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Conheça o primeiro clube de queijos e vinhos do Brasil

18 de abril de 2017 0

Depois de mais de 37 anos atuando na produção e comercialização de queijos nacionais e importados, produtos lácteos (como manteiga e creme de leite), azeites, aceto balsâmico, além de vasta trajetória na área da fruticultura, a RAR/Rasip, , de Vacaria (RS), está lançando o Clube RAR Queijos e Vinhos (iniciais do fundador Raul Anselmo Randon).

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Já há diversos clubes de vinhos no país, mas o Clube RAR é o primeiro a oferecer um rótulo em harmonização com queijo. O clube começará a operar no final da primeira quinzena de abril e será apresentado durante a APAS SHOW 2017, em São Paulo (que ocorre 02 a 05 de maio). “Trata-se de mais um canal que amplia o contato com os consumidores que buscam uma experiência gastronômica customizada e completa e que, para isso, contam com a extensa linha oferecida pela RAR/Rasip”, diz o diretor-superintendente, Sérgio Martins Barbosa.

Inicialmente, serão oferecidos aos assinantes dois kits: um contendo um vinho ou um espumante e um queijo (R$ 99,00 mensais) e outro com um vinho ou um espumante, mais um queijo e outros produtos RAR ou de parceiros que complementarão a experiência gastronômica (R$ 145,00 mensais). RAR/RASIP  também lança linha de presunto e salame italiano, queijo, vinhos na APAS A nova linha será, inicialmente, composta por três itens: Prosciutto Identico Di Parma, Prosciutto Crudo e Salame Milano, todos em fatias extrafinas.

O Prosciutto Identico Di Parma é produzido exclusivamente na Província de Parma e recebe cuidados especiais desde a criação do suíno até o processamento, que passa por um longo período de cura de 1 a 2 anos, resultando em uma carne tenra e de aroma característico. Para o Prosciutto Crudo, a desidratação da carne se dá, em média, em 11 meses. É ideal para o preparo de lanches, pizzas, bruschettas e saladas e pode ser degustado com aspargos, legumes grelhados, e harmonizado com os vinhos e espumantes .

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Prosciutto Identico Di Parma Arte Isla design estratégico

Já o Salame Milano Fatiado é obtido a partir da moagem do pernil, da paleta e da gordura suína, recebendo uma condimentação específica mais apurada. Em média, são necessários de 90 a 120 dias de amadurecimento do salame que tem coloração vermelho rubi pálido.

O vinho Reserva Merlot e o Espumante Brut Reserva são os mais novos integrantes da família RAR, o que eleva para 10 o número de rótulos produzidos nos vinhedos de Raul Anselmo Randon em Muitos Capões (RS), nos Campos de Cima da Serra, uma das mais altas vitícolas do Brasil, com 1000 metros de altitude. O terroir que vem da combinação do solo e do microclima contribui para o nascimento de um tipo de uva de qualidade e tipicidade especiais resultando em um vinho diferenciado.

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Vinho Reserva Merlot Crédito foto: Arquivo Rasip/Lote75

Aproveitando o palco da APAS 2017, a RAR/RASIP, já reconhecida pela fabricação do primeiro queijo tipo Grana no Brasil (Gran Formaggio), amplia seu portfólio e faz o pré-lançamento do Parmesão RAR Gourmet. O Parmesão, que será apresentado aos visitantes da Feira, tem chegada prevista nas prateleiras para julho, e se somará à manteiga e ao creme de leite que já fazem parte da linha RAR Gourmet. O novo produto será comercializado nos formatos fracionado, ralado – seco e fresco – e forma inteira, de, aproximadamente, oito quilos e estará disponível em pontos diferenciados do varejo, como empórios, delicatessens, restaurantes e supermercados.

Para a fabricação desse novo produto, a empresa investiu mais de R$ 1,5 milhão em máquinas e equipamentos e, ainda, na modernização do parque fabril, com a construção de novas câmaras de armazenamento. A produção inicial do Parmesão RAR Gourmet será de 50 toneladas/mês. O parmesão é um dos queijos mais consumidos no mundo. Entre seus diferenciais estão o sabor acentuado, ligeiramente picante, textura consistente e rico em cálcio, conquistados graças ao tempo mínimo de maturação de seis meses. A marca RAR também comercializa queijos italianos importados Grana Padano, Parmigiano Reggiano, Pecorino Romano e Parmesano.

Saiba o que foi discutido no 30º Fórum da Liberdade

12 de abril de 2017 0

Para quem não pode participar do 30º Fórum da Liberdade, considerado o maior evento liberal da América Latina, o blog publica um resumo do que foi discutido no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre nos dias 10 e 11 de abril. Mais de 5 mil pessoas se inscreveram para participar do evento. O Fórum é promovido elo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), entidade que tem como intuito a formação de jovens lideranças empresariais que se comprometam com um modelo de organização social e política para o Brasil baseado no ideal democrático de liberdades individuais e orientado à defesa e manutenção dos valores da economia de mercado e da livre-iniciativa.

O presidente do IEE, Rodrigo Tellechea, deu as boas-vindas aos participantes e defendeu que é preciso limitar o poder do Estado e aumentar o poder do cidadão. Destacou que a gestão pública vem acumulando responsabilidades, gastos e dívidas ao assumir controle de atividades que poderiam ser demandas da iniciativa privada. Também enfatizou que a democracia no Brasil precisa ser reinventada, transferindo mais poder ao indivíduo. “A democracia não é um fim em si mesmo; não é apenas um conceito e, sim, uma conduta”, diz.

Abertura do 30º Fórum da Liberdade - foto

Abertura do 30º Fórum da Liberdade – foto Tiago Trindade

Na abertura, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), pediu que as pessoa apoiem as reformas em discussão no Congresso. “Vocês têm de apoiar a reforma da Previdência de forma clara, a reforma trabalhista, senão a minoria ruidosa vai se sobrepor à maioria silenciosa. Vocês têm de ir a Brasília. Gritem, se articulem”. Para ele, sua administração até agora tem tido sucesso devido à adoção de técnicas modernas de gestão, a partir da composição de uma equipe competente e sem indicação partidária.

Palestra de João Dória - foto de

Palestra de João Dória – foto de Tiago Trindade

Voto distrital e reforma política

O ex-ministro Pedro Malan, presidente do Conselho Consultivo Internacional do Itaú Unibanco, e Eduardo Giannetti, PhD em economia pela Universidade de Cambridge, apresentaram o painel Perspectivas para o Brasil e defenderam a reforma política, redução do número de partidos existentes, inserção no mercado internacional e o voto distrital. E destacaram que é urgente a mudança do sistema de redistribuição de arrecadação atual.

Eduardo Giannetti acredita que, tendo a União controle total sobre a distribuição dos recursos, estados e municípios ficam prejudicados, recebendo menos do que deveriam. “O dinheiro deve ficar próximo do local onde é arrecadado. Atualmente tudo vai para Brasília para depois ser distribuído, não permitindo ao cidadão o controle desses gastos”, diz. Ele destaca que o papel do Estado é fundamental na criação de capital humano. Por isso, deve oferecer ensino fundamental e básico de qualidade. Mas, segundo Gianetti, as privatizações são necessárias em outros setores. Para ele, a sociedade deve ter mais liberdade econômica e saber para onde vão os recursos arrecadados. “No modelo atual, o Estado está onde não devia e deixa de estar onde se faz necessário”, diz.

Para Pedro Malan, o grande número de partidos políticos enfraquece a coesão do congresso. “No Brasil, ganhar a eleição não garante governabilidade. É preciso uma reforma política que fortaleça o Congresso”, diz. Ele destaca que, desde 1988, o país já passou por cinco grandes momentos de recessão, mas a crise atual está sendo a mais longa e mais difícil da história. “A reforma da previdência é urgente neste momento do país para equilibrar as contas que não fecham no INSS”. Malan e Giannetti alertam para a necessidade de inserção do Brasil nos mercados internacionais. Ambos destacam que as maiores economias mundiais solidificam relações com outros países.

Pedro Malan - foto Tiago Trindade

Pedro Malan – foto Tiago Trindade

Mudanças sociais e políticas

Com a presença do coordenador nacional do MBL (Movimento Brasil Livre) e vereador de São Paulo, Fernando Holiday; do diretor do Instituto de Inovação & Governança (INDIGO), Diogo Costa; e do jornalista e comunicador Luciano Potter foram debatidas as mudanças sociais e políticas necessárias ao Brasil.

Holiday ressaltou a força das redes sociais no ativismo e seu poder de pressão em processos políticos, como no caso mas manifestações pró impeachment. Contudo, para o vereador, a principal mudança que precisa acontecer é convencer uma sociedade acostumada a ser levada pelo governo com inúmeros benefícios de que ela é capaz de alcançar o sucesso pelos próprios méritos: “A liberdade econômica é o melhor caminho, mas a grande massa, que elege os políticos, precisa entender isso. A Dona Maria, precisa se interessar em saber como o vereador, em que ela ajudou a eleger, vota nos projetos da Câmara”, diz.

Diogo Costa falou sobre a ordem da economia compartilhada e ordem policêntrica, onde as decisões estão dispersas no público. O diretor deu como exemplo, a rede social Reddit, que disponibilizou, durante 72 horas, uma tela em branco que poderia ser colorida em pixels, um de cada vez a cada cinco minutos, o que resultou em diversos desenhos, símbolos e bandeiras de países e de grupos que se uniram para montar suas identidades na tela. “Mais de 1 milhão de pessoas cooperaram em ordem espontânea para algo que fazia sentido. Isso que deve inspirar os novos rumos” ,afirma.

Para Luciano Potter, não existe mais a possibilidade de um governo revolucionar: “O governo deve se comportar como um pai atento que deixa seu filho crescer”.O jornalista exemplificou as mudanças na comunicação através de gifs, que interferem no jornalismo como meios de contar histórias e a necessidade que a imprensa e os profissionais têm de se adaptar a mudanças, que acontecem até em empresas novas: “A Netflix entregava Dvds pelo correio. Se adaptou a mudanças e hoje produz entretenimento de qualidade, ou seja, até os negócios mais novos já estão sofrendo mudanças”. Segundo Potter, a única coisa que não muda, é a paixão que as pessoas sentem por seres humanos que deram certo.

Empreender, Criar, Inovar

O vereador Felipe Camozzato, de Porto Alegre; a diretora Geral da Ticket Benefícios e Grupo Edenred, Marília Rocca; e o vice-presidente de Programas Internacionais da Atlas Network, diretor do Centro para Promoção de Direitos Humanos e da Cato University, Tom Palmer, debateram o tema “Empreender, Criar e Inovar”.

Felipe Camozzato afirmou que o futuro do país está nas mãos dos empreendedores. O vereador apontou que as pessoas que decidem ir pelo caminho de abrir seu próprio negócio enfrentam diversas dificuldades burocráticas, que muitas vezes resultam em desistência. “O papel do governo e dos políticos em geral é derrubar os muros que dificultam a vida de quem quer iniciar sua empresa. Precisamos nos colocar no lugar dos empreendedores e abrir caminhos”, diz. Camozzato enfatizou que o empreendedorismo ocasiona a criação de novos produtos e modelos de negócios, assim como a maior oferta dos mesmos, o que proporciona um ganho econômico e moderação nos gastos dos consumidores.

Já Marília Rocca defende que empreender não é só abrir uma empresa – as pessoas podem e devem ter atitudes empreendedoras em qualquer situação. “Podemos nos descobrir empreendedores na medida em que é melhor pra nós, na situação em que vivemos. Não tem receita nem certo ou errado. Empreender é uma atitude perante a vida”, diz. Ela defendeu a ideia do empreendedorismo corporativo, uma maneira de ter atitudes inovadoras dentro de sua própria empresa. “Empreender é, acima de tudo, uma maneira de pensar. As organizações precisam de pessoas assim”. Segundo Rocca, o empreendedorismo corporativo passa por propor novas formas de negócio em cima de modelos já existentes, como a Netflix, que propôs algo diferente num mercado onde já havia a Blockbuster; ou mesmo o Uber, que chegou onde já existiam os táxis. Sobre o papel da política neste cenário, Marília acredita que os governantes devem estudar as especificidades de suas cidades e Estados, e mais importante do que isso, ouvir os empreendedores. “É papel dos políticos apoiar a criação, sustentação e desenvolvimento de novos negócios, assim como nossa legislação não pode ficar estagnada e acompanhar as mudanças no mercado de trabalho”, afirma.

Segundo Tom Palmer, o objetivo do trabalho é gerar valor, não só manter as pessoas ocupadas. “O crescimento econômico passa por mais geração de valor. Esse é o caminho para o fim da pobreza e para que a população viva da melhor forma”, diz. Palmer defende que o Brasil deve trabalhar para que fique mais fácil empreender. “As políticas devem ser baseadas não na questão emocional e, sim, em raciocínios”, diz. O palestrante apontou um caminho para a melhoria do cenário do mercado de trabalho: a inovação. Segundo ele, inovar é apresentar melhorias. Assim como Marília Rocca, ele também acredita que o empreendedorismo pode acontecer dentro das organizações. “Cada funcionário pode ser empreendedor em sua empresa, propondo novas soluções e formas de realizar processos”, explica. Tom finalizou sua palestra fazendo um pedido: “Tornem o Brasil grande de novo, pois o mundo vai precisar de vocês fortalecidos”.

Prosperidade

James Robinson, economista e cientista político, apresentou o painel As Origens da Prosperidade. Ele explica que a diferença entre países mais prósperos e os menos desenvolvidos é a forma como a economia está organizada. “Existem países que adotam uma economia extrativa, deixando de oferecer oportunidades às pessoas; e outros com economias mais inclusivas, que incentivam as ideias e, com isso, crescem mais”, disse. O autor do livro Porque as Nações Fracassam  falou que para um país ter uma economia inclusiva é preciso, antes, adotar uma política inclusiva. “A Política inclusiva é aquela mais aberta às novas ideias, incentiva o empreendedorismo, oferece mais oportunidades e infraestrutura para as pessoas crescerem”, explica. Robinson enfatiza que o Brasil está ainda entre os países com economia extrativa e que a sociedade precisa se organizar e exigir um Estado que ofereça melhor infraestrutura e bens básicos. Segundo ele, embora seja um processo difícil, é possível mudar de uma economia extrativa para uma economia inclusiva. “Um exemplo bem sucedido dessa transição é a China: o país permitiu que produtores rurais decidissem o que plantar e a quanto vender. Eles começaram a se beneficiar com seu próprio esforço e passaram a se esforçar cada vez mais”, conta. Robinson declarou que democracia não é apenas voto. “Democratizar a economia é investir no capital social. Dar oportunidade para as pessoas”, conclui.

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Liberdade ou intervenção?

O presidente da Foundation for Economic Education (FEE), Lawrence Reed; o fundador-presidente do Instituto Mises Brasil, Helio Beltrão e o presidente do Partido Social Liberal (PSL), Fábio Ostermann, debateram “Economia: Liberdade ou Intervenção?”. Na mesma oportunidade, foi lançado o documentário Poverty.Inc.

Lawrence utilizou três exemplos de países que usufruem de economia livre. O primeiro deles foi Hong Kong, onde, segundo ele, há um judiciário eficiente, um sistema não burocrático e a economia mais livre do mundo. “As taxas do Brasil são sete vezes maiores do que as de lá”, informou. Ele também comentou sobre o excesso de números e estatísticas em que são baseadas decisões econômicas. “Onde termina a matemática é onde começa a economia. Em Hong Kong, estatísticas não substituem pensamentos sólidos”, diz Reed. Outro exemplo trazido pelo palestrante foi a Alemanha pós Segunda Guerra Mundial. “Este país teve uma recuperação econômica milagrosa, fruto da liberdade econômica. Quanto mais o Estado planeja, pior fica para a população”, destaca. O terceiro país trazido por Lawrence foi a Nova Zelândia. Ele explicou que o país teve uma melhora significativa depois de adotar uma economia livre. “A liberdade econômica faz diferença no mundo. Quanto mais livres os países, mais ricos eles estarão. Eu voto pela liberdade”, afirmou. “Indivíduos livres não são iguais; e indivíduos iguais não são livres”.

Somos diferentes, e é exatamente isso que um ambiente de liberdade nos permite”, declarou Hélio Beltrão. Segundo ele, cada indivíduo deve buscar ser feliz e viver bem com as suas condições, e não recebendo benefícios, de acordo com ele, ilusórios. “O governo só pode dar dinheiro para alguém tirando de outro”, salientou. O empresário explica que o intervencionismo também passa pelo sistema em que vivemos onde as coisas são proibidas ou obrigatórias e não livres. “De certa forma, essa intervenção é invisível para o consumidor, mas muito visível para o empreendedor, que enfrenta burocracia e regras enquanto tenta tocar seu negócio”, comentou. Ele também mostrou-se contra o controle do governo sobre os preços dos produtos. “O empreendedor brasileiro faz milagre para sobreviver, mas a liberdade vai vencer, basta mantermos nossos princípios”.

Fábio Ostermann também concorda que um dos grandes problemas do Brasil é a intervenção do governo. “A afirmação que o Brasil é um país de livre mercado é falsa. Nosso país é o 140º no ranking dos países livres economicamente”, informou. Segundo Ostermann, o livre mercado beneficia muito mais aqueles com menos recursos do que os próprios empresários. “Quanto mais influência política em algo, maior a chance de termos corrupção”, afirmou. Outro ponto abordado por ele, foi a forma com que os governantes ‘quebram nossas pernas e depois oferecem muletas’. “Como exemplo disso, podemos falar sobre a saúde, que é um direito de todos. Antes de nos oferecer algo, o governo cobra impostos absurdos dos hospitais e remédios. Da mesma forma com a educação, que também é um direito constitucional em que também são cobradas taxas abusivas das escolas e do material escolar”, explica Ostermann. O político também defendeu que qualquer pessoa pública deve pensar em diminuir impostos. “O tamanho do governo deve ser limitado a qualquer custo”.

O diretor do documentário Poverty.Inc., Michael Matheson Miller, explicou que a produção é uma crítica humanitária completa à maneira com que ajudamos os pobres e a falta de acesso dessa parte da população à justiça. “Temos tratado as pessoas pobres como objetos e problemas que temos que resolver”, afirmou. O documentário está disponível no site http://www.povertyinc.org/, onde há um link especial para participantes do Fórum da Liberdade.

Documentário - foto Tiago Trindade

Documentário – foto Tiago Trindade

A cultura da democracia

Ricardo Gomes, secretário de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre; Eduardo Wolf, secretário adjunto da Cultura de Porto Alegre; e Luiz Felipe Pondé, filósofo e colunista do Jornal Folha de São Paulo discutiram a intervenção do Estado e as fragilidades da democracia brasileira.

Ricardo Gomes critica a intervenção do Estado e a permanência de serviços estatais. “Nosso desafio é limitar o poder do Estado. Não há estado que se mantenha tendo correio, banco, petroleiro, empresa de TI, laboratório”, diz. Gomes argumenta que a sociedade precisa de mais espaço, e que isto hoje é ocupado pelo Estado. O secretário defende que a real democracia se faz respeitando os direitos individuais. “Só pode haver democracia quando há igualdade perante a lei”, fala. O ex-presidente do IEE ainda reprova a criação de leis voltadas para determinadas representatividades coletivas e diz que o país não é democrático. “Nunca vivemos numa plena democracia. Vivemos oligarquia, ditadura, populismo e, recentemente, a precisiocracia – onde quem precisa mais tem mais direitos do que quem precisa menos”, declara.

Eduardo Wolf questiona se a democracia seria uma ameaça à liberdade e diz que esta, no Brasil, fica enfraquecida por causa da adoção de medidas sociais coletivas. “Graças a uma política definida pela raça, etnia, sexo, padrões de comportamento, ou seja, o estado passou a ocupar os espaços que vinham sendo ocupados pela democracia”, enfatiza. Wolf fala que o poder do Estado de intervir no comportamento das pessoas atrasa a democracia.

Luiz Felipe Pondé diz que o pensamento liberal precisa ir além da política e da economia. “Para poder pensar no futuro da democracia é urgente ampliar o repertório cultural”, fala. Pondé declara que os principais responsáveis pela economia do país não se interessam por novos projetos. “Grande parte da elite econômica do Brasil não acredita nas ideias porque não investe dinheiro nelas”, constata. O filósofo critica a esquerda política no Brasil. “É um fetiche da sociedade contemporânea e uma questão cultural. Precisamos nos debruçar sobre este debate”, argumenta.

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Luiz Felipe Pondé – foto Tiago Trindade

 

Sinais de retomada do crescimento ainda geram cautela

30 de março de 2017 0
Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Num evento realizado pelo Sindilojas Porto Alegre na quarta-feira, 29, reuniu lojistas na Fundação Iberê Camargo para discutir a retomada do crescimento econômico. Afinal, já há sinais animadores? “Analisando os dados do ponto de vista econômico, o PIB caiu mais que o emprego no Brasil”, afirmou a economista Patricia Palermo, palestrante do evento. Embora exista um alto índice de desemprego no País, a grande questão, segundo ela, é que as empresas não estão recontratando para repor seus quadros de funcionários justamente por uma economia retraída e uma queda do Produto Interno Bruto que atingiu percentuais, em 2015 e 2016, de mais de 3% negativos.

De acordo com a economista, a crise foi muito profunda e chegou em empresas que não estavam preparadas para enfrentar este tipo de situação. “Em alguns casos, por exemplo, um gestor de expansão teve que se tornar um gestor de crise, algo que requer outra competência e experiência”, diz. Aos poucos, a curva da queda já apresenta sinais de retomada. “É um processo lento e gradual. A retomada do crescimento é garantida, mas de uma maneira muito frágil, fraca e devagar. Para esse ano já estimamos um crescimento de 0,48%, o que depois de dois anos de queda é um sinal positivo”, explica.

Além de uma retomada do crescimento em ritmo lento, a incerteza gerada pelo cenário político (tanto interno como externo do Brasil) é algo que está refletindo nesse cenário. Conforme Patricia, a economia está fragilizada devido às constantes mudanças no campo político. E o medo de ficar desempregado pela instabilidade brasileira gera a desconfiança do consumidor e isso reflete diretamente no seu poder e vontade de comprar.

Imagem Pixabay

Imagem Pixabay

Um processo de desinflação também começa a ser percebido no País. Embora os preços não estejam caindo (o que geraria um processo de deflação), a elevação dos valores em um ritmo menor possibilita que, aos poucos, a economia consiga se equilibrar garantindo que o reajuste de remuneração dos trabalhadores acompanhe esse crescimento. Assim, quando a renda dos consumidores for igual ou superior que o índice da inflação, aumentará o poder de consumo. “O crescimento virá do consumo, ou seja, virá do momento em que as pessoas tiverem segurança em seus empregos”, diz Palermo.

A economista-chefe da Fecomércio-RS incentivou os lojistas a buscarem soluções que podem realizar dentro da loja e medidas que podem ser tomadas independentemente da situação econômica do País. Ela garantiu que a lição começa dentro das lojas, quando se consegue identificar os fenômenos de curto (que estão relacionados à crise) e longo prazo (relacionados a uma estratégia inadequada) e engajar, reconhecer, desafiar e remunerar adequadamente a equipe e, por último, ao revisar os custos de operação.

Sobre o Sindilojas Porto Alegre

Fundado em 1937, o Sindilojas Porto Alegre é o representante legal dos comerciantes de Porto Alegre e Alvorada e reúne aproximadamente 18 mil estabelecimentos nas duas cidades. Além de atuar na representação e defesa da categoria, desenvolve ações que promovem o fortalecimento das empresas. O Sindicato realiza pesquisas no setor, qualificação profissional e oferece uma série de serviços voltados aos lojistas.

Bolsas gaúchas feitas com restos de couro estão no maior festival de criatividade do mundo

14 de março de 2017 1

Hoje o blog conta mais um ‘case’ de empreendedorismo. A Mole Bags, de Caxias do Sul, está mostrando suas bolsas feitas a partir de upcycling (o processo de transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos materiais ou produtos de maior valor) na SWSX 2017 (South by Soutwest)em Austin, nos Estados Unidos. Além de mostrar os produtos e serviços mais inovadores e diversos, o evento tem muitas exposições com foco na economia sustentável.

A representante da moda sustentável do Rio Grande do Sul, que produz bolsas a partir do reaproveitamento do couro, é uma das empresas brasileiras de economia criativa selecionadas pela Apex-Brasil para participar da SWSX. A Mole Bags faz parte da maior delegação brasileira já presente neste evento, com 1.100 participantes.  A edição 2017 da South by Soutwest  (SWSX), vai até o dia 19 de março.

Bolsa Mole Bags - divulgação

Bolsa Mole Bags – divulgação

Criada em outubro de 2015, a Mole Bags  já nasceu com vocação exportadora, tanto que um dos primeiros pontos de venda a comercializar os produtos da marca fica em Nova York.  Como o Rio Grande do Sul tem um dos mais importantes polos calçadistas do País, a empresa encontrou uma opção farta e sustentável de matéria-prima a partir do upcycling.As bolsas são confeccionadas com couros reaproveitados da indústria e cuidadosamente selecionados”, diz Fernanda Daudt, uma das sócias da empresa.

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Fernanda e Márcia Garbin investiram em um design básico e atemporal para compor os sete modelos de bolsas que se multiplicam a partir das diferentes texturas e cores do couro e da costura feita a mão. “Como trabalhamos com material excedente dos fabricantes de calçados e das indústrias de couro, temos bolsas exclusivas”, diz Márcia.

A sustentabilidade também está no trabalho artesanal de confecção das bolsas. Márcia conta que as peças são costuradas por artesãos locais que, a partir desse trabalho, conseguem gerar renda, com flexibilidade, e sem sair de casa.

Mas um dos grandes diferenciais da Mole Bags está na prospecção de mercado. Desde o princípio, há menos de dois anos, a marca buscou estar presente em pontos de venda diferenciados tanto no Brasil, quanto no exterior. Lojas como Feena Boutique, Berlin 65 e Jill Lindsey, em Nova York, comercializam as bolsas, que também estão disponíveis em pontos de venda do México. No Brasil, as criações da empresa podem ser encontradas em espaços como Fina Stampa e Débora Quer, em São Paulo; Dona Coisa, Casa Ipanema e Papel Craft, no Rio de Janeiro; e na Histórias na Garagem, em Porto Alegre.

Divulgação

Divulgação

As sócias também levam a marca para alguns dos principais eventos de artigos criativos do País, como O Cluster, no Rio de Janeiro, a Feira Rosenbaum e a Puro Design, em São Paulo. Com ações como essas, além da participação na SWSX, nos Estados Unidos, a expectativa é ganhar força para continuar crescendo. “Devemos dobrar a produção, que atualmente é de 1.800 bolsas anuais, ainda em 2017. E, com isso, planejamos gerar novas oportunidades de trabalho e renda para pessoas da comunidade e também para refugiados que estão morando na região de Caxias do Sul”, revela Fernanda.

MIT debate inovação na América Latina

05 de março de 2017 0

Inovação

Nos próximos dias 10 e 11 de março, na Sloan School of Management do MIT (Massachusetts Institute of Technology, em Boston, nos Estados Unidos, acontece a 20a edição da Latin American Conference e a Startup Competition. O evento de Inovação do MIT, que reúne especialistas para debater inovação na América Latina, conta com a participação de brasileiros, entre eles o colaborador deste blog e sócio fundador da Innoscience Consultoria, especialista em inovação corporativa, Maximiliano Carlomagno, e o CEO da GE na América Latina, Rafael Santana.

“É um privilégio retornar ao MIT para compartilhar nossa experiência de inovação e empreendedorismo no Brasil” Maximiliano Selistre Carlomagno. Após o evento, o colaborador do Mundo dos Negócios vai contar aqui no blog tudo que aconteceu e que se falou por lá..

No dia 10 de março, as 10 startups finalistas da competição irão fazer seu pitch para avaliação do grupo de jurados, com objetivo de promover o empreendedorismo e conexão de ideias em estágio nascente com investidores, empreendedores e especialistas.

No dia 11, ocorre a conferência com apresentações do Professor Roberto Rigobon do MIT e de executivos de GE, Microsoft e outras empresas. Além disso, serão realizados dois painéis, um focado em políticas públicas para fomento do empreendedorismo e o outro sobre inovação e empreendedorismo com a participação de Maximiliano Carlomagno. A 20a edição da MIT Latin American Conference tem como objetivo ampliar o entendimento das oportunidades na região, estimular colaboração, gerar crescimento sustentável e inspirar líderes a serem transformadores éticos e baseados em inovação na América Latina.

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Sobre o MIT:

A The Massachusetts Institute of Technology (MIT), é uma das mais prestigiadas universidades do mundo. Nada menos que 85 premios Nobel foram concedidos a professores e pesquisadores da Instituição. A MIT Sloan School of Management é uma das cinco faculdades do Massachusetts Institute of Technology, localizado em Cambridge, no estado americano de Massachussets. É uma das mais famosas faculdades do mundo especializada em negócios. http://mitsloan.mit.edu 

MIT - Campus

MIT – Campus

 

Sobre a Latin America Conference:

A conferência é a mais antiga dedicada a América Latina entre as escolas de negócios dos EUA. A iniciativa integra estudantes, professores, líderes, políticos empreendedores de todo o mundo para discutir perspectivas em empreendedorismo, tecnologia, políticas públicas e investimento na América Latina. https://www.facebook.com/MITLatinAmericanConference/?fref=ts

 

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Sobre a Innoscience: A Innoscience é uma consultoria especializada em gestão da inovação corporativa com mais de 10 anos de atuação e já atendeu 13 das 100 empresas mais inovadoras do país entre elas Coca-Cola, Boticário, Roche, Avon, Gerdau, Ache, Grendene, Sanofi, Danone, GVT, Ford, Calçados Bibi. www.innoscience.com.br

Sobre Maximiliano Carlomagno:

Maximiliano é sócio fundador da Innoscience, autor dos livros Gestão da inovação na Prática e Práticas dos Inovadores. Graduado e mestre em Administração (PUCRS), atua há 15 anos assessorando alta gestão de empresas a gerenciar a inovação. É investidor anjo e membro do conselho da WOW, aceleradora de startups. Voluntariamente atua como Presidente do Comitê de Inovação da AMCHAM e mentor de empreendedores na ENDEAVOR. Escreve regularmente para  o blog Mundo dos Negócios , da jornalista Suzana Naiditch, no site da Rádio Gaúcha e portais como 3M inovação, Endeavor, Startse, Projeto Draft, entre outros.

Fórum da Liberdade faz 30 anos e debate o futuro da democracia

22 de fevereiro de 2017 0

Os 30 anos do Fórum da Liberdade,  reconhecido internacionalmente como um dos maiores eventos de debate e discussão de ideias da América Latina, será comemorado pelo Instituto de Estudos Empresariais – IEE, nos dias 10 e 11 de abril, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre/RS. O tema do 30ºFórum será “O Futuro da Democracia”.

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“Entendemos que o futuro da democracia depende justamente da compreensão da sociedade acerca da limitação da sua utilidade como modelo de tomada de decisões coletivas. Afinal, não existe o deus da democracia; o regime democrático é humano, frágil, vulnerável, corruptível (e corrupto), crescentemente regulador e limitador das liberdades individuais. Essas imperfeições (e suas contradições) não devem desencorajar as tentativas de aperfeiçoá-lo. Se um dos grandes paradoxos da democracia moderna é a tendência de reclamar do governo ao mesmo tempo em que delega aos políticos mais responsabilidade, a única forma de vencer essa espécie rara e coletiva da Síndrome de Estocolmo é ocupar espaços na política, construir soluções inovadoras que reduzam o tamanho do Estado, descentralizem o poder estatal e empoderem o cidadão.”, diz o presidente do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), Rodrigo Tellechea.

NOMES CONFIRMADOS

Entre os nomes já confirmados para o 30º Fórum da Liberdade, destaca-se o de Lawrence Reed, presidente da Foundation for Economic Education (Fundação para a Educação Econômica) – FEE.  A Fundação é uma das mais antigas organizações defensoras do livre mercado. Foi fundada nos Estados Unidos especificamente para estudar a filosofia liberal. A FEE promove pesquisas e divulga o livre mercado por meio de sua revista mensal, The Freeman, de panfletos, palestras e patrocínio acadêmico. Também publica reimpressões de textos clássicos com ideias liberais e organiza seminários.

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Além de Reed, já estão confirmadas as presenças do vereador de São Paulo, Fernando Holiday;  do advogado, associado do IEE e candidato à prefeitura de Porto Alegre nas últimas eleições, Fábio Ostermann; do escritor e filósofo, Luiz Felipe Pondé; do cientista político e editor do site ordemlivre.org, Diogo Costa; do vereador de Porto Alegre, Felipe Camozzato; e do membro do Cato Institute, o alemão Tom Palmer.

Unconference – A Oficina do Empreendedor

Uma das novidades da edição de 2017 é a Unconference – A Oficina do Empreendedor. Fruto de uma parceria entre o Instituto de Estudos Empresariais (IEE), a Endeavor e a PUC-RS, a iniciativa é destinada a empresas, startups e empreendedores que buscam aceleradores para levar a frente seus projetos. O objetivo é que os projetos selecionados façam suas exposições com a contribuição de mediadores que irão auxiliar para viabilizar ou alavancar a ideia inicialmente apresentada. As inscrições, gratuitas, estão abertas para o evento e se encerram no dia 8 de março. O formulário está disponível na página do Fórum no Facebook.

Premiações

O Prêmio Liberdade de Imprensa desta edição será destinado aos jornalistas Felippe Hermes e Rodrigo da Silva, do Spotniks, conferido aos profissionais que preconizam a liberdade de imprensa e que se dedicam ao desenvolvimento do pensamento crítico. Também será entregue o Prêmio Libertas, dedicado aos empreendedores que se destacam no trabalho pela valorização dos princípios de economia de mercado e de respeito ao Estado de Direito democrático.

Sobre o IEE

O Instituto de Estudos Empresariais foi fundado em Porto Alegre há mais de 30 anos por 20 integrantes. A entidade tem como intuito a formação de jovens lideranças empresariais que se comprometam com um modelo de organização social e política para o Brasil baseado no ideal democrático de liberdades individuais e orientado à defesa e manutenção dos valores da economia de mercado e da livre-iniciativa. Desde 1988 o IEE promove anualmente o Fórum da Liberdade – consagrado nacionalmente e considerado o maior evento liberal da América Latina.

Descontos com dicas de moda marcam campanha

08 de fevereiro de 2017 0

Na sua segunda edição, a campanha VIPLET da rede Bourbon Shopping, Moinhos Shopping e Porto Alegre CenterLar, que acontece a partir de hoje e vai até 12 de fevereiro, dará aos clientes benefícios especiais e dicas de moda e estilo em lounges montados nos shoppings. A campanha une tratamento VIP e preços com descontos de até 50% em uma ampla gama de produtos, que estarão destacados nas lojas com etiquetas diferenciadas, apresentando também dicas e sugestões de uso.

VIPLET

VIPLET – divulgação

Outro diferencial da campanha são as curadoras de moda, beleza, cultura e gastronomia que estarão à disposição dos clientes em lounges montados nos shoppings para dar dicas de produtos e serviços ofertados. Nos espaços, os clientes também poderão trocar R$ 100,00 em notas fiscais de compras por benefícios como isenção de estacionamento, descontos em ingressos para cinema, serviço de carregadores de compras, água, café, vouchers de Cabify, entre outros.

O time de curadoras é formado por Patti Leivas, que comanda o lounge do Bourbon Shopping Ipiranga; Mariana Bertolucci, no Bourbon Shopping Country; Patricia Pontalti, no Bourbon Shopping Wallig; Maggda Mombach, no Bourbon Shopping Novo Hamburgo; e ainda Patricia Parenza, que atende os clientes do Moinhos Shopping. A campanha contará também com a Revista VIPLET, apresentando as principais oportunidades oferecidas pela ação, além de dicas de moda e comportamento.

Promoção Canoas Shopping - Divulgação

Promoção Canoas Shopping – Divulgação

Outras promoções:

O Canoas Shopping criou uma “alfândega” com prêmios instantâneos para agitar a sua liquidação de verão que também acontece de 8 a 12 de fevereiro. descontos que chegam até 70% nas suas mais de 200 lojas. A promoção “Alfândega Descontrolada” dá prêmios instantâneos para quem tiver a sorte da luz verde acender na sua vez.

Para participar, basta se inscrever no balcão de inscrições ao lado do equipamento e apertar o botão que faz com que uma luz verde e outra vermelha comecem a piscar. Se a luz verde termina acesa, uma sirene dispara e o cliente ganha um prêmio que pode ser um vale-compras, um desconto ou um brinde das lojas participantes.

Durante o período da liquidação um carrinho de sorvetes distribui paletas mexicanas pelo shopping enquanto personagens em pernas de pau convidam o público a entrar na brincadeira.

Localizado na cidade de Canoas, Região Metropolitana de Porto Alegre/RS, o Canoas Shopping possui mais de 220 lojas, a maior praça de alimentação em número de operações e 1,37 mil vagas de estacionamento coberto. No fluxo médio mensal, registra um milhão de consumidores circulando nas dependências do shopping.

 

 

Tecnopuc é o melhor Parque Científico e Tecnológico de 2016

06 de janeiro de 2017 0

Tecnopuc_Site
Na manhã desta quinta-feira, 5 de janeiro,  o prêmio conferido ao Tecnopuc pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) foi comemorado junto com o Vice-Reitor da PUCRS, Jaderson Costa da Costa, Pró-Reitores, professores, representantes da Rede Inovapucrs, das empresas do Tecnopuc e da Raiar, e imprensa. O diretor do Tecnopuc, Rafael Prikladnicki, apresentou os diferenciais do melhor Parque Científico e Tecnológico de 2016. E também anunciou a vinda da plataforma digital do Sicredi para o Parque, negociação firmada na quarta-feira.

A Pró-Reitora de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento da Universidade, Carla Bonan, destacou que a distinção expressa a dedicação de todos os envolvidos. “Aumenta o nosso compromisso de desenvolver esse ecossistema com a mesma intensidade e dedicação, para seguir sendo um ambiente de produção e de transformação do conhecimento em ideias e negócios, contribuindo com o crescimento do Estado e País”, disse.

Essa foi a terceira vez que o Tecnopuc recebeu a premiação. Durante a entrega do Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, a Cliever, empresa graduada pela Incubadora Raiar da PUCRS, também foi reconhecida e está entre as melhores empresas graduadas do Brasil.

Durante o evento, Roberto Moschetta, diretor do Tecnopuc entre 2006 e 2013, foi homenageado. Ele assume agora a Diretoria de Inovação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre. Para o presidente da Anprotec e assessor da Reitoria, Jorge Audy, o papel do Tecnopuc já ultrapassa as fronteiras da Universidade.

PUC

Jaderson Costa da Cosa (Vice Reitor da PUCRS), Roberto Moschetta, Jorge Audy – Foto de Camila Cunha – Ascom/PUCRS

Mais sobre o Tecnopuc

O Tecnopuc foi criado há 13 anos e tornou-se um vetor do desenvolvimento regional e estadual, atraindo grandes empresas e fomentando a geração de startups por meio de diversos programas e serviços. Também estimula a pesquisa e a inovação por meio de uma ação simultânea entre academia, instituições privadas e governo. Empresas de diferentes portes, entidades e centros de pesquisa da própria Instituição estão sediados nos dois sites: em Porto Alegre e em Viamão. O Tecnopuc tornou-se referência na América Latina como Parque Científico e Tecnológico moderno e focado em transformar pesquisas em negócios. Grandes players internacionais do mercado cooperaram para este cenário. Gigantes da área de TI como HP e HPE, concentram no Tecnopuc seus centros de pesquisa e desenvolvimento. Atentos a esta realidade, outros players mundiais, como Apple, Huawei, Microsoft, Accenture, e ThoughtWorks, além de grandes empresas nacionais, como DBServer, GetNet, Stefanini e Globo.com, foram atraídos.

Muitas startups foram criadas a partir desse movimento e instalaram-se no Tecnopuc, contribuindo para a consolidação desse habitat de inovação, como a Aquiris Games, a Toth Tecnologia e o Grupo RPH. Outras de médio e pequeno portes, entidades da área de inovação e tecnologia, como a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), o Project Management Institute (PMI), o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP) e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e centros de pesquisa da Universidade e do Governo Federal também estão instaladas ali.

Quais são os riscos do poder?

29 de novembro de 2016 0

O 8º Colóquio do Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), reuniu empresários, lideranças e autoridades para debater o tema “Riscos do Poder”, na noite da segunda-feira (28), no Hotel Sheraton, em Porto Alegre/RS. O encontro contou com a presença do empresário, José Renato Hopf, CEO da 4All, do senador Ricardo Ferraço e do filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé.

IEE
Para o presidente do IEE, Rodrigo Tellechea, a busca pelo poder acompanha o ser humano desde suas origens. “A existência de uma relação promíscua entre poder político e poder econômico, cujo objetivo maior é a perpetuação de comando e não promoção do crescimento e do desenvolvimento da sociedade a partir da liberdade e do livre mercado, é uma das grandes ameaças à democracia”, diz Tellechea.

O senador Ricardo Ferraço chamou de ‘praga instituída no País a falta de fronteiras entre o interesse público e o privado. “Atualmente, o que mais me chama a atenção no perímetro do poder é que a ficha não caiu para quem detêm o comando”, diz. Para Ferraço, o governo do presidente da República, Michel Temer, é constitucional, porém precisa se legitimar para reorientar o Brasil com atitudes, valores e conceitos. “O governo pode cometer erros novos, porém cometer os mesmos erros – gravíssimos – que nos trouxeram a mais profunda crise moral, política e econômica – é inconcebível”.

O empresário José Renato Hopf, fundador da GetNet e da 4all, falou sobre a relação dos empreendedores com o Estado. “O empresário do novo mundo necessita adotar uma agenda moderna, que seja próxima ao Estado, mas não promíscua. E isto se dá por meio da desburocratização de processos, leis mais claras e positivas, suporte ao empreendedorismo com acesso e menos intervenção”, explica. Hopf, que é especialista na área de tecnologia, acredita que a inovação é um vetor fundamental para transformar a sociedade. “Nossa sociedade espera do governo ações rápidas, com agenda positiva, mas com um novo modelo. São as pessoas e as lideranças preparadas que farão a diferença”.

Para o  filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé  ‘nossa democracia é instável, irritada e inquieta’. “O momento é propício para investir em jovens de 25 anos que pensem o Brasil. Não podemos perder esta condição histórica de tornar o país um verdadeiro motor de ideias. Não basta discutir economia, temos que debater questões culturais. Precisamos nos apropriar deste repertório cultural, pois parte do que acontece no mundo é decorrente de como as ideias são articuladas”.

Cerca de 150 convidados, entre empresários e lideranças, prestigiaram o debate, além da audiência e transmissão ao vivo pelo Facebook.

Sobre o IEE

O Instituto de Estudos Empresariais foi fundado em Porto Alegre há 30 anos. A entidade tem como objetivo a formação de jovens lideranças empresariais que se comprometam com um modelo de organização social e política para o Brasil baseado no ideal democrático voltado para a defesa das liberdades individuais, da economia de mercado e da livre-iniciativa. Desde 1988, o IEE promove anualmente o Fórum da Liberdade – consagrado nacionalmente e considerado o maior evento liberal da América Latina.

As ideias movem a propaganda

27 de novembro de 2016 0

Inspirada no tema “O que mudou e o que nunca vai mudar, a tradicional Semana ARP acontece, excepecionalmente, entre os dias 05 e 08 de dezembro. As discussões vão girar em torno das ideias,  elemento-chave para conectar as pessoas e gerar impacto na sociedade. Isso é o que não muda nunca. O que muda, a todo instante, são as formas de comunicar as ideias.

O conceito define também a campanha da Semana ARP Especial 60 Anos, assinada pela agência AMA, que inclui peças de mídia impressa e digital, comerciais de TV e spots de rádio.  arp11

O tradicional evento da comunicação gaúcha, em sua  13ª edição, marca os 60 anos da Associação Riograndense de Propaganda. A Semana terá início no dia 05, com um coquetel para convidados, na Casa Destemperados. Na terça-feira, 06, a ARP convida para palestras e workshops com grupos do mercado, no auditório do Edifício The Place (Rua Tobias da Silva, 120). No dia 07, acontece o ARP Meeting, que reunirá palestrantes nacionais e internacionais para falar sobre mercado, inovação, comportamento e negócios. O encontro será no Centro de Eventos do BarraShoppingSul.

Simon Tunstill, Diretor de Comunicação da Thinkbox; Carla Mayumi, da TalK; Felipe Diniz, Diretor da área de Estratégia da Deloitte Brasil; e Maurício Benvenutti, que falará diretamente do Vale do Silício sobre startups, são alguns nomes confirmados.

Os ingressos devem ser adquiridos em https://www.sympla.com.br/arp-meeting__103313. Os valores variam de R$ 50 (estudante) a R$ 120, sendo que sócios da ARP não pagam. Para isso, é necessário enviar e-mail para arp@arpnet.com.br e solicitar o código cortesia.

 

O Projeto Inspirações, com o publicitário Beto Callage, também segue nesta edição.

Casa NTX será o cenário do tradicional Jantar da Propaganda e da premiação dos vencedores do Salão da Propaganda em 15 categorias, no dia 08, a partir das 20h. Durante o evento, o mercado irá conferir também o Prêmio Origens, uma homenagem a empresas e profissionais que foram fundamentais para a história da propaganda gaúcha e contribuíram para o crescimento da ARP.

Sobre a ARP

Fundada em 1956, a Associação Riograndense de Propaganda (ARP) tem como objetivo congregar e defender os interesses de agências, veículos de comunicação e fornecedores gráficos, de áudio e de cinema.

Tudo começou no início da década de 1950, quando o mercado publicitário no RS crescia de forma rápida, através do trabalho de Antônio Mafuz. Ele então mobilizou um grupo de lideranças da comunicação do Estado visando fortalecer e propiciar o aumento desse mercado. Entre seus parceiros estavam Maurício Sirotsky (Grupo RBS) e Breno Caldas (Grupo Caldas Júnior).