializadas, mecânicos treinados pela fábrica, peças genuínas a pronta entrega, e já no próximo mês, haverá uma concessionária e revendas no Rio Grande do Sul.